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Muse, The Hives e os shows do segundo semestre no Brasil.


Agora sim começou a temporada de shows aqui na terrinha!

O Muse está confirmado para os dias 30 de julho no RJ ( Vivo RJ ), 31 em Sampa ( HSBC Hall, antigo Tom Brasil ) e 02 de agosto em Brasília, no festival Porão do Rock. Já tá publicado até no site da banda. Parece que os ingressos começam a ser vendidos hoje - http://200.170.193.178/ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=4030 ( R$112,00 a pista ).

Falando em festival, deu semana passada na Folha de SP e hoje no rádio: vem aí o Orloff Five, dia 06 de setembro no Via Funchal aqui em SP. Já confirmados estão os Melvins, Plasticines, DJ Tittsworth, Vanguart e The Hives. Os ingressos serão colocados à venda à partir de julho.

E um conhecido meu, que trabalha na departamento de patrocínios de um grande jornal, soltou hoje pra ser confirmado em breve: Madonna pinta aqui em SP ( e só em SP ) em dezembro.

O Muse em brasília vou ver com certeza, vou estar na cidade. Tocar Knights of Cydonia no expert LIVE. Já o Hives eu quero muito ver (ano passado vi um show deles no Eurockéennes e foi animal). Parece que em setembro já estarei em SP, mas vamos ver.

Se pudesse eu trocava o Muse pelo Hives fácil fácil, Muse é legal mas não é páreo pro Hives ao vivo.

Ah, mas por que CARALHOS eles tem que me marcar shows no MEIO da semana? Puta que pariu. O Muse é uma das minhas bandas favoritas da atualidade, e morro de vontade de ir num show deles - mas não vou poder, por que a cidade mais perto entre essas aí - o Rio - fica a 190km de distância, e eu trabalho o dia inteiro, até mais tarde. Se fosse num sábado, ou mesmo numa sexta, tranquilo. Mas quarta e quinta, absolutamente inviável. Vai ter que ficar pra próxima.

Eu e meus amigos estamos querendo ir no de Brasília, mais perto aqui de Goiânia. Mas nada certeza ainda.

E o mais legal é que Muse e o Orloff vem completar um segundo semestre que ainda tem TIM Festival, que sempre é interessante, Planeta Terra, e outros festivais menores como o Indie Rock festival, que ano passado trouxe Rakes e Magic Numbers e esse ano parece que vai para RJ e SP (Citibank Hall) com Vampire Weekend, Futureheads e Broken Social Scene. Se juntar dois ou três desses festivais brazucas já vale por um excelente festival de verão europeu. Acho que teremos um segundo semestre incrível.

Post no blog do Lucio Ribeiro:

* INDIE ROCK FESTIVAL – A Internet entreeeeeeeeeeeega o que será o próximo Indie Rock Festival. O Broken Social Scene a gente sabia. Agora, os outros dois...
Thu 08/28/08 Broken Social Scene Canecao
Thu 08/28/08 The Futureheads Canecao
Thu 08/28/08 Vampire Weekend Canecao

Então deve ser Canecão no Rio e Citibank Hall em SP.

Guybrush Threepwood wrote:
Ah, mas por que CARALHOS eles tem que me marcar shows no MEIO da semana? Puta que pariu. O Muse é uma das minhas bandas favoritas da atualidade, e morro de vontade de ir num show deles - mas não vou poder, por que a cidade mais perto entre essas aí - o Rio - fica a 190km de distância, e eu trabalho o dia inteiro, até mais tarde. Se fosse num sábado, ou mesmo numa sexta, tranquilo. Mas quarta e quinta, absolutamente inviável. Vai ter que ficar pra próxima.

dário, nos eua isto é normal, porém os shows comecam 20h, 21h... e acabam antes das 0h! então é bem tranquilo! aqui que eles (organizadores) têm esta mania ridicula de comecar o show 23h, 0h, 1h...

Broken Social Scene tinha que vir pra BSB :/

E pra quem é de São Paulo tem show de graça no Ibirapuera no próximo dia 28, com Metric, the Go Teams e umas outras bandas lá...

"Lo que hay antes de que haya algo..."

Eu e João Lucas estaremos no Motomix. Se mais alguém do Joio quiser nos encontrar, deixe um recado aqui.

Pôxa, se eu soubesse desse Motomix teria programado minha visita à São Paulo, que fiz no mês passado, pra cair no fim-de-semana do evento. Infelizmente vou ter que deixar pra próxima.

Se você fosse a gente faria uma mini reunião da Facção dos Poetas do Sentimento. Ia ser emocionante.

Aproveitando o ensejo, registro meu protesto: a facção dos mineiros é uma verdadeira FRAUDE. Passei uma semana em BH e nada desse povo marcar uma breja.

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Falta de Esculhambação

Pois é Leão, fiquei esperando o Guybrush dar notícia para reunir mais gente e acabei esquecendo que você estava aqui! Haverá encontro em SP mas eles acabam se resumindo a uns dois gatos pingados, o negócio tá fraco mesmo.

Muse aqui no Rio tem potêncial, só espero que não me venham com essa brincadeira de cobrar mais de 100 reais no ingresso. Pagar mais de 80 pra ver Muse é pedir demais.

E aí, quem vai no Muse semana que vem? Pra quem não puder, recomendo procurar o último disco deles, um cd/dvd ao vivo chamado HAARP, que saiu há alguns meses e acabou de chegar no Brasil. Bom show, altos efeitos, bela sequência de hits.

Eu gostaria MUITO de ir, mas não vou poder. Divirta-se lá por mim.

Vou em bsb! Já comprei o ingresso.

Voltando...correndo de Salvador pra Brasília pelo Hives.

Apresentação redondinha, mas de primeira. Antes de mais nada: o som do Muse é perfeito pra shows, com aqueles refrões grudentos pra cantar junto, batidas com palminhas, gritinhos e “whoas” do Matt Bellamy . E além da base perfeita, a banda praticamente não decepciona.

Realmente, o único porém seria justamente a performance do trio que pouco se movimenta, com exceção de uma ou outra guitarrada do Bellamy pelo palco ( que realmente é ótimo, enquanto os outros dois são discretos mas tão competentes quanto ). Achei o microfone dele meio baixo, mas ao vivo deu pra perecebr como a voz do cara é assustadoramente parecida com a do Thom Yorke. Mesmo assim, o som da banda não deixa nada a desejar – as músicas são executadas com uma precisão incrível, com raros improvisos ( e todos do Bellamy, em seus momentos de Jack White ).

O show foi todo calcado no dvd Haarp, seguindo basicamente o mesmo setlist, com duas antigas no meio ( “Bliss” e “Citzen Erased” ), mas também não podiam ter feito coisa melhor: foi uma sequência de hit atrás da outra. Pra mim ( e pro resto do povão, que pedia direto ) só faltou “Space Dementia”. Apesar que eu tava doido pra ouvir “Sing For Absolution”, mas “Invincible” valeu como momento isqueiro.

E da tão elogiada produção de palco da banda ( que nem é pra tanto ), pra cá eles só trouxeram um telão central com vários monitores, que nem chegou a funcionar ( propositalmente ou não, e não fez diferença ) em algumas músicas. Geralmente exibia imagens psicodélicas, trechos das letras das músicas e um jardim todo florido durante o cover de “Feeling Good” da Nina Simone. Rolaram paredes de ar em duas músicas e umas bexigas enormes em “Plug In Baby”; em “Butterflies and Hurricanes” a platéia começou a jogar papel picado, que voou pro palco e causou um efeito muito bacana. Havia mais um tecladista em algumas músicas, além de um piano elétrico branco pro Matt e uma mesa de efeitos pro batera Don Howard.

O que mais me impressionou foi ver o HSBC Hall ( antigo Tom Brasil ) lotado, mesmo com ingressos bem caros – quem diria que o Muse é tão conhecido por aqui? E eu pensava que o disco mais famoso deles fosse o Black Holes & Revelations, mas as músicas mais aplaudidas foram do Absolution! Quando rolou “Butterflies and Hurricanes” e ”Stockholm Syndrome”, o lugar veio abaixo.

Pontos altos? A reação da platéia nas duas músicas citadas logo acima, pulando muito e cantando junto. O cover de “Feeling Good” ficou excelente; o coro da galera em “Time Is Running Out” e uma “Plug In Baby” devastadora.

O final foi meio repentino, com “Take a Bow” ( que sempre alterna encerramento ou abertura do show com “Knights of Cydonia” ) e a banda saindo do palco quase de imediato e luzes da casa se acendendo, mas deu tempo do batera dizer que a platéia brasileira era a melhor do mundo. E a reação – tanto do público quanto da banda – foi merecida, apesar do show certinho demais.

Olha o set completo:
1 Knights of Cydonia
2 Hysteria
3 Bliss
4 Map of the Problematique
5 Supermassive Black Hole
6 Butterflies and Hurricanes
7 Citizen Erased
8 Feeling Good
9 Osaka Jam ( instrumental )
10 Invincible
11 New Born
12 Starlight
13 Time is Running Out
14 Plug In Baby
15 Stockholm Syndrome
16 Take A Bow
O Uol já colocou vídeos das duas primeiras músicas no ar.

Eu fui no show deles em Brasília e foi um dos melhores shows da minha vida. Nossa, eles são perfeitos, tocam muito e a voz do Matthew é perfeita. Parece playback de tão bom que são! E os efeitos foram os melhores que já vi na minha vida. Até jato de fumaça aconteceu.

http://img398.imageshack.us/my.php?image=imagemeh3.png

O show em si foi igual do que o Dre foi tirando as 3 ultimas musicas. Que por sinal não foi nada ruim. Já tinha passado mais ou menos 1h30 de show, quando apagaram as luzes e eles foram embora! Do nada eles fazem isso... na mesma hora eu lembrei do Dre falando "...e a banda saindo do palco quase de imediato e luzes da casa se acendendo...", com a unica diferença das luzes não ter acendido, quando eles voltam tocando Starlight e a galera pulando, vibrando, gritando e depois terminando Take A Bow e por final Stockholm Syndrome que foi a ultima musica.

Como o Dre (=P) falou, a performance deles não são as melhores, mas quando eles voltaram pro palco tocando Starlight o baterista estava enrolado com a bandeira do Brasil, o que deixou a galera mais animada ainda, e o showzinho particular do Matthew tocando sua guitarra foi espetacular.

Unico problema mesmo do festival foi a maconha, tava rolando solta ali, eu até já tava ficando doidão só de ficar perto.

Mas tirando isso, foi um show incrível.

helm wrote:
Eu fui no show deles em Brasília e foi um dos melhores shows da minha vida. Nossa, eles são perfeitos, tocam muito e a voz do Matthew é perfeita. Parece playback de tão bom que são!

Falando nisso, uma blogueira aí tá causando revolta nos fãs do Muse, dizendo que o Bellamy usou playback durante os shows. Eu sinceramente não percebi, até porque achei o vocal meio baixo.

Ah cara, eu também não percebi nada não. Eu disse que pareceu playback porque ele canta igualzinho o cd. É impressionante a voz dele, mas o Bellamy é muito bom, ele canta muito. O vocal aqui tava de boa. O Backing vocal que tava muito baixo, mas não fez tanta diferença, o matthew destruiu.
Na hora que eles tavam tocando Butterflies & Hurricanes, na parte do piano, mostra no telão ele pertinho cantando e tocando. Não pareceu ser playback não.

Uma coisa que me veio na cabeça na hora do show foi como eles tocam Starlight, já que eles usam guitarra, bateria, baixo e teclado. Na hora que começou a tocar um hominho apareceu de trás da bateria tocando um teclado, eu não sabia que existia esse 4th elemento. hehehe

Essa blogueira ai é louca isso sim. Eu já gostava de Muse, depois desse show eu fiquei mais fã ainda e o Matthew owna muito.

playback, eles? que acusação feia de ser fazer!

http://br.

Só eu que acho Muse ruim aqui nesse fórum?

Lucci, fiquei sabendo desse playback ai, não lembro onde eu li que eles foram obrigados e tocar playback e por isso a performance dele foi tão exagerada. Agora eu não sei se isso é historia de fã tentando ajudar a banda ou se é real.

helm - é real, ha diversos relatos, da uma procurada, eu mesmo (que nao sou fa) ja tiha ouvido falar!

stryder - 2 :) eu conheci MUSE na epoca de IRC, trocando MP3 no #MP3WARE, achei legal e só. depois veio o hype, mas eu ja estava vacinado!

Eu sou fã do Muse desde muito antes do hype, quando eles tinham acabado de lançar o Showbiz e ninguém conhecia eles. Eu lembro que fui o primeiro a baixar o Origin of Symmetry e fiquei fazendo propaganda dele no news do UOL, na época.

Muse é uma banda foda.

Aproveitando o tópico sobre shows que vão rolar agora no segundo semestre, um amigo que trabalha num grande jornal de Sampa me confirmou agora a tarde que estão em negociação patrocínios para as seguintes apresentações:

Motley Crue ( outubro )
REM ( novembro )
Stone Temple Pilots ( novembro )
Smashing Pumpkins ( dezembro )
- e ainda Kaiser Chiefs, KT Tunstall e Paramore sem data definida

Mas não esqueçam que em outubro também rola isso aqui.

E viva a baixa do dólar.

Dré wrote:
REM ( novembro )

Stone Temple Pilots ( novembro )

Esses dois me interessam. Vou ver se dá pra ir.

Queria ter ido no show do Muse, gosto muito da banda.

Não esquenta que eles voltam - dava pra ver no rosto dos caras que eles estavam maravilhados com a platéia.

E ei: cadê seu relatório sobre o festival japonês lá?

É tanta coisa para escrever que eu ainda não tive tempo. Vai ser um post grande.

Dré wrote:
Falando em festival, deu semana passada na Folha de SP e hoje no rádio: vem aí o Orloff Five, dia 06 de setembro no Via Funchal aqui em SP. Já confirmados estão os Melvins, Plasticines, DJ Tittsworth, Vanguart e The Hives.
Ae, os ingressos pra esse festival já estão a venda: Pista=R$100, Mezanino=R$160 e Camarote=R$ 180.

Se o Scott Weiland não morrer até lá, o show dos Stone Temple Pilots foi confirmado e vai rolar dia 14 de outubro aqui em São Paulo, no Credicard Hall. Os ingresso já estão a venda.

"Laaaaaaaaaaaaaaaaaadies.... and gentleman!"

E ae, quem viu o Hives? Refraseando a pergunta: quem viu o melhor show de rock de 2008 até agora?

Não que eu estivesse esperando um show fraco, mas os caras superaram qualquer espectativa. Tocaram alto, rápido, são muito simpáticos e divertidos - principalmente o vocalista gritalhão Pelle e o guitarra Nicholaus, que ficou fazendo careta e brincando com a platéia direto. Sem contar a pose do batera figuraça, que jogava a baqueta pro alto e fumava até durante as músicas.

É um show pra pular muito e dançar, mas não dá pra ignorar o que rola no palco: uma banda poderosa, que faz o rock and roll mais básico possível - com aqueles refrões grudentos, claro - empolgar até os poucos emos da platéia. No final da noite, me lembrou bastante os shows do Ramones, naquele esquema de 1-2-3 e vamos nós.

O Pelle é um capítulo à parte: além de não parar por um segundo, ainda tentou aprender português, deu aqueles berros que parecem acabar com sua voz, controlou a platéia com gestos e falava quase sem parar entre as músicas.

O som do Via Funchal tava bem embolado, mas o show passou tão rápido - uns 70min - que nem atrapalhou tanto. Pontos altos: a galera pulou com os três principais hits ( "Main Offender", "Hate To Say..." e "Tick Tick Boom" ), mas era mais impressionante perceber que NINGUÉM tirava os olhos do palco, às vezes nem pra dançar. Genial.

Passem vontade de ter perdido.

O setlist foi esse aqui:
1- Intro: A Stroll Through The Hives Mansion / Hey Little World
2- Main Offender
3- Try It Again
4- A Little More For Little You
5- Walk Idiot Walk
6- A.K.A Idiot
7- A Thousand Answers
8- It Won't Be Long
9- Die All Right
10- Diabolic Scheme
11- You Dress Up For Armageddon
12- You Got It All... Wrong
13- Two Timing Touch
14- Return The Favour
Bis
15- Bigger Hole To Fill
16- Hate To Say I Told You So
17- Tick Tick Boom

Das outras bandas que tocaram, só vi as francesas do Plasticines, que não impressionaram: são gostosas e tal ( menos a baixista tosquinha lá ) e mandaram um rockinho bem ok, simpático, incluindo uma cover de "These Boots Are Made For Walking".

E Bennett, você tava lá? Eu vi um japa alto queixudo de óculos no meio da platéia, com uma camiseta cinza. Tava quase indo cumprimentar mas depois desencanei.

Pô, que pena que você não cumprimentou o japa queixudo. Não era eu.

Sou contra Hives, mas à favor de Melvins.

O heterossexualismo desse fórum está em baixa. Ninguém comenta Melvins?

www.myspace.com/exterminador

 

Melvis é bom ... mas não ouço desde o século passado.

Mais um pra lista das das escutas (não da Abin - PARA-TUM-BICHH).

PS.: será que serei grampeado por ter citado o nome abin em um post?

macrosfera.blogspot.com

Alguém viu o show dos Melvins ou do Vanguart? Comentem aí... eu não assisti porque cheguei atrasado e nem tinha planos - Buzz Osbourne e cia nunca me empolgaram. O cara tira riffs bacanas, mas que ficam mais funcionais no Fantomas.

Curioso que a imprensa, nas matérias sobre o festival, tem destacado justamente o show dos caras, mas pelas razões mais bestas possíveis: "veja o último representante do grunge", "a banda tem duas baterias no palco", "Dale Crover tocou no Nirvana", "Buzz Osbourne não tá nem aí pra platéia vaiando" e etc e tal.

Enfim, todos eles estão errados e o show dos Hives foi soberbo.

Bão, atualizando o tópico: o REM tá confirmadaço nas datas abaixo.

6 de novembro - Porto Alegre (estádio São José)
8 de novembro - Rio de Janeiro (HSBC Arena)
10 e 11 de novembro - São Paulo (Via Funchal)

E como assim REM na Via Funchal? Tudo bem que são duas noites e a banda não é mais tão popular quanto antes, mas os ingressos vão evaporar.

Outra história curiosa é o festival Planeta Terra, que vai rolar em 8 de novembro aqui em SP. Parece que já começaram a vender os ingressos, depois pararam e nada de confirmar oficialmente quem estará no line-up, mas as bandas já estão confirmando presença em seus respectivos sites/fóruns - entre elas: Jesus And Mary Chain, Bloc Party, Kaiser Chiefs, Breeders, Animal Collective e Foals.

Bela mistureba de nomes, mas faz sentido em um festival que teve Lilly Allen, Devo, Rapture e Cansei de Ser Sexy no ano passado.

Esse Planeta Terra vai ser ótimo. Quando começarem a vender ingressos de novo avisem, por favor.

Bennett, parece que os ingressos vão voltar a venda na próxima sexta, fica de olho no site da Ticketmaster.

Saíram também os preços ridiculamente absurdos do Tim Festival - no naipe de R$ 250 só pra ver o Kanye West.

O palco quente é esse aqui:

Quote:
 23 de outubro - Neon Neon, The Gossip, Klaxons

Horário: 21h
Preço: R$ 150
 

Não por causa de Gossip, muito menos do Klaxons. Por causa do Neon Neon, que faz um show FAN-TÁS-TI-CO. Vi no Fuji, e vou pagar 150 mangos só para poder vê-los de novo.

Bennett wrote:

Esse Planeta Terra vai ser ótimo. Quando começarem a vender ingressos de novo avisem, por favor.

Os ingressos começam a ser vendidos neste sábado, no site da Ticketmaster. No line-up, entraram também o Spoon, a Mallu Magalhães e Curumin. Vai rolar uma tenda eletrônica, com Felix Da Housecat, Mylo e outros. E parece que o Offspring tá pra ser confirmado no mesmo festival.

Em compensação: o show do NIN em Porto Alegre foi cancelado hoje. Espero que a banda substitua por um segundo show em SP.

Afff... mais um bom festival que vou perder.

Já comprei meu ingresso para o Planeta Terra. Preço extremamente decente, considerando-se a lineup.

Bennett wrote:
Já comprei meu ingresso para o Planeta Terra. Preço extremamente decente, considerando-se a lineup.

O preço tá bom mesmo, no mínimo vale pra ver o Jesus And Mary Chain mandando "The Killing Moon" ao vivo. Mas dizem que Felix Da Housecat tb manda muito bem no palco.

Atenção que os ingresso pros shows do REM começam a ser vendidos hoje. Preços:

Pista VIP - 500,00
Pista - 200,00
Mezanino - 300,00

O show do Nine Inch Nails em São Paulo também foi cancelado.

Merda.

Putz, que bosta.

Bosta? Eu tô muito irado. MUITO IRADO. Já não bastou cancelar Porto Alegre ( eu já tava com passagem comprada e folga marcada ), agora tem isso. Em Porto Alegre, a produtora confirmou que o motivo foi a baixa procura por ingressos. Parece que o tal Pepsi OnStage ( onde ia rolar o show ) tem capacidade para 6 mil pessoas – será que temos 6 mil fãs do NIN em POA ou mesmo no sul do país? Nem sei se tem esse tanto aqui em São Paulo, levando em conta o público que esperou pra ver o show dos caras no Claro que É Rock. E o NIN pode até ser conhecido por muita gente, mas não significa que essas pessoas vão comprar ingressos pra ver os caras ao vivo.

Sobre Sampa, a banda informou no site que o cancelamento se deu por motivos técnicos. Mesma desculpa usada pra cancelar um show em Topelo, nos EUA, há algumas semanas atrás - de acordo com a produção, o palco era pequeno demais para comportar a produção do NIN. Mas se for o caso aqui, por que não mudar para um lugar maior ( aparentemente, 4500 dos 6000 lugares do Via Funchal estavam vendidos ), adiar o show nesse - se for - o caso ou, mais simples, trazer uma versão menor do show, como o próprio NIN fez no Claro que é Rock em 2005 que a gente foi. O show dos caras na época era o que se vê no dvd Beside You In Time e vimos uma versão sem telas e com produção mínima - mesmo assim um show absolutamente FURIOSO.

Quando vi os Hives na semana passada, até fiquei meio encanado se o palco do NIN caberia mesmo no Via Funchal... mas eu só tinha visto videos do palco usado em festivais e imaginei que a banda fosse improvisar algo. No mínimo, deixar toda a parte visual pra trás ( de novo ) e fazer mais um puta show, de qualquer jeito. E com o Robin Finck de volta!!! Mas não, a opção foi cancelar toda a turnê.

O foda é saber que isso era algo que desde o começo tava me fazendo coçar a cabeça... tava tudo muito bom pra ser verdade. Dois show do NIN do Brasil???

Confesso que quando vi o preço dos ingressos aqui em SP imaginei a possibilidade do show não rolar – NIN não tem público, pô! Não toca no rádio, na MTV e nem na novela. Quantos discos do NIN saíram no Brasil? E neste momento, onde a banda está trampando de forma independente, a coisa só piora – queira ou não, é importante ter respaldo de uma gravadora quando um artista gringo vem pra cá, pra não ficar exclusivamente na mão dos produtores a divulgação do show. Divulgação que, aliás, tem sido ZERO – alguém aqui ouviu alguma música do NIN tocando por aí, ou mesmo anúncios do show?

Eu achei a atitude da produtora de POA muito decente, até porque os custos de um show do NIN ( lembram as 25 toneladas de equipamento do CQÈR? E aquele show foi bem mais simples do que o da turnê atual…. ) devem ser altíssimos. Pode parecer radical, mas chega a valer uma comparação entre os shows da Madonna e NIN, cujos níveis de produção são similares, apesar de seu público ser radicalmente diferente.

A gente sabe que shows são ações caras – não é só marcar na agenda da banda, pagar passagem e transportar instrumentos. Tem toda uma logística por trás, além do marketing que deve ser feito pra vender. Show parece um acontecimento, mas é um produto como qualquer outro e precisa ser vendido. Alguns vendem com facilidade, enquanto outros ficam cheios de jornalistas, convidados e alguns fãs, dando prejú pra quem armou todo o circo e, às vezes, zerando a possibilidade do artista voltar pra cá.

E também é revoltante ver uma merda de banda que eu nunca ouvi na vida, como esse Mcfly, tendo mais um show adicionado no Via Funchal, depois de dois shows já estarem lotados. Meu, o que há de errado com esse mundo? Quem são esses merdas que aparecem na capa da Capricho e de repente lotam shows? Se fosse tão bom assim, a gente aqui pelo menos teria comentado algo sobre eles... agora uma banda extremamente talentosa e revolucionária ( alguém tem dúvida? ) como o NIN tem shows aqui cancelados.

Desculpem o desabafo, mas eu tô muito, muito irritado, revoltado e fudido. Espero que o Trent mantenha seu sempre presente respeito pelos fãs e mostre um motivo sincero pelo cancelamento.

Mas é uma merda, puta que pariu, cancelar três semanas antes???

Dré, faço minhas as suas dores. Eu já não ia nos shows, por causa de compromissos profissionais, mas estou muito chateado por você. Tomara que eles remarquem para uma nova data ainda esse ano, e de repente, quem sabe, até uma data que dê para eu ir também (vou sair de férias no final de novembro). Estou torcendo aqui.

Esse negócio de cancelar show é um saco mesmo. O Bennett me contou do cancelamento do show da Feist logo após eu chegar no Rio de Janeiro, foi uma ingrata surpresa. Na hora eu fiquei chateado porque eu viajei mais por causa dela mas ainda tinha Cat Power e Bjork, então não foi nada catastrófico.

Não leve a mal mas essa é uma oportunidade para usar essa foto do meu Photobucket.