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'Nós', 'A cinco passos de você' e 'Chorar de rir' são estreias da semana; veja trailers

G1 - Cinema - 21 Março, 2019 - 06:01

Novo filme do diretor de 'Corra!' é destaque nesta quinta. 'Cine Holliúdy 2 - A chibata sideral' e 'O retorno de Ben' também chegam aos cinemas; G1 comenta em VÍDEO Quem gostou de "Corra!", filme que se tornou um marco do terror em 2017 com uma história sobre racismo, deve voltar ao cinema nessa semana para ver "Nós". O cardápio de estreias tem ainda o drama adolescente "A cinco passos de você" e a comédia nacional "Chorar de rir". "Cine Holliúdy 2 - A chibata sideral" e "O retorno de Ben" são outros destaques (o G1 comenta as principais estreias da semana no VÍDEO acima; saiba mais abaixo). Sai primeiro trailer do filme "Nós" 'Nós' Do diretor vencedor do Oscar Jordan Peele, o filme é situado nos dias atuais e apresenta a história de Adelaide Wilson (Lupita Nyong’o), mãe de família que viaja com marido e filhos para a casa de verão onde passou boa parte de sua infância. Lupita Nyong'o em cena de 'Nós' Divulgação A viagem, planejada para ser um descanso, subitamente se transforma em um pesadelo quando um trauma inexplicável volta a assombrar a protagonista. Ao cair da escuridão, os Wilson terão que enfrentar o mais terrível e improvável adversário: eles mesmos. Leia crítica. 'A cinco passos de você' Com roteiro de Mikki Daughtry e Tobias Iocanis, a trama apresenta a jovem Stella Grant (Haley Lu Richardson), com quase dezessete anos de idade. Lutando contra a fibrose cística, ela vive a maior parte de sua vida no hospital, onde encontra o charmoso Will Newman (Cole Sprouse), paciente com a mesma doença. O drama juvenil aborda a paixão instantânea entre os dois e os problemas de saúde que impedem que eles se aproximem. Stella ainda tenta ajudar Will, que se rebela contra seus tratamentos médicos. Trailer de 'Chorar de rir' 'Chorar de rir' Estrela do programa de TV "Chorar de rir”, Nilo Perequê (Leandro Hassum) é um grande nome da comédia no país. Quando ganha o prêmio de melhor comediante do ano, o humorista decide mudar radicalmente sua carreira e se dedicar totalmente ao drama, deixando sua família e seu empresário desesperados. Trailer Cine Holliúdy 2 - A Chibata Sideral 'Cine Holliudy 2: A chibata sideral' Pacatuba, interior do Ceará, 1980. A popularização da TV obriga Francisgleydisson (Edmilson Filho) a fechar seu adorado Cine Holliúdy e ir morar na casa da sogra, ao lado da esposa Maria das Graças (Miriam Freeland) e do filho Francin (Ariclenes Barroso). Após passar por uma experiência alienígena, na qual um amigo foi abduzido, ele tem a ideia de rodar um longa-metragem de ficção científica onde Lampião enfrenta os seres extra-terrestres. Para tanto, consegue o apoio do prefeito Olegário (Roberto Bomtempo) e de sua esposa Justina (Samantha Schmütz), candidata às próximas eleições. 'O retorno de Ben' Ben Burns (Lucas Hedges) é um problemático jovem que volta para a casa de sua família certa noite de Natal. Sua mãe preocupada, Holly (Julia Roberts), o recebe com todo amor, porém logo percebe que ele ainda pode trazer perigo para seu lar. Durante 24 horas que podem mudar sua vida para sempre, Holly deve fazer de tudo para impedir que sua família seja destruída.
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John David Washington, de 'Infiltrado na Klan', estrelará filme de Christopher Nolan

G1 - Cinema - 20 Março, 2019 - 11:28

Segundo revista, ator é a primeira novidade oficial do longa ainda sem título. Novo filme do diretor inglês chegará aos cinemas em julho de 2020. Adam Driver e John David Washington são os dois Rons Stallworths de 'Infiltrado na Klan' Divulgação O ator americano John David Washington, que se destacou por seu papel no filme "Infiltrado na Klan", protagonizará o novo longa-metragem do diretor Christopher Nolan, segundo informou nesta terça-feira a revista "Variety". Escolhido por Spike Lee para liderar o elenco de "Infiltrado na Klan", o ator também participou de filmes como "O Velho e a Arma" e "Monsters and Men" (ambos de 2018) e da série "Ballers", da HBO. A contratação de John David Washington é o primeiro detalhe divulgado sobre o novo projeto de Nolan, que está sendo desenvolvido sob o maior sigilo. O estúdio Warner Bros. informou em janeiro que o longa, ainda sem título, chegará aos cinemas dos Estados Unidos no dia 17 de julho de 2020. Nolan escreveu o roteiro, sobre o qual ainda não houve nenhuma revelação, e também trabalhará como produtor junto à esposa, Emma Thomas. Este será o 11º filme da carreira de Nolan, um dos cineastas mais influentes e populares do cinema contemporâneo, cujo último filme foi "Dunkirk" (2017), que faturou três estatuetas do Oscar: melhor montagem, melhor edição de som e melhor mixagem de som.
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'Once upon a time in Hollywood', novo filme de Tarantino, lança primeiro trailer; ASSISTA

G1 - Cinema - 20 Março, 2019 - 11:19

Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie protagonizam longa sobre fama e contracultura em 1969. Filme estreia em 26 de julho nos cinemas. Brad Pitt e Leonardo DiCaprio estrelam novo filme de Quentin Tarantino, 'Once upon a time in Hollywood' Divulgação "Once upon a time in Hollywood" ("Era uma vez em Hollywood"), nono filme de Quentin Tarantino, ganhou seu primeiro trailer nesta quarta (20). Estrelado por Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie, o longa acompanha a saga do ator decadente Rick Dalton (DiCaprio) e seu dublê (Pitt) para chegar a Hollywood. Assista ao trailer de 'Once upon a time in Hollywood' Ele também abordará os crimes cometidos por Charles Manson. Robbie será Sharon Tate, atriz grávida assassinada por Manson. Al Pacino, Kurt Russell, Dakota Fanning, Burt Reynolds, Tim Roth, Michael Madsen e Damian Lewis completam o elenco. Margot Robbie será Sharon Tate em 'Once upon a time in Hollywood' Divulgação Tarantino também escreveu e produziu o filme, que estreia em 26 de julho nos cinemas. O longa é esperado para fazer sua premiere no Festival de Cannes, em maio.
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Do 'Choque de cultura' aos filmes, Caito Mainier diz não ter medo de ser sempre Rogerinho

G1 - Cinema - 20 Março, 2019 - 06:00

'Não tenho grandes pretensões como ator', diz roteirista, que vive apresentador de programa de fofoca em 'Chorar de rir', com Leandro Hassum. Filme estreia nesta quinta (21). Caito Mainier em 'Chorar de rir' Divulgação Em participações na TV e na rádio, Caito Mainier dificilmente é apresentado sem que alguém use um dos bordões de Rogerinho do Ingá, seu personagem no "Choque de cultura". Achou que isso fosse um problema? Achou errado. O roteirista de Niterói (RJ), ex-professor, diz não se preocupar com o fato de ser sempre relacionado ao seu papel mais famoso. Ele explica, em entrevista ao G1: "Uma vez entrevistei um sambista. Perguntei para ele algo assim e ele disse uma coisa que levei para a vida: 'Prefiro ser conhecido por um samba só do que por fazer coisas que ninguém conhece'." "Além disso, não tenho grandes pretensões como ator. Então fico feliz que esteja dando certo." Nativo da internet, o "Choque" virou sensação com uma fórmula improvável: motoristas do transporte alternativo debatem sobre cinema em cenário e figurino minimalistas. No ano passado, o programa estreou na TV Globo, já como referência de humor na era dos memes. Caito Mainier com Raul Chequer, Leandro Ramos e Daniel Furlan no 'Choque de Cultura' Reprodução/TV Globo "O desafio do humor é ser contemporâneo e, ao mesmo tempo, atemporal. Acho que o 'Choque' já cumpriu o primeiro", reflete Mainier, que escreve e atua nos episódios, ao lado de Raul Chequer, Leandro Ramos e Daniel Furlan. "Mas virar meme nunca foi uma intenção nossa. Foi uma surpresa para a gente, como foi para todo mundo. Talvez [tenha acontecido] porque usamos redes sociais desde o começo delas. Temos essa cultura." E hoje: cinema Antes do "Choque", Mainier já era o comentarista esportivo Cerginho Pereira Nunes do "Falha de cobertura". Mas seu trabalho mais consolidado era atrás das câmeras, como roteirista de programas como "Lady Night" (de Tatá Werneck) e o desenho "Irmão do Jorel". A fama do motorista de van fez os convites para trabalhos de atuação pipocarem. Por ironia do destino, Rogerinho passou da "crítica" de cinema aos filmes. Trailer de 'Chorar de rir' No ano passado, estreou em "Uma quase dupla", com Tatá e Cauã Reymond. E nesta quinta-feira (21) lança "Chorar de rir", protagonizado por Leandro Hassum. Ele conta: "Não me considero um ator de ofício, fui sendo levado para a frente da tela e deu certo. Meu tipo de humor sempre tem uma coisa crítica, consigo dizer o que eu quero, e isso me satisfaz." O personagem no novo filme comanda um programa de fofoca. E é uma mistura de apresentador de jornal policial com o próprio Rogerinho. "Eu tinha levado umas coisas mais 'TV Fama'. Toniko [Melo, diretor] falou que gostava do Rogerinho, e a gente mudou", conta. Caito Mainier em 'Chorar de rir' Divulgação "Fiquei com receio de ficar igual, [na época das gravações] o 'Choque' não era tão famoso. Mas, quando assisti, curti. Não é algo que me incomoda." Com os trabalhos no cinema, Mainier passou a ter trânsito fácil entre piadas de nicho, mais adaptáveis à internet, e o humor popular representado por Hassum. Ele diz ver diferenças entre os dois tipos de conteúdo, "mas não em relação à qualidade". "Há uma diferença em relação às referências. Tenho dúvidas se o 'Choque' está nesse lugar de nicho porque flerta com várias referências. Tem piada sobre o Radiohead [banda britânica de rock], mas também sobre o Detran, o trânsito, coisas que todo mundo conhece." Parafraseando Julinho da Van, outro integrante do "Choque", só "com o cinema nacional não se brinca". Será que eles abrem uma exceção para avaliar os filmes de Mainier?
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Em 'Nós', diretor de 'Corra!' foca em thriller psicológico e abandona humor e discussão racial; G1 já viu

G1 - Cinema - 20 Março, 2019 - 06:00

Jordan Peele prova que sua celebrada estreia como diretor foi mais do que sorte de principiante em novo suspense, que estreia nesta quinta-feira (21) no Brasil. Em 2016, Jordan Peele foi celebrado como um dos cineastas mais animadores dessa nova geração com o sucesso de "Corra!". Ele prova que sua produção de estreia não foi apenas sorte de principiante com o lançamento de "Nós", segundo filme que escreve e dirige, nesta quinta-feira (21) no Brasil. Dessa vez, no entanto, o antigo comediante e ator deixa de lado as altas doses de humor e a discussão sobre relações raciais nos Estados Unidos do anterior. Em seu novo trabalho, Peele foca no suspense psicológico, e estende a tensão e a ação por quase todas as duas horas do filme. Com isso, o diretor apresenta um exemplar mais "puro" do gênero, que com certeza não será confundido com uma comédia. Ao mesmo tempo, consegue mostrar que suas habilidades vão além de risos nervosos e incômodos sociais salpicados de sangue. Sai primeiro trailer do filme "Nós" Menos risos, mais tensão Em "Nós", uma família típica americana (mãe, pai, filha e filho) de férias na praia luta pela sobrevivência após um encontro violento com sósias malignos de cada um de seus membros. Como o confronto inicial entre as duas – ou oito – partes não demora a acontecer (ao contrário de "Corra!", no qual a ação se concentra mais no final do filme), o suspense é sustentado pelas verdadeiras intenções dos bizarros vilões, e pelas afiadas tesouras que eles carregam. Sem grandes sustos à base de barulhão em momento silencioso, o sentimento lembra muito aqueles evocados por grandes exemplares do thriller psicológico. É fácil pensar principalmente nos austríacos "Violência gratuita" (1997) e "Boa noite, mamãe" (2014), com um breve aceno ao americano "O convite" (2015). Lupita Nyong'o em cena de 'Nós' Divulgação Lupita rainha Há sangue e violência, mas as relações entre heróis e antagonistas são a base fundamental do filme. Com isso, brilha principalmente a atuação de Lupita Nyong’o, que interpreta a mãe com um misterioso trauma de infância. Bons trabalhos também são entregues por Winston Duke ("Pantera Negra") e Elisabeth Moss ("The Handmaid’s Tale"), mas é difícil imaginar que "Nós" seria tão bem sucedido sem a atriz ganhadora do Oscar como coadjuvante por "12 anos de escravidão" (2014). Ao contrário do que acontece muito em filmes de terror ou suspense, cheios de gritos e correrias, sua atuação contida, dividida entre desespero e um certo sadismo, ajuda a vender uma reviravolta final um tanto previsível e clichê, mas que dá outro significado à história. Winston Duke e Shahadi Wright Joseph Divulgação A mensagem O filme pode não ser uma alegoria aberta ao racismo (nem tão) velado nos Estados Unidos como "Corra!", o que vai decepcionar muito fã de Peele por aí, mas ainda tem suas mensagens, como todo bom thriller. É possível identificar reflexões sobre construção da personalidade, assumir responsabilidade sobre suas ações, e o preço do sonho americano. Além disso, de certa forma a escolha de apresentar uma família negra como protagonista e símbolo desse modo de vida sem entrar em uma discussão é, em si, uma afirmação sobre raça. A trama mais universal talvez não cause reações tão pessoais a seu público, mas seu valor final provavelmente é até maior. "Corra!" poderia ter sido um feliz acidente. "Nós" sacramenta Jordan Peele como uma das grandes vozes originais da nova geração. A tensão maior é saber qual será seu próximo projeto. Madison Curry em cena de 'Nós' Divulgação
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Marlen Khutsiev, diretor do cinema moderno soviético, morre aos 93 anos

G1 - Cinema - 19 Março, 2019 - 16:32

Ele foi diretor de filmes que serviram como base para a nova onda da produção cultural soviética após a morte de Stalin, em 1953. Marlen Khutsiev no Festival de Veneza de 2013 Tiziana FABI / AFP Marlen Khutsiev, cinesta cultuado desde os anos 1960 e pai da nova onda do cinema soviético, morreu em Moscou aos 93 anos, anunciou nesta terça-feira a União de Cineastas da Rússia. "Viveu uma vida cheia de drama e alegria", declarou à agência France Presse a porta-voz da entidade, Tatiana Nemchinskaya. Marlen (acrônimo de Marx e Lênin) nasceu em 1925 na Geórgia, então uma república da União Soviética. Seu padre era um bolchevique que morreu mais tarde nos expurgos stalinistas e sua mãe era uma aristocrata. Ele foi diretor de filmes que serviram como base para a nova onda da produção cultural soviética após a morte de Josef Stalin, ex-primeiro ministro soviético, em 1953. "Primavera na rua Zarechnaya", lançado em 1956, o ano do relatório de Nikita Khrushchev sobre o culto à personalidade de Stalin, surpreendeu pelo realismo de sua história. Era sobre a vida de uma jovem professora que chega a uma cidade de província para dar aulas noturnas aos operários. O filme, visto por mais de 30 milhões de espectadores nos cinemas, foi cultuado na União Soviética.
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'Toy Story 4' ganha primeiro trailer; ASSISTA

G1 - Cinema - 19 Março, 2019 - 12:52
Filme chega aos cinemas em 21 de junho e tem direção de Josh Cooley. Assista ao trailer de 'Toy Story 4' "Toy Story 4" ganhou seu primeiro trailer nesta terça (19). Woody, Buzz, Jessie e o Sr. Cabeça de Batata tentam recuperar Forky, novo brinquedo da pequena Bonnie que insiste em fugir. Na estrada, os bonecos vão descobrir um paraíso dos brinquedos e um mundo muito maior do que as quatros paredes do quarto de sua dona. A animação chega aos cinemas em 21 de junho. O longa tem direção de Josh Cooley ("O primeiro encontro de Riley") e produção de Jonas Rivera ("Divertida mente" e "Up").
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Atrizes acima do peso ganham protagonismo na TV e no cinema

G1 - Cinema - 19 Março, 2019 - 11:00

Melissa McCarthy, Rebel Wilson, Chrissy Metz e Danielle Macdonald ocupam o primeiro escalão das estrelas. Homens, ao contrário das mulheres, seguem aparecendo principalmente em comédias. Melissa McCarthy no Globo de Ouro 2019 REUTERS/Mike Blake Até agora relegados a papéis cômicos secundários, ou simplesmente ausentes das telas, atores com o peso acima dos padrões estéticos estão lentamente interpretando personagens mais importantes, tanto na televisão quanto no cinema, um sinal de mudança na sociedade. Adaptada do best-seller autobiográfico de Lindy West, a série "Shrill", que estreou na sexta-feira (15) passada na plataforma Hulu, é o mais recente exemplo da abertura dos estúdios a padrões físicos diferentes daqueles que imperavam nos meios audiovisuais. Há uma década algumas atrizes negras corpulentas já interpretaram personagens principais na televisão e no cinema, como as vencedoras do Oscar Octavia Spencer e Mo'Nique e a estrela do rap Queen Latifah. Em "A Cabana", Octavia Spencer vive Papai, uma personificação de Deus Divulgação Já nos últimos anos, Chrissy Metz, da série "This Is Us", Danielle Macdonald, do telefilme da Netflix "Dumplin", Rebel Wilson, de "A Escolha Perfeita", e Melissa McCarthy, de "A Espiã Que Sabia de Menos" e "Caça-Fantasmas", ocupam o primeiro escalão das estrelas. "Creio que o público americano e provavelmente o público em geral não está acostumado a ver gordos nas telas", declarou à revista Elle Aidy Bryant, a heroína de "Shrill", que integra também o elenco do popular programa "Saturday Night Live". Aidy Bryant durante o lançamento da série 'Shrill' Jack Plunkett/Invision/AP "Estamos assistindo a uma mudança", reconhece Rebecca Puhl, professora e diretora adjunta do Centro de Política Nutricional e Obesidade da Universidade de Connecticut. "Começamos a ver pessoas de forte corpulência em papéis principais na televisão e no cinema". Novos personagens Além de maior presença nas produções, esses atores estão interpretando personagens diferentes. "Até agora os atores e atrizes obesos eram contratados para interpretar papéis cômicos", destaca James Zervios, vice-presidente da organização Obesity Action Coalition, que tem como uma de suas missões lutar contra a discriminação relacionada ao peso, a gordofobia. "Há pouco tempo", acrescenta, "começamos a ver pessoas obesas, como Chrissy Metz (indicada aos prêmios Emmy e Globo de Ouro), nos papéis mais dramáticos". Contudo, James Zervios considera que os homens corpulentos, ao contrário das mulheres, seguem aparecendo principalmente em comédias. Até agora os relatórios do centro de Rebecca Puhl mostravam que os personagens obesos eram "ridicularizados, executando comportamentos caricatos e comilões (...) e tinham menos interações positivas com os outros", destaca a especialista. Este aspecto está muito presente nos programas para jovens, que nos últimos anos evoluíram menos neste tema do que as séries e filmes para o público adulto. "Os personagens corpulentos são apresentados de forma muito mais negativa, (...) como agressivos, antissociais ou antipáticos", destaca Rebecca Puhl. Ainda há muito a fazer Este fenômeno pode ser inclusive prejudicial, já que a representação tende a validar a discriminação na vida diária, ponto que o movimento contra a gordofobia trabalha para combater. Atualmente, Melissa McCarthy é a única atriz americana do primeiro escalão que recebe convites para papéis em que seu peso ou aparência física não são centrais. Para outras, como Chrissy Metz em "This Is Us" ou Danielle Macdonald em "Dumplin'", a referência física continua sendo um aspecto importante, apesar de não ser dominante. "A obesidade é uma parte importante do papel" de Chrissy Metz, afirma James Zervios, "mas é mostrada sob uma ótica respeitosa e realista". "Não creio que a batalha foi vencida", diz Rebecca Puhl. "A diversidade dos corpos teria que ser algo comum nos meios de comunicação". "Sabemos que dois terços dos americanos têm sobrepeso ou são obesos (71,5% segundo o Centro para o Controle e a Prevenção de Doenças, CDC)", explica, "assim, já está na hora de mostrar essas pessoas na tela".
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Almodóvar diz que 'Dolor y Gloria' é o filme que melhor o representa, mas não é autobiografia

G1 - Cinema - 19 Março, 2019 - 10:18

Filme chega na sexta-feira (22) aos cinemas da Espanha e tem previsão de estrear no Brasil em junho. Penélope Cruz e Antonio Banderas estão no elenco. Almodóvar e Penélope Cruz nos bastidores de 'Dolor y Gloria' Divulgação Há alguns anos, antes de fazer "Julieta" (2016), Pedro Almodóvar pensou que nunca mais voltaria a dirigir um filme. Daquela crise surgiu uma imagem, a do seu corpo sem gravidade, submerso em uma piscina, e desta faísca que acendeu o seu caótico, mas disciplinado, processo criativo. "Não é a minha autobiografia, mas sim é o filme que me representa mais intimamente", disse ele sobre "Dolor y Gloria", seu 21º longa-metragem, que chega na próxima sexta-feira aos cinemas da Espanha e tem previsão de estrear no Brasil em junho. No elenco, Penélope Cruz, Cecilia Roth e Leonardo Sbaraglia em papéis secundários. O protagonista é Antonio Banderas. O astro foi eleito para ser o seu alter ego, um diretor chamado Salvador Mallo, que veste a mesma roupa - as peças foram copiadas do armário de Almodóvar - e vive em uma casa como a sua, na mesma rua de Madri onde o cineasta mora, rodeado por seus próprios livros e obras de arte. Até o prontuário médico do protagonista, belamente recriado por uma animação de Juan Gatti, corresponde aos problemas que o autor de "Tudo sobre Minha Mãe" teve e que o levaram ao turbulento momento. 'Dolor y Gloria': Assista ao trailer do filme de Almodóvar "Eu não estou tão mal quanto o protagonista", enfatizou Almodóvar, reticente em carregar as tintas com dores que também não são excessivamente dramatizadas no filme. "Dolor y Gloria" é um filme luminoso e em vários momentos divertido, como na cena (neste caso fictícia) na qual Salvador Mallo sai em busca de uma dose de heroína para amortecer as dores. "Eu nunca tomei nada, nem agora nem naquela época", esclareceu o diretor durante a entrevista realizada na sede da produtora El Deseo. "Dolor y Gloria" é a "autoficção" levada ao cinema. Esse gênero literário no qual o autor é também o narrador e o personagem principal, mas no qual as leis da narrativa mandam acima de tudo e ao qual também se aproximaram outros grandes cineastas como Woody Allen e Federico Fellini. Às vezes acontece, contou o diretor e roteirista, que partes fictícias fiquem mais autênticas do que o real, como ocorre com uma cena com sua mãe já idosa (Julieta Serrano), um acerto de contas mãe/filho que nunca aconteceu, mas com o qual ele disse se identificar plenamente. "Através do texto você não só abre as portas da sua intimidade como desenvolve possibilidades que não existiram e isso me emociona", garantiu. O Almodóvar escritor é disciplinado, se senta na frente do computador quando tem vontade, mas nunca redige de uma só vez. "Muitas vezes volto aos roteiros e os transformo em outra coisa, é um material que sempre pode encontrar a sua natureza em outro momento", explicou. O filme é baseado em um roteiro que escreveu para um projeto com Michelangelo Antonioni. Mas a parceria não saiu do papel. Era um monólogo sobre o amor nos anos 80, o encontro com um velho amigo, a sua imagem misteriosa na água e as lembranças da infância. No streaming, mas também no cinema Na entrevista, o diretor ainda teve tempo para falar sobre a Netflix, que comprou os direitos do filme, mas respeitando as janelas de exibição. "Queriam que o filme fosse seu e ofereceram enormes quantias que o meu irmão recusou." Ao contrário de Alfonso Cuarón, que se rendeu com o aclamado "Roma", que quase não passou pelo circuito de exibição, Almodóvar é um militante do poder dos cinemas. "Estamos em pleno calor da batalha. É difícil saber o que vai a acontecer, mas eu quero que os filmes sejam vistos nos cinemas e que durem o que devem durar. Na minha opinião, a TV de casa é a segunda visão de um filme."
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'Capitã Marvel' lidera bilheteria nacional pela segunda semana

G1 - Cinema - 18 Março, 2019 - 13:03

Soma das bilheterias dos outros nove filmes não chega nem perto dos R$ 27,9 milhões arrecadados pelo sucesso da Marvel de quinta (14) a domingo (17). Brie Larson em cena de 'Capitã Marvel' Divulgação O sucesso mundial de "Capitã Marvel" também pode ser visto no Brasil. Na segunda semana em cartaz, o filme levou mais 1,5 milhão de pessoas aos cinemas e faturou R$ 27,9 milhões. Na semana de estreia mais de 2,8 milhões de brasileiros assistiram ao filme da heroína, protagonizado por Brie Larson. A produção se tornou a 22ª maior bilheteria de filmes vindos das HQs. A diferença entre o número de espectadores do primeiro e o segundo lugar, “O Parque dos Sonhos”, é expressivo. Quase 175 mil foram assistir à animação em que a pequena June encontra na floresta um parque de diversões encantado, que faturou R$ 2,9 milhões. A soma do faturamento dos outros nove filmes da lista é de R$ 8,7 milhões. Cena do filme 'O Parque dos Sonhos' Reprodução Veja abaixo o ranking completo da bilheteria brasileira: "Capitã Marvel" (R$ 27,9 milhões) "O Parque dos Sonhos" (R$ 2,9 milhões) "Vingança a Sangue Frio" (R$ 1,6 milhão) "Maligno" (R$ 1,5 milhão) "A Caminho de casa" (R$ 782 mil) "Green book - O Guia" (R$ 553 mil) "Cinderela Pop (R$ 506 mil) "Um Amor Inesperado" (R$ 464 mil) "Suprema" (R$ 352 mil) "A Mula" (R$ 106 mil)
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'Capitã Marvel' lidera com folga bilheterias nos EUA com US$ 69 milhões

G1 - Cinema - 18 Março, 2019 - 11:09

Em duas semanas, a produção se tornou a 22ª maior bilheteria de filmes vindos das HQs. Brie Larson como a heroína de 'Capitã Marvel' Chuck Zlotnick/Marvel Studios Nem mesmo as estreias do fim de semana foram capazes de desbancar “Capitã Marvel”, da Disney, do topo das bilheterias norte-americanas, uma vez que a produção da super-heroína arrecadou US$ 69 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz. O primeiro filme da Marvel a estrelar uma mulher passou dos US$ 265 milhões de bilheteria no país. Fora dos EUA, já passou dos US$ 494 milhões, o que leva o total de arrecadação a impressionantes US$ 760 milhões. Em menos de duas semanas, “Capitã Marvel” superou cifras históricas de produções de heróis, incluindo “Homem-Formiga e a Vespa” (623 milhões), “Homem de Ferro 2” (624 milhões), “Thor: O Mundo Sombrio” (645 milhões) e “Capitão América 2: O Soldado Invernal” (714 milhões). Em duas semanas, a produção se tornou a 22ª maior bilheteria de filmes vindos das HQs. Assista entrevista com Brie Larson sobre o filme "Capitã Marvel" Após um início de 2019 ruim para os cinemas nos EUA, “Capitã América” veio para agitar o mercado. De acordo com a Comscore, as vendas de ingressos estão 3% acima das verificadas no mesmo fim de semana de 2018. No ano, a indústria registra queda de 19% em relação ao recorde registrado no ano passado. “O Parque dos Sonhos”, uma aventura animada ocorrida em um parque de diversões que existe na imaginação de uma garotinha, ficou em segundo lugar neste fim de semana e teve a melhor arrancada entre os estreantes. A animação superou as expectativas da indústria e obteve US$ 16 milhões nas bilheterias, mas terá que ganhar força para justificar seu grande orçamento. Foram gastos quase US$ 100 milhões para produzir o filme, sem contar custos de marketing e distribuição. Já que a produção tem um público mais jovem, o estúdio espera que os números cresçam com o Spring Break, quando estudantes ganham folga nas escolas. “A Cinco Passos de Você” ficou na terceira posição. Dirigido por Justin Baldoni, o drama romântico sobre dois adolescentes que se apaixonam após se conhecerem no tratamento de uma fibrose cística arrecadou US$ 13 milhões, um bom começo considerando o custo de produção de apenas 7 milhões. “Um Funeral em Família” ficou na quinta posição, com US$ 8 milhões, enquanto “No Manches Frida 2” obteve o 6º lugar, com 3,8 milhões.
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