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BTS, grupo de K-Pop, anuncia que o filme 'Burn the stage: The movie' vai estrear em 15 de novembro

G1 - Cinema - 19 Outubro, 2018 - 12:30

Longa mostra turnê de 40 shows em 19 cidades e retrata a história dos sete integrantes da boy band. O BTS, grupo de k-pop Divulgação A boy band sul-coreana BTS, fenômeno do K-Pop, anunciou a data de lançamento nos cinemas de um filme que retrata a trajetória do grupo. "Burn the stage – The movie" está previsto para entrar em cartaz em 15 de novembro. Um post no Twitter oficial do BTS de 12 de outubro descreve o material como "uma jornada de 40 shows em 19 cidades com mais de 550 mil pessoas gritando no público, fazendo uma história que deu asas a sete garotos". Com direção de Park Jun Soo e produção da Big Hit Entertainment / Camp Entertairment, "Burn the stage" retrata a turnê "The Wings Tour 2017 BTS Live Trilogy Episode III". O documentário parte de uma série sobre o BTS produzida para o YouTube. Initial plugin text
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'O primeiro homem', 'Legalize já', 'A justiceira': Leia críticas dos filmes que chegam aos cinemas

G1 - Cinema - 19 Outubro, 2018 - 07:35

Damien Chazelle estreia novo filme, pressionado a repetir sucesso de 'La La Land'. Semana nos cinemas também tem Planet Hemp e Jennifer Garner fora do padrão; G1 comenta em VÍDEO. 'O primeiro homem', 'Legalize já' e 'A justiceira' estreiam esta semana nos cinemas Forte candidato a aparecer entre os indicados ao Oscar, "O primeiro homem" estreou nesta semana pressionado a repetir o sucesso de "La La Land", do mesmo diretor, Damien Chazelle. A semana nos cinemas também tem a história da amizade que criou o Planet Hemp e Jennifer Garner em um papel diferente da maioria de seus anteriores. O G1 comenta em VÍDEO as principais estreias; leia críticas abaixo. 'O Primeiro Homem': assista ao trailer 'O primeiro homem' Ser o primeiro homem a pisar na Lua deu a Neil Armstrong status de herói nacional e estrela mundial, mas não é o glamour do feito histórico que o diretor Damien Chazelle retrata em seu novo longa. “O primeiro homem” é sobre o período anterior à Missão Apollo 11, em 1969, na guerra fria. O filme é um retrato humano sobre as turbulências dentro e fora da cabeça do astronauta. O foco é no período em que a tecnologia espacial tratava seus homens como ratos de laboratório. Ryan Gosling em 'O Primeiro Homem' Divulgação/Universal Pictures Diferentemente das produções hollywoodianas sobre a grandiosidade da exploração espacial, o longa é "doméstico", mais focado nas relações pessoais e nas emoções que se passam em terra. Chazelle, diretor premiado por “La la land - Cantando Estações”, trabalha de novo com Ryan Gosling para narrar os oito anos que levaram Armstrong de piloto a astronauta. Leia a crítica completa. 'Estás me matando Susana' A comédia romântica do mexicano Roberto Sneider tem seus trunfos na boa dupla central de atores, o mexicano Gael García Bernal e a espanhola Verónica Echegui, e numa trama que aborda com precisão e ironia um tema relevante - a infantilidade do protagonista masculino, que coloca em risco seu casamento. Eligio (Gael) é um ator, casado com Susana (Verónica), e se mostra incapaz de resistir a outras mulheres e às noitadas nos bares com sua turma de amigos. Susana vive sendo deixada de lado até que um dia, some sem deixar vestígios. Cena de 'Estás me matando Susana' Divulgação Inconformado, Eligio procura a mulher por todos os lugares, até que descobre que ela foi cursar um workshop literário numa universidade no Iowa, EUA. A viagem do mexicano dá oportunidade a muitas ironias sobre os severos controles de fronteiras do país governado por Donald Trump, assim como diversos choques culturais. (Reuters) 'Legalize Já - Amizade nunca morre': assista ao trailer 'Legalize já - Amizade nunca morre' Quem for assistir a “Legalize Já - Amizade nunca morre” com a expectativa de saber exatamente como foi o começo do Planet Hemp pode se decepcionar. O filme até conta um pouco sobre os primeiros dias da banda, mas foca mesmo na relação entre seus dois criadores, Marcelo D2 e Skunk. Com a escolha, conta uma bela história de amizade – mesmo que com alguns tropeços. Ícaro Silva em cena de 'Legalize já' Divulgação Pelo filme, que não se preocupa com a exatidão do que aconteceu, os dois se encontram pela primeira vez no começo dos anos 1990, cada um em meio a algum tipo de confronto com as autoridades. Ao perceberem o gosto comum por bandas de punk através de uma camiseta (história que D2 confirma ser de alguma forma verdade), a dupla decide transformar sua indignação e suas desventuras no primeiro grupo de “rap, rock and roll, psicodelia, hardcore e ragga” do Brasil. Ou algo assim. Leia a crítica completa. 'O poder de Diane' Uma das maiores qualidades dessa comédia delicada é a presença da atriz Clotilde Hesme no papel de Diane, uma moça na faixa dos 30 anos que aceita ser barriga de aluguel para um casal de amigos gays. Sem emprego fixo, enquanto espera o nascimento do bebê, ela resolve reformar uma casa de campo que herdou. É aí que conhece um eletricista (Fabrizio Rongione), com quem acaba se envolvendo. Cena do filme 'O poder de Diane' Divulgação Surge, é claro, um desconforto entre o casal por causa da gravidez de um filho que nem lhe pertence. Diane tem bom coração, mas é um tanto ingênua, não se dando conta do alcance do impacto de suas escolhas. Conforme ela ganha consciência do que realmente está acontecendo em sua vida, o filme ganha um novo tom. Hesme é uma atriz versátil e injeta na protagonista a complexidade de sentimentos e emoções que o papel pede. Escrito e dirigido pelo estreante Fabien Gorgeart, esse é um filme que tem mais a dizer do que aparenta. 'A justiceira' Aparentemente, o objetivo do filme do francês Pierre Morel é alçar a atriz Jennifer Garner ao status de heroína de ação, e ela bem que se esforça para deixar de lado sua eterna face de mãe chorona (embora aqui ela tenha sólidos motivos para chorar). No entanto, a direção preguiçosa e o roteiro pífio de Chad St. John terminam dando à atriz não mais do que a discutível oportunidade de encarnar uma versão feminina do vingador insano interpretado por Charles Bronson em “Desejo de Matar” (1974). Cena de 'A justiceira' Divulgação Riley North (Jennifer) é uma mãe de família dedicada que assiste seu marido (Jeff Hephner) e filha (Cailey Fleming) serem chacinados na sua frente pelo bando do traficante Diego Garcia (Moises Beltran). Depois de ver frustrado seu esforço para colocar na cadeia os assassinos pelas manobras de um advogado (Michael Mosley) e de um juiz (Jeff Harlan) corruptos, ela some de circulação por cinco anos. Quando reaparece, sua presença é percebida pelo número de cadáveres que começam a aparecer em Los Angeles - geralmente, de alguém ligado às mortes em sua família (Reuters).
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'Legalize Já' retrata formação do Planet Hemp através de Marcelo D2 e Skunk: 'É uma história de amor entre dois amigos'

G1 - Cinema - 19 Outubro, 2018 - 06:00

Diretores Johnny Araujo e Gustavo Bonafé e atores Renato Góes e Ícaro Silva falam sobre filme em entrevista ao G1; veja. Renato Góes, Ícaro Silva, Johnny Araujo e Gustavo Bonafé falam sobre 'Legalize já' A ideia surgiu em uma mesa de bar, entre declarações de amor alcoólicas, mas levou quase uma década para acontecer. “Legalize Já - Amizade nunca morre” estreou nesta quinta-feira (18) nos cinemas com uma escolha curiosa: contar a história da formação do Planet Hemp, uma das bandas mais influentes dos anos 1990, através da amizade entre o vocalista Marcelo D2 e Skunk, um dos membros originais. “É basicamente isso. O filme é sobre o encontro entre dois amigos”, conta um dos diretores, Johnny Araujo, em entrevista ao G1. Assista ao vídeo acima. “É uma história de amor entre dois amigos. E a música está no filme o tempo todo.” Renato Góes e Ícaro Silva em cena de 'Legalize Já' Divulgação Para isso, nada mais natural contar com a ajuda de um amigo também. Por isso, e por se considerar muito ligado ao projeto após nove anos de desventuras para desenvolvê-lo, Araujo convidou Gustavo Bonafé, parceiro de outras produções, para assinarem juntos a direção. “É uma história de amor, de encontro, que culminou na formação da banda, eu acho. Mas o que a gente conta é muito mais como esses caras se potencializaram. Como eles juntos cresceram e tiveram coragem de sair para o mundo”, diz Bonafé. Sorrindo com os olhos Para a difícil missão de interpretar o vocalista da banda, que participou ativamente da produção, o escolhido foi o ator Renato Góes (“Os dias eram assim”). Segundo Araujo, a opção foi feita porque ele, assim como o cantor, “sorri com os olhos”. Marcelo D2 e Skunk, no começo do Planet Hemp, e Ícaro Silva e Renato Góes como a dupla em 'Legalize Já' Reprodução/Facebook/Planet Hemp e Divulgação “Nesse caso para mim a dificuldade veio alinhada ao bônus. A vantagem de ter um cara que eu olho e falo: ‘putz, será que eu estou agradando?’. Ao mesmo tempo eu posso perguntar: ‘Cara, por aqui rola?’. Ele estava presente”, afirma Góes. “Foi um trabalho de sugar, sugar, sugar. Suguei muito. Quando tinha para trocar, troquei um pouquinho e depois acabou”, diz o ator, que recebeu permissão do próprio Marcelo para construir sua própria versão. “Dali pra frente com o que eu tinha e com o Marcelo que eu construí ali. O que eu consegui acumular.” Sem a possibilidade de falar diretamente com Skunk, morto em 1994, Ícaro Silva (“Pega pega”) também recorreu a D2. “Tudo o que eu construí do Skunk também veio muito a partir do Marcelo”, diz o ator. “Como quando você conta uma história sobre seus amigos, imita seus amigos. Eu gosto de dizer que o Skunk vive no Marcelo.” Marcelo D2 e Renato Góes durante as gravações de 'Legalize Já' Divulgação
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'Slam – Voz de levante', documentário sobre batalhas de poesia falada, ganha trailer; veja

G1 - Cinema - 18 Outubro, 2018 - 12:04

Filme ganhou prêmios no Festival do Rio 2017 e no Festival Internacional Mulheres no Cinema. Com direção de Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D'Alva, ele estreia em 22 de novembro. Assista ao trailer do documentário 'Slam – Voz de levante' Ganhador de prêmios no Festival do Rio 2017 e eleito melhor filme nacional no Festival Internacional Mulheres no Cinema, o documentário "Slam – Voz de levante" ganhou trailer nesta quinta-feira (18). Com estreia marcada para 22 de novembro, o longa dirigido por Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D'Alva retrata batalhas de poesia (ou poetry slams). Os competidores devem, basicamente, declamar versos de autoria própria e sem acompanhamento musical. Assista, acima, ao trailer de 'Slam – Voz de levante'. Surgido nos Estados Unidos, o poetry slam tem muito de performance e com frequência aborda questões sociais. O filme passa por cidades como Nova York e Chicago para mostrar as cenas locais. No Brasil, são mostrados eventos em São Paulo e no Rio. Uma dos retratadas é Luz Ribeiro, ganhadora do campeonato nacional que viaja a Paris para participar da Copa do Mundo de Poetry Slam. A sinopse destaca que ela representa "a nova vertente negra e feminista que tem se firmado pela virulência de seu verbo politizado". Roberta Estrela D'Alva (à esquerda) e Luz Ribeiro no documentário 'Slam – Voz de levante' Divulgação Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D'Alva, diretoras do documentário 'Slam – Voz de levante' Divulgação
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Mostra Internacional de Cinema de São Paulo começa nesta quinta-feira; veja destaques

G1 - Cinema - 18 Outubro, 2018 - 06:01

Evento vai até o dia 31 de outubro com 336 filmes exibidos em vários espaços. A 42ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo começa nesta quinta-feira (18) e vai até o dia 31 de outubro com 336 filmes na programação. O G1 lista abaixo e no vídeo acima quais são os destaques. Os filme serão exibidos em cinemas, espaços culturais e museus espalhados pela capital paulista, incluindo projeções gratuitas e ao ar livre. Veja a programação completa no site da Mostra Brasileiros Chay Suede e Marco Ricca no filme 'Rasga Coração', de Jorge Furtado Divulgação Há dois fortes brasileiros da programação. "Domingo" é dirigido por Clara Linhart e Fellipe Barbosa, que é uma das revelações do cinema nacional. O filme mostra uma família rica no interior gaúcho em 1º de janeiro de 2003. Jorge Furtado lança "Rasga coração", adaptação de uma peça que ganha agora como pano de fundo as manifestações de junho de 2013. O elenco tem Chay Suede, Luisa Arraes, Marco Ricca e Drica Moraes. Cotados ao Oscar 'Roma', do diretor mexicano Alfonso Cuaron Divulgação Um dos cotados ao Oscar é "Roma", do diretor mexicano Alfonso Cuaron. A história se passa nos anos 70 na Cidade do México. Ele mostra a vida de uma empregada doméstica em um momento em que a capital do país foi tomada por milícias e passeatas estudandis. Outro citado nas listas de apostas do Oscar 2019 é "Infiltrado na Klan", dirigido por Spike Lee. Ele também se passa nos anos 1970, só nos Estados Unidos. É um período de lutas pelos direitos civis e de conflitos raciais. O protagonista é um detetive negro que se infiltra no grupo supremacista branco Ku Klux Klan. Estrangeiros premiados 'Assunto de família', de Kirokazu Kore-eda Divulgação Para fechar, temos os filmes mais recentes de premiados cineastas estrangeiros. Do polêmico dinamarquês Lars Von Trier, a Mostra exibe "A casa que Jack construiu", sobre um serial killer vivido pelo Matt Dillon. Do mestre japonês Kirokazu Kore-eda, temos "Assunto de família", vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes. A trama é sobre uma família pobre que vive de pequenos crimes e adota uma garotinha abandonada. Homenageados Drauzio Varella, Kore-eda e Jafar Panahi são homenageados na Mostra de SP Divulgação/Mostra de SP O Kore-eda é um dos homenageados da Mostra, ao lado do cineasta iraniano Jafar Panahi. O Panahi é dissidente do regime do Irã e é impedido de viajar a outros países. Dele, a mostra passa "3 faces". Outro troféu pela primeira vez não será oferecido a um cineasta. O Prêmio Humanidade será dado a Drauzio Varella, médico criador de histórias que já viraram filmes.
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'O primeiro homem', 'Legalize já' e 'A justiceira' são estreias da semana nos cinemas

G1 - Cinema - 18 Outubro, 2018 - 06:01

Forte candidato ao Oscar e cinebiografia do Planet Hemp estão entre os lançamentos. 'Amigos alienígenas' e 'A casa do medo' são outros destaques; G1 comenta Está aberta a temporada de estreias de filmes que podem aparecer no Oscar do ano que vem. Nesta semana, chega um forte candidato, "O primeiro homem". "Legalize já", cinebiografia da banda Planet Hemp, e "A justiceira", ação com Jennifer Garner, também estão entre as estreias. "Amigos alienígenas" e "A casa do medo" são outros destaques. Ryan Gosling e Claire Foy em 'O Primeiro Homem' Divulgação/Universal Pictures 'O primeiro homem' O novo filme do premiado diretor Damien Chazelle ("La La Land") retrata a vida do astronauta norte-americano Neil Armstrong (Ryan Gosling) e sua jornada para se tornar o primeiro homem a andar na Lua. 'O Primeiro Homem': assista ao trailer A história se concentra nos sacrifícios e custos de Neil e de toda uma nação durante uma das mais perigosas missões na história das viagens espaciais. Ícaro Silva em cena de 'Legalize já' Divulgação 'Legalize já - Amizade nunca morre' Skunk (Ícaro Silva) é um músico, revoltado com a opressão e o preconceito diários sofrido pelas comunidades de baixa renda. Sua vida muda quando ele conhece Marcelo (Renato Góes). O gosto pelo mesmo estilo musical os aproxima. Eles, então, se aventuram no universo da música e, juntos, formam a banda Planet Hemp. Cena de 'A justiceira' Divulgação 'A justiceira' Quando o marido e a filha são mortos a tiros, Riley (Jennifer Garner) acorda de um coma e passa os anos seguintes aprendendo a se tornar uma máquina de matar. No décimo aniversário da morte de sua família, ela tem como alvo todos os responsáveis. Cena de 'Amigos alienígenas' Divulgação 'Amigos alienígenas' A vida de Louis (Callum Maloney, na versão em inglês), um menino de doze anos, muda completamente quando a nave espacial de três alienígenas cai nos fundos do quintal de sua casa. Seu pai, um ufologista famoso, congelaria os novos amigos na primeira oportunidade, por isso ele precisa protegê-los e ajudá-los a descobrir o paradeiro da nave mãe, para que só assim eles consigam voltar para casa. Cena de 'A casa do medo - Incidente em Ghostland' Divulgação 'A casa do medo - Incidente em Ghostland' Pauline (Mylène Farmer) herda uma casa de sua tia e decide morar lá com suas duas filhas. Na primeira noite, o lugar é atacado por violentos invasores e Pauline faz de tudo para proteger as crianças. Dezesseis anos depois, as meninas, agora já crescidas, voltam para a casa e se deparam com coisas estranhas.
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'Infiltrado na Klan' é Spike Lee em grande forma ao discutir racismo com humor e acidez; G1 já viu

G1 - Cinema - 18 Outubro, 2018 - 06:00

Filme é um dos melhores trabalhos recentes do diretor americano, que retorna ao tema que o tornou conhecido. Produção começa a ser exibida na Mostra de SP nesta quinta-feira (18). Veja trailer de 'Infiltrado na Klan' O diretor americano Spike Lee se tornou famoso no final dos anos 1980 ao discutir o racismo nos Estados Unidos através de seus filmes. Em “Infiltrado na Klan”, exibido a partir desta quinta-feira (18) na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o cineasta volta ao tema de forma triunfal, com um de seus melhores trabalhos recentes. Assista ao trailer acima. A produção, com estreia oficial no Brasil prevista para o dia 22 de novembro, é baseada na história real (e um tanto absurda) de um policial negro que nos anos 1970 comanda uma infiltração na infame organização racista americana Ku Klux Klan, contada na autobiografia homônima de Ron Stallworth. Com humor e acidez, Lee constrói pacientemente a narrativa. Na maior parte do tempo, parece apenas um causo curioso, mas aos poucos a ligação com as tensões raciais atuais – que se tornaram mais acirradas após a eleição de Donald Trump à presidência – ficam mais claras. Adam Driver e John David Washington são os dois Rons Stallworths de 'Infiltrado na Klan' Divulgação Um negro na KKK Para o papel de Ron, o diretor convocou o semi-desconhecido John David Washington (“Ballers”). Filho de Denzel Washington, com quem o cineasta trabalhou inúmeras vezes, o jovem ator entrega uma atuação que funciona muito bem para o tom leve e debochado do filme. Após um primeiro contato pelo telefone com a organização, o policial usa um parceiro (Adam Driver) para interpretar a si mesmo nos encontros cara a cara com os membros, em um plano que pareceria bobo demais para um filme se não tivesse acontecido de verdade. No meio do caminho, ele tem tempo para encontrar uma namorada engajada na luta pelos direitos civis e cruzar o caminho de David Duke (Topher Grace), ex-grande mago (algo como o líder) da KKK que declarou apoio a Trump em 2016 – e que ainda tem muitas opiniões sobre a política mundial até hoje. Topher Grace em cena de 'Infiltrado na Klan' Divulgação Risos nervosos Mesmo com a tensão de uma missão de reconhecimento dentro de uma organização extremista e racista, o diretor se utiliza do absurdo da história para fazer rir. Eles são pessoas objetivamente ruins, mas tão ignorantes que a maior parte das críticas acontecem através do deboche. A ironia, no fim, é que mesmo com toda a incompetência na tela, eles ainda persistem nos Estados Unidos, com vozes que chegam até a Casa Branca (algo que é diretamente lembrado ao longo do filme). No final catártico, enquanto a maior parte das coisas se acertam, o público espera algo dar errado, de alguma forma. Este é um filme de Spike Lee, afinal. Mas desta vez o cineasta usa a normalidade e as imagens dos confrontos em Charlotesville para dar seu recado. A missão contra o racismo – e o extremismo – nunca está concluída. Tanto nos anos 1970, quanto no longínquo 2017. 'Infiltrado na Klan' na Mostra Dia 18/10 21h15 - CineSesc Dia 19/10 19h10 - Espaço Itaú de Cinema - Frei Caneca 1 Dia 22/10 21h - Espaço Itaú de Cinema - Pompéia 1 Dia 26/10 18h40 - Cinesala Dia 29/10 14h00 - Espaço Itaú de Cinema - Augusta 1
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Trailer de 'Destroyer' tem Nicole Kidman irreconhecível na pele de policial abatida e cansada

G1 - Cinema - 17 Outubro, 2018 - 12:04

Atriz vive detetive com um passado que continua a assombrá-la anos depois de se infiltrar em uma gangue de criminosos. Filme estreia no dia 31 de janeiro no Brasil. Nicole Kidman em 'Destroyer' Reprodução Foi lançado nesta quarta-feira (17) o trailer de "Destroyer". No filme, Nicole Kidman aparece quase irreconhecível após uma transformação no visual. O filme estreia em 25 de dezembro nos EUA e no dia 31 de janeiro no Brasil. Ela vive uma policial abatida e de aparência cansada com uma história de vida dolorosa. A vencedora do Oscar trocou as longas mechas loiras por um corte na altura do pescoço, com estilo desleixado, para viver Erin Bell. Na trama, a detetive tem um passado que continua a assombrá-la anos depois de se infiltrar em uma gangue de criminosos em uma operação com consequências devastadoras. 'Destroyer': Assista ao trailer
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Kirill Serebrennikov começa a ser julgado na Rússia após acusação de desvio de recursos

G1 - Cinema - 17 Outubro, 2018 - 07:40

Em prisão domiciliar desde agosto de 2017, cineasta russo diz que acusação é um ‘absurdo’. O diretor Kirill Serebrennikov chega em corte de Moscou para julgamento Alexander NEMENOV / AFP O julgamento do cineasta russo Kirill Serebrennikov começa nesta quarta-feira em Moscou, mais de um ano depois da ordem para sua prisão domiciliar, após uma acusação de desvio de recursos em um caso que o diretor chamou de "absurdo". Kirill Serebrennikov é acusado de ter desviado 133 milhões de rublos (1,7 milhão de euros) de subvenções públicas destinadas a seu teatro em Moscou, em função de um sistema de orçamentos e contas superfaturadas entre 2011 e 2014. Em julho, quando o período de prisão domiciliar foi prorrogado, o diretor de 49 anos disse que apenas uma palavra, "absurdo", poderia resumir o caso. Ele disse que o dinheiro em questão foi usado na criação de obras. O julgamento, que acontecerá a portas fechadas no tribunal Meshchansky de Moscou, permitirá às duas partes a apresentação de argumentos e o agendamento das próximas audiências. Kirill Serebrennikov foi detido em 21 de agosto de 2017 e colocado em prisão domiciliar quando filmava um longa-metragem em São Petersburgo. Quatro meses depois, a justiça russa ordenou o embargo de seus bens e ativos, principalmente seu apartamento e seu automóvel. Vários colaboradores do cineasta também foram investigados. Para os defensores, Kirill Serebrennikov paga o preço do auge do conservadorismo na Rússia, onde os artistas enfrentam uma pressão cada vez maior. Sem fazer oposição direta ao presidente russo, Vladimir Putin, Serebrennikov criticou em várias ocasiões as pressões, ao mesmo tempo que suas obras - que abordam temas como a política, a religião e a sexualidade - são criticadas por militantes ortodoxos e pelas autoridades. A detenção impediu que Kirill Serebrennikov viajasse em maio ao Festival de Cannes, onde seu filme "Leto" foi exibido na mostra oficial. Também não acompanhou em dezembro de 2017 a estreia do balé "Nureyev", dedicado ao bailarino soviético que pediu asilo no Ocidente, montado no teatro Bolshoi de Moscou. O espetáculo também provocou polêmica e teve a estreia adiada em seis meses. Em 2012, Kirill Serebrennikov foi nomeado diretor do Centro Gogol, que transformou em um dos locais mais importantes da cultura contemporânea de Moscou.
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'Legalize já' deixa Planet Hemp em segundo plano para contar bela história de amizade; G1 já viu

G1 - Cinema - 17 Outubro, 2018 - 06:01

Filme com Renato Góes e Ícaro Silva foca na relação entre Marcelo D2 e Skunk, criadores da banda, e estreia nos cinemas nesta quinta-feira (18). Renato Góes e Ícaro Silva em cena de 'Legalize Já' Divulgação Quem for assistir a “Legalize Já - Amizade nunca morre” com a expectativa de saber exatamente como foi o começo do Planet Hemp pode se decepcionar. O filme estreia nesta quinta-feira (18) e até conta um pouco sobre os primeiros dias da banda, mas foca mesmo na relação entre seus dois criadores, Marcelo D2 e Skunk. Com a escolha, conta uma bela história de amizade – mesmo que com alguns tropeços. Pelo filme, que não se preocupa com a exatidão do que aconteceu, os dois se encontram pela primeira vez no começo dos anos 1990, cada um em meio a algum tipo de confronto com as autoridades. Ao perceberem o gosto comum por bandas de punk através de uma camiseta (história que D2 confirma ser de alguma forma verdade), a dupla decide transformar sua indignação e suas desventuras no primeiro grupo de “rap, rock and roll, psicodelia, hardcore e ragga” do Brasil. Ou algo assim. Marcelo D2 e Skunk, no começo do Planet Hemp, e Ícaro Silva e Renato Góes como a dupla em 'Legalize Já' Reprodução/Facebook/Planet Hemp e Divulgação D2 é galã demais, mas manda bem O primeiro passo certo dessa jornada é a escolha do elenco, que conta com Renato Góes como o vocalista e Ícaro Silva como Skunk, tratado como o verdadeiro responsável pela criação do Planet. Sem a química dos dois o filme nasceria sem esperanças. Góes é um pouco galã demais para interpretar Marcelo, mas supera bem o desafio de viver alguém que participou ativamente da produção. Já Silva constrói um Skunk durão e sensível de forma equilibrada. Ele serve como a grande força motora do filme. Afinal, Skunk é o responsável por passar para o amigo seu sonho de alcançar a fama através da música, ajudando a moldar o D2 que os fãs conhecem hoje, mesmo sabendo que ele próprio dificilmente viveria o sucesso. Mais Skunk, menos hempa 'Legalize Já - Amizade nunca morre': assista ao trailer Com tanta atenção dedicada aos dois, os demais integrantes originais não têm muito tempo de tela. O baixista Formigão e o baterista Bacalhau, com boas caracterizações, são praticamente figurantes. Tirando pequenos problemas de diálogos, o maior defeito de “Legalize Já” é a inexplicável escolha por uma fotografia chapada (sem trocadilho) e estourada. Presente desde o começo, faz o filme parecer um longo flashback de duas horas. Talvez fosse essa a ideia dos diretores Johnny Araújo e Gustavo Bonafé: a história deve mesmo ser como uma memória para quem a viveu, mas ela logo se torna cansativa para o resto de nós. Quem tiver a esperança de sair do cinema sabendo tudo sobre Planet Hemp pode se decepcionar. Mas tem uma grande chance de conhecer melhor aquele que fez Marcelo se tornar no D2. Ícaro Silva em cena de 'Legalize já' Divulgação
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Gael García Bernal lança filme sobre histórico roubo de peças arqueológicas

G1 - Cinema - 16 Outubro, 2018 - 07:53

'Museu' é a primeira produção original em espanhol do YouTube e a estreia na plataforma será após lançamento nos cinemas dos Estados Unidos, América Latina e Europa. Gael Garcia Bernal. Ao lado do produtor Gerardo Gatica, fala durante lançamento do filme “Museu”, no México RODRIGO ARANGUA / AFP O ator mexicano Gael García Bernal esteve nesta segunda-feira (15) no Museu Nacional de Antropologia, na Cidade do México, para apresentar "Museu", um filme que retrata o histórico roubo de 100 peças do patrimônio arqueológico do país há 33 anos. García Bernal protagoniza com o também mexicano Leonardo Ortizgris o filme ganhadora de Melhor Roteiro no Festival de Berlim. Dirigido por Alonso Ruizpalacios, o filme conta a história de dois estudantes que no Natal de 1985 abalaram o México ao cometerem um roubo inédito. "Foi uma oportunidade belíssima fazer esse filme, ser convidado a este ato de fé", disse emocionado o ator de 39 anos durante a apresentação do filme que terá sua estreia internacional no México em 26 de outubro. "Museu" é a primeira produção original em espanhol do YouTube, e sua estreia na famosa plataforma será realizada depois que o filme chegar aos cinemas nos Estados Unidos, América Latina e Europa, entre novembro e dezembro.
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'O Primeiro Homem' é retrato sombrio e heroico da jornada de Neil Armstrong à lua; G1 já viu

G1 - Cinema - 16 Outubro, 2018 - 06:00

Damien Chazelle, diretor premiado por 'La La Land', foge dos clichês hollywoodianos para contar drama do astronauta, interpretado por Ryan Gosling. Ryan Gosling em 'O Primeiro Homem' Divulgação/Universal Pictures Ser o primeiro homem a pisar na lua deu a Neil Armstrong status de herói nacional e estrela mundial, mas não é o glamour do feito histórico que o diretor Damien Chazelle retrata em seu novo longa. “O Primeiro Homem” é sobre os oitos anteriores à Missão Apollo 11, em 1969, na guerra fria. O filme, com estreia no Brasil nesta quinta-feira (18), é um retrato humano sobre as turbulências dentro e fora da cabeça do astronauta. O foco é no período em que a tecnologia espacial tratava seus homens como ratos de laboratório. 'O Primeiro Homem': assista ao trailer Diferentemente das produções hollywoodianas sobre a grandiosidade da exploração espacial, o longa é "doméstico", mais focado nas relações pessoais e nas emoções que se passam em terra. Chazelle, diretor premiado por “La la land - Cantando Estações”, trabalha de novo com Ryan Gosling para narrar os oito anos que levaram Armstrong de piloto a astronauta. Ele acompanha as frustrações e dúvidas do astronauta: voos fracassados, perda da filha, embates com a esposa - interpretada por Claire Foy (“The Crown”). Treinos exaustivos e perdas de colegas se acumulam à medida que Nasa avança na corrida espacial. Sem luau Celebrado pelos dois musicais recentes, “La la land” e “Whiplash”, o diretor segue fazendo uso da música - e do silêncio - para destacar momentos de tensão ou de êxtase na história. Junto à trilha, a vida familiar dos astronautas e a amizade genuína (diante da expectativa e do medo) dão leveza ao drama carregado com explosões, tremores e protestos políticos. Ryan Gosling, Patrick Fugit e Shawn Eric Jones em 'O primeiro homem' Divulgação O roteirista Josh Singer se baseia no livro homônimo, do autor James R. Hansen, para criar a história que mesmo sendo acompanhada e bancada por um país inteiro, é tão intimista. A câmera em planos fechados, acompanhando a visão dos astronautas apertadíssimos nas cápsulas ou foguetes estreitos, foge dos excessos. Essa escolha ajuda a criar uma atmosfera sufocante e claustrofóbica. Chazelle também retrata a relação dos americanos com a corrida espacial: perdendo cada vez mais dinheiro, tempo e homens, o jeito parecia ser avançar nas pesquisas justamente por todo o esforço desprendido. Chances de Oscar Ryan Gosling encarna com perfeição a personalidade contida, tanto em seu sofrimento quanto em seus feitos, e entrega um personagem verossímil, que inspira compaixão a cada ato. Minimalista na carga emocional, ele larga com grandes chances de levar a estatueta de melhor ator. Ryan Gosling e Claire Foy em 'O Primeiro Homem' Divulgação/Universal Pictures Claire Foy é seu contraponto. A esposa, Janet, é força, emoção e imposição. Embora apareça pouco, é responsável por fazer cenas de brigas familiares tão tensas e importantes como as conquistas da Nasa. Já é forte candidata à atriz coadjuvante. O longa e o diretor têm grandes chances de serem super premiados, principalmente pela forma particular com que contam uma história que já nasceu televisionada. É fácil notar também o poder de carregar o público na jornada do protagonista que se mostra sombria e heroica. Chazelle, ainda com 33 anos, já provou seu potencial e acerta ao aproximar extremos, tanto na história quanto na tela. Há espaço para isso, e também para um pouco de poesia.
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Rafaela Mandelli e Milhem Cortaz estrelam 'Intimidade entre estranhos'; assista ao trailer

G1 - Cinema - 16 Outubro, 2018 - 06:00

Filme de José Alvarenga Jr tem também Gabriel Contente no elenco e é inspirado em música de Frejat. Estreia está marcada para 13 de dezembro. Assista ao trailer de 'Intimidade entre estranhos' Estrelado por Rafaela Mandelli, Milhem Cortaz e pelo novado Gabriel Contente, o filme "Intimidade entre estranhos" ganhou trailer nesta terça-feira (16), que o G1 divulga em primeira mão. Com direção de José Alvarenga Jr ("Os normais", "Divã", "Cilada.com" e "10 segundos para vencer") e inspirado na letra da música homônima de Frejat, o longa tem previsão de estrear em 13 de dezembro. Assista, acima, ao trailer de 'Intimidade entre estranhos'. Na história, Rafaela Mandelli é Maria, mulher que se muda para o Rio para ficar mais perto do marido, papel de Milhem Cortaz. Ele interpreta um ator que está na cidade para gravar uma série. O cotidiano de Maria é solitário e ela passa boa parte do tempo na piscina do prédio. Lá, é observada constantemente pelo jovem Horácio, vivido por Gabriel Contente. O rapaz é um jovem que praticamente não sai do apartamento. Também é síndico do prédio, cargo que levará a desentendimentos com a protagonista. A transformação dessa relação conflituosa em algo mais próximo é centro da trama de "Intimidade entre estranhos". Cartaz do filme 'Intimidade entre estranhos' Divulgação
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Nicole Kidman muda aparência para viver policial abatida: 'Senti tristeza e dor por ela'

G1 - Cinema - 15 Outubro, 2018 - 14:40

Na história, personagem tem passado que a assombra após operação com consequências devastadoras. Críticos dizem que atriz aparece 'quase irreconhecível'. Nicole Kidman em 'Destroyer' Divulgação A atriz Nicole Kidman passou por uma transformação dramática para seu novo filme, "Destroyer", no qual vive uma policial abatida e de aparência cansada com uma história de vida dolorosa. A vencedora do Oscar trocou as longas mechas loiras por um corte na altura do pescoço, com estilo desleixado, para viver Erin Bell. Na trama, a detetive tem um passado que continua a assombrá-la anos depois de se infiltrar em uma gangue de criminosos em uma operação com consequências devastadoras. "Eu simplesmente a senti, e senti tristeza e dor por ela", disse Nicole durante no Festival de Cinema de Londres, neste domingo (14). "Achei que havia uma inquietação e uma complexidade em sua raiva, que acho nunca ter visto na tela, particularmente na forma feminina". Essa não é a primeira vez que a estrela de Hollywood de 51 anos muda o visual para um papel. Ela também se transformou para interpretar Virginia Woolf em "As horas", papel que lhe rendeu uma estatueta de Melhor Atriz em 2003. Nicole Kidman posa no Festival de Cinema de Londres Joel C Ryan/Invision/AP 'Quase irreconhecível' Em "Destroyer", a atuação também foi bem recebida pelos críticos. Muitos disseram que Kidman está "quase irreconhecível". "A maneira como apareço e me comporto no filme é o resultado de muito trauma", disse. "Essa é a beleza do cinema, você usa a imagem, nem sempre precisa ter as palavras". A diretora Karyn Kusama descreveu a personagem como um "ser humano realmente complicado", que lida com arrependimento, culpa e vergonha. Uma equipe de cabeleireiros e maquiadores trabalhou na transformação da aparência de Kidman. "Conversamos muito sobre os danos do sol, da falta de sono, do excesso de bebida e da alimentação insuficiente e chegamos a uma versão extrema de toda essa falta de cuidados pessoais", contou Karyn. O filme tem estreia prevista para dezembro nos Estados Unidos. Ainda não há data para o Brasil.
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'Venom' lidera pela 2ª semana no Brasil e deixa 'Nasce uma estrela' e 'Tudo por um Popstar' para trás

G1 - Cinema - 15 Outubro, 2018 - 13:09

Filme do vilão do Homem-Aranha arrecadou R$ 17,9 milhões. Produção com Lady Gaga e Bradley Cooper somou R$ 5,77 milhões, à frente do brasileiro com Maisa Silva, que fez R$ 5,71 milhões. Cena de 'Venom' Divulgação O filme "Venon" liderou as bilheterias do Brasil pela segunda semana seguida. Com Tom Hardy no papel do vilão do Homem-Aranha, a superprodução arrecadou R$ 17,9 milhões e vendeu 1 milhão de ingressos entre quinta-feira (11) e domingo (14). Os números foram divulgados nesta segunda-feira (15) pela comScore, que monitora o mercado. G1 JÁ VIU: 'Venom' anti-herói genérico G1 JÁ VIU: 'Nasce uma estrela' emociona Completaram o pódio duas estreias do final de semana. Na vice-liderança, ficou "Nasce uma estrela", com Lady Gaga e Bradley Cooper, que faturou R$ 5,8 milhões e vendeu 301,8 mil ingressos. O terceiro colocado foi "Tudo por um popstar". Estrelado por Maisa Silva, Klara Castanho e Mel Maia, o filme baseado em um livro de Thalita Rebouças fez R$ 5,7 milhões, com 376,4 mil ingressos vendidos. "Venom" teve uma queda muito discreta com relação à estreia. Na semana passada, o filme ficou em primeiro lugar com R$ 18,8 milhões. Ele agora soma R$ 43,6 milhões e já vendeu ao todo 2,7 milhões de ingressos. Veja, abaixo, o top ten do final de semana: 'Venom' – R$ 17,9 milhões 'Nasce uma estrela'– 5,8 milhões 'Tudo por um pop star' – R$ 5,7 milhões 'PéPequeno' – R$ 4,3 milhões 'Goosebumps 2: Halloween assombrado' – R$ 2,5 milhões 'A freira' –R$ 1,2 milhão 'Cinderela e o príncipe secreto' – R$ 716,6 mil 'O que a verdade importa' – R$ 715 mil 'Papillon' – 296,6 mil 'A prmieira noite de um crime' – R$ 170,9 mil
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