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'Dor e glória', de Pedro Almodóvar, representará a Espanha no Oscar

G1 - Cinema - 6 Setembro, 2019 - 08:09

Longa semiográfico com Antonio Banderas segue para campanha em Los Angeles. Pelo Brasil, quem tenta indicação é 'A vida invisível', de Karim Aïnouz. Antonio Banderas e Leonardo Sbaraglia em cena de 'Dor e Glória', de Pedro Almodóvar Reprodução/Universal O filme "Dor e Glória", semibiografia do diretor Pedro Almodóvar, foi selecionado para representar a Espanha na próxima edição do Oscar, anunciou nesta quinta-feira (5) a Academia Espanhola de Cinema. Em dezembro, em data ainda não anunciada, a lista com os dez semifinalistas na categoria é divulgada. A Academia de Hollywood divulga os cinco indicados no dia 13 de janeiro de 2020; A cerimônia do Oscar será no dia 9 de fevereiro, em Los Angeles. Trailer de 'Dor e Glória' Pelo Brasil, o escolhido foi "A vida invisível", dirigido pelo cearense Karim Aïnouz. O filme narra a trajetória de duas irmãs cariocas nos anos 1950, com "sonhos soterrados pelo peso de uma sociedade machista". 'Dor e Glória' Pedro Almodóvar viaja no tempo em “Dor e Glória”: apresenta um menino doce e inteligente em um povoado pobre do interior da Espanha, mas também coloca o espectador no mundo soturno de um diretor de cinema em crise, na luta com fantasmas do passado e vícios do presente. O cineasta espanhol de 69 anos também viaja entre sonho e realidade. Há devaneios de reconciliação consigo mesmo e o impacto de doenças, dores, engasgos e remédios. O resultado é um percurso gostoso, melancólico e bonito sobre o mosaico de temas que apresenta um diretor dilacerado. Antonio Banderas interpreta Salvador Mallo, um diretor de cinema aos 60 anos, envolto em crise criativa, dores no corpo inteiro e depressão. Ao ter sua obra de 30 anos atrás homenageada, reencontra um antigo amigo, um antigo amor e suas memórias de infância. A história encerra a trilogia do desejo de Almodóvar, completada por “A lei do desejo”, de 1987, e “Má educação”, de 2004. E isso é feito com muitos elementos dos dois filmes, às vezes como referência, em outras como homenagem. Na comparação inevitável, é fácil dizer que "Dor e Glória" é o mais biográfico da carreira. O cabelo bagunçado de Banderas e as semelhanças físicas são as menores das pistas sobre isso. Todo o bloqueio criativo (que Almodóvar enfrentou antes de “Julieta”, em 2016) e os detalhes biográficos do diretor (doenças, relação conflituosa com a mãe, a carreira) são um pouco do diretor. “Mas não estou tão mal quanto o protagonista”, brincou no Festival de Cannes, em abril.
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'Chicuarotes', 'It 2' e 'Corgi - Top Dog' são estreias nos cinemas brasileiros; G1 comenta em VÍDEO

G1 - Cinema - 6 Setembro, 2019 - 06:00
Semana tem Gael García Bernal de volta à direção, sequência de terror e animação esperta. Veja as estreias desta semana no cinema O terror e a miséria invadiram os cinemas brasileiros nesta quinta-feira (5). Entre os destaques da semana estão um poético retrato da desigualdade mexicana, a volta do icônico palhaço Pennywise e uma animação ácida e esperta com mordida em Dolnad Trump. Assista ao vídeo acima. 'Chicuarotes' Trailer de 'Chicuarotes' Chicuarotes, dirigido pelo ator Gael García Bernal, é um drama mexicano que acompanha a história de dois jovens da periferia da Cidade do México em busca desesperada por fugir da realidade em que vivem. Os amigos Cagalera e Moleteco tentam ganhar algum dinheiro como palhaços, mas acabam no crime e vão lidar com toda a violência, exploração e as consequências de seus atos. Chicuarote é o nome de uma pimenta mexicana e apelido dos moradores do bairro San Gregorio, conhecidos por ser durões. O filme explora a dura desigualdade social mexicana e esteve na seleção oficial do Festival de Cannes deste ano. Ele marca a volta de García Bernal à direção de longas. O ator dirigiu episódios de séries de TV e curtas nos últimos anos, mas sua última direção solo em longa foi em 2007, com o filme "Déficit". 'It: Capítulo 2' Trailer de 'It: A coisa 2' Em "It - Capítulo 2", o palhaço Pennywise volta após 27 anos pra aterrorizar o clube dos perdedores. O filme é sequência de "It- a coisa", lançado em 2017, amadurece a história e consegue ficar melhor que a primeira parte. E isso não é pouca coisa, o filme de 2017, baseado no clássico de Stephen King, é a maior bilheteria da história do terror. Ele também tem um elenco de peso. Além do Bill Skarsgard, que melhora sua atuação com sutileza, tem ainda a Jessica Chastain, vencedora do Globo de Ouro e indicada ao Oscar, e James McAvoy, também premiado. Mas é preciso estômago forte e paciência: são 2h49 de filme, com muitos sustos e momentos de comédia. Mas o resultado final é positivo. 'Corgi: Top dog' Trailer de 'Corgi - Top dog' Em "Corgi: Top Dog", o pequeno Rex é o cãozinho fofo da rainha Elizabeth, que foge depois de fazer umas gracinhas no palácio de Buckingham, inclusive morder as partes íntimas do presidente americano Donald Trump. Como a maioria das animações com animais, o filme se preocupa em passar uma lição: durante as aventuras de Rex fora do palácio, ele vai conhecer a realidade dos canis e dos cães abandonados em Londres. A animação aposta no humor ácido, com algumas sacadas espertas, e pode agradar também adultos.
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Exibido em Veneza, 'A Herdade' mostra proprietário de terras refém de mundo em mudanças

G1 - Cinema - 5 Setembro, 2019 - 18:25

Drama português conta história de latifundiário na véspera da Revolução dos Cravos de 1974 e concorre ao Leão de Ouro. ASSISTA ao trailer. Diretor Tiago Guedes posa ao lado dos atores portugueses Sandra Faleiro e Albano Jeronimo no Festival de Veneza, onde "A Herdade" foi exibido nesta quinta (5) Alberto Pizzoli/AFP Um proprietário de terras precisa aprender a se adaptar às mudanças que afetam seu país no filme português "A Herdade", drama de quase três horas de duração sobre uma família patriarcal dominadora. O filme, que estreou no Festival Internacional de Cinema de Veneza nesta quinta-feira (5), conta a história de João Fernandes, que possui uma enorme propriedade rural na margem sul do rio Tejo. A ação ocorre na véspera da Revolução dos Cravos de 1974, que encerrou uma ditadura de quatro décadas em Portugal e conduziu o país à democracia. "(Fernandes) tem sua própria herança emocional e acha que precisa manter a terra, e o mundo muda de tal maneira que isso não é mais possível", disse o diretor Tiago Guedes em uma coletiva de imprensa. Assista ao trailer de "A Herdade" "Não acho que ele sequer percebe conscientemente o que aconteceu, mas o mundo mudou ao seu redor." Albano Jerônimo interpreta Fernandes, que ao longo do tempo tentou não somente manter sua terra rentável, mas lidar com um segredo de família já antigo. "Tudo foi baseado na imperfeição... tentei construir algo, não um tipo, e mais um humano", explicou, falando em inglês. "E todos somos imperfeições, então meu objetivo foi só esse: construir algo que não está finalizado." "A Herdade" é um dos 21 filmes que competem pelo Leão de Ouro, o prêmio máximo do festival, cujo vencedor será anunciado no sábado (7).
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Mulheres ganham mais espaço em Hollywood e protagonismo bate nível recorde, diz estudo

G1 - Cinema - 5 Setembro, 2019 - 08:39

Pesquisa mostra que trinta e nove dos principais 100 filmes de 2018 tiveram uma mulher no papel de protagonista ou co-protagonista, quase o dobro do que em 2017. Apesar do progresso, Hollywood continua muito abaixo da paridade 50/50 entre homens e mulheres. Lupita Nyong'o e Letitia Wright em cena de 'Pantera Negra' Divulgação As mulheres tiveram um ano marcante em filmes de Hollywood e na televisão no último ano, chegando a níveis recordes de protagonismo e ganhando terreno em empregos influentes nos bastidores, como diretoras e roteiristas, segundo dois estudos publicados nesta quarta-feira.  Sucessos de bilheteria como “Pantera Negra” e “Podres de Ricos” também quebraram barreiras para personagens negros e asiáticos, refletindo a busca por mudanças amplas na indústria do entretenimento, motivadas pelo escândalo de má conduta sexual de 2017 em Hollywood e as críticas ao #OscarMuitoBranco de quatro anos atrás.  Trinta e nove dos principais 100 filmes de 2018 tiveram uma mulher no papel de protagonista ou co-protagonista, de 30 em 2016 e apenas 20 em 2017, segundo um estudo da Escola Annenberg de Comunicações e Jornalismo da Universidade do Sul da Califórnia.  Também houve o maior crescimento em 12 anos na porcentagem de personagens com falas negros ou asiáticos, homens ou mulheres, enquanto mulheres apareceram com mais frequência em filmes de ação ou aventura.  “Em 2018, vimos empresas tomando medidas para garantir que certos grupos fossem incluídos em alguns dos filmes mais notáveis”, disse Stacy L. Smith, uma das autoras do estudo da Annenberg.  Mulheres na TV Na televisão, personagens femininas representaram uma taxa recorde de 45% em papéis com falas em dramas, comédias e reality shows, em TV aberta, a cabo ou serviços de streaming, em comparação com 40% na temporada 2017-2018 da televisão, descobriu o Centro para Estudos de Mulheres na Televisão e no Cinema da Universidade de San Diego.  Nos bastidores da televisão, as mulheres representaram taxa recorde de 31% entre criadores, diretores, roteiristas, produtoras executivas, produtoras, editoras e diretoras de fotografia.  Os dois estudos disseram que, apesar do progresso, ainda há muito a ser feito.  Enquanto mulheres representaram uma alta recorde de 26% entre diretores na temporada 2018-2019 da televisão, os homens ainda superaram as mulheres na proporção 3 para 1 nesse papel, segundo o estudo de San Diego.  Hollywood continua muito abaixo da paridade 50/50 entre homens e mulheres que é buscada entre atores, bastidores e executivos dos estúdios.
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'It 2' encerra terror com elenco estrelado: 'É mais fácil trabalhar com crianças', diz diretor

G1 - Cinema - 5 Setembro, 2019 - 06:00

Andy Muschietti e sua irmã, a produtora Barbara Muschietti, falam ao G1 sobre dirigir Jessica Chastain e James McAvoy em filme que estreia nesta quinta-feira (5) no Brasil. 'É definitivamente mais fácil trabalhar com crianças', diz diretor de 'It - Capítulo dois' O palhaço assassino Pennywise está de volta em "It: Capítulo 2", segunda parte do terror baseado no livro de Stephen King que estreia nesta quinta-feira (5) no Brasil. O elenco infantil do filme de 2017 dá lugar a um elenco estrelado com nomes como Jessica Chastain ("X-Men: Fênix Negra) e James McAvoy ("Vidro"). G1 JÁ VIU: 'It - Capítulo 2' amadurece história Ao contrário do que se pensa, a mudança não facilitou a vida do diretor das duas partes, Andy Muschietti. Assista à entrevista no vídeo acima. "Independente da Jessica ou do James, é definitivamente mais fácil trabalhar com crianças", diz ao G1 o argentino de 46 anos, que trabalhou com Chastain no terror de estreia de sua carreira em Hollywood, "Mama" (2013). "Porque para elas é um jogo, é brincadeira. Apesar de serem muito espertas e terem preocupações com seus personagens e a história. No momento em que você está na gravação é sobre brincar, brincar e brincar." Se você é jovem ainda Cena de 'It – Capítulo Dois' Divulgação Passaram-se 27 anos na história desde a primeira parte, por isso o jovem elenco é substituído por sua contraparte de renome, que ainda conta com Bill Hader ("Barry") e Isaiah Mustafa ("Shadowhunters"). Após a vitória sobre o palhaço monstruoso quando crianças, o grupo conhecido como os Perdedores devem voltar para casa e recuperar suas memórias do incidente para derrotar a Coisa de uma vez por todas. Mas não é como se as crianças tenham sido esquecidas de vez. Todas, incluindo Finn Wolfhard (um dos protagonistas de "Stranger things") voltam através de flashbacks. Cena de 'It - Capítulo 2' Reprodução "Quando você trabalha com atores adultos, os níveis de preocupações são mais profundos", afirma Muschietti. "No geral, você tem que se certificar, ou pelo menos expressar, como diretor, o que é importante a cada segundo para cada personagem. Há discussões mais profundas, basicamente, quando se está lidando com atores adultos. O que é completamente normal." Coisa mais madura Quem leu o livro de King, lançado em 1986, vai perceber que muitas coisas mudam entre as obras – especialmente o confronto final. E a adaptação vai muito além da mudança óbvia, que separa as duas linhas do tempo em filmes diferentes. No original, as batalhas de crianças e adultos com a Coisa são narradas quase ao mesmo tempo. "No livro é um pouco mais simples, sabe? É a luta contra a aranha. O que é algo que todo mundo em teoria tem medo", conta o cineasta, ao explicar que as transformações foram provocadas não só por limites de orçamento. "Eu queria que tivesse mais camadas e fosse mais profundo. É por isso que, quando Pennywise consegue dividir os Perdedores, cada um deles deve enfrentar seu próprio trauma profundo e pessoal."
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'It 2' amadurece história e fica melhor que 1ª parte, mas perde terror profundo do livro; G1 já viu

G1 - Cinema - 4 Setembro, 2019 - 06:00

Conclusão competente do filme de 2017 coloca protagonistas 27 anos mais velhos para enfrentar medos, mas sem incômodos criados por Stephen King. Estreia é nesta quinta (5). Cena de 'It - Capítulo 2' Reprodução Os Perdedores estão de volta. "It: Capítulo 2" estreia nesta quinta-feira (5) no Brasil com a conclusão do confronto contra o palhaço monstruoso Pennywise. Com história passada 27 anos depois do filme de 2017, a sequência é mais madura e melhor que a primeira parte, mas a divisão entre crianças e adultos tira grande parte do terror profundo causado pelo livro de Stephen King. Com um elenco mais velho, encabeçado por Jessica Chastain ("X-Men: Fênix Negra) e James McAvoy ("Vidro"), o "Capítulo 2" troca a nostalgia dos anos 1980 do antecessor por atuações mais competentes. Sem a necessidade de apresentar o vilão, consegue uma trama mais direta e completa. Mesmo assim, perde muito tempo em explicações desnecessárias de um ritual pouco original e extremamente clichê. A cerimônia, nada a ver com a do livro, serve só para confundir o público e adicionar ainda mais tempo à já absurda e desnecessária duração de 2 horas e 49 minutos. Trailer de 'It: A coisa 2' Gangue reunida Depois de interromper o ciclo de terror causado pela Coisa (também conhecido como Pennywise, ou Parcimonioso), o grupo dos perdedores precisa se juntar novamente e derrotar de vez a criatura maligna e seus próprios medos. Quase 30 anos mais velhos, eles lutam para recuperar suas memórias do episódio e a confiança uns nos outros, em meio às alucinações causadas pelo monstro. O elenco mais experiente, que ainda conta com Bill Hader ("Barry") e Isaiah Mustafa ("Shadowhunters"), segura bem a energia da trama mesmo em seus momentos mais arrastados. Mas doutor, eu sou o Palhaço Mesmo entre as novidades, o destaque maior é Bill Skarsgård, que melhora sua atuação como o palhaço ao deixá-la um pouco mais sutil. A ira e o desprezo de Pennywise ficam ainda mais acentuados em contraste com suas cenas mais controladas. Algumas decisões – erradas – da trama potencializam a força do vilão. Com um elenco tão talentoso, é difícil de entender por que o roteiro de Gary Dauberman, da trilogia da boneca possuída "Annabelle", escolha separá-los tanto. É como se o próprio Pennywise assumisse o comando e soubesse que seus inimigos são mais fortes juntos. Tudo bem que parte de seu plano é manter o grupo afastado, e o confronto final tenta aprofundar seus medos ao fazê-los enfrentar individualmente cada um dos traumas, mas duas oportunidades se perdem. A primeira é a de ver mais da bela química criada pelos atores, em especial entre o carismático Hader (que já deveria ter virado um astro do cinema) e os demais. A segunda, e até mais importante, é a de reforçar a mensagem do livro, tão presente na carreira de King, sobre a força da amizade. O espetáculo final de efeitos não deixa de ser empolgante ou até emocionante, mas às vezes perde o controle sobre o estudo psicológico dos heróis para mostrar mais um efeito especial. Efeitos ou sustos e diversão não faltam. O que falta, no final das quase três horas de filme, é a sensação de ter visto algo com a alma e a profundidade do livro.
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Festival de Cinema de Veneza; FOTOS

G1 - Cinema - 3 Setembro, 2019 - 18:55

76ª edição do evento acontece entre os dias 28 de agosto e 7 de setembro. Johnny Depp posa antes da sessão de 'À Espera dos Bárbaros' no Festival de Veneza Arthur Mola/Invision/AP Lily-Rose Depp posa antes de sessão de 'O Rei' no Festival de Veneza nesta segunda (2) Arthur Mola/Invision/AP Julie Andrews dá beijo em Leão de Ouro que recebeu por sua carreira no Festival de Veneza, nesta segunda (2)' Arthur Mola/Invision/AP Pedro Almodovar beija Leão de Ouro que ganhou pela carreira no Festival de Veneza Claudio Onorati/AP Scarlett Johansson posa antes da estreia de "História de um Casamento", no Festival de Veneza Arthur Mola/Invision/AP Cineasta Brian de Palma e Susan Lehman no Festival de Veneza REUTERS/Yara Nardi/File Photo Diretor Paolo Sorrentino (centro) posa ao lado dos atores Silvio Orlando, Ludivine Sagnier, Jude Law, John Malkovich, Cecile de France e Javier Camara, antes da exibição de 'The New Pope' em Veneza, neste domingo (1) Joel C Ryan/Invision/AP Jude Law chega para estreia de 'The New Pope' no Festival de Veneza, neste domingo (1) Arthur Mola/Invision/AP Gael García Bernal e Edgar Ramirez posam no tapete vermelho do filme 'Wasp Network' neste domingo (1), em Veneza Joel C Ryan/Invision/AP Penélope Cruz posa no tapete vermelho do filme 'Wasp Network' neste domingo (1), em Veneza Arthur Mola/Invision/AP Wagner Moura posa antes da estreia de 'Wasp Network' no festival de Veneza, neste domingo (1) Arthur Mola/Invision/AP Diretor Olivier Assayas (esquerda) posa com Penelope Cruz, Edgar Ramirez, Gael Garcia Bernal e Wagner Moura no Festival de Veneza Arthur Mola/Invision/AP Joaquin Phoenix dá autógrafos antes da estreia de "Coringa" no Festival de Veneza Arthur Mola/Invision/AP Diretor James Gray entre as atrizes Liv Tyler e Ruth Negga posam ao lado de Brad Pitti no tapete vermelho do filme 'Ad Astra' em Veneza Arthur Mola/Invision/AP Brad Pitt chega para a estreia de 'Ad Astra' no Festival de Veneza na quinta (29) Arthur Mola/Invision/AP Atriz Meryl Streep no tapete vermelho do Festival de Veneza neste domingo (1). Alberto Pizzoli/AFP Catherine Deneuve posa no tapete vermelho da cerimônia de abertura do Festival de Veneza nesta quarta (28) Alberto Pizzoli/AFP O diretor Hirokazu Kore-eda e as atrizes Catherine Deneuve e Juliette Binoche no festival de Veneza para a estreia do filme 'La Verité' Alberto Pizzoli/AFP Adam Driver e Scarlett Johansson, atores de 'História de um Casamento', posam no Festival de Veneza Ettore Ferrari/Associated Press Brad Pitt posa na chegada do Festival de Veneza na quarta (28) Arthur Mola/Invision/AP Um funcionário local é visto no Palazzo del Cinema para o 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza, na Itália Yara Nardi/Reuters
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Julgamento de Cuba Gooding Jr. por assédio sexual é adiado

G1 - Cinema - 3 Setembro, 2019 - 17:19

Ator é acusado de ter apalpado uma mulher em bar de Manhattan. Promotores pediram mais tempo para prepararem o caso. Cuba Gooding Jr compareceu ao julgamento no caso de agressão sexual nesta terça (3) em Nova York, mas processo foi adiado para 10 de outubro Angela Weiss/AFP O julgamento do ator e vencedor do Oscar Cuba Gooding Jr., acusado em junho de apalpar uma mulher em um bar de Manhattan, estava marcado para começar nesta terça-feira (3), mas foi adiado para 10 de outubro, para dar mais tempo aos promotores para prepararem o caso. O advogado do ator, Mark Heller, disse a jornalistas após a audiência que confia em que o caso será indeferido, e insistiu em que as acusações "carecem totalmente de fundamento". "Estamos confiantes de que este será um caso-chave para o movimento #NotMe (#EuNão)", disse, utilizando um termo que cunhou para se referir a celebridades falsamente acusadas de abusos sexuais. Gooding, de 51 anos, é acusado de apalpar o seio de uma mulher sem seu consentimento em um bar de Manhattan em junho. O ator é acusado de toque forçado, um delito menor que pune com até um ano de prisão, segundo a lei estatal de Nova York. Gooding ganhou um Oscar em 1997 por interpretar um jogador de futebol americano em "Jerry Maguire: A Grande Virada". Ele recentemente interpretou OJ Simpson na série "The People vs OJ Simpson: American Crime Story".
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Bárbara Paz protesta em favor da Amazônia no Festival de Veneza

G1 - Cinema - 2 Setembro, 2019 - 18:30

Atriz levou cartaz a tapete vermelho durante exibição do longa 'Martin Eden'. Ela está no festival para divulgar seu filme 'Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer parou'. Barbara Paz vai ao tapete vermelho com mensagem sobre Amazônia no Festival de Veneza, nesta segunda (2) Reprodução/Instagram/BarbaraRaquelPaz Bárbara Paz portou um smoking e um cartaz escrito "I am Amazônia" no tapete vermelho do Festival de Cinema de Veneza nesta segunda-feira (2). A atriz fez seu protesto contra as queimadas e o desmatamento da floresta antes da exibição do longa "Martin Eden". Ela se junta ao time de famosos - nacionais e internacionais - que se manifestou pela preservação da Amazônia ao longo das duas últimas semanas. Bárbara participa do festival para apresentar "Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer parou", filme que dirigiu e escreveu sobre o ex-marido. Hector Babenco, diretor argentino naturalizado no Brasil, morreu em 2016 após parada cardíaca. No longa em preto e branco, Bárbara documenta vida e morte do cineasta.
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Brian De Palma prepara terror sobre Harvey Weinstein e esnoba críticas em Veneza

G1 - Cinema - 2 Setembro, 2019 - 17:13

Diretor de 'Carrie - A Estranha' e 'Scarface' optou pelo tema por 'dirigir mulheres o tempo todo'. De Palma comandou aula magna sobre a carreira no festival. Cineasta Brian de Palma e Susan Lehman no Festival de Veneza REUTERS/Yara Nardi/File Photo O veterano cineasta Brian De Palma, que dirigiu "Carrie – A Estranha" e "Scarface", ainda não tem intenção de se aposentar, mesmo aos 78 anos de idade, e está trabalhando em um filme de terror inspirado no escândalo que envolveu o produtor de cinema Harvey Weinstein. Cerca de 70 mulheres acusaram Weinstein de má conduta sexual praticada ao longo de décadas. Ele nega as acusações, tem dito que todo e qualquer encontro sexual foi consensual e se declarou inocente das acusações criminais apresentadas contra ele. Em uma entrevista concedida à Reuters durante o Festival Internacional de Cinema de Veneza, onde De Palma repassou sua carreira em uma aula magna, o diretor falou sobre a má conduta sexual em Hollywood, como lidar com críticas ruins e se adaptar a mudanças. 5 clichês que ainda estão no 'pós-terror' Abaixo estão alguns trechos editados da conversa. Há boatos de que você está pensando em voltar ao gênero do terror, talvez com uma história inspirada no escândalo de Harvey Weinstein. Por que esse tema? De Palma: Porque, em meus anos trabalhando dentro e fora de Hollywood, fiquei muito ciente do tipo de abuso às mulheres que acontecia. E sendo um diretor que dirige mulheres o tempo todo, você fica muito sensível quanto à maneira como elas são tratadas no filme que você está fazendo. Então eu estava ciente de algumas das coisas que estavam acontecendo durante a era Harvey Weinstein e é uma história interessante para contar, e além disso gosto desse tipo de drama de suspense e criei um roteiro que é meio baseado em alguns dos casos reais noticiados pelo New York Times. Mas é basicamente um filme de suspense usando isso como pano de fundo histórico. O movimento #MeToo precisava acontecer para provocar mudanças? De Palma: Ele incomodou diretores como eu mesmo e outros dos meus contemporâneos porque, como diretor, você lida com atores o tempo todo. E você precisa buscar a confiança deles. E se você os leva para jantar ou abusa deles, isso vai contra o que você está tentando fazer para ganhar a confiança deles de modo que eles fiquem igualmente livres quando atuam nos filmes. É basicamente uma loucura, e as pessoas que o fazem, eu sempre senti que estão usando mal seu poder. Você tem um relacionamento conturbado com parte da crítica de cinema. Acha que parte dela foi injustificada? De Palma: Você sempre é comparado com a moda do momento, então não pode levar isso muito a sério. Muitos dos meus filmes não foram bem quando saíram e não tiveram críticas particularmente boas, e as pessoas ainda estão falando (sobre eles) hoje. Na hora pode ser bem doloroso, mas se você sobrevive a isso ficará surpreso com o que continua importante no cinema ao longo dos anos. Quais desafios você enfrentou à medida que a indústria mudou? De Palma: Você tenta fazer o melhor que pode... Fica mais difícil fazer filmes se você tem limitações fisicamente, então se eu conseguir fazer mais alguns filmes, ótimo, mas conforme você está chegando aos 80, isso se torna um desafio e tanto."
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Julie Andrews recebe Leão de Ouro por conjunto da carreira em Veneza: 'Muito abençoada'

G1 - Cinema - 2 Setembro, 2019 - 15:40

'Mary Poppins', 'A Noviça Rebelde' e 'Diário da Princesa' estão entre os filmes que atriz de 83 anos estrelou. Atriz Julie Andrews recebe Leão de Ouro por sua carreira no Festival de Veneza, nesta segunda (2) Arthur Mola/Invision/AP Julie Andrews, a estrela dos filmes de sucesso "Mary Poppins" e "A Noviça Rebelde", disse nesta segunda-feira (2) que foi "abençoada" por ter tido uma longa e ilustre carreira no cinema, ao receber um prêmio pelo conjunto da obra no Festival de Cinema de Veneza. A atriz de 83 anos, que ganhou um Oscar em 1965 por interpretar a babá rígida, mas bondosa, Mary Poppins, levantou e beijou a estatueta do Leão de Ouro, diante de aplausos do público. "Eu me considero muito abençoada por ter passado grande parte da minha vida profissional na arte do cinema", disse. "Ainda me surpreendo com o fato de ter sido a menina de sorte que foi convidada a desempenhar esses papéis maravilhosos". Julie Andrews dá beijo em Leão de Ouro que recebeu por sua carreira no Festival de Veneza, nesta segunda (2)' Arthur Mola/Invision/AP Andrews começou sua carreira como atriz infantil nos teatros do West End de Londres, antes de ir para a Broadway. "Mary Poppins" a transformou em uma estrela internacional, e a atriz também estrelou filmes como "Victor ou Vitória?" e "O Diário da Princesa". Mais recentemente, ela emprestou sua voz ao sucesso de bilheteria de 2018 "Aquaman". Julie Andrews em cena de 'Mary Poppins' (1964) Divulgação
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'Wasp Network', filme com Wagner Moura e Penélope Cruz, estreia no Festival de Veneza

G1 - Cinema - 2 Setembro, 2019 - 13:38

Longa dirigido pelo francês Olivier Assayas concorre ao Leão de Ouro. Veja FOTOS. Diretor Olivier Assayas (esquerda) posa com Penelope Cruz, Edgar Ramirez, Gael Garcia Bernal e Wagner Moura no Festival de Veneza Arthur Mola/Invision/AP Os atores Wagner Moura e Penélope Cruz compareceram à estreia de "Wasp Network" no Festival de Veneza, neste domingo (1). O mexicano Gael Garcia Bernal e venezuelano Edgar Ramirez também estiveram no evento. Dirigido pelo francês Olivier Assayas ("Personal Shopper"), o filme é um thriller inspirado na vida de cinco espiões cubanos que atuaram na comunidade de exilados em Miami durante a década de 1990. Além de Wagner, o brasileiro Rodrigo Teixeira ("Me Chame pelo seu Nome") está na produção. O longa é uma adaptação do livro do escritor mineiro Fernando Morais, "Os Últimos Soldados da Guerra Fria". A atriz espanhola Penélope Cruz postou imagens com os colegas de trabalho nesta segunda (2). "Muito obrigada, meu querido Olivier. Esta tem sido uma bonita aventura. Obrigada, Edgar Ramirez por sua generosidade sempre", escreveu a atriz. 'Wasp Network': produtor Rodrigo Teixeira e diretor Olivier Assayas posam com os atores Penélope Cruz, Edgar Ramirez, Wagner Moura, Leonardo Sbaraglia e Gael García Bernal no Festival de Veneza Joel C Ryan/Invision/AP Diretor e elenco de 'Wasp Network' posam no tapete vermelho do festival de Veneza neste domingo (1) Alberto Pizzoli/AFP Wagner Moura posa antes da estreia de 'Wasp Network' no festival de Veneza, neste domingo (1) Arthur Mola/Invision/AP Penélope Cruz posa no tapete vermelho do filme 'Wasp Network' neste domingo (1), em Veneza Arthur Mola/Invision/AP Gael García Bernal e Edgar Ramirez posam no tapete vermelho do filme 'Wasp Network' neste domingo (1), em Veneza Joel C Ryan/Invision/AP
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