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Com cena de sexo oral explícito, filme do diretor de 'Azul é a cor mais quente' vira polêmica em Cannes

G1 - Cinema - 3 horas 57 minutos atrás

Atriz que protagonizou a cena e outros espectadores não ficaram até o final da primeira exibição do longa do diretor Abdellatif Kechiche. Diretor Abdellatif Kechiche participa de coletiva de imprensa para promover o filme 'Mektoub, My Love: Intermezzo' no Festival de Cannes, na França Sébastien Berda/AFP Seis anos depois da Palma de Ouro por "Azul é a cor mais quente", o diretor franco-tunisiano Abdellatif Kechiche causou polêmica em Cannes com um filme produzido, em grande parte, em uma boate, e com imagens pornográficas "gratuitas", de acordo com muitos críticos. Em "Mektoub My Love: Intermezzo", na disputa pela Palma de Ouro, o diretor filma um grupo de jovens em uma cidade no litoral do sul da França. Após cenas na praia, o filme se concentra em uma discoteca, com uma profusão de imagens lascivas, incluindo uma cena de 13 minutos de sexo oral. À margem de uma série de diálogos banais, nas três horas e meia de filme, o cineasta se dedica aos corpos das mulheres, sobretudo nádegas, que se movem sem parar ao ritmo da música. Até chegar à cena explícita de sexo oral nos banheiros - imagens "pornográficas gratuitas", segundo The Hollywood Reporter. "Tentei mostrar o que me faz vibrar, os corpos, os ventres", justificou Kechiche, de 58 anos, na entrevista coletiva. O projeto do filme foi "celebrar a vida, o amor, a música, o corpo e buscar uma experiência cinematográfica", completou. Na quinta-feira (23), na primeira exibição do filme, vários espectadores deixaram a sala, entre eles a atriz que protagoniza a cena de sexo oral, Ophélie Bau. Nesta sexta-feira (24), na sessão de fotos e na entrevista coletiva de imprensa da equipe, ela também não esteve presente. As atrizes francesas Ophélie Bau e Hafsia Herzi (de vermelho) chegam ao tapete vermelho antes da primeira exibição do filme 'Marketable, My Love: Intermezzo' nesta quinta (23), em Cannes Loic Venance/AFP No final da projeção, Kechiche saiu literalmente correndo da sala, embora primeiro tenha pego o microfone para dizer: "Peço desculpas por manter vocês aqui sem adverti-los e agora vou embora!". "É a minha educação. Peço desculpas por manter as pessoas na sala e de atrair a atenção para mim", argumentou o diretor nesta sexta (24). O 'desastre' de Cannes "Mektoub My Love: Intermezzo" é a segunda parte de "Mektoub my Love: canto uno", um filme com imagens muito sensuais sobre alguns destes jovens na praia, apresentado na Mostra de Veneza em 2017, onde recebeu vaias, mas também elogios por sua estética. Em Cannes, a crítica não demorou a reagir ao filme que se tornou o mais polêmico de La Croisette. O "desastre" de Cannes, escreve Justin Chang, crítico do Los Angeles Times, que se pergunta se o Festival de Cannes está "trolando" os espectadores, ao incluir esta produção na competição oficial, onde concorrem grandes figuras da Sétima Arte, como o britânico Ken Loach, o americano Terrence Malick ou o espanhol Pedro Almodóvar. Elenco de 'Mektoub My Love: Intermezzo' se reúne para sessão de fotos nesta sexta (24), em Cannes, sem a atriz Ophélie Bau Christophe Simon/AFP O crítico do jornal espanhol El País, Carlos Boyero, admirador de "Azul é a cor mais quente", vai além em sua reação: "Que tipo de substâncias o diretor ingeriu e como afetaram seu cérebro para cometer tamanha e infinita estupidez?". Outros apreciaram o filme, como o crítico francês Philippe Rouyer, que considerou que Kechiche "radicaliza seu método para nos fazer compartilhar uma noite louca de desejos em uma discoteca. Parabéns a todos os intérpretes que se entregaram totalmente para recriar este transe magistralmente filmado". A forma de filmar os corpos femininos de Kechiche também incendiou as redes sociais. "Sem créditos, sem uma verdadeira narração. Uma introdução sobre um cu, planos sobre cus, e mais. Uma discussão sobre cus. Mais cus. E acaba com um cu. Praia. Discoteca. Cunni. Discoteca. Fim. Me agrada o cinema de Kechiche mas aí não acompanho...", lamentou o diretor francês Thibaut Buccellatto no Twitter. Cena do filme 'Mektoub, My Love: Intermezzo', do diretor Abdellatif Kechiche Divulgação "Para você público, contei todos os planos que mostram cus no #MektoubMyLoveIntermezzo: têm 178. Se tirarmos isso, acho que o filme dura 20 minutos", tuitou a jornalista Anaïs Bordages. Não é a primeira vez que Kechiche causa polêmica. As atrizes principais de "Azul é a cor mais quente", Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos, denunciaram duras condições de filmagem, pouco depois de ganharem a Palma de Ouro em 2013. Outro escândalo persegue o cineasta. Uma mulher de 29 anos o denunciou por agressão sexual no ano passado. No início de maio, uma fonte ligada ao caso afirmou que a investigação segue seu curso. Questionado hoje sobre o assunto, Kechiche considerou a pergunta "perversa" e garantiu ter a "consciência tranquila no que diz respeito às leis".
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'Achei que seria um filme pequeno', diz Sigourney Weaver no aniversário de 'Alien, O Oitavo passageiro'

G1 - Cinema - 9 horas 29 minutos atrás

Clássico de ficção científica do diretor Ridley Scott completa 40 anos desde seu lançamento. Sigourney Weaver durante Comic-Con em San Diego em julho de 2017 REUTERS/Mario Anzuoni Sigourney Weaver era uma desconhecida atriz de teatro de 28 anos quando conseguiu o papel de Ripley no hoje clássico de ficção científica e terror "Alien, O Oitavo Passageiro", do diretor Ridley Scott.  Ripley, a única sobrevivente de um ataque de um alienígena que se infiltra em uma nave espacial, se provou uma das mais poderosas e amadas protagonistas femininas na ficção científica, celebrada por seus fãs como uma heroína forte e complexa. Mas, originalmente, o papel havia sido escrito para um homem.  "Eu achei que era um filme pequeno", disse Weaver à Reuters antes do aniversário de 40 anos da estreia do filme. "Tínhamos um elenco pequeno e um jovem e brilhante diretor. Eu gostei do papel... Eu não achei que ia interpretar Henrique 5º, mas achei que podia interpretar Ripley".  O filme acompanha a tripulação da embarcação espacial Nostromo que acaba tendo que lutar por suas vidas após um alienígena tomar conta da nave.  "Eu acho que o roteiro original era só para homens. Quando eles começaram a reescrever o roteiro, eles conversaram sobre quem devia ser o sobrevivente. E eu acho que a razão que acabaram tornando Ripley uma mulher foi que, naquele momento, ninguém acharia que uma desconhecida acabaria interpretando a sobrevivente", disse Weaver.
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'Brightburn', 'Aladdin' e 'Hellboy' são destaques entre estreias; G1 comenta em VÍDEO

G1 - Cinema - 11 horas 51 minutos atrás
Cinemas recebem nesta semana dois filmes de super-heróis aterrorizantes e nova versão com atores de um clássico da Disney. Versão com atores da clássica animação "Aladdin" é o principal destaque nos cinemas Entre os destaques que chegaram aos cinemas nesta quinta-feira (23) estão uma nova versão com atores de um clássico animado da Disney, e dois filmes aterrorizantes de super-heróis um tanto fora do padrão. Assista ao vídeo acima. 'Aladdin' Assista ao novo trailer de Aladdin A regravação da animação de 1992 dá uma boa modernizada na história do rapaz que encontra uma lâmpada mágica, fica amigo do gênio e usa seus desejos para conquistar uma princesa. O filme é comandado por um trio de atores pouco conhecidos, mas que fazem um ótimo trabalho como personagens já conhecidos do público. E Will Smith ("Bright") não compromete como o novo gênio, substituindo a icônica atuação de Robin Williams no original. 'Brightburn: Filho das trevas' O filme de terror tenta responder à pergunta de o que aconteceria se o Superman fosse enviado à Terra com intenções menos nobres. Na produção de James Gunn ("Guardiões da Galáxia"), um alienígena chega ao planeta ainda bebê e é adotado por fazendeiros no interior dos Estados Unidos, assim como o herói da DC. No entanto, o casal logo descobre que a incrível força de seu filho pode ser usada para algo além do bem. 'Hellboy' Assista ao trailer de "Hellboy" O novo filme do super-herói dos quadrinhos criados por Mike Mignola dá um novo começo ao personagem nos cinemas, sem a participação do cineasta Guillermo Del Toro ou do ator Ron Perlman. Quem assume agora é o diretor de terror Neil Marshall ("Abismo do medo"), acompanhado de David Harbour ("Stranger things"). Dessa vez, o demônio recrutado para lutar contra forças sobrenaturais malignas deve enfrentar uma bruxa milenar, interpretada por Milla Jovovich (da franquia "Resident Evil").
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Geoffrey Rush recebe indenização de US$ 1,9 milhão por difamação

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 15:46

Atriz Yael Stone disse a tabloide que ator dançou nu diante dela quando os dois atuaram juntos em peça. Ele negou e disse que jornal só queria criar um #MeToo australiano. Yael Stone diz a jornal que Geoffrey Rush dançou nu diante dela quando os dois atuaram juntos em peça Reprodução Geoffrey Rush, ator australiano de 67 anos, recebeu do tabloide "Daily Telegraph" uma indenização por difamação equivalente a US$ 1,9 milhão. De acordo com a BBC, essa foi a maior indenização já paga a uma só pessoa na Austrália. O jornal de Sydney o acusou de comportamento indevido em suas reportagens. O Tribunal Federal da Austrália ordenou que o jornal do grupo News Corp pagasse o valor ao ator por danos passados e futuros. Uma porta-voz da empresa não respondeu de imediato a pedidos de comentário e o advogado de Rush não quis comentar. #MeToo australiano? Rush disse que os artigos publicados no "Daily Telegraph" foram feitos às pressas, porque o jornal queria inserir a Austrália no contexto do movimento #MeToo. A publicação dos textos foi na mesma época do início das acusações de agressão sexual feitas contra o produtor de cinema norte-americano Harvey Weinstein. O jornal havia dito que o ator foi acusado de conduta imprópria não especificada por uma colega de elenco da peça "Rei Lear", encenada pela Sydney Theatre Company em 2015. O ator, que recebeu um Oscar em 1997 por "Shine – Brilhante" e atuou na franquia "Piratas do Caribe", disse que as reportagens insinuavam que ele era um "grande pervertido". Ao apresentar sua decisão, em abril, o juiz Michael Wigney classificou as reportagens como "temerariamente irresponsáveis" e "jornalismo sensacionalista do pior tipo". Neste mês, o jornal disse que existem 16 justificativas para apelação e que a conduta de Wigney "deu motivo para uma suspeita".
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'Assistimos ao funeral do macho infalível', diz Gael García Bernal em Cannes

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 14:35

Diretor mergulha nas raízes da violência juvenil do México em 'Chicuarotes'. Gael García Bernal, diretor de 'Chicuarotes', posa para fotos no Festival de Cannes, no sul da França Christophe Simon/AFP A carreira de Gael García Bernal sempre foi ao encontro do Festival de Cannes, onde estreou como ator em "Amores Brutos". Este ano ele retorna como único diretor mexicano selecionado no concurso, com seu segundo filme "Chicuarotes". Seu primeiro papel em 2000 também coincidiu com a estreia em Cannes do diretor Alejandro González Iñárritu, que se tornou um gigante do cinema e presidente este ano do júri do Festival. Iñárritu assistiu, na segunda-feira (20), ao filme que não concorre na competição, junto com o ator Diego Luna, sócio de García Bernal em sua nova produtora, "La corriente del Golfo". Em "Chicuarotes", García Bernal, de 40 anos, mergulha nas raízes da violência juvenil do México. Cagalera e Moloteco, dois adolescentes de San Gregorio Atlapulco, ao sul da capital, vivem desesperados para sair da pobreza e se agarrar a uma esperança de futuro, o que para eles significa dar um golpe e fugir do povoado onde que vivem. Leia, abaixo, a entrevista da France Presse com o diretor. De onde vem o nome do seu filme? Gael García Bernal: "Chicuarotes é um gentílico. É a forma como se chamam as pessoas de San Gregorio de Atlapulco. Vem de uma pimenta endêmica do local que é muito resiliente, muito dura e muito picante. São chamadas assim porque reflete seu caráter". "Chicuarotes" começa com uma fatalidade: os protagonistas vestidos de palhaços tentam ganhar dinheiro a bordo de um ônibus. Como eles não arrecadam nada, eles sacam uma arma. Gael García Bernal: "A primeira cena resume o filme. O Cagalera é este personagem com uma falta de perspectiva na vida. Como não pode conseguir as coisas por bem, faz por mal. É uma lógica gerada por crescer em um ambiente conflitivo. Esses garotos vão crescer e cometer coisas terríveis. Há muita gente que se salva disso, mas o grande problema é a espiral de violência. Por mais que o governo, que a sociedade aja para deter essa violência, se na família não há um núcleo amoroso, é pouco provável que todo o resto possa fazer que se vá em frente". Cagalera é um anti-héroi? Gael García Bernal: "É interessante ver esses personagens que te traem. Você está do lado deles na história, mas por uma ação impulsiva, onde seu diabinho ganha força, estão destinados a cometer algo terrível. Acho eles fascinantes porque mudam o gênero do filme. Gosto dos filmes que são pouco definidos em torno de um gênero e realmente para que haja um bom drama tem que haver muito humor". Diante da violência, as mulheres são as únicas que mantêm o sangue frio. Gael García Bernal: "As mulheres são a esperança no filme. Há uma derrota de um tipo de masculinidade arcaica que está fazendo suas últimas manifestações, e isso é completamente fiel à época em que vivemos. Aquilo que existia do macho infalível é algo a que por sorte a minha geração e a de agora já não apela. Apelamos a uma vulnerabilidade, a reconhecer os erros". Sua carreira completa agora duas décadas. Gael García Bernal: Sim, já tem gente com quem trabalhei que me disse frases estupendas como: "Cresci vendo seus filmes!". Eu sempre era o mais jovem nas filmagens. Agora já sou o de meia idade. É bonito e ao mesmo dá calafrios. "Amores brutos" foi lançado há 19 anos em Cannes. Na época havia gente no ensino médio e esse era seu primeiro filme de adulto. Você trabalhou com atores muito jovens em "Chicuarotes". O que significa para eles seu exemplo, assim como o de Iñárritu e de Alfonso Cuarón? Gael García Bernal: "Muita gente quer fazer cinema no México e toma como exemplo a liberdade que nós exercemos e pela qual lutamos. Por exemplo, em "Chicuarotes" fizemos o filme que queríamos, é uma vitória imensa. Há poucos países onde se podem fazer filmes dessa forma".
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Alice Furtado mostra em Cannes a intensidade do primeiro amor com filme 'Sem seu sangue'

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 13:34

Diretora brasileira estreou filme nesta quinta-feira (23), em seção paralela do festival que busca revelar cineastas. Longa mistura romance com elementos de terror. Cena do filme 'Sem seu sangue', de Alice Furtado Divulgação A primeira relação amorosa pode ser tão intensa como prejudicial, de acordo com a cineasta brasileira Alice Furtado, que nesta quinta-feira (23) estreou o filme "Sem Seu Sangue" na Quinzena dos Realizadores, seção paralela do Festival de Cannes. A protagonista Silvia (Luiza Kosovski) é uma jovem introvertida e desinteressada pelo mundo à sua volta até que Artur (Juan Paiva) começa a estudar na mesma escola. Um adolescente feliz, mas doente, cuja morte afunda Silvia em um transe físico e mental para tentar ressuscitá-lo. O filme trata da evolução da protagonista desde a descoberta do sexo e do amor à dor psicossomática pela perda do jovem e, por último, a obsessão, em um giro que incorpora elementos do cinema de terror. "Acredito que os filmes de medo frequentemente são muito sensuais. O desejo e o medo são sentimentos que andam de mãos dadas", explicou em entrevista à Agência Efe a diretora. A diretora já tem experiência no festival: seu curta-metragem "Duelo Antes da Meia Noite" (2011) fez parte da Cinéfondation, uma seção dedicada a projetos surgidos de escolas de cinema. "Foi uma introdução neste universo de Cannes, mas voltar com um longa-metragem me tranquiliza para afirmar que estou no caminho certo. A Quinzena acredito que seja um lugar magnífico para a descoberta de novas vozes e propostas", declarou Alice. A diretora brasileira se baseou para este filme em sua própria experiência, no dano provocado pela ruptura de uma relação amorosa. Teve que ir ao médico. Notou a dor em seu corpo, "mas era o luto", disse. A Quinzena de Realizadores, na qual a brasileira concorre em Cannes, foi lançada pela Société dês Réalisateurs de Films (SRF) para "descobrir filmes de jovens autores e valorizar as obras de diretores reconhecidos". A lista de novos talentos revelados inclui Michael Haneke e Sofia Coppola. "Sem seu sangue" ainda não divulgou oficialmente uma data de estreia no circuito comercial brasileiro.
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Em 'Ice on Fire', Leonardo DiCaprio propõe soluções contra mudança climática

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 13:20

Entre as iniciativas propostas, estão as macroalgas, grandes algas que se encontram ao longo dos litorais. Assista ao trailer. Os atores Leonardo DiCaprio e Brad Pitt posam para fotógrafos na estreia do filme 'Once Upon a Time in Hollywood' no Festival Internacional de Cinema de Cannes, no sul da França Eric Gaillard/Reuters Leonardo DiCaprio propõe uma série de soluções para lutar contra a mudança climática no filme apresentado em Cannes "Ice on Fire", do qual é produtor e ao qual empresta sua voz. O documentário sugere conter a crise climática usando meios "muito concretos", resume a diretora americana Leila Conners, que já havia trabalhado com o ator no "A última hora", também sobre o clima. Entre as iniciativas propostas, estão as macroalgas, grandes algas que se encontram ao longo dos litorais. Além de absorver cinco vezes mais carbono do que as plantas que crescem na superfície, são um dos organismos que crescem mais rápido no mundo. "Se se propuser um regime alimentar à base de algas para o gado, se consegue uma redução de 90% da produção de metano", diz no filme o produtor de macroalgas Ben Smith. Novos combustíveis, técnicas inovadoras para expulsar o dióxido de carbono... O documentário mostra vários avanços científicos e pede que sejam postos em prática com urgência. "A mudança climática pode se inverter se agirmos agora", garante DiCaprio no filme. "Não é um problema distante. Vamos ver os resultados ao longo da nossa vida", insiste Leila Conners. "É um problema humano, moral. Estamos matando as gerações futuras, devido à nossa inação e à nossa incapacidade absoluta de abordá-lo corretamente", completou.
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'Fênix Negra' encerra ciclo de quase duas décadas de filmes dos X-Men

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 13:17

Diretor participou de todos os filmes desde 2006 como produtor ou roteirista. Ele explica por que foco no lado obscuro de Jean Grey (Sophie Turner) foi tão importante para desfecho. 'X-Men: Fênix Negra’ Reprodução/Twitter O diretor e roteirista do novo filme da saga dos X-Men nos cinemas, Simon Kinberg, afirmou em que "Fênix Negra" fará com que o grupo de mutantes se enfrente como nunca fez antes: "Os amigos se transformarão em inimigos e vice-versa". O filme estreia em 6 de junho no Brasil. "Quem é realmente Jean Grey?". Esta foi a pergunta que Kinberg se fez antes de filmar sua história favorita de super-herói, uma trama que considerava necessária para encerrar um ciclo de filmes iniciado há quase duas décadas com "X-Men" (2000). Para o diretor - que participou de todos os filmes desde 2006 como produtor ou roteirista -, há muitas razões para trazer novamente à aventura a entidade cósmica que já foi apresentada em "X-Men: O Confronto Final" (2006), nesta ocasião interpretada por Famke Janssen. Longe de estender a personalidade de Jean Grey (Sophie Turner) mostrada então, o diretor queria concentrar-se nesta nova produção na parte mais "obscura, crua e real" da mutante. "A história da Fênix é a mais icônica e amada de toda a saga dos X-Men e acredito que era o momento perfeito para lançar nos cinemas um roteiro que ainda não tinha sido contado corretamente", comentou Kinberg, um dos roteiristas do filme de 2006. Assista ao trailer de X-Men: Fênix Negra O ator que dá vida ao jovem Charles Xavier, James McAvoy, destacou como neste filme o personagem de Jean está muito mais trabalhado que no de 2006, dirigido por Brett Ratner. "Não só fala dela como protagonista, mas também como antagonista em si mesma", ressaltou. Nesta nova aventura, a ação remonta ao ano de 1992, quando os X-Men, vistos como heróis pela sociedade, são enviados a uma missão para resgatar astronautas em uma situação de perigo após uma missão fracassada. Já no espaço, uma misteriosa força cósmica invade o corpo de Jean Grey, que quando aterrissa na Terra começa a se dar conta que adquiriu poderes que não pode compreender ou controlar. Nesta trama, o diretor explicou que o final de "X-Men: Apocalipse" (2016) exerce um papel importante no sentido que ajuda a introduzir os personagens de Jean e Scott (Tye Sheridan) e permite entender a situação dos mutantes depois de salvar o mundo há nove anos. James McAvoy como Professor Xavier de 'X-Men' Divulgação Da mesma forma que então, em "X-Men: Fênix Negra" os super-heróis deverão enfrentar um mal maior, que neste caso é reencarnado em um dos seus: uma Jean Grey cujos olhos alternam entre o vermelho do fogo e o azul angelical. Esta dualidade do personagem se reflete também nos demais X-Men, divididos por "um verdadeiro trauma", nas palavras do diretor. Este é a morte pelas mãos de Jean de uma das mutantes mais famosas da franquia: a Mística, interpretada por Jennifer Lawrence. "Quando estava escrevendo o filme, senti que tinha que lidar com um verdadeiro trauma para dividir esta família. Mística era o personagem central na maioria dos filmes e a mais querida por quase todos, por isso pensei que sua morte tornaria esta rivalidade mais real e dramática", relatou Kinberg. Após este acontecimento, alguns farão o impossível para salvar sua amiga, enquanto outros X-Men não descansarão enquanto não acabar com a força obscura que habita nela. Esta hostilidade entre os protagonistas oferecerá aos fãs uma "experiência nova" e, para aqueles que não tenham acompanhado a saga, "será um filme surpreendente pela sua grande carga dramática e emocional", destacou o diretor. Para Kinberg, McAvoy e Michael Fassbender (Magneto), a atuação que Turner faz de Jean é brilhante. "Sophie é fantástica, verdadeiramente encarna o papel. Quando estava gravando algumas cenas com ela, pensava: 'Que tipo de atriz é capaz de dar esse tom emocional várias vezes?'. O tempo todo ela teve muito claro como devia ser seu personagem", relatou Fassbender. Por sua parte, Kinberg destacou o grande trabalho anterior e a pesquisa feita pela atriz - conhecida por interpretar Sansa Stark em "Game of Thrones" - sobre várias doenças mentais antes de rodar o filme. "Sophie estudou livros, artigos e vídeos de YouTube que lhe mandava sobre a esquizofrenia e outros transtornos mentais para que construísse o personagem partindo de algo real", contou o diretor. "X-Men: Fênix Negra" será o primeiro filme distribuído pela Walt Disney Pictures depois de ter fechado a compra da Fox junto com todas suas licenças. Por isso, este filme é um ponto de inflexão dos X-Men como conhecemos até agora, uma vez que a expectativa é que sejam integrados ao atual Universo Cinematográfico Marvel.
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'O Exterminador Do Futuro: Destino Sombrio' ganha primeiro trailer; assista

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 11:50

Filme que traz Linda Hamilton de volta ao papel de Sarah Connor após 28 anos tem previsão de estreia para o segundo semestre de 2019. “O Exterminador Do Futuro: Destino Sombrio” ganha trailer "O Exterminador Do Futuro: Destino Sombrio" ganhou seu primeiro trailer nesta quinta-feira (23). Junto com o vídeo, foi divulgado também o pôster nacional do filme. A imagem mostra a atriz Linda Hamilton de volta ao papel de Sarah Connor 28 anos após “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” (1991). O primeiro trailer do filme traz Sarah retornando para resolver algumas pendências do passado com velhos amigos. Arnold Schwarzenegger (T-800) também retoma seu papel icônico na saga. Linda Hamilton em cena de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” Divulgação Tim Miller (Deadpool) é responsável pela direção e não escondeu seus sentimentos ao ver Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton em cena. “Assistir nos monitores é uma emoção para o nerd que habita em mim. Foi difícil acreditar no que estava acontecendo. Eu me perdia assistindo as tomadas, e então, a cada trinta segundos eu era atingido novamente: 'Estou fazendo um filme do Exterminador do Futuro!". A estreia de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” está prevista para o segundo semestre de 2019. Pôster de "O exterminador do futuro: Destino Sombrio" Divulgação Arnold Schwarzenegger em cena de "O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio" Divulgação Gabriel Luna em cena de “O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio” Divulgação
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Daniel Craig vai passar por cirurgia no tornozelo após sofrer lesão durante gravação de '007'

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 07:59

Apesar do incidente, estreia do próximo filme do agente secreto James Bond segue prevista para abril de 2020. Daniel Craig durante anúncio do "Bond 25" em Montego Bay, na Jamaica, em abril de 2019 Slaven Vlasic / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP O ator Daniel Craig, que interpreta o agente secreto James Bond no cinema, passará por uma cirurgia no tornozelo após ter se machucado enquanto filmava o próximo filme da série. Apesar do incidente, o filme continua no cronograma e com estreia prevista para abril de 2020, conforme informaram os produtores do longa nesta quarta-feira (22). Uma publicação na conta oficial de James Bond no Twitter disse que a cirurgia era pequena e que Craig havia se machucado durante as filmagens na Jamaica.  "A produção continuará enquanto Craig se recupera por duas semanas após a cirurgia. O filme continua previsto para lançamento em abril de 2020", dizia a publicação.  Initial plugin text Segundo a imprensa britânica, Craig, de 51 anos, escorregou e se machucou no set de filmagens na semana passada enquanto filmava uma cena de ação. O filme que ainda não teve seu título apresentado -- mas é conhecido pelo nome de trabalho "Bond 25" --, será o quinto de Craig no papel do mais famoso agente secreto britânico da ficção.  A franquia cinematográfica da MGM é uma das mais lucrativas do mundo, com o filme "007 contra Spectre", de 2015, dirigido por Sam Mendes, tendo arrecadado US$ 880 milhões (cerca de R$ 3,5 bilhões) nas bilheterias do mundo todo, enquanto "007: Operação Skyfall" de 2012, também dirigido por Mendes, levantou mais de US$ 1 bilhão (cerca de 4 bilhões) mundialmente.  "Bond 25" está sendo dirigido pelo norte-americano Cary Joji Fukunaga. 
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'Aladdin, 'Tolkien' e 'Hellboy' estão entre as estreias da semana nos cinemas; veja trailers

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 06:01
Remake de animação, cinebiografia e longa com personagem de história em quadrinhos estão entre as novidades. Remake de animação com o gênio da lâmpada, cinebiografia de autor britânico e longa com personagem de história em quadrinhos vindo das profundezas do inferno estão entre as novidades da semana nos cinemas. Veja trailers abaixo. Aladdin ganha novo trailer com Will Smith aparecendo como Gênio da Lâmpada 'Aladdin' A história você já deve conhecer: um jovem humilde que se apaixona pela filha do sultão e que tem a chance de realizar três desejos ao encontrar o gênio da lâmpada. Mas agora, em vez de desenhos animados, como no premiado filme de 1992, os personagens ganham vida e são interpretados pelos atores Mena Massoud, Naomi Scott e Will Smith. Durante as entrevistas que acontecem antes do lançamento dos filmes, Will Smith contou que quem o convenceu a aceitar o papel do famoso gênio foi seu filho, o ator Jaden Smith. Will resumiu para o filho todos os roteiros que tinha stava em mãos para decidir qual seria seu próximo trabalho. E, ao ouvir que o pai poderia ser o icônico gênio, Jaden se empolgou e jogou todos os outros roteiros no chão e disse: “Papai, o gênio... você tem a chance de fazer o gênio!'". Assista ao trailer de 'Tolkien', sobre autor de 'O Senhor dos Anéis' 'Tolkien' Depois de encantar o público com suas obras de fantasia, como “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”, J. R. R. Tolkien se torna tema de um filme que narra sua trajetória. O roteiro da cinebiografia foca na juventude do famoso autor britânico e em tudo o que se tornou inspiração para seus trabalhos. As cenas do filme acompanham Tolkien já órfão e entre as amizades na escola, os estudos na universidade de Oxford e seu ingresso na batalha da Segunda Guerra Mundial. Apesar de o diretor Dome Karukoski garantir que fez o filme com a maior admiração e respeito a Tolkien, a família do autor disse não autorizou nem aprovou a produção. Assista ao trailer de "Hellboy" 'Hellboy' Essa é a terceira produção para os cinemas inspirada na história em quadrinhos. E desta vez, quem interpreta o personagem nascido nas profundezas do inferno é o ator David Harbour ("Stranger Things"). No filme, Hellboy, que é aliado dos humanos na batalha contra monstros de qualquer espécie, recebe a missão de derrotar uma feiticeira que nenhum mortal, até então, conseguiu deter. Entre as armas pra essa batalha, está a famosa manopla que Hellboy tem na mão direita.
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'Star Wars: A ascensão Skywalker' terá confronto final entre Jedi e Sith, diz revista; veja FOTOS

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 20:29

Filme foi assunto da reportagem de capa da 'Vanity Fair' de maio, que trouxe novidades e imagens do nono episódio da franquia espacial. Adam Driver e Daisy Ridley em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair Ainda faltam alguns meses para a estreia de "Star Wars: A ascensão de Skywalker", mas um dos filmes mais misteriosos dos últimos anos ganhou algumas novas pistas. O nono episódio da saga espacial criada por George Lucas foi o assunto da reportagem de capa do mês de maio da revista "Vanity Fair", que trouxe alguns pontos desconhecidos da trama, além de novas imagens. De acordo com a publicação, o filme dirigido por J. J. Abrams ("O despertar da Força") trará um fim definitivo ao longo confronto entre Jedi e seus inimigos, os Sith. A história se passará cerca de um ano e meio depois do fim de "Os últimos Jedi" (2017). Isso permitirá que a protagonista, Rey (Daisy Ridley), comece o capítulo já perto do fim de seu treinamento para controlar a Força. Mark Hamill em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair Assim, ela poderá se dedicar à reconstrução da Ordem Jedi, já que em teoria ela é seu último membro. A passagem de tempo também esconderá algumas transformações e missões que unirão os personagens. Poe Dameron (Oscar Isaac), por exemplo, estará mais à vontade no papel de liderança, e Finn (John Boyega) terá mais confiança em sua dedicação à Resistência. O filme também trará uma participação maior dos Cavaleiros de Ren, que apareceram rapidamente em "O despertar da Força" (2015), mas que foram esquecidos no oitavo capítulo (mesmo que suas armas já estivessem presentes na produção, como o G1 testemunhou ao visitar os estúdios). O diretor J. J. Abrams (ao centro) comanda gravação com os Cavaleiros de Ren em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair A reportagem também detalhou um pouco mais a participação de Carrie Fisher, intérprete da General Leia, que morreu em 2016. Abrams conta que escreveu as cenas da atriz pensando em momentos gravados por ela para o filme de 2015, mas nunca utilizados. Segundo ele, haverá até encontros dela com a personagem interpretada por sua filha, Billie Lourd, que pediu a ele que não excluísse essas cenas. Além da revelação de que o robô C-3PO fará algo surpreendente na trama, a revista ainda traz imagens inéditas dos personagens interpretados pelos novos membros do elenco, Naomi Ackie ("Lady Macbeth"), Keri Russell ("The americans") e Richard E. Grant ("Poderia me perdoar?"), tiradas pelas fotógrafa Annie Leibovitz. Keri Russell interpreta Zorri Bliss em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair John Boyega e Naomi Ackie em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair Domhnall Gleeson e Richard E. Grant em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair Oscar Isaac, BB-8, Joonas Suotamo e Billy Dee Williams em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair
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'Parasite': Bong Joon-ho retorna a Cannes com drama familiar

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 14:40

Diretor da Coreia do Sul volta ao festival com filme elogiado após 'Okja', que gerou críticas em 2017 pelo fato de o festival dar espaço na mostra oficial a uma produção da Netflix. Woo-sik Choi em 'Parasite' Divulgação Após a polêmica provocada por "Okja", filme da Netflix selecionado em 2017, o diretor sul-coreano Bong Joon-ho volta a Cannes como sério candidato à Palma de Ouro com "Parasite". É um drama familiar tingido de thriller, que retrata a violência das desigualdades sociais com domínio formal. Apresentado na terça-feira (21) à noite - e calorosamente aplaudido - "Parasite" conta a história de uma família de desempregados, a de Ki-taek (interpretado por Song Kang-ho), que vivem em um escuro e sórdido apartamento no subsolo, onde convivem com baratas. O filme ainda não tem título em português ou data confirmada de estreia no Brasil. A vida de Ki-taek, de sua esposa e dois filhos muda quando o seu filho Ki-Woo consegue um emprego como professor particular de inglês de uma jovem de família rica, os Park. Eles vivem em uma casa suntuosa com jardim, grandes janelas e decoração de bom gosto. A família de Ki-taek rapidamente se aproveita da situação: por meio de subterfúgios, Ki-Woo faz sua irmã ser contratada para dar aulas de desenho ao filho mais novo, depois seus pais como motorista e governanta. Mas, se tudo parece correr bem para a família de golpistas, a chegada dos "parasitas" à família Park marcará o início de um movimento incontrolável. Com a história, Bong Joon-ho, de 49 anos, deixa para trás o universo fantástico e os grandes orçamentos internacionais de seus dois últimos filmes, "Expresso do Amanhã" e "Okja"- filme que gerou polêmica sobre a possibilidade ou não de títulos da Netflix competirem na mostra oficial. O diretor opta por um enfoque muito mais íntimo, com uma alta dose de suspense. Por sinal, ele escreveu uma carta implorando aos críticos que não revelassem uma parte importante da história de seu filme. Conhecido por suas sátiras da sociedade sul-coreana, de "Memórias de um Assassino" a "O Hospedeiro", Bong Joon-ho aumenta sua propensão a retratar a violência das relações sociais em um mundo onde as desigualdades se amplificam, apoiando-se novamente no filme de gênero para melhor transmitir sua mensagem.
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Equipe de 'Rocketman', sobre Elton John, agradece comparações com 'Bohemian Rhapsody'

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 14:08

'Espero que isso mostre que existe um apetite para filmes desta natureza', disse Taron Egerton, que vive cantor. Taron Egerton vive Elton John no filme 'Rocketman' Divulgação Contando com muitos sucessos, um enredo sobre um dos artistas mais famosos do mundo e figurinos extravagantes, "Rocketman" leva a história de Elton John às telas. É a cinebiografia mais recente a oferecer uma experiência digna de um show nos cinemas. A estreia no Brasil será em 30 de maio. Taron Egerton, de "Kingsman", interpreta o cantor de "Your Song" e "Tiny Dancer", entoando suas canções enquanto revisita sua jornada ao estrelato e também seus dramas pessoais. Assista ao trailer do filme 'Rocketman' O filme estreou no Festival Internacional de Cinema de Cannes com a presença de Elton John. Ele rendeu comparações com "Bohemian Rhapsody", produção de 2018 sobre a ascensão dos roqueiros do Queen à fama. O musical recebeu críticas variadas, rendeu um Oscar de melhor ator a Rami Malek e arrecadou US$ 903 milhões em todo o mundo – um sinal do interesse das plateias em ver a história e a música de seus ícones nos telões. "Estou muito agradecido por as pessoas nos compararem, e espero que isso mostre que existe um apetite para filmes desta natureza", disse Egerton a respeito dos dois filmes em Cannes. Elton John mostra seu blazer com o nome do filme e canção 'Rocketman', em Cannes Reuters/Stephane Mahe As cinebiografias são um gênero popular há tempos, mas o que distingue essa "nova onda" é o envolvimento do artista e o catálogo musical para criar cenas semelhantes a apresentações, disse Scott Roxborough, chefe da redação europeia da revista The Hollywood Reporter. "O que muitos destes filmes estão vendendo é a ideia de que você pode ter uma experiência parecida a ir a um show... ir aos bastidores e conhecê-los", opinou Roxborough. Ele disse que esta "não era a ideia das cinebiografias anteriores, que muitas vezes revelavam o lado obscuro destes heróis musicais". Como "Bohemian Rhapsody", sobre o falecido vocalista Freddie Mercury, "Rocketman" acompanha as lutas internas de Elton à medida que seu sucesso cresce. "Eu diria que 'Bohemian Rhapsody' não é uma pressão, serviu mais para abrir partas para nós", disse Matthew Vaughn, produtor de "Rocketman". Em março, a Netflix lançou "The Dirt", cinebiografia baseada na autobiografia da banda de heavy metal Mötley Crüe. Outras histórias baseadas em celebridades estão em produção.
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Correção: filme de Tarantino

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 13:55
O G1 errou ao informar na reportagem “Quentin Tarantino empolga Cannes com 'Era uma vez em...Hollywood'", publicada às 8h16 do dia 22 de maio, que os atores Bruce Lee e Steve McQueen estão no elenco do filme. Na verdade, os dois atores estão mortos e são personagens do filme. Lee (1940-1973) será interpretado pelo ator americano Mike Moh. McQueen (1930-1980) será vivido pelo inglês Damian Lewis. A informação foi corrigida às 12h17 do dia 22 de maio.
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'Aladdin' moderniza animação da Disney com ótimo elenco pouco conhecido e Will Smith; G1 já viu

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 13:00

Trio de novos protagonistas brilha e Smith supera desafio como novo gênio, em versão com atores de desenho de 1992. Desde que começou, em 2014, uma franquia não-oficial com adaptações de seus clássicos animados em filmes de atores, a Disney tem conseguido níveis variados de sucesso. Com "Aladdin", nova versão do desenho de 1992, o estúdio pode ter conseguido seu melhor resultado. A produção, que estreia no Brasil nesta quinta-feira (21), moderniza bem a história através de um jovem e talentoso elenco, composto em sua maioria por relativos desconhecidos. Até Will Smith e o diretor Guy Ritchie ("Sherlock Holmes"), ao mesmo tempo os maiores nomes do filme e seus maiores riscos, conseguem se recuperar de trabalhos recentes criticados com performances sólidas no geral. O resultado positivo faz com que o novo "Aladdin" rivalize muito bem com "Mogli - O menino lobo" (2016), a melhor das adaptações do estúdio. Mas, enquanto o filme de Jon Favreau apresentava um lado mais sombrio do original, o lançamento de agora consegue manter seu espírito festivo e infantil. Assista ao novo trailer de Aladdin Troca de gênios A história é basicamente a mesma. Em uma época de sultões e de magia, o jovem Aladdin (Mena Massoud) vive de pequenos roubos até encontrar um gênio (Will Smith) dentro de uma lâmpada. Com direito a três desejos, ele precisará de ajuda para conquistar a princesa Jasmine (Naomi Scott) e deter os planos do maligno conselheiro real Jafar (Marwan Kenzari). A boa notícia é que Smith não compromete. Um grande feito, considerando que ele tinha a difícil missão de substituir a icônica atuação de Robin Williams no papel do gênio. Até aqueles que assistiram a vida toda a versão dublada sabem o que o ator, morto em 2014, fez com o papel. Mena Massoud e Will Smith em cena de 'Aladdin' Divulgação A produção perde um pouco a mão ao tentar colocar Smith em situações nas quais Williams era mestre, como as mudanças constantes de personalidades. Mesmo assim, o antigo rapper dá toques pessoais ao personagem e não decepciona. Mesmo que sua cabeça continue esquisita no corpo azul flutuante. Já Massoud ("Jack Ryan") apresenta uma atuação leve e despreocupada, e convence como o malandro de bom coração que dá nome ao filme. O canadense de 27 anos nascido no Egito merece crescer em Hollywood após o papel. Do outro lado, Kenzari ("Assassinato no Expresso do Oriente") até passa certa insegurança no começo com um Jafar um tanto diferente do original, mas mostra tanta personalidade que domina o personagem e o transforma em seu. Marwan Kenzari em cena de 'Aladdin' Divulgação Fechando o trio de "novatos", Scott já tinha sobressaído em "Power Rangers" (2017). A atriz revelada pela Disney na adolescência confirma sua ascensão a um dos nomes mais promissores de sua geração, ajudada por um roteiro que fortalece Jasmine. Adeus, donzela indefesa Ao comparar a animação com sua nova versão, é possível ver que ela envelheceu mal em certos aspectos. Os fãs podem dar adeus àquela princesa que precisa ser resgatada pelo herói no final. Na adaptação, Jasmine assume a liderança em diversos momentos e ganha um final digno. Muito mais do que rechaçar candidatos à sua mão por acreditar no amor verdadeiro, a personagem agora se rebela contra um sistema que a impede de ser a rainha que ela merece. Naomi Scott e Mena Massoud em cena de 'Aladdin' Divulgação A mudança é simbolizada por uma nova canção, ausente no desenho. Ela é escrita pelo compositor das músicas originais, Alan Menken, ganhador de oito estatuetas do Oscar. Ela destoa no começo, mas com o tempo se encaixa e mostra seu propósito. A participação do compositor ajuda a explicar a qualidade da modernização da trilha como um todo. O filme é tão musical quanto a animação, mas canções como "One jump ahead" ("Correr para viver", na versão nacional) ganham batida pop bem atual. "Prince Ali" ("Príncipe Ali") é a única exceção entre as melhorias, já que a voz de Smith não combina com as brincadeiras da letra. Ele parece desafinar em alguns momentos. Mena Massoud e Will Smith em cena de 'Aladdin' Divulgação De volta ao básico Ao segurar seus impulsos – logo no começo, uma cena em câmera lenta desnecessária chega a dar arrepio, mas é a única no filme – e cacoetes considerados sua marca registrada, Guy Ritchie mostra que pode sim construir um grande espetáculo visual. Com isso, o cineasta britânico se recupera do fracasso de "Rei Arthur: A Lenda da Espada" (2017). Às vezes, a melhor forma de se levantar é fazer o básico bem feito. Tudo isso constrói um novo "Aladdin" além de um simples caça-níquel e justifica sua existência e sua apresentação a todo um mundo novo. Navid Negahban e Naomi Scott em cena de 'Aladdin' Divulgação
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Quentin Tarantino empolga Cannes com 'Era uma vez em...Hollywood'

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 08:16

Brad Pitt e Leonardo DiCaprio participaram de promoção do filme durante festival de cinema. Longa compete ao prêmio Palma de Ouro. Os atores Brad Pitt e Leonardo DiCaprio acompanham o diretor Quentin Tarantino durante chegada ao tapete vermelho do Festival de Cannes, onde foi apresentado o longa “Era uma vez em... Hollywood” Alberto PIZZOLI / AFP Quentin Tarantino não decepcionou: seu aguardado filme, "Era uma vez em... Hollywood", com um elenco estrelado encabeçado por Brad Pitt e Leonardo DiCaprio, foi recebido nesta terça-feira (21) com uma longa ovação e críticas entusiasmadas no Festival de Cannes. Era o momento mais aguardado da mostra iniciada há uma semana: Tarantino, Pitt e DiCaprio pisaram no tapete vermelho da La Croisette recebidos como heróis, aclamados pelo público que os aguardava desde as primeiras horas da manhã. O cineasta e os dois atores, pela primeira vez juntos em um filme, posaram, elegantes em seus smokings, ao lado da colega de elenco, a atriz Margot Robbie, vestindo um conjunto de lantejoulas com calça preta e top branco, arrematado por uma flor rosa. O filme, que compete pela Palma de Ouro, é "feito de lembranças, um pouco como 'Roma', que foi um filme de memórias para (Alfonso) Cuarón", disse no tapete vermelho Tarantino, ao lado da esposa, a cantora israelense Daniella Pick. Margot Robbie, Quentin Tarantino, Leo DiCaprio, Brad Pitt chegam ao Festival de Cannes A película de 2h45, rodada em 35 mm, é ambientada na Los Angeles de 1969. Conta a história de Rick Dalton (DiCaprio), astro de westerns da televisão, seu dublê nas cenas de ação (Pitt) e a vizinha dele, a atriz Sharon Tate (Robbie). Al Pacino, Dakota Fanning, Bruce Lee e Steve McQueen também integram o elenco. Ao final da projeção, o público ficou de pé e aplaudiu Tarantino por vários minutos, 25 anos depois dele ter recebido a Palma de Ouro por "Pulp Fiction - Tempo de Violência". Pitt estava visivelmente emocionado, enquanto a atriz britânica Tilda Swinton, que não atua no filme, tampouco pôde conter as lágrimas. "Nos vemos na La Croisette!", disse Tarantino ao público, após agradecer o apoio dos espectadores. "Brilhante" Parte da crítica internacional fez suas primeiras avaliações de que este é um dos melhores filmes de Tarantino em anos. Um crítico do jornal britânico The Guardian o qualificou como "uma brilhante comédia de humor negro". O site especializado Deadline avaliou que Tarantino "nasceu para fazer este filme", "glorioso" e "divertidíssimo". Assista ao trailer de 'Era uma Vez em...Hollywood' Cannes "mudou a vida" do diretor americano, de 56 anos. "Vim primeiro com 'Cães de Aluguel', como pequeno cineasta independente, e depois dei a volta ao mundo". Também no tapete vermelho, Pitt se desmanchou em elogios a Tarantino. "É um prazer trabalhar com ele, não pode ser comparado a ninguém (...) Conhece de forma exaustiva o cinema" e o filme para ele é "uma carta de amor a Hollywood, a Los Angeles". No filme, "interpretamos dois atores que tentam encontrar seu lugar em um mundo que está mudando", afirmou DiCaprio, cuja namorada, a atriz argentina Camila Morrone, também assistiu à projeção. Tarantino pediu na véspera que os espectadores não revelassem o conteúdo do filme. "Gosto do cinema. Vocês gostam do cinema. Uma história está a ponto de ser descoberta pela primeira vez (...) Os atores e a equipe trabalharam duro para criar algo original, e só peço que cada um evite revelar qualquer coisa que impeça futuros espectadores de viver a mesma experiência com o filme", escreveu em uma carta publicada em sua conta no Twitter. Palma dupla? A história de Tarantino em Cannes é repleta de cenas memoráveis, a começar pela Palma de Ouro entregue por Clint Eastwood há 25 anos por "Pulp Fiction". Ao receber o prêmio, entre aplausos e assobios, o cineasta americano levantou o dedo médio para uma mulher que gritou, "Que merda! Não, mas que merda!". Dez anos depois, o cineasta voltou à La Croisette para apresentar "Kill Bill vol.2" fora da competição. Com "Bastardos Inglórios", voltou a disputar a Palma de Ouro em 2009, mas desta vez o prêmio ficou com o austríaco Michael Haneke por "A Fita Branca". No entanto, ele aprontou uma das suas no tapete vermelho, ao dançar com a atriz francesa Mélanie Laurent. Em 2014, também arriscou uns passos com Uma Thurman pelos 20 anos de "Pulp Fiction". No próximo sábado (25), o diretor pode passar a fazer parte do seleto grupo de cineastas com duas Palmas de Ouro, somando-se a Bille August, Francis Ford Coppola, Luc e Jean-Pierre Dardenne, Michael Haneke, Shohei Imamura, Emir Kusturica e Ken Loach. Pedro Almodóvar e Terrence Malick, entre outros cineastas, também disputam o prêmio máximo do festival.
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'Toy Story 4' ganha novo trailer; ASSISTA

G1 - Cinema - 21 Maio, 2019 - 14:50
Animação tem lançamento previsto para 21 de junho e conta com direção de Josh Cooley. 'Toy Story 4' ganha novo trailer; ASSISTA "Toy Story 4" ganhou seu segundo trailer nesta terça-feira (21). A animação tem data de lançamento mundial prevista para 21 de junho. O novo trailer resume um pouquinho da nova história, contando que "Woody sempre foi confiante sobre seu lugar no mundo e que sua prioridade é o cuidado de suas crianças, seja Andy ou Bonnie. Mas quando Bonnie um relutante novo brinquedo chamado 'Forky' no quarto, uma aventura pela longa estrada junto com novos amigos vai mostrar a Woody quão grade o mundo pode ser para um brinquedo". As imagens mostram os brinquedos em apuros em busca de "Forky". “Toy Story 4” tem direção de Josh Cooley e produção de Jonas Rivera e Mark Nielsen. O primeiro trailer da animação foi divulgado em março. O vídeo trouxe a primeira aparição do novo brinquedo ao grupo.
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Elle Fanning desmaia durante jantar no Festival de Cannes

G1 - Cinema - 21 Maio, 2019 - 13:59

Atriz chegou a cair da cadeira e foi ajudada pela irmã, Dakota Fanning. No Instagram, ela explicou que o vestido estava apertado demais. Elle Fanning durante jantar do Chopard Trophee no festival de Cannes Vianney Le Caer/Invision/AP Elle Fanning levou um susto durante o jantar do Trophée Chopard, um dos prêmios do Festival de Cannes, na noite desta segunda-feira (20). A atriz, que integra o júri do festival este ano, caiu da cadeira após desmaiar. Segundo a revista Variety, no momento em que o diretor Thierry Fremaux convidava o ator Francois Civil para subir ao palco, Elle passou mal e caiu. A atriz estava bem perto da irmã, Dakota Fanning, que a ajudou antes da chegada da equipe de segurança. De acordo com relatos de testemunhas, a cerimônia foi pausada e o silêncio tomou conta do local. Em seu Instagram, Elle explicou através de uma hashtag que o motivo do desmaio foi o vestido apertado demais. Initial plugin text “Ops, tive um desmaio hoje com meu vestido Prada da década de 50, mas está tudo bem! Vestido apertado demais”. Nesta terça-feira (21), Elle retornou ao tapete vermelho do Festival de Cannes e posou para os fotógrafos durante o lançamento do filme de Tarantino “Era uma vez em... Hollywood”. Elle Fanning retorna ao tapete vermelho de Cannes após desmaiar em jantar de premiação do evento Joel C Ryan/Invision/AP
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Maradona critica documentário sobre própria vida e pede que fãs não assistam

G1 - Cinema - 21 Maio, 2019 - 12:03

Campeão mundial ficou incomodado com o uso da palavra 'vigarista' no cartaz do filme. Aguardado no Festival de Cannes, ex-jogador não apareceu. Diego Maradona em novembro de 2018 Reprodução/Reuters Diego Maradona criticou o novo documentário sobre sua vida e recomendou às pessoas que não o vejam quando estrear no mês que vem. Os cartazes do filme de duas horas sobre o polêmico ex-atacante argentino dizem: "Diego Maradona - Rebelde, Herói, Vigarista e Deus", e o campeão mundial ficou incomodado com o uso da palavra "vigarista". "Joguei futebol e ganhei meu dinheiro correndo atrás da bola. Não extorqui ninguém", disse Maradona em uma entrevista à rede Univisión, na terça-feira. "Se eles querem atrair o público assim, estão equivocados... O título não me agrada, e se o título não me agrada, o filme não me agradará. Não vão vê-lo", acrescentou. Maradona não gostou de cartaz de filme Reprodução/Instagram O diretor Asif Kapadia, que realizou os documentários premiados "Amy" e "Senna", já havia dito que Maradona não havia visto o filme e reconheceu que estava interessado na reação do astro quando o visse. "Estamos lidando com arquivos muito antigos, haverá muitas imagens que ele mesmo não viu de si mesmo, de sua família, de seus filhos", disse Kapadia à Reuters em uma entrevista. "Então acho que será muito comovente para ele". Maradona, que atualmente é técnico do Dorados, do México, perdeu a pré-estreia da produção no Festival Internacional de Cinema de Cannes no domingo. Na ocasião, a produção do filme informou que o motivo da ausência foi "uma lesão no ombro que requer atenção médica". As críticas iniciais foram mistas. Alguns disseram que o filme se baseia em uma coleção de vídeos pessoais de Maradona e que traz cenas coloridas, mas que carece de impacto. "Não importa a quantidade de noticiários que nos mostrem ou o quão fascinantes sejam, toda essa realidade fragmentada não consegue ajudar a revelar o que há dentro do homem em seu centro", disse a revista Variety. O documentário estreará nos cinemas em 14 de junho.
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