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'Minha mãe é uma peça 3' se torna filme com maior arrecadação do cinema nacional

G1 - Cinema - 22 Janeiro, 2020 - 10:12

Comédia de Paulo Gustavo arrecadou R$ 138 milhões em quatro semanas de exibição. Paulo Gustavo e Rodrigo Pandolfo em 'Minha mãe é uma peça 3' Divulgação "Minha mãe é uma peça 3" se tornou o filme com maior arrecadação do cinema nacional, segundo anunciou a distribuidora Downtown Filmes nesta quarta-feira (22). O terceiro filme de Paulo Gustavo como a divertida Dona Hermínia estreou em 26 de dezembro e arrecadou R$ 138 milhões em quatro semanas de exibição, segundos dados da Com Score divulgados na segunda-feira (20). Em relação a espectadores, o público da comédia brasileira foi de 8,7 milhões. Neste filme, Dona Hermínia se vê com o ninho vazio pois seus filhos estão formando novas famílias: Marcelina (Mariana Xavier) está grávida e Juliano (Rodrigo Pandolfo) vai casar. Além disso, ela terá que lidar com a volta do ex-marido, Carlos Alberto (Herson Capri). O G1 maratonou os três filmes da franquia e constatou que o terceiro filme está mais emocionante e mais politicamente correto, com: Queda de piadas com gordofobia Diminuição de humor com estereótipos gays Aumento das piadas com doença e saúde Cada vez mais gracinhas citando famosos Maratona 'Minha mãe é uma peça': veja análise dos três filmes
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'Jojo Rabbit' foca em lado humano na 2ª Guerra com criança nazista e Hitler imaginário; G1 já viu

G1 - Cinema - 21 Janeiro, 2020 - 06:00

Com seis indicações ao Oscar, novo filme de Taika Waititi emociona com comédia sobre jovem dividido entre ideologia fascista na qual foi criado e amor pela mãe. Não faltam em Hollywood filmes sobre a Segunda Guerra Mundial, mas poucos ousam mostrar o outro lado do conflito de maneira tão doce e sensível quanto "Jojo Rabbit". A comédia com seis indicações ao Oscar – entre elas melhor filme – estreia no Brasil no dia 6 de fevereiro. O olhar do diretor e roteirista Taika Waititi ("Thor: Ragnarok") sobre o conflito pode soar superficial para alguns, mas a beleza criada pelo cineasta também aumenta a potência dos golpes criados pelos poucos momentos em que os horrores da guerra finalmente dão suas caras. Mais que isso, explora como a máquina de propaganda nazista na Alemanha afetava sua própria população, separando – até meio que sem querer – famílias inteiras de entes queridos, reféns de sua ideologia odiosa. Por outro lado, esse jogo de contrastes também intensifica seus tropeços, principalmente em mudanças bruscas de tom que tiram um pouco do equilíbrio da obra. Assista ao trailer de 'Jojo Rabbit' Meu amigo Hitler Baseado no livro "Caging skies", de Christine Leunens, "Jojo Rabbit" é a história de um garoto (Roman Griffin Davis) membro da Juventude Hitlerista na Alemanha nos anos 1940. Inseguro e com um Hitler imaginário (o próprio Waititi) como amigo, ele é obrigado a enfrentar a descoberta de uma judia (Thomasin McKenzie) escondida em sua casa. Roman Griffin Davis e Taika Waititi em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação O medo inicial de denunciar a própria mãe (Scarlett Johasson) com o tempo se transforma, e o pequeno Jojo ganha motivos para temer o fim da guerra. Não mãos de Waititi, o enredo simples ganha novos contornos com a evolução do relacionamento entre o garoto e a jovem. Através dos olhos do pequeno protagonista, é possível entender o fascínio construído pela lavagem cerebral sofrida, e até se emocionar com o consequente conflito gerado pelo afeto pela mãe e por Elsa. Scarlett Johansson e Roman Griffin Davis em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação Um Oscar para ScarJo Antes de começar a comentar as atuações do filme, um apelo importante precisa ser feito: Scarlett Johansson merece o Oscar. Na categoria de atriz coadjuvante, ela deve perder injustamente para Laura Dern, sua colega de "Uma história de casamento", pelo qual também está indicada. No entanto, em "Jojo Rabbit", ela consegue o melhor trabalho de sua carreira e com certeza a melhor entre suas concorrentes. Johansson está absolutamente encantadora como a mãe em conflito ao ver seu adorável filho nas garras da adoração nazista. Sem apelar ou afetações, a atriz domina todas as suas cenas de forma impressionante. Thomasin McKenzie e Roman Griffin Davis em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação No papel do protagonista, o estreante Roman Griffin Davis, de 12 anos, confirma o dom de Waititi para encontrar crianças talentosas que entendem e conseguem transmitir a complexidade de seus personagens – algo que o cineasta já havia feito antes no ainda melhor "A incrível aventura de Rick Baker" (2016). Ao lado de Johansson, McKenzie, o sempre excelente Sam Rockwell ("Três anúncios para um crime") e do outro estreante Archie Yates (um dos principais criadores de gargalhadas no filme, mas muito mais que um simples alívio cômico), Davis equilibra muito bem a inocência do personagem com a crueldade de suas crenças e o desespero de seu conflito interno. Roman Griffin Davis, Alfie Allen e Sam Rockwell em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação Tropeços de guerra Tanta beleza e risadas distrai tanto o público que às vezes é até possível esquecer que "Jojo Rabbit" se trata, em sua base, de um filme de guerra, por mais que o bigodinho de Hitler dance pela tela a todo momento. É por isso que, nos momentos em que os horrores do conflito conseguem se sobrepor à normalidade eles chegam com força ainda maior ao espectador. Uma pena que a brilhante ideia do amigo imaginário, muito usada na propaganda do filme, seja tão secundária à história. Seria totalmente possível tirar quase todas as cenas do ditador infantil interpretado por Waititi sem prejudicar a história – por mais que a presença do cineasta/ator seja sempre bem-vinda. Roman Griffin Davis em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação O diretor também perde um pouco a mão em algumas mudanças de tom. Não é simples construir uma comédia em cima do nazismo. É possível rir dos ridículos do extremismo, e até importante, mas o roteiro às vezes esquece dos perigos – e consequências – muito reais de tais pensamentos. "Jojo Rabbit" é o primeiro trabalho autoral do neozelandês em Hollywood, depois de um sólido começo independente. Seus tropeços mostram apenas o louvável desejo de sempre buscar novos temas, sem medo de encarar alguns espinhos – e o credenciam como um dos mais empolgantes cineastas dessa nova geração. Archie Yates, à esquerda, em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação
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'Jumanji – Próxima fase' lidera bilheteria em semana de estreia

G1 - Cinema - 20 Janeiro, 2020 - 13:08

'Minha mãe é uma peça 3' fica com segunda colocação e acumula R$ 137 milhões em quatro semanas de exibição. Cena de 'Jumanji: Próxima fase' Divulgação "Jumanji – Próxima fase" ficou com a liderança da bilheteria nacional e levou mais de 950 mil expectadores aos cinemas em seu final de semana de estreia, faturando mais de R$ 17 milhões de bilheteria. O segundo filme da franquia diverte por inverter expectativas e adicionar dois veteranos a um elenco entrosado. Leia crítica do G1. Com a liderança de "Jumanji", 'Minha mãe é uma peça 3" caiu para a segunda colocação. O filme de Dona Hermínia (Paulo Gustavo) já acumula R$ 137,9 milhões em bilheteria e levou mais de 8 milhões de pessoas aos cinemas. “Frozen 2” ficou com a terceira posição, seguido do estreante “O escândalo”. Os números são fornecidos pela ComScore e são referentes ao período de 16 a 19 de janeiro. Karen Gillan fala sobre os desafios na gravação de 'Jumanji – próxima fase' Veja o ranking da bilheteria nacional: "Jumanji – Próxima fase" – R$ 17,1 milhões "Minha mãe é uma peça 3" - R$ 13,7 milhões "Frozen 2" - R$ 9,9 milhões "O escândalo" - R$ 1,3 milhões "Adoráveis Mulheres" - R$ 1,3 milhão "Star Wars: A Ascensão Skywalker" - R$ 541 mil "Parasita" - R$ 463 mil "Ameaça Profunda" - R$ 276 mil "Os miseráveis" - R$ 140 mil "Entre facas e segredos" - R$ 116 mil
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'Bad Boys para Sempre' supera 'Dolittle' e '1917' nas bilheterias norte-americanas

G1 - Cinema - 20 Janeiro, 2020 - 09:53

Filme com Will Smith e Martin Lawrence se tornou segunda maior estreia de todos os tempos para um lançamento em janeiro. Quarto filme já está em andamento. Martin Lawrence e Will Smith estrelam 'Bad boys para sempre' Divulgação/Sony Os filmes da Universal "Dolittle" e "1917" descobriram o poder de bilheteria de "Bad Boys para Sempre", da Sony, o terceiro episódio da série liderada por Will Smith e Martin Lawrence. Filme superou as expectativas e liderou a concorrência durante o fim de semana de Martin Luther King Jr. nos cinemas norte-americanos. "Bad Boys para Sempre" faturou US$ 59 milhões no final de semana tradicional e deve passar de US$ 68 milhões até esta segunda (20). Esperava-se que "Bad Boys" estreasse com ganhos entre US$ 38 milhões e US$ 45 milhões, mas o sólido boca a boca do público e da crítica (conseguiu um CinemaScore "A" dos espectadores e 76% no Rotten Tomatoes) aumentou as vendas de ingressos e justificou a decisão da Sony de retomar uma franquia de 17 anos. "Bad Boys para Sempre" é agora a segunda maior estreia de todos os tempos para um lançamento em janeiro (atrás de "Sniper Americano", com US$ 107 milhões), bem como o melhor começo da Sony para um filme classificado como R (restrito). "Bad Boys para Sempre" custou US$ 90 milhões. Um quarto episódio já está em andamento. Já "Dolittle" é um filme que provavelmente não terá sequência. A aventura de fantasia para crianças foi atormentada por dores de cabeça na produção e incendiada por críticos. O estúdio esperava que a participação do astro Robert Downey Jr. como veterinário que pode conversar com seus pacientes de quatro patas pudesse inflamar uma nova franquia para as famílias, mas isso parece cada vez mais improvável, depois que o filme teve um começo decepcionante, chegando ao segundo lugar com 22 milhões de dólares. Havia uma projeção de 30 milhões de dólares para o fim de semana de quatro dias.
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26ª edição do SAG Awards; FOTOS

G1 - Cinema - 20 Janeiro, 2020 - 09:46

Premiação aconteceu na noite deste domingo e premiou Joaquin Phoenix, Brad Pitt, Jennifer Aniston e elenco de ‘Parasita’. Veja imagens do evento. Vencedores no SAG Awards, o ex-casal Brad Pitt e Jennifer Aniston celebra conquista no evento Emma McIntyre/Getty Images for Turner/AFP Vencedores no SAG Awards, o ex-casal Brad Pitt e Jennifer Aniston celebra conquista no evento Vivien Killilea/Getty Images for SAG-AFTRA Foundation/AFP Leonardo DiCaprio apresenta o ator Robert De Niro como grande homenageado do SAG Awards Robyn Beck / AFP Jennifer Aniston recebe prêmio de Melhor Atriz no SAG Awards por seu trabalho na série "The Morning Show" Robyn Beck / AFP Phoebe Waller-Bridge recebe prêmio de Melhor Atriz de Série de Comédia no SAG Awards Robyn Beck / AFP Joaquin Phoenix vence o 26º SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA Photo/Chris Pizzello Brad Pitt é premiado no SAG Awards como Melhor Ator Coadjuvante por seu trabalho em "Era uma vez em... Hollywood" Robyn Beck / AFP Elenco do filme "Parasita" celebra prêmio no SAG Awards Jean-Baptiste Lacroix / AFP Elenco de "Parasita" celebra prêmio no SAG Awards AP Photo/Chris Pizzello Joaquin Phoenix faz discurso após vitória no SAG Awrads AP Foto/Chris Pizzello Renee Zellweger celebra vitória no SAG Awards por trabalho em "Judy" Robyn Beck / AFP
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Joaquin Phoenix leva SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA; veja vencedores

G1 - Cinema - 20 Janeiro, 2020 - 08:27

Elenco de 'Parasita' e 'The crown' também foram premiados em festa que aconteceu na noite deste domingo (19). Joaquin Phoenix vence o 26º SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA Photo/Chris Pizzello Joaquin Phoenix levou mais um prêmio por seu trabalho em "Coringa". Após vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator de Drama, ele faturou o SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA, na categoria de Melhor Ator. Robert de Niro foi o grande homenageado desta edição. A festa de premiação aconteceu na noite deste domingo (19), em Los Angeles. O prêmio anual entregue pela entidade é considerado um dos termômetros do Oscar. Isso porque, além de ter grande parte dos 7 mil membros votantes da Academia, a organização também utiliza um sistema bem parecido de votação em sua premiação. Há categorias de TV e de cinema. Trailer de 'Parasita' O longa “Parasita” entrou para a história do prêmio sendo o primeiro filme de língua estrangeira a vencer a categoria de Melhor Elenco do SAG Awards. O filme do coreano Bong Joon-Ho bateu os filmes “Bombshell", "Jojo rabbit", "Era uma vez em... Hollywood" e "O irlandês". Confira os vencedores do 26º SAG Awards: Cinema Melhor elenco: "Parasita" Melhor atriz: Renée Zellweger - "Judy" Melhor ator: Joaquin Phoenix - "Coringa" Melhor ator coadjuvante: Brad Pitt - "Era uma vez em... Hollywood" Melhor atriz coadjuvante: Laura Dern - "História de um casamento" Melhor Elenco de Dublês em Filme: “Vingadores: Ultimato” Televisão: Melhor ator em telefilme ou minissérie: Sam Rockwell - "Fosse/Verdon" Melhor atriz em telefilme ou minissérie: Michelle Williams - "Fosse/Verdon" Melhor ator em série de drama: Peter Dinklage - "Game of thrones" Melhor atriz em série de drama: Jennifer Aniston - "The morning show" Melhor ator em série de comédia: Tony Shalhoub - "The marvelous mrs. Maisel" Melhor atriz em série de comédia: Phoebe Waller-Bridge - "Fleabag" Melhor elenco em série de comédia: "The marvelous mrs. Maisel" Melhor elenco em série de drama: "The crown" Melhor Elenco de Dublês em série de comédia ou drama: "Game of thrones"
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Karen Gillan comemora mais mulheres no novo 'Jumanji': 'Não precisamos de mais homens'

G1 - Cinema - 20 Janeiro, 2020 - 06:00

Atriz faz piada o tempo todo e comemora chegada de Awkwafina ao elenco de 'Próxima fase'. Ao G1, ela comenta parceria com Dwayne Johnson, Jack Black e Kevin Hart. Karen Gillan fala sobre os desafios na gravação de 'Jumanji – próxima fase' É impossível ter uma conversa séria com Karen Gillan por mais de dois minutos. A atriz consegue transformar quase todas as suas respostas em piada. Em entrevista a G1 para falar de "Jumanji - Próxima fase", ela usou o humor leve para responder cinco das seis perguntas sobre o filme, mais mulheres em longas de ação e seu futuro na Marvel. Assista ao vídeo acima. Falou sério apenas uma vez: para dizer que a falta de diretoras no Oscar 2020 não é bem culpa da academia. É justamente o humor que faz Gillan ser apaixonada por "Jumanji". "A gente ri o tempo inteiro no set. O Kevin [Hart] me matou imitando o Danny Glover neste filme. E o Jack [Black] é naturalmente a pessoa mais engraçada que conheço. Às vezes não conseguíamos gravar uma cena porque a gente só se divertia". Cena de 'Jumanji: Próxima fase' Divulgação Neste filme, sua personagem cresceu em relação ao primeiro e se tornou líder do grupo de avatares do jogo - um time formado por Dwayne “The rock” Johnson, Jack Black e Kevin Hart. "Foi muito legal assumir a posição de liderança dentro desse grupo principal. Martha era tão tímida no primeiro. E então ela começou a se tornar mais corajosa percorreu um longo caminho desde a garota que conhecemos no último filme. É realmente um arco tão satisfatório para ela." Karen celebra não só a evolução de sua personagem, mas a chegada de outra mulher para o time. Em "Próxima fase", a atriz Awkwafina interpreta a personagem Ming Fleetfoot. "Eu acho que precisávamos de outra mulher. Certamente não precisamos de mais homens, temos o suficiente deles no filme. De uma perspectiva egoísta, estou muito feliz por ter uma mulher por perto para poder ter uma amiga." "Eu amo os caras, eles são como irmãos pra mim, mas ser a única menina é muito difícil, às vezes você só precisa dessa energia de outra garota. E ela é tão engraçada, o complemento perfeito para um grupo tão divertido quanto o nosso." Um mês de treinos e muitos machucados Karen Gillan e Jack Black em 'Jumanji - Próxima Fase' Divulgação Se jogar de plataformas gigantes dentro do estúdio e dominar nunchakus foram as experiências mais difíceis para a atriz. “As duas primeiras vezes que caí da plataforma eu não consegui atuar porque só gritava de pânico. precisei gravar uma terceira vez. Os meninos só riam da minha cara”, disse. Segundo Gillan, apesar de o filme ter contratado a equipe de dublês de "Missão Impossível", ela gravou muitas cenas de ação. "É muito difícil aprender essas sequências de luta. Precisei de um mês de aulas de nunchakus e mesmo assim saí machucada, além de ter machucado o Nick Jonas também." "Não é como se estivesse fazendo um pouquinho aqui e ali, eu gravei tudo e isso pode ser bastante exigente fisicamente." Para ficar com a barriguinha chapada que ostenta durante todo o filme, ela foi obrigada a correr diariamente, o que "odeia muito". Mais mulheres na direção? Karen também é diretora e assinou um longa e quatro curtas. Nesta semana, foi escolhida por um grupo de executivas do cinema como uma das diretoras emergentes mais proeminentes do ano. Para ela, é fundamental que se tenham cada vez mais produções feitas sob o olhar feminino (principalmente o terror, seu gênero preferido), mas a ausência de mulheres indicadas a categorias de direção nas premiações neste ano não é propriamente um incômodo. "Precisamos apenas de mais filmes dirigidos por mulheres. Não me sinto mal com as indicações para os prêmios, porque isso é uma coisa lateral, um bônus. Se aumentarmos esses números, começaremos a ver mais indicações, é matemática: quanto mais filmes tivermos, mais chances teremos." "E realmente acho que as indicações devem ser julgadas pelo mérito do filme, e não pelo gênero, porque isso que é justo." Nebulosa sem Thanos Karen Gillan é Nebulosa em 'Vingadores' e 'Guardiões da Galáxia' Reprodução/Marvel Gillan interpretou a personagem Nebulosa, filha adotiva do Thanos, em filmes dos "Vingadores" e "Guardiões da Galáxia" e garantiu que voltará cedo para as produções da Marvel. "Eu não posso revelar se meu próximo filme como Nebulosa será 'Guardiões da Galáxia 3', mas ele definitivamente vai acontecer e eu estou muito feliz por explorar a personagem agora que o Thanos foi eliminado porque a fonte do abuso dela foi embora." "Então agora eu tenho que descobrir como isso a afeta como pessoa, porque é algo muito grande. Estou lendo muitos ensaios psicológicos sobre esse tipo de situação."
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'1917' vence principal categoria do Sindicato de Produtores dos EUA

G1 - Cinema - 19 Janeiro, 2020 - 11:35
Longa já obteve o Globo de Ouro de melhor drama e recebeu dez indicações ao Oscar, incluindo a de melhor filme. '1917': Veja o trailer O filme de guerra "1917" conquistou, no sábado (18), o maior prêmio anual do Sindicato do Produtores de Hollywood, evento que costuma ser considerado um bom termômetro das indicações que virão no Oscar em fevereiro. Dirigida por Sam Mendes, a história sobre dois soldados britânicos em uma missão na Primeira Guerra Mundial já obteve o Globo de Ouro de melhor drama e recebeu dez indicações ao Oscar, incluindo a de melhor filme. Ao receber o prêmio de Melhor Produção Cinematográfica do Sindicato de Produtores dos Estados Unidos (PGA) em uma cerimônia em Los Angeles, Sam disse que fazer esse filme foi "instrutivo, alegre e, de longe, a melhor experiência da minha vida profissional". "Desde o primeiro dia que rodamos - fizemos uma tomada de seis, ou sete, minutos -, pensei 'é excitante'", disse Mendes à AFP. "E nunca olhamos para trás. Tivemos dias complicados, mas nunca duvidei", completou. Dos últimos 30 ganhadores do Oscar de melhor filme, 21 levaram a estatueta do PGA nesta categoria, incluindo "Beleza americana", também de Sam Mendes, em 1999. Brad Pitt, Al Pacino, Robert De Niro e Nicole Kidman, entre outras estrelas, participaram da cerimônia. "Toy Story 4" venceu como melhor filme de animação, e "Apolo 11", como melhor documentário. Já a série de televisão "Fleabag", da britânica Phoebe Waller-Bridge, foi escolhida como melhor comédia; "Succession", melhor drama; e "Chernobyl", melhor minissérie. "Leaving Neverland", documentário sobre as denúncias de abuso sexual contra o astro Michael Jackson, conquistou o prêmio de melhor obra de não-ficção para a televisão. Confira lista dos vencedores (em negrito) nas principais categorias: Melhor produção cinematográfica do ano (Prêmio Darryl F. Zanuck): "1917" "Ford vs Ferrari" "O Irlandês" "Jojo Rabbit" "Coringa" "Entre facas e segredos" "Adoráveis mulheres" "História de um casamento" "Era uma vez em Hollywood" "Parasita" Melhor produção cinematográfica de animação do ano: "Abominável" "Frozen 2" "Como Treinar o seu Dragão 3" "Link Perdido" "Toy Story 4" Melhor produção televisiva de drama em episódios (Prêmio Normal Felton): "Big little lies" "The Crown" "Game of thrones" "Succession" "Watchmen" Melhor produção televisiva de comédia em episódios (Prêmio Danny Thomas): "Barry" "Fleabag" "The marvelous mrs. Maisel" "Schitt's creek" "Veep" Melhor documentário: "Advocate" "American Factory" "Apollo 11" "The Cave" "For Sama" "Honeyland" "One Child Nation" Melhor minissérie para TV: "Chernobyl" "Fosse/Verdon" "True Detective" "Unbelievable" "When They See Us" Melhor produção de Game & Competição para TV: “The Amazing Race” (31ª temporada) “The Masked Singer” (1ª temporada) “RuPaul’s Drag Race” (11ª temporada) “Top Chef” (16ª temporada) “The Voice” (16ª e 17ª temporadas)
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Agora vai? Após indicação do Brasil, relembre as 6 vezes em que país chegou mais perto do Oscar

G1 - Cinema - 18 Janeiro, 2020 - 06:00
Documentário pode trazer 1ª estatueta ao país. Até hoje, Brasil só ficou no quase - tem prêmio que só dá para dizer que é brasileiro com muito boa vontade; assista no Semana Pop. Semana Pop #71: As 6 vezes em que o Brasil chegou mais perto do Oscar Será que agora vai? Indicado na categoria Melhor Documentário, o filme "Democracia em vertigem", da diretora Petra Costa, pode trazer o primeiro Oscar para o Brasil. O país nunca ganhou o prêmio, mas ficou no quase algumas vezes. Tem até estatueta que - com muito boa vontade - dá para se enganar e chamar de brasileira. Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop deste sábado (18) relembra as seis vezes em que o Brasil chegou mais perto do Oscar, com... 'Orfeu do carnaval' 'O beijo da Mulher-Aranha' Luciana Arrighi 'Central do Brasil' 'Cidade de Deus' 'Real in Rio' O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast.
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'Os miseráveis', 'O escândalo' e novo 'Jumanji' são estreias da semana; G1 comenta em VÍDEO

G1 - Cinema - 17 Janeiro, 2020 - 05:01
Dois filmes com indicações ao Oscar e um novo capítulo da série de ação e comédia mágica são destaques entre lançamentos que chegam ao Brasil nesta quinta-feira (16). Confira as estreias da semana nos cinemas Dois filmes com indicações ao Oscar e um novo episódio de uma série cinematográfica sobre um jogo mágico são os destaques entre as estreias que chegaram ao Brasil nesta quinta-feira (16). Assista ao vídeo acima. 'O escândalo' Assista ao trailer do filme "O Escândalo" "O escândalo" conta a história real das acusações contra o então diretor executivo do canal de notícias americano Fox News, Roger Ailes, em 2016. Com três indicações ao Oscar (melhor atriz para Charlize Theron, atriz coadjuvante para Margot Robbie e cabelo e maquiagem), o filme ainda conta com Nicole Kidman e John Lithgow no elenco. 'Os miseráveis' Representante francês na categoria de melhor filme internacional (antigo língua estrangeira), "Os miseráveis" não é uma adaptação do livro de Victor Hugo que inspirou tantos musicais. O filme, inspirado nas revoltas populares em Paris em 2005, conta a história de um trio de policiais que tem de enfrentar uma tensão crescente contra moradores da periferia após uma abordagem desastrosa. 'Jumanji: Próxima fase' Assista ao trailer de 'Jumanji: Próxima fase' A continuação do filme de 2017, que deu reinício à franquia e levou o jogo mágico de tabuleiro a um video game mágico é opção para quem quer entreter as crianças neste final de férias. "Próxima fase" mantém o elenco principal (Dwayne Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan), adiciona alguns novatos, como os veteranos Danny DeVito ("It's always sunny in Philadelphia") e Danny Glover ("Os mortos não morrem") e brinca com a troca de personagens.
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