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Filme de Kevin Spacey estreia com bilheteria de US$ 618 nos EUA

G1 - Cinema - 20 Agosto, 2018 - 22:55

Revista estima que cerca de seis pessoas compareceram a cada um dos 11 cinemas que exibem 'Billionaire Boys Club', novo filme do ator acusado de abuso sexual, no fim de semana. Kevin Spacey em cena de 'Billionaire Boys Club' Divulgação O novo filme de Kevin Spacey, que caiu em desgraça após várias denúncias de abuso sexual, já é um estrondoso fracasso de bilheteria, e não conseguiu chegar aos US$ 1 mil em sua estreia. "Billionaire Boys Club", um drama baseado em uma história real, no qual Spacey contracena com Ansel Elgort ("Em Ritmo de Fuga") e Taron Egerton ("Kigsman: serviço secreto"), estreou na sexta-feira (17) em 11 cinemas dos Estados Unidos com uma arrecadação de apenas US$ 126 e fechou o domingo com US$ 618, segundo cifras de veículos especializados. Ficou a anos-luz de distância de "Podres de ricos", filme que lidera a bilheteria na América do Norte, segundo cifras consolidadas da empresa especializada Exhibitor Relations. "Billionaire Boys Club" não aparece sequer na lista de 82 filmes em cartaz nos Estados Unidos. O estúdio Vertical Entertainment "certamente não queria a imprensa negativa e as cifras vazaram por um serviço de um rastreamento", explicou à AFP Jeff Bock, analista sênior da empresa, que publica cifras oficiais. Este é o primeiro filme do duas vezes ganhador do Oscar desde que o ator virou alvo de acusações de agressão e assédio sexual no âmbito do movimento #MeToo. O Vertical, que lançou o filme primeiro em vídeo em julho, defendeu a estreia apesar de ter Spacey no elenco. "Esperamos que estas acusações angustiantes relacionadas com o comportamento de uma pessoa, que não eram de conhecimento público na época das filmagens, há dois anos e meio, e que atingem alguém que teve um papel coadjuvante em 'Billionaire Boys Club', não ofusquem o lançamento do filme", manifestou-se o estúdio. "Se colocarmos o preço médio do ingresso a US$ 9,27, isso quer dizer que umas seis pessoas compareceram em cada cinema", destacou a revista especializada "The Hollywood Reporter". "E este é, de longe, o pior resultado na carreira de Spacey". As acusações de abuso contra Spacey lhe custaram o papel na série "House of Cards", na qual foi protagonista. Ele também foi eliminado das últimas cenas do último filme de Ridley Scott, "Todo o dinheiro do mundo", no qual foi substituído por Christopher Plummer. Ele também é investigado em Londres - onde dirigiu The Old Vic Theatre entre 2004 e 2015 -, Los Angeles e Nantucket, um luxuoso balneário de Boston, mas até agora não foi denunciado na Justiça.
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'Megatubarão' lidera bilheterias brasileiras pela segunda semana seguida

G1 - Cinema - 20 Agosto, 2018 - 14:25

Coprodução americana e chinesa sobre animal pré-histórico gigante arrecadou R$ 5,4 milhões milhões entre quinta-feira e domingo e deixou 'O protetor 2' em segundo lugar. Cena do filme 'Megatubarão' Divulgação "Megatubarão", coprodução americana e chinesa sobre um animal pré-histórico gigante, ficou na liderança das bilheterias dos cinemas no Brasil pelo segundo final de semana seguido. Entre quinta-feira (16) e domingo (19), o filme arrecadou R$ 5,4 milhões e vendeu 317,2 mil ingressos. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20) pela comScore, empresa que monitora o mercado. Com suas semanas em cartaz, o longa, que estreou em 9 de agosto com R$ 7,8 milhões, soma R$ 16,9 milhões e 1 milhão de ingressos vendidos. Em segundo lugar no final de semana ficou a estreia "O protetor 2", estrelado por Denzel Washington, que retoma o personagem da série dos anos 1980 na pele de um ex-agente da CIA aposentado. O longa – espetáculo de sangue e violência com direção de Anoine Fuqua – arrecadou R$ 4,6 milhões e vendeu 262,6 mil ingressos. Para completar o pódio, veio "Missão: Impossível – Efeito fallout". Este sexto filme da rentável franquia protagonizada por Tom Cruise fez no final de semana R$ 2,7 milhões, com 144,5 mil ingressos vendidos. Veja, abaixo, o top 10 no Brasil entre 16 e 19 de agosto: "Megatubarão" – R$ 5,4 milhões "Protegor 2" – R$ 4,6 milhões "Missão: Impossível – Efeito fallout" – R$ 2,7 milhões "Hotel Transilvânia 3" – R$ 1,7 milhões "Mamma Mia: Lá vamos nós de novo!" – R$1,6 milhões "Christopher Robin – Um reencontro inesquecível" – R$ 1,5 milhões "Os incríveis 2" – R$ 1,3 milhões "Mentes sombrias" – R$ 1,2 milhões "Vidas à deriva" – R$ 671,7 mil "Fátima, o último mistério" – R$ 300,3 mil
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Carro de James Bond em filme de 1964 será reproduzido ao custo de R$ 13,8 milhões cada

G1 - Cinema - 20 Agosto, 2018 - 12:26

Modelo Aston Martin não tem autorização para rodar nas ruas e apenas 25 unidades serão produzidas. DB5 original participou de "007 - Contra Goldfinger", com Sean Connery. Aston Martin DB5 usado em 007 contra Golfinger REUTERS/Benoit Tessier A Aston Martin anunciou que vai produzir 25 unidades do DB5 utilizado no filme "007 - Contra Goldfinger", de 1964. Além do visual clássico, o modelo virá equipado com os dispositivos criados para James Bond no filme. Com as entregas previstas para 2020, cada unidade custará 2,75 milhões de libras, o que é equivalente a R$ 13,8 milhões. A má notícia é que as réplicas não foram feitas para rodar nas ruas, ou seja, não têm autorização legal para serem emplacadas. Para recriar os detalhes do carro do agente secreto, a empresa trabalhou em parceria com a produtora do filme. Sean Connery e o Aston Martin DB5, de 1964, nas gravações de "007 - Contra Goldfinger" Aston Martin/Divulgação No entanto, quais "brinquedos" do 007 estarão presentes nas réplicas ainda não foram divulgados pela montadora. Vale lembrar que o DB5 original utilizado por Sean Connery no filme tinha telefone (com fio) escondido, escudo à prova de balas, radar e até lanças saindo das rodas. Interior do Aston Martin DB5 usado nas filmagens de 007 na década de 1960 REUTERS/Benoit Tessier Em 2010, uma unidade do DB5 que participou das filmagens foi vendida por R$ 6,8 milhões em um leilão. Como opção aos fãs do filme, existe uma réplica mais acessível do DB5 do 007 feita de Lego. Lego faz réplica de Aston Martin utilizado no filme "007 - Contra Goldfinger" Lego/Divulgação Motor de 282 cavalos O DB5 tem motor de 6 cilindros em linha e 3.995 cc de cilindrada. De acordo com a montadora, ele remde 282 cavalos de potência e faz de 0 a 100 km/h em 7,1 segundos. Sua velocidade máxima é de 238 km/h.
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Atores de 'Harry Potter' se provocam na internet

G1 - Cinema - 20 Agosto, 2018 - 11:48

Tom Felton e Matthew Lewis usaram o Instagram para reavivar rixa entre Sonserina e Grifinória. Draco Malfoy e Neville Longbottom. Reprodução / Instagram Tom Felton e Matthew Lewis usaram o Instagram para se provocar neste domingo e reavivar a rixa entre seus perosnagens na série "Harry Potter". Na história, Lewis interpreta Neville Longbottom, aluno da Grifinória, mesma escola do protagonista. Já Felton interpreta Draco Malfoy, aluno da Sonserina e principal rival de Harry. Embora as duas casas sejam rivais, os atores são bons amigos fora das telas. Na brincadeira deste domingo no Instagram, Felton aparece entregando uma mochila da Sonserina a Lewis. Na legenda, ele diz: "Veja o quão perto ele estava de se converter". Lewis revidou com uma foto quase idêntica em que diz: "Tire suas patas da Sonserina de cima de mim, seu maldito macaco sujo". A legenda também brinca com outro papel de Felton. Após autar em "Harry Potter", o ator participou do filme "Planeta dos Macacos: A Origem". Initial plugin text Initial plugin text
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Danny DeVito vai receber prêmio por sua carreira no Festival de San Sebastián

G1 - Cinema - 20 Agosto, 2018 - 09:38

Evento, que acontece em setembro, também vai homenagear o diretor japonês Hirokazu Kore-eda, vencedor da Palma de Ouro em Cannes este ano com o filme 'Shoplifters'. O ator Danny DeVito posa ao lado de sua estrela recém-inaugurada na Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles. Mario Anzuoni /Reuters O americano Danny DeVito será reconhecido com o prêmio honorário Donostia no 66º Festival de Cinema de San Sebastián em setembro, anunciou a organização do evento. Conhecido por personagens como o Pinguim de "Batman: O Retorno" ou o gêmeo de Arnold Schwarzenegger em "Irmãos Gêmeos", DeVito tem uma "trajetória de quase cinco décadas vinculada à interpretação no teatro, cinema e televisão, contando histórias como ator e diretor", afirma um comunicado divulgado pelo festival. Também produtor de longas-metragens premiados, o ator de 73 anos trabalhou com diretores como Milos Forman, Brian de Palma, Robert Zemeckis, Barry Levinson, Tim Burton, Francis Ford Coppola, Sofia Coppola e Todd Solondz. DeVito receberá o Prêmio Donostia em 22 de setembro e apresentará no Festival de San Sebastián o filme de animação "Pé Pequeno", no qual dubla um dos personagens. A edição 2018 do festival também concederá o Prêmio Donostia ao diretor japonês Hirokazu Kore-eda, vencedor da Palma de Ouro em Cannes este ano com o filme "Shoplifters".
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Comédia romântica 'Podres de ricos' surpreende nos EUA em meio à crise do gênero

G1 - Cinema - 20 Agosto, 2018 - 09:14

Filme com elenco quase todo asiático-americano arrecadou US$ 34 milhões em 5 dias no país, resultado acima das expectativas. Estreia no Brasil está marcada para 1º de novembro. Constance Wu e Henry Golding em cena de 'Podres de ricos' Divulgação A elogiada comédia romântica "Podres de ricos" estreou acima das expectativas nos Estados Unidos, com US$ 34 milhões em cinco dias. O filme foi lançado em 3.384 cinemas. Com um total de US$ 25,3 milhões apenas no fim de semana, a trama ficou perto de "Megatubarão", que arrecadou US$ 21,5 milhões em seu segundo final de semana. O suspense envolvendo um animal marinho gigante já arrecadou mais de US$ 84 milhões na América do Norte. Dirigido por Jon M.Chu, "Podres de ricos" é o primeiro filme da Warner Bros. Pictures em mais de 25 anos, desde "O clube da felicidade e da sorte" (1993), a ter um elenco quase todo asiático-americano. Ele teve um orçamento modesto, de US$ 30 milhões. O entusiasmo em torno da comédia tem sido grande. Ela que chega aos cinemas conforme Hollywood sofre pressões para apresentar maior diversidade em suas produções. O filme possui uma nota de 93% no agregador de críticas Rotten Tomatoes, e um conceito A no CinemaScore. No Brasil, a estreia está marcada para 1º de novembro. Gênero em crise "Podres de ricos" é a primeira comédia romântica em quase três anos (desde "Descompensada", de Amy Schumer) a estrear com mais de US$ 20 milhões em bilheterias. Nos anos recentes, o gênero tem lutado nas bilheterias. Recentemente, o remake de “Overboard” estreou com modestos US$ 14 milhões. Antes disso, “Sexy por acidente” arrecadou US$ 16 milhões. Outro lançamento, "22 milhas" estreou abaixo das expectativas, com US$ 13,6 milhões em 3.482 cinemas. Mark Wahlberg em '22 milhas' Divulgação A produção é a quarta colaboração entre o ator Mark Wahlberg e o diretor Peter Berg. A esperança é que o suspense repleto de ação gere uma franquia, mas isso ainda será analisado, dado o orçamento estimado entre US$ 30 e US$ 50 milhões. A última estreia do fim de semana, “Alfa”, conquistou US$ 10,5 milhões em 2.719 cinemas. Embora sua estreia tenha sido ligeiramente acima das projeções, o filme ainda precisa ganhar ritmo para justificar um orçamento de produção de US$ 50 milhões. Enquanto isso, a missão mais recente de Tom Cruise ainda se mostra lucrativa. "Missão: impossível - Efeito fallout" ficou em quarto lugar, junto a “Alfa”, com US$ 10,5 milhões em seu quarto final de semana, levando sua arrecadação na América do Norte para US$ 180 milhões.
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Asia Argento, ativista do movimento #MeToo, fez acordo de US$ 380 mil com jovem que a acusou de abuso, diz jornal

G1 - Cinema - 20 Agosto, 2018 - 08:15

Segundo o 'New York Times', acertp foi feito meses após a atriz e diretora italiana acusar o produtor Harvey Weinstein de estupro. 22/05 – A atriz e diretor Asia Argento posa para fotógrafos durante a première do filme ‘Incompresa’ no 67º Festival de Cannes AFP Photo/Valery Hache A atriz e diretora Asia Argento – uma das principais ativistas do movimento #MeToo e uma das primeiras a acusar o produtor Harvey Weinstein de estupro – fez um acordo de US$ 380 mil (cerca de R$ 1,5 milhão) com um jovem ator e músico americano que disse ter sido vítima de abuso sexual cometido por ela, informou neste domingo (19) o jornal americano "The New York Times". Segundo a reportagem, Jimmy Bennett afirmou que, em maio de 2013, esteve com Asia em uma suíte do hotel Ritz-Carlton, em Marina Del Rey, na Califórnia. Lá, ela teria lhe dado álcool e, em seguida, os dois teriam feito sexo. Na época, Bennett tinha 17 anos de idade. Pelas leis da Califórnia, a idade mínima para sexo consentido é 18 anos. Já Asia tinha 37. Atualmente, Bennett tem 22 anos, e Asia, 42. Os dois se conhecem desde que trabalharam juntos no filme no filme "Maldito coração" (2004), dirigido e protagnizado por Asia. No longa, Bennett interpreta o filho de Asia. Ainda segundo o "New York Times", inicialmente o músico e ator pediu US$ 3,5 milhões em razão de danos causados por "sofrimento emocional inflingido intencionalmente, salários não recebidos e agressão". O acordo entre Asia e Bennett foi assinado meses após a atriz e diretora ter acusado Harvey Weinstein estupro. Durante a cerimônia de premiação do Festival de Cannes, na França, ela fez um discurso contra ele e declarou: "Em 1997, aqui mesmo em Cannes, fui estuprada pelo produtor Harvey Weinstein". A acusação e o acordo envolvendo Asia e Bennett aparecem em documentos de advogados da atriz e do ator e músico. Esses documentos foram enviados ao "New York Times" por um email criptografado por uma fonte não identificada e inclui uma selfie dos dois deitados em uma cama. A imagem data de 9 de maio de 2013. Segundo o jornal, três pessoas que têm conhecimento do caso afirmam que os documentos são autênticos. O jornal informou que tentou contato com representantes e advogados de Asia Argento, mas não tiveram retorno. Bennett também não concordou em dar entrevista. Por de seu advogado, ele disse que "continuará fazendo o que ele tem feito nos últimos meses e anos, focando em sua música".
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Emma Thompson quer mais oportunidade de papéis para mulheres mais velhas em filmes

G1 - Cinema - 17 Agosto, 2018 - 07:46

Aos 59 anos, atriz britânica diz que homens não têm esse tipo de problema na profissão: 'É algo que ainda não mudou corretamente'. Emma Thompson durante lançamento de filme em Londres Anthony HARVEY / AFP A atriz britânica vencedora do Oscar Emma Thompson, que agora estrela aos 59 anos como uma juíza do Tribunal de Família no drama “The Children Act”, disse nesta quinta-feira (16) que mulheres mais velhas ainda precisam de mais oportunidades em filmes. Conhecida por dramas de época como “Retorno a Howard's End” e “Razão e Sensibilidade”, Thompson interpreta uma juíza que luta com uma decisão legal enquanto precisa lidar com problemas em seu casamento.     No evento de pré-estreia do filme, Thompson disse ter sido atraída pelo papel de uma mulher que ganhou poder em um “bastião muito masculino”.     “Eu nunca vi uma história sobre uma juíza, e eu acho que nosso mundo patriarcal, quando você escuta a palavra juiz, você automaticamente pensa ‘é um homem’”, disse Thompson.     Ela também disse que a falta de bons papéis para mulheres mais velhas em filmes continua sendo um problema.     “Homens não têm qualquer problema com isto”, disse Thompson. “É algo que ainda não mudou corretamente”.     “Nós estamos vendo alguns novos papéis realmente bons e interessantes, então é preciso ter esperança”, acrescentou.
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Festival de Veneza gera protestos de feministas pela ausência de mulheres

G1 - Cinema - 16 Agosto, 2018 - 16:49

Diretor artístico disse que 21% dos filmes submetidos à seleção foram dirigidos por mulheres, mas apenas um ('The Nightingale', de Jennifer Kent) ficou na lista oficial. Painel da 74ª edição do Festival de Cinema de Veneza, realizada no ano passado AP Photo/Domenico Stinellis Associações feministas se reuniram para criticar a programação da próxima edição do Festival Internacional do Filme de Veneza, que começa dia 29 de agosto. Uma carta aberta foi enviada ao diretor da Mostra, Alberto Barbera, para contestar a pouca representatividade de mulheres na programação do mais antigo festival de cinema do mundo. A carta, datada de 10 de agosto, foi assinada por várias associações feministas europeias. No texto, grupos como European Women's Audiovisual Network, Women in Film & TV International, WIFT Nordic, WITF Sweden e Swiss Women's Audiovisual Network reagem à falta de mulheres na seleção oficial da 75ª edição da Mostra de Veneza. Eles também comentam declarações de Barbera sobre o assunto. Em julho, quando surgiram as primeiras críticas após a divulgação dos filmes selecionados, o diretor artístico do evento disse que sua escolha se baseava “na qualidade dos filmes, e não no sexo do diretor”. Só uma mulher diretora na competição Segundo ele, 21% dos filmes submetidos ao processo de seleção foram dirigidos por mulheres, mas apenas um ("The Nightingale", de Jennifer Kent) ficou na lista oficial. Na edição anterior, dos 21 filmes em competição, apenas uma diretora, a chinesa Vivian Qu, foi escolhida, com Angels Wear White. Desde de 2010 nenhuma edição contou com mais de quatro filmes dirigidos por mulheres, entre os cerca de 20 longas em competição. “Se começarem a impor quotas, eu peço as contas”, declarou Barbera em julho. “As cotas não impedem a meritocracia. Elas ajudam a ampliar o espectro dos candidatos”, responderam as associações na carta enviada aos organizadores do festival. Os signatários denunciam não apenas as declarações de Barbera, mas também o funcionamento do sistema audiovisual. O texto insiste que todas as decisões da indústria cinematográfica são tomadas a partir do prisma feminino. Os organizadores da Mostra não responderam à carta das associações. Veja lista de filmes na competição oficial da Mostra de Veneza: O Primeiro Homem, de Damien Chazelle The Mountain, de Rick Alverson Doubles Vies, de Olivier Assayas The Sisters Brothers, de Jacques Audiard The Ballad of Buster Scruggs, de Ethan e Joel Coen Vox Lux, de Brady Corbet 22 July, de Paul Greengrass Roma, de Alfonso Cuaron Suspiria, de Luca Guadagnino Werk Ohne Autor, de Florian Henckel Von Donnersmarck The Nightingale, de Jennifer Kent The Favourite, de Yorgos Lanthimos Peterloo, de Mike Leigh Capri-Revolution, de Mario Martone What You Gonna Do When The World’s On Fire?, de Roberto Minervini Sunset, de Laszlo Nemes Frères Ennemis, de David Oelhoffen Nuestro Tiempo, de Carlos Reygadas At Eternity’s Gate, de Julian Schnabel Acusada, de Gozalo Tobal Killing, de Shinya Tsukamoto
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'O Protetor 2', 'Christopher Robin', sobre Ursinho Pooh, e brasileiro 'Unicórnio' chegam aos cinemas

G1 - Cinema - 16 Agosto, 2018 - 06:00
'O Protetor 2', com Denzel Washington, e comédia brasileira 'Como é Cruel Viver Assim' também entram em cartaz. Assista a trailers. Da fofura do Ursinho Pooh à ação de "O Protetor 2", com Denzel Washington, veja abaixo quais são as estreias da semana nos cinemas. A programação recebe também dois filmes brasileiros: a comédia "Como é Cruel Viver Assim" e "Unicórnio", baseado em dois contos de Hilda Hilst. "O PROTETOR 2" Denzel Washington é a melhor razão para assistir às duas horas de “O Protetor 2”. O ator retoma o personagem, originalmente de um seriado dos anos de 1980, e protagoniza um espetáculo de sangue e violência, a partir de um roteiro frouxo e uma direção segura de Antoine Fuqua. Washington é Robert McCall, um ex-agente da CIA que, mesmo aposentado, anonimamente ajuda as pessoas em risco. Ele é, aparentemente, o único capaz de deter cinco homens armados apenas com sopapos e pontapés. A primeira parte do filme acompanha esses pequenos serviços, até que um crime ligado ao seu passado ocorre, e ele se envolve na investigação. A partir desse momento, o longa se torna genérico – uma espécie de versão de “Duro de Matar” com orçamento mais gordo. O personagem diz estar atrás de justiça, mas o que ele faz é bem pior – vingança pura e crua. Na era dos extremos em que vivemos, sanguinolência parece ser o grande espetáculo. (Reuters) "CHRISTOPHER ROBIN – UM REENCONTRO INESQUECÍVEL" Trailer de "Christopher Robin: Um reencontro inesquecível" Adultos provavelmente sairão do cinema mais emocionados que crianças ao assistirem a "Christopher Robin: Um reencontro inesquecível", filme com atores sobre o Ursinho Pooh. Estranhamente sombria para os padrões da Disney, a trama mostra como é triste crescer. Robin (Ewan McGregor), que dá nome ao filme, é o imaginativo dono do ursinho. Ele é o responsável por criar o mundo de aventuras de Pooh e seus amigos no Bosque dos Cem Acres, um lugar de mel e preguiça, onde as melhores coisas acontecem quando não há nada para fazer. Essa é a face do personagem na primeira parte da história, quando dá adeus aos companheiros animais antes de ir para um internato. Leia a crítica completa. "UNICÓRNIO" 'Unicórnio', filme com Patrícia Pillar e Lee Taylor, ganha trailer; veja A obra do cineasta Eduardo Nunes é um ser peculiar e único no cinema brasileiro – tal como o título de seu mais novo trabalho, “Unicórnio”. Dono de uma carreira de curtas e o longa “Sudoeste”, o diretor, mais do que contar histórias, filma estados da natureza e de espírito. Inspirado em dois contos de Hilda Hilst, o filme explode com cores saturadas e uma natureza que não define espaço, nem tempo. Ao centro, uma adolescente (Barbara Luz) que vive num lugar cercado de colinas, isolada com a mãe (Patrícia Pillar), esperando o pai (Zécarlos Machado), que sumiu. A chegada de um forasteiro (Lee Taylor) rompe o equilíbrio, quando ele e a mulher parecem fazer um jogo de sedução. O filme é, ao mesmo tempo, uma fantasia e uma investigação sobre o arcaísmo que resiste à mudança do mundo. Pode não ser um longa de fácil assimilação, mas o que ele tem a oferecer aos que se entregam é recompensador. (Reuters) "TROCA DE RAINHAS" Coprodução franco-belga que concorreu ao prêmio César de filme estrangeiro, “Troca de Rainhas”, de Marc Dugain, adapta romance de Chantal Thomas para retratar episódio histórico, ocorrido entre França e Espanha, em 1721. Após anos de guerra contra a Espanha, o regente francês Philippe d’Orléans (Olivier Gourmet) tenta fortalecer os laços com aquele país propondo um intercâmbio de casamentos: sua própria filha, Louise-Elisabeth (Anamaria Vortolomei), com o herdeiro espanhol, Luís (Kacey Mottet Klein) e o rei francês, o menino Louis XV (Igor van Dessel), de 11 anos, com a princesinha espanhola Mariana Vitória (Juliane Lepoureau), de apenas 4 anos (no filme, no entanto, ela é mais velha do que no evento histórico, embora ainda uma criança que brinca de bonecas). É o tipo do filme de época que respira, com personagens atravessados por sentimentos e contradições humanos, ao mesmo tempo que embrenhados em dilemas políticos. O próprio rei da Espanha, o francês Felipe V (Lambert Wilson), neto de Louis XIV, manifesta seus conflitos com a falta de liberdade a que estão submetidos mesmo soberanos como ele. (Reuters) "COMO É CRUEL VIVER ASSIM" Em “Como é Cruel Viver Assim”, a diretora Julia Rezende deixa de lado as comédias românticas – como “Meu Passado me Condena” – para aventurar-se num outro gênero: a tragicomédia, aliás, com resultado bem superior. Os personagens formam um grupo de gente sem dinheiro, nem perspectivas na vida ou noção de qualquer coisa, que pretende enriquecer com um sequestro. Clívia (Fabiúla Nascimento) quer casar, mas seu namorado Vladimir (Marcelo Valle) está desempregado. A ideia do sequestro parte da amiga Regina (Debora Lamm), uma babá que sugere raptarem o antigo patrão. Une-se a eles um vizinho desajeitado (Silvio Guindane). O plano é mirabolante, mas o grupo acredita que não é difícil. O humor parte, exatamente, da falta de habilidade ou bom senso dos personagens. Os diálogos são ligeiros, o que não esconde a origem teatral do texto. Mas Rezende supera o que poderia ser um empecilho e cria uma comédia ágil e, ao mesmo tempo, melancólica. (Reuters)
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Michael Caine explica final de 'A Origem' após 8 anos de debates de fãs: 'Se eu estiver na cena, é a realidade'

G1 - Cinema - 15 Agosto, 2018 - 13:58

Ator de 85 anos falou do filme durante evento em Londres e contou sobre conversa com diretor Christopher Nolan. Michael Caine e Leonardo DiCaprio em 'A Origem' Divugalção Michael Caine pode ter esclarecido o final de "A Origem", filme de 2010. Durante o festival Film 4 Summer Screen, em Londres, o ator de 85 anos deu a entender que a cena final era realidade. O momento em que o personagem de Leonardo DiCaprio abraça seus filhos não seria um sonho. A cena final do filme de Christopher Nolan havia deixado as duas possibilidades no ar. Nolan teria falado com Caine quais cenas do filme eram reais e quais estavam na imaginação dos personagens. “Quando recebi o roteiro de 'A Origem', fiquei um pouco confuso”, Caine comentou a uma multidão durante o evento. "Eu disse: 'Quando é o sonho e quando é a realidade?' Ele [Nolan] disse: 'Bem, quando você está na cena, é realidade'. Então fiquem com essa: Se eu estiver na cena, é a realidade. Se não estou, é um sonho". O final de "A Origem" sempre foi motivo de debates dos fãs, com o mistério sobre se a cena final era real ou se estava ocorrendo no sonho do personagem principal, Dom Cobb (DiCaprio). Na cena, Cobb aparece com seus filhos e o personagem de Caine. Por isso, seria real. Como era a história de 'A Origem'? Na trama, Dom Cobb é um expert em espionagem industrial conhecido como "extrator" (alguém capaz de entrar mente de outras pessoas e roubar sonhos e segredos que vagam por seus pensamentos). Cobb torna-se um fugitivo internacional. Sua chance de virar o jogo surge na proposta de uma missão arriscada. Caso dê certo, ela poderá livrar sua pele. Com uma estrutura complicada, que dá saltos entre realidade e ficção e passado e presente, Nolan dirigeiu um roteiro que gerou muitos debates dos fãs.
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Disney enfrenta críticas a 'estereótipos' de 1º personagem abertamente gay

G1 - Cinema - 14 Agosto, 2018 - 17:47

Reportagem do 'The Sun' afirma que personagem de Jack Whitehall em 'Jungle Cruise' será 'extremamente afetado' e 'muito afeminado'. Empresa não confirmou informações. Jack Whitehall em cena da série 'Bounty hunters' Divulgação A Disney está enfrentando indignação após a publicação de reportagem sugerindo que o primeiro personagem abertamente gay do estúdio em um filme, interpretado pelo ator Jack Whitehall, será "extremamente afetado" e "muito afeminado". Ativistas de direito LGBT disseram que a companhia arrisca estragar um momento determinante ao "explorar sentidos figurados negativos e clichês sobre pessoas homossexuais" em "Jungle Cruise", um filme de ação que se passa no século 19. A Disney não confirmou a reportagem publicada no jornal britânico "The Sun", e nenhum representante da companhia estava disponível de imediato para comentar. "Um público cada vez mais diverso tanto quer como espera se ver e ouvir refletido autenticamente", disse Giovanni Bienne, chefe do comitê de igualdade LGBT do sindicato de atores britânicos. O jornal "The Sun" disse que Whitehall, que é heterossexual, irá interpretar um homem "afeminado" no filme, estrelado por Dwayne "The Rock" Johnson e Emily Blunt. A indústria cinematográfica tem enfrentado crescentes reivindicações para representar uma maior diversidade de personagens nas telas e reportagens sobre o papel de Whitehall desencadearam críticas nas redes sociais. "No melhor caso, esses estereótipos são cansativos, no pior, são prejudiciais e homofóbicos", disse Callum Jackson, de 25 anos, em publicação no Twitter. "Ao ter representações irreais e unilaterais de qualquer comunidade, se força membros dessa comunidade a agir, pensar e sentir de acordo com algumas linhas", disse à Thomson Reuters Foundation. "Isso leva a problemas de autoaceitação e a sentir-se marginalizado de sua comunidade". Alguns também expressaram decepção com a escolha de um ator heterossexual para interpretar o papel. "Nós receberíamos muito bem a decisão da Disney de indicar um ator gay para interpretar o papel", disse porta-voz do sindicato da mídia e entretenimento britânico Bectu.
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Harvey Weinstein enfrentará ação civil de atriz que o acusa de tráfico sexual

G1 - Cinema - 14 Agosto, 2018 - 16:16

Kadian Noble acusa produtor de convidá-la para um quarto de hotel na França e a agredi-la sexualmente em 2014. O produtor de Hollywood Harvey Weinstein, acusado por ao menos 75 mulheres de estupro e/ou assédio, se entrega para a polícia em Nova York Mike Segar/Reuters O produtor de cinema Harvey Weinstein terá que enfrentar uma ação civil de uma atriz britânica que o acusou de violar leis contra o tráfico sexual ao convidá-la para um quarto de hotel na França e a agredir sexualmente, decidiu um juiz federal dos Estados Unidos nesta terça-feira (14). O juiz Robert Sweet, de Manhattan, negou nesta terça-feira uma moção de Weinstein pedindo a rejeição da ação civil, que foi apresentada no ano passado por Kadian Noble. O magistrado disse que, embora o caso "não seja uma ação arquetípica de tráfico sexual, as alegações estabelecem plausivelmente" que Weinstein violou a Lei de Proteção de Vítimas do Tráfico federal. Os advogados de Weinstein e Kadian não foram encontrados de imediato para comentarem. Kadian é uma de mais de 70 mulheres, a maioria jovens atrizes e funcionárias da indústria de cinema, que acusaram Weinstein de crimes sexuais, incluindo estupro, em uma série de incidentes que cobrem décadas. Weinstein, que era uma das figuras mais poderosas de Hollywood antes de as acusações virem à tona em outubro de 2017, também enfrenta acusações criminais de estupro e agressão sexual em uma corte estadual de Manhattan devido a alegações feitas por três outras mulheres. Ele disse jamais ter feito sexo não-consensual. De acordo com a ação civil de Kadian, Weinstein "conseguiu forçar ou coagir Kadian a realizar atividades sexuais em seu quarto de hotel por lhe prometer um papel em um filme e usar influência a seu favor" em Cannes, na França, em 2014. Os advogados de Weinstein argumentaram que o caso deve ser rejeitado porque as leis de tráfico sexual foram criadas para contemplar atos sexuais "comerciais", o que não inclui o suposto encontro porque Kadian não deu nada de valor. Eles disseram nos autos que permitir o prosseguimento do caso significaria que a lei cobre "todas as atividades sexuais que ocorrem entre adultos nas quais uma parte tem uma posição superior de poder e influência".
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