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Festival de Cannes
Enviado por Pringles, 16 maio, 2009 - 15:56
Nenhum tópico sobre Cannes? então vou usar esse pra reverenciar as DEUSAS Sophie Marceau e Monica Belucci. Mesmo eliminado, o filme vale só pra ver a duas das mulheres mais bonitas do cinema.



Sophie Marceau 
http://www.festival-cannes.com/en/mediaPlayer/9823.html
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Alguém aí já viu O Anticristo, de Lars Von Trier?? Plague???
macrosfera.blogspot.com
abra o dicionario em 'beleza natural' e voce vai ver o sin. monica belucci!
Como alguem daqui pode ter visto o filme do LVT se hj foi a primeira exibição em Cannes? Alguem daqui ta na França? Alguem daqui é do Juri? Eu me revolto com uma mongolice dessas.
Monica Belucci é uma coisa tão de outro mundo q alguém deveria guardar o DNA dela pra estudos.
E a careta dela na segunda foto me fez ter pensamentos infames...
www.myspace.com/cellardoorbr
Como alguem daqui pode ter visto o filme do LVT se hj foi a primeira exibição em Cannes? Alguem daqui ta na França? Alguem daqui é do Juri? Eu me revolto com uma mongolice dessas.
Estúpido Quase Nada (já dá até pra tirar o Quase), se vossa senhoria leu o meu comentário, viu que reforcei a pergunta direcionando-a ao companheiro Plague (mochileiro, e residente na Europa e anti-cristo), o qual tem mais facilidades para comparecer a tal evento.
Se ele não foi, burrice dele.
Na oportunidade, apresento meu protesto de elevada estima e distinta consideração.
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Bastardos inglórios foi aplaudido de pé hoje de manhã
O que, convenhamos, não quer dizer muita coisa né. Desde Pulp Fiction o povo de Cannes paga pau pro Tarantino. Se ele soltar um peido no cinema vai ser aplaudido e nomeado gênio.
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Como alguem daqui pode ter visto o filme do LVT se hj foi a primeira exibição em Cannes? Alguem daqui ta na França? Alguem daqui é do Juri? Eu me revolto com uma mongolice dessas.
Estúpido Quase Nada (já dá até pra tirar o Quase), se vossa senhoria leu o meu comentário, viu que reforcei a pergunta direcionando-a ao companheiro Plague (mochileiro, e residente na Europa e anti-cristo), o qual tem mais facilidades para comparecer a tal evento.
Se ele não foi, burrice dele.
Na oportunidade, apresento meu protesto de elevada estima e distinta consideração.
Quando te chamei de mongol tb não estava me dirigindo a vc, apenas fiz uma observação quanto a um fato notório sobre sua pessoa. O simples fato desse filme, na data do seu comentário de conteúdo autista, não ter sido exibido ao público (apenas imprensa, convidados e júri), reforça o fato que a tua burrice é homérica, ferindo a humanidade ocidental, e que a tua mãe deveria ter te abortado enquanto vc ainda estava na placenta de Satanás.
homérica, ferindo a humanidade ocidental, e que a tua mãe deveria ter te abortado enquanto vc ainda estava na placenta de Satanás.
Isso. Agora vai lá em Minas e assume de vez esse amor.
Saudações
Ray Jackson
Ei ... não ofenda meus antepassados ... seu filho de três gerações de putas gordas, roucas e pelancudas!
Satanás era um cão muito adestrado.
Agora, sério. Vai tomá no toba, QN. Não sei se o Plague é jornalista, jornaleiro ou a puta que te pariu. Só sei que ele entrevistou o Alan Moore e o viadinho que escreveu Sandman. E isso só significa uma coisa: ele consegue crachá de imprensa. De IMPRENSA!!
E para de descontar sua falta de criatividade (momentânea ou perene?) com comentários que mais parecem aberrações apocalipticas desnecessárias. Vai tomar seu leitinho quente diário e chupar um dedinho.
macrosfera.blogspot.com
Ir para Cannes é caro. Ou você vai com um "veículo" te patrocinando ou tem que pagar tudo do seu bolso (estadia muito, muito cara, imaginem). Mas várias pessoas fazem isso.
www.myspace.com/exterminador
Ir para Cannes é caro. Ou você vai com um "veículo" te patrocinando ou tem que pagar tudo do seu bolso (estadia muito, muito cara, imaginem). Mas várias pessoas fazem isso.
Eu li um livro uma vez, de uma jornalista que tentou cobrir a formula 1 como free lancer nos anos 80, e todo ano ela ia pra cannes tentar ganhar um extra com umas entrevistas, e ela fala q é absurdo o preço das coisas na cidade
Falando nisso, quem se lembra desse polemo-tópico involuntário?
Pois é, a atriz made in orkut chegou lá, "À Deriva" o filme que ela fez com o Vincent Cassel e a Débora Bloch estão em Cannes.
21/05/2009 - 19h50
Sessão de gala de "À Deriva" termina com mais de cinco minutos de aplausos
THIAGO STIVALETTI
Colaboração para o UOL, de Cannes
Terminou com mais de cinco minutos de aplausos a sessão de gala do filme "À Deriva", do brasileiro Heitor Dhalia, que compete na mostra Um Certo Olhar do 62º Festival de Cannes. A sessão, que aconteceu na noite desta quinta (21), era formada em boa parte por convidados da equipe e jornalistas. As atrizes Debora Bloch e a estreante de 16 anos Laura Neiva, protagonista do filme, choraram bastante emocionadas.
Laura Neiva e Vincent Cassel em cena do filme "À Deriva", de Heitor Dhalia
Antes da projeção, subiram ao palco Dhalia, os atores Vincent Cassel, Debora Bloch, Cauã Reymond e Laura Neiva. O francês Cassel foi o primeiro a falar, em português. "Boa noite, eu sou Vicente Cassel, ator 'franco-brasileiro'. Estou aqui para defender esse maravilhoso cinema brasileiro. Algo de importante está acontecendo lá", disse o ator, que também fala português no filme.
Dhalia disse que era uma grande honra estar em Cannes e dedicou a sessão à atriz Laura Neiva. Debora Bloch falou em francês com a plateia: "Espero do fundo do meu coração que vocês fiquem tocados pelo filme como nós ficamos durante as filmagens".
Terceiro filme de Heitor Dhalia (de "O Cheiro do Ralo" e "Nina"), "À Deriva" é uma coprodução internacional entre O2 Filmes, de Fernando Meirelles, e a Focus Features (braço independente da Universal). O drama intimista conta a história de Filipa (Laura Neiva), uma adolescente que passa o verão em Búzios com os irmãos e os pais, que vivem uma crise no casamento. Ela vive seus primeiros amores e é forçada a amadurecer quando descobre o relacionamento do pai (Cassel) com outra mulher (Camila Belle, de "10.000 AC").
"À Deriva" é amparado por uma bela fotografia, que dá um tom de memória e nostalgia ao filme, como se a história fosse contada por uma Filipa já mais velha, muitos anos depois, mas sem apelar ao recurso banal do flashback. Além do visual bonito, outro grande atrativo do filme é a atuação de Deborah Bloch, atriz pouco aproveitada no cinema, que tem seu melhor papel desde "A Ostra e o Vento" (1997), de Walter Lima Jr. Laura Neiva, que foi descoberta no site de relacionamentos Orkut, mostra segurança em seu primeiro papel no cinema e sua boa atuação deve render convites para novos trabalhos.
Ir para Cannes é caro. Ou você vai com um "veículo" te patrocinando ou tem que pagar tudo do seu bolso (estadia muito, muito cara, imaginem). Mas várias pessoas fazem isso.
Eu li um livro uma vez, de uma jornalista que tentou cobrir a formula 1 como free lancer nos anos 80, e todo ano ela ia pra cannes tentar ganhar um extra com umas entrevistas, e ela fala q é absurdo o preço das coisas na cidade
Consta que hj em dia está insano de tão caro, pois os malditos milionários russos tomaram conta do lugar, vc vai passear na praia e tem uma Tiffany´s ao lado do quiosque de picolé.
Sem falar que na França o turista é assaltado duas vezes: pelo povo e pelos batedores de carteira. Fui lá ano retrasado e pra tudo tinha taxa extra, quer andar de taxi com mais de 3 pessoas? PAGA MAIS. Quer tomar um café da manhã depois das 11? PAGA MAIS. A única coisa boa é que o circuito cultural está mais acessível, um ingresso pro Louvre vale o dia todo, dá pra ir ao hotel cagar o pão com nutella e voltar a noite.
O pior lugar com batedores de carteira que eu já fui do mundo é em Barcelona, no bairro gótico. Todos os dias tem alguém querendo te vender maconha/bater sua carteira. No metrô também, o tempo todo.
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O Heitor Dhalia ainda não me convenceu. Não gosto nem de Nina nem do Cheiro do Ralo. São filmes corajosos pros padrões nacionais, mas.... Cheiro do Ralo então, acho um desastre total.
Mas o trailer desse aí me agradou. Pelo menos souberam fazer um trailer direito. Já é alguma coisa.
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Dei uma entrevista recentemente e me perguntaram sobre o Cheiro do Ralo. Minha resposta:
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Eu não li o livro. Eu vi o filme. Eu não gosto do O Cheiro do ralo – o filme. Uma coisa que ele tentou fazer que me irritou bastante, é uma coisa bem típica de cinema brasileiro: pegar aspectos estéticos de filmes estrangeiros ou de coisas que ele gosta e colocar aquilo na obra dele, sem pensar o porquê que aquilo está ali. Muito bem. Então, de certa forma, fica parecendo uma caricatura do original. E o que ele fez foi pegar aspectos do cinema norte-americano dos anos 70 e do cinema independente e socar na história do Lourenço Mutarelli. Ele colocou o Selton Mello como papel principal. Pô, já acho que isso já quebra um pouco esse universo grotesco, denso e pesado. Porque o Selton Mello é meio global demais. Não acho ele ruim. Ele é um excelente ator, mas fez um cara estiloso para o papel principal. A jaqueta que ele usa é muito: “Eu quero ser o Steve Mcqueen em Bullitt; quero ser o Robert DeNiro em Taxi Driver”. Mas você não é, cara. Você está na Mooca. Se você está na Mooca não tem uma jaqueta tão legal assim, na vida real. Isso acabou se sobressaindo no filme muito mais do que qualquer discussão que ele passa, ou ideia, ou narrativa interessante. Não achei a história muito boa. Não acho que ele explora o que ele coloca. É só aquele cara escrotão, que só vê as pessoas como grana e, tal. Isto é uma idéia, mas agora me conta alguma coisa além do que só constatar isso. Desenvolve as conseqüências disso, desenvolve as causas. O filme não tem nada disso.
Parece que é só estética, mesmo. É até legal filmes que são só estética, mas não uma estética pretensiosa, que quer ser uma coisa que não consegue ser. Tente ser menos e seja naturalmente mais. Por isso a chanchada era legal, porque os caras eram realmente aquilo. Não tem um negócio babaca por trás. Eu considero a chanchada muito mais do que essas tentativas mal sucedidas.
Tem um cara que vende um olho pra ele, um cara cabeludo, meio estiloso. E esses caras não existem em São Paulo. Um nordestino ia vender o olho para ele, na real. Não ia ser um cara super legal, não ia ser um escocês cabeludo, meio misterioso. Não tem isso no Brasil. Esquece. Vai ser um migrante do Ceará. Use isso!
O filme tem mais uma coisa degradante, porque o Lourenço Mutarelli curte falar de degradação, da miséria na vida. Isto ele capturou até que bem, mas está muito estilizado. Tudo muito cool, sabe? É uma maldade humana estilosa. Sendo que a maldade humana em São Paulo é feia. A exploração humana em São Paulo é muito feia, cara. Não é estilosa. Ela é nordestina. É mal cuidada, rústica, rude, grosseira. A nossa exploração não é igual a de Nova York. A nossa exploração é com a propaganda da pinga Pitu atrás, entendeu? E acho que você tem que assumir isso, senão você vai ficar em um recalque ridículo, como eu acho que ficou o filme.
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