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'O Agente Secreto' no Oscar 2026: brasileiros comemoram indicações

G1 - Cinema - 22 Janeiro, 2026 - 10:50

‘O Agente Secreto’ é indicado para o Oscar de Melhor Filme O filme "O Agente Secreto" foi indicado em quatro categorias no Oscar 2026, melhor ator, melhor filme internacional, melhor filme e melhor seleção de elenco. A lista foi anunciada na manhã desta quinta-feira (22) e os brasileiros usaram as redes sociais para celebrar o feito na premiação do cinema. A cerimônia dos melhores do cinema acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O'Brien como apresentador. Melhor seleção de elenco Melhor filme internacional Melhor ator para Wagner Moura Melhor filme Além de "O Agente Secreto", um brasileiro também concorre em Melhor Fotografia. Adolpho Veloso é um dos favoritos na categoria por seu trabalho em "Sonhos de Trem". No Oscar 2004, "Cidade de Deus" recebeu quatro indicações até então inéditas para o Brasil. O filme foi lembrado em quatro categorias naquele ano: direção (Fernando Meirelles); roteiro adaptado (Bráulio Mantovani); montagem (Daniel Rezende); e fotografia (César Charlone). Qual a história de 'O agente secreto'? "O Agente Secreto" coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho. O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego. Na edição do ano passado, "Ainda estou aqui" venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação. Wagner Moura é Marcelo em 'O Agente Secreto' Divulgação Veja a repercussão: Lázaro Ramos, ator "Tá no Oscar!!! É Brasil!!! Waguinho indicado ao Oscar. O baiano tem o molho. Melhor Elenco também. Dona Tânia vai estar lá também. É Brasil no Oscar!" Lázaro Ramos comemora indicações de "O Agende Secreto" ao Oscar Reprodução/Instagram Mumuzinho, cantor "Que alegria o reconhecimento do Brasil no Oscar. Já tô na torcida para O Agente Secreto e Wagner Moura ganharem esses prêmios!" Ana Vilela, cantora Initial plugin text Turma da Mônica Initial plugin text Brasileiros comemoram twitter Brasileiros comemoram indicações de O Agente Secreto Reprodução Brasileiros comemoram indicações ao Oscar 2026 Reprodução Brasileiros comemoram indicações ao Oscar 2026 Reprodução Brasileiros comemoram indicação ao Oscar 2026 Reprodução Brasileiros comemoram indicações ao Oscar 2026 reprodução Brasileiros comemoram indicações ao Oscar 2026 Reprodução
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'O agente secreto' é indicado ao Oscar 2026 de Melhor Filme

G1 - Cinema - 22 Janeiro, 2026 - 10:48

‘O Agente Secreto’ é indicado para o Oscar de Melhor Filme "O agente secreto" foi indicado ao Oscar 2026 de Melhor Filme. O longa de Kleber Mendonça Filho estrelado por Wagner Moura concorre com: “Bugonia” “F1” “Frankenstein” “Hamnet” “Marty Supreme” “Uma batalha após a outra” “Valor Sentimental” “Pecadores” “Sonhos de Trem” Além da principal categoria, o filme concorre ainda em Melhor Ator (Wagner Moura), Filme Internacional e Direção de Elenco. Com isso, o longa de Kleber Mendonça Filho igualou o recorde de "Cidade de Deus", em 2004, com quatro indicações. A cerimônia dos melhores do cinema acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O'Brien como apresentador. Qual a história de 'O agente secreto'? "O Agente Secreto" coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho. O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego. Na edição do ano passado, "Ainda estou aqui" venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação. Indicação de O Agente Secreto ao Oscar de Melhor Filme Mario Anzuoni/Reuters
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Wagner Moura é indicado ao Oscar 2026 de Melhor Ator e se torna 1º brasileiro na categoria

G1 - Cinema - 22 Janeiro, 2026 - 10:46

Wagner Moura é indicado ao Oscar de Melhor Ator Wagner Moura foi indicado ao Oscar 2026 de Melhor Ator pelo filme "O agente secreto". Pela primeira vez na história, um ator brasileiro concorre na categoria. Os outros indicados são: Timothée Chalamet, “Marty Supreme” Leonardo DiCaprio, “Uma batalha após a outra" Ethan Hawke, “Blue Moon” Michael B. Jordan, “Pecadores” Além da indicação de melhor atuação masculina, o filme brasileiro recebeu mais três indicações ao Oscar 2026 e empatou com o recorde de "Cidade de Deus", em 2004. A cerimônia dos melhores do cinema acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O'Brien como apresentador. Qual a história de 'O agente secreto'? Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura durante a filmagem de 'O agente secreto' Laura Castor/Divulgação "O Agente Secreto" coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho. O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego. Na edição do ano passado, "Ainda estou aqui" venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação.
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Adolpho Veloso, diretor de fotografia de 'Sonhos de Trem', é indicado ao Oscar 2026

G1 - Cinema - 22 Janeiro, 2026 - 10:46

Adolpho Veloso, diretor de fotografia de 'Sonhos de Trem', é indicado ao Oscar 2026 O diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso foi indicado ao Oscar por seu trabalho no filme "Sonhos de Trem". Ele disputa a categoria Melhor Fotografia. Além dele, o Brasil concorre em outras quatro categorias da premiação com "O Agente Secreto", dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura. O Oscar 2026 acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O'Brien como apresentador. O evento terá a estreia da primeira nova categoria, melhor direção de elenco, desde 2002. Quem é Adolpho Veloso? O diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso Divulgação/IMDb do diretor Adolpho Veloso é um diretor de fotografia brasileiro que conquistou reconhecimento internacional com seu trabalho em "Sonhos de Trem" (2025, dirigido por Clint Bentley), filmado 99% com luz natural em locações no Noroeste dos Estados Unidos, evocando memórias poéticas do protagonista Robert Grainier (Joel Edgerton). Veloso colaborou com Bentley em "Jockey" (2021) e ganhou o prêmio de Melhor Direção de Fotografia da Los Angeles Film Critics Association (LAFCA) 2025 e o Critics Choice Awards 2026 pelo mesmo filme. Joel Edgerton no filme 'Sonhos de Trem' Divulgação/Netflix Sua filmografia inclui "On Yoga: The Architecture of Peace" (2017, dir. Heitor Dhalia), "Rodantes" (de Leandro Lara). Ele também tem lançamentos previstos para os próximos meses, como "Queen at Sea" (de Lance Hammer, com Juliette Binoche) e "Remain" (de M. Night Shyamalan, com Jake Gyllenhaal). No geral, os trabalhos de Veloso têm uma abordagem minimalista e autêntica influenciada por mestres da categoria como o americano Gordon Willis (1931-2014).
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'O agente secreto' é indicado ao Oscar 2026 de Melhor Filme Internacional

G1 - Cinema - 22 Janeiro, 2026 - 10:45

‘O Agente Secreto’ é indicado a Melhor Filme Internacional "O agente secreto" foi indicado ao Oscar 2026 de Melhor Filme Internacional. O filme brasileiro concorre com: "Foi apenas um acidente", França (do iraniano Jafar Panahi) "Valor Sentimental", Noruega (de Joachim Trier) "A voz de Hind Rajab", Tunísia (de Kaouther Ben Hania) "Sirat", Espanha (de Oliver Laxe) A cerimônia dos melhores do cinema acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O'Brien como apresentador. Qual a história de 'O agente secreto'? Wagner Moura é Marcelo em 'O Agente Secreto' Divulgação "O Agente Secreto" coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho. O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego. Na edição do ano passado, "Ainda estou aqui" venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação.
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'O agente secreto' recebe quatro indicações ao Oscar e iguala recorde de 'Cidade de Deus'

G1 - Cinema - 22 Janeiro, 2026 - 10:41

‘O Agente Secreto’ é indicado para o Oscar de Melhor Filme "O agente secreto" recebeu quatro indicações ao Oscar 2026 e empatou com o recorde de "Cidade de Deus", em 2004. O filme de Kleber Mendonça Filho concorre em: Melhor seleção de elenco Melhor filme internacional Melhor ator para Wagner Moura Melhor filme A cerimônia dos melhores do cinema acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O'Brien como apresentador. Além de "O Agente Secreto", um brasileiro também concorre em Melhor Fotografia. Adolpho Veloso é um dos favoritos na categoria por seu trabalho em "Sonhos de Trem". Veja os principais campeões de indicações: "Pecadores" (16 indicações) "Uma batalha após a outra" (13) "Frankenstein", "Marty Supreme" e "Valor Sentimental" (9 cada) "Hamnet" (8) MAIS: Lista completa de indicações no Oscar 2026 Qual a história de 'O agente secreto'? Wagner Moura é Marcelo em 'O Agente Secreto' Divulgação "O Agente Secreto" coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho. O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego. Na edição do ano passado, "Ainda estou aqui" venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação. Como foi o Oscar de Cidade de Deus? Leandro Firmino interpretou o traficante Zé Pequeno Reprodução No Oscar 2004, "Cidade de Deus" recebeu quatro indicações até então inéditas para o Brasil. O filme não ganhou estatuetas, mas foi lembrado em quatro categorias: direção (Fernando Meirelles); roteiro adaptado (Bráulio Mantovani); montagem (Daniel Rezende); e fotografia (César Charlone).
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Oscar 2026: veja lista completa de indicados; 'Pecadores' lidera com 16 indicações

G1 - Cinema - 22 Janeiro, 2026 - 10:30

‘O Agente Secreto’ é indicado para o Oscar de Melhor Filme A Academia de Cinema de Hollywood anunciou os indicados ao Oscar 2026 nesta quinta-feira (22). O brasileiro "O agente secreto" fez história e concorre em quatro categorias. Entre elas, a principal, de melhor filme. O filme de Kleber Mendonça Filho ainda foi indicado como melhor ator, com Wagner Moura, melhor filme internacional e melhor seleção de elenco. Com isso, "O agente secreto" empata com "Cidade de Deus", no Oscar 2024, como o brasileiro com o maior número de indicações. Veja os principais campeões de indicações: "Pecadores" (16 indicações) "Uma batalha após a outra" (13) "Frankenstein", "Marty Supreme" e "Valor Sentimental" (9 cada) "Hamnet: A vida antes de Hamlet" (8) 'O agente secreto' recebe quatro indicações ao Oscar O Oscar 2026 acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O'Brien como apresentador. Veja a lista completa abaixo: Melhor filme 'Bugonia' 'F1' 'Frankenstein' 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' 'Marty Supreme' 'Uma batalha após a outra' 'O agente secreto' 'Valor sentimental' 'Pecadores' 'Sonhos de trem' Fotografia 'Pecadores' 'Uma batalha após a outra' 'Sonhos de trem' 'Frankenstein' 'Marty Supreme' Direção Chloé Zhao, 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' Josh Safdie, 'Marty Supreme' Paul Thomas Anderson, 'Uma batalha após a outra' Joachim Trier, 'Valor sentimental' Ryan Coogler, 'Pecadores' Atriz Jessie Buckley, 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' Rose Byrne, 'Se eu tivesse pernas, eu te chutaria' Kate Hudson, 'Song Sung Blue - Um sonho a dois' Renate Reinsve, 'Valor sentimental' Emma Stone, 'Bugonia' Ator Timothée Chalamet, 'Marty Supreme' Leonardo DiCaprio, 'Uma batalha após a outra' Ethan Hawke, 'Blue Moon' Michael B. Jordan, 'Pecadores' Wagner Moura, 'O agente secreto' Efeitos visuais 'Avatar: Fire and Ash' 'F1' 'Jurassic World: Recomeço' 'O Ônibus Perdido' 'Pecadores' Animação 'Guerreiras do K-Pop' 'Zootopia 2' 'Arco' 'Elio' 'A Pequena Amélie' Som 'F1' 'Frankenstein' 'Uma batalha após a outra' 'Pecadores' 'Sirât' Montagem 'F1' 'Marty Supreme' 'Uma batalha após a outra' 'Valor sentimental' 'Pecadores' Documentário 'The Alabama Solution' 'Come See Me in the Good Light' 'Cutting Through Rocks' 'Mr. Nobody Against Putin' 'The Perfect Neighbor' Direção de arte 'Frankenstein' 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' 'Marty Supreme' 'Uma batalha após a outra' 'Pecadores' Canção original 'Dear Me', de 'Diane Warren: Relentless' 'Golden', de 'Guerreiras do K-Pop' 'I Lied to You”', de 'Pecadores' 'Sweet Dreams of Joy', de 'Viva Verdi!' 'Train Dreams', de 'Sonhos de trem' Filme internacional 'Foi apenas um acidente' - França 'O agente secreto' - Brasil 'Valor sentimental' - Noruega 'A voz de Hind Rajab' - Tunísia 'Sirât' - Espanha Figurino 'Avatar: Fogo e cinzas' 'Frankenstein' 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' 'Marty Supreme' 'Pecadores' Seleção de elenco 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' 'Marty Supreme' 'Uma batalha após a outra' 'O agente secreto' 'Pecadores' Ator coadjuvante Benicio Del Toro, 'Uma batalha após a outra' Jacob Elordi, 'Frankenstein' Delroy Lindo, 'Pecadores' Sean Penn, 'Uma batalha após a outra' Stellan Skarsgård, 'Valor sentimental' Roteiro original 'Blue Moon' 'Foi apenas um acidente' 'Marty Supreme' 'Valor sentimental' 'Pecadores' Roteiro adaptado 'Uma batalha após a outra' 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' 'Bugonia” 'Sonhos de trem' 'Frankenstein' Curta-metragem com atores 'Butcher's Stain' 'A Friend of Dorothy' 'Jane Austen's Period Drama' 'The Singers' 'Two People Exchanging Saliva' Animação de curta-metragem 'Butterfly' 'Forevergreen' 'The Girl Who Cried Pearls' 'Retirement Plan' 'The Three Sisters' Documentário em curta-metragem 'All the Empty Rooms' 'Armed Only With a Camera: The Life and Death of Brent Renaud' 'Children No More: “Were and Are Gone' 'The Devil Is Busy' 'Perfectly a Strangeness' Trilha sonora original 'Bugonia' 'Frankenstein' 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' 'Uma batalha após a outra' 'Pecadores' Atriz coadjuvante Elle Fanning, 'Valor sentimental' Inga Ibsdotter Lilleaas, 'Valor sentimental' Amy Madigan , 'A hora do mal' Wunmi Mosaku, 'Pecadores' Teyana Taylor, 'Uma batalha após a outra' Maquiagem e cabelo 'Frankenstein' 'Kokuho' 'Pecadores' 'Coração de lutador: The Smashing Machine' 'A Meia-Irmã Feia'
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Oscar 2026 anuncia indicados nesta quinta-feira; Brasil tem boas chances em 9 categorias

G1 - Cinema - 22 Janeiro, 2026 - 00:00

As chances de 'O agente secreto' no Oscar, segundo especialistas de Hollywood O Oscar 2026 tem tudo para ser o mais brasileiro de todos os tempos. A Academia de Cinema de Hollywood anuncia os indicados à sua premiação nesta quinta-feira (22), às 10h30, e o Brasil tem boas chances de concorrer em cerca de nove categorias. Veja abaixo as principais perguntas e respostas da edição deste ano: Onde assistir ao anúncio dos indicados? Em quais categorias 'O agente secreto' tem chance? O Brasil também pode concorrer em outras? Quais? Quando será o Oscar 2026? 1. Onde assistir ao anúncio dos indicados? O anúncio vai ser transmitido pelo g1, a partir das 10h30, com apresentação dos atores Danielle Brooks ("Orange is the new black") e Lewis Pullman ("Thunderbolts*"). Clique aqui para assistir. 2. Em quais categorias 'O agente secreto' tem chance? Para especialistas em premiações de Hollywood, "O agente secreto" tem chances em cinco categorias diferentes. A obra brasileira tem indicações praticamente garantidas em melhor filme internacional e melhor ator, com Wagner Moura. Além disso, tem ganhado força na categoria principal, de melhor filme, que conta com dez indicados no total. O filme de Kleber Mendonça Filho ainda aparece entre os prováveis indicados a melhor direção de elenco, uma categoria que faz sua estreia em 2026, e melhor roteiro original. 3. O Brasil também pode concorrer em outras? Quais? O Brasil ainda tem certo favoritismo para conseguir indicações em ao menos outras quatro categorias: Melhor fotografia: com o diretor de fotografia Adolpho Veloso, do filme americano "Sonhos de trem"; melhor montagem: com o montador Affonso Gonçalves, do filme americano "Hamnet: A vida antes de Hamlet"; melhor documentário: com os filmes "Apocalipse nos trópicos" e "Yanuni"; e melhor curta-metragem: com o curta "Amarela". As chances variam. No caso de fotografia, Adolpho Veloso é considerado um dos favoritos até para levar o Oscar. Na montagem, Affonso Gonçalves (que divide a função a diretora do filme, Chloé Zhao) cresceu nas últimas semanas e parece ter indicação garantida. Os outros filmes têm chances principalmente por aparecerem nas pré-listas de 12 categorias, com 15 selecionados cada, divulgadas pela Academia em dezembro. Entre elas, "Apocalipse nos trópicos" parece ser a com melhores chances de conseguir a indicação de fato. Quando será o Oscar 2026? O Oscar 2026 acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O'Brien como apresentador. O evento terá a estreia da primeira nova categoria, melhor direção de elenco, desde 2002. Wagner Moura comemora Globo de Ouro de Melhor Ator de Filme (Drama) AP Photo/Chris Pizzello
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O baiano tem o molho? Como 'hit do verão' virou música que embala campanha de 'O Agente Secreto' e Wagner Moura ao Oscar

G1 - Cinema - 21 Janeiro, 2026 - 18:54

(Da esq. p/ dir.): o cantor O Kannalha, o ator Wagner Moura e o diretor Kleber Mendonça Filho Letícia Souza/Divulgação É bem possível que circulando pelos labirintos da internet você tenha se deparado com um vídeo do ator Wagner Moura ao som da canção "O Baiano Tem o Molho", de O Kannalha, nome artístico do cantor Danrlei Orrico. Numa proximidade tão improvável quanto a amizade da cantora Alcione com a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, a música e a campanha do filme "O Agente Secreto", dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Wagner Moura, caminham juntas rumo à indicação ao Oscar que acontece na manhã desta quinta-feira (22/01). Mas para entender a relação da canção d'O Kannalha com a campanha do filme é preciso voltar algumas casas. Mais precisamente, até maio de 2025, quando uma cena ganhou o mundo. Wagner Moura, acompanhado de sua esposa, Sandra Delgado, do diretor Kléber Mendonça Filho, da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e parte da equipe de "O Agente Secreto" passavam pelo tapete vermelho do Festival de Cannes "frevando" ao som do Guerreiros do Passo, uma importante manifestação cultural recifense que firma na dança suas raízes. "Emoção arretada", diz Wagner Moura sobre prêmios no Globo de Ouro "Tinha que ser o Guerreiros do Passo", revela o coordenador de lançamento do filme, Bernardo Lessa, sobre o pedido do diretor. E no passo marcado do frevo, a música passou a acompanhar a campanha de divulgação de "O Agente Secreto" de maneira íntima e fez todo sentido a presença do tradicional ritmo pernambucano na campanha de divulgação do filme, já que há cenas de Carnaval e a principal locação do filme é o Recife, terra natal do diretor do longa. Mas, de forma inesperada, uma outra canção deu um caloroso abraço nesta história, principalmente em seu protagonista Wagner Moura. O estalo aconteceu, segundo Lessa, em setembro de 2025. Ao chegar na cerimônia do 50º Festival Internacional de Cinema de Toronto, no Canadá, Wagner Moura foi recebido por algumas fãs com o refrão singular da canção d'O Kannalha — "O baiano tem o molho. O baiano tem o molho…" — e fez-se a luz. "Naquele momento, encontramos a Bahia, achamos", afirma Lessa. Elenco do filme desfilou pelo tapete vermelho em Cannes ao som de frevo, em maio de 2025 Divulgação Criação da internet Em entrevista à BBC News Brasil, Kannalha revela que o diretor criativo desta empreitada foi esse ser mitológico chamado internet. "De início, essa ligação foi feita pelos fãs. A galera fez alguns vídeos, alguns cortes do Wagner, até antes do lançamento do filme e que viralizou muito, muito, muito mesmo." Depois disso, a Vitrine Filmes, responsável pela distribuição do longa-metragem, entrou em contato com o cantor baiano e, como uma luva do tamanho certo, música e campanha passaram a andar juntas, viralizaram e foram parar até nas redes sociais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O historiador, professor e comediante Matheus Buente define essa relação de música com a campanha do filme da seguinte maneira: "A internet foi maravilhosa quando resolveu juntar as duas coisas, fazer as edições com as imagens de Wagner, ele que é muito identificado com Salvador, sempre fala da cidade, do Vitória, que é o time dele. Ele não esconde isso, a carreira dele tem marcas disso, combina. Aí vira tendência", afirma. "Apesar de ser um filme pernambucano, mas junta tudo. Tem uma hora que o nordestino é mais região e menos Estado", complementa o comediante. A pré-estreia do filme em Salvador, no início de novembro de 2025, também ajudou a aproximar ainda mais a música da campanha do filme. Na varanda do Cine Glauber Rocha estavam Kleber Mendonça Filho, Wagner Moura, um pouco tímido, Daniela Mercury e ele, O Kannalha, que fez a batedeira — sua já tradicional dança que consiste em chacoalhar da pélvis de forma bastante acelerada — e cantou, entre outras, "O Baiano Tem o Molho" num show improvisado e quase sem divulgação para o público que se aglomerou em frente à entrada. Ele se tornou protagonista. Wagner Moura dançando com O Kannalha e Daniela Mercury em pré-estreia do filme em Salvador Deivisson Carvalho "A equipe nos tratou super bem e eles tiveram total interesse para que a gente encontrasse o melhor jeitinho de fazer e teve a ideia brilhante de fazer o show ali na varanda e superou as minhas expectativas. E esse encontro foi o que faltava para a galera se divertir com essa ligação da música com Wagner. Eu não falei nada no dia, divulguei em cima da hora que estava no evento, pegou todo mundo de surpresa", explica O Kannalha "A gente pensou num trio elétrico, quase conseguimos, mas aí não deu certo. E terminou que o dono do Cine Glauber Rocha (Cláudio Marques) falou: 'Olha, tem uma varanda no meu cinema, se vocês quiserem colocar umas caixas de som'", revela Bernardo Lessa. O special sauce de Wagner Moura O ator baiano, com seu molho, seu sotaque brasileiro e seu carisma foi conquistando a crítica, o público e hoje, aos 49 anos, chama atenção na maior potência do cinema mundial. Podemos dizer que ele se tornou um dos "gringos" queridinhos de Hollywood, ao lado de Pedro Pascal? Em uma entrevista recente, Wagner comentou que não gostava de disfarçar o sotaque brasileiro para falar inglês, como ele também nunca disfarçou o sotaque baiano para fazer novela, para fazer filme nacional. "Eu como baiano, olho para ele e me identifico muito, parece que é meu vizinho, um cara muito próximo que está chegando nesses lugares importantes. É um carisma absurdo, uma auto referência muito forte sem ser arrogante", comenta Matheus Buente. Capa da revista The Hollywood Reporter, ao lado de Adam Sandler, Dwayne Johnson e Michael B. Jordan, Jeremy Allen White… entrevista para Drew Barrymore, beijo da Julia Roberts no Globo de Ouro, de alguma forma o ator baiano de Rodelas representa sua cidade, seu estado, sua região, seu país em cada uma dessas aparições. Destrinchando o molho d'O Kannalha A música "O Baiano tem o Molho" foi lançada em fevereiro de 2025, atrasada para o verão de 2025, mas em tempo para o de 2026, a princípio, seria cantada de outra forma, muito mais auto-referente. Seria algo como "O Kannalha tem o molho, O Kannalha tem o molho", mas o cantor entendeu que estender esse dendê à todos baianos traria mais potencial para a canção. A faixa de 2 minutos e 9 segundos começa com a frase: "É papo de maluquice" e seguida por um clima dançante, mas tenso, composto com acordes menores, uma pegada roqueira da guitarra, escondida embaixo da percussão veloz, bem característico do pagodão. É importante abrir um pequeno complemento. O pagodão, ou pagodão baiano, é um ritmo soteropolitano que carrega a ancestralidade do samba de roda, samba duro, samba reggae, entre outros gêneros, numa percussão, ritmo acelerado e sincopado bem característico para a dança rápida, apesar dos tons baixos e orquestração mais soturna. É também um pilar muito forte na cultura periférica em que se destacam nomes como Edcity e Fantasmão e Iggor Kannário. O Kannalha ganhou o Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria Axé/Pagodão em 2025 e a faixa tem números expressivos: 8,6 milhões de plays no Spotify e 8,4 milhões de views no YouTube. Baiano de Camaçari, na região metropolitana de Salvador, Danrlei Orrico tem 28 anos e muitos ingredientes desse "molho" que canta. Filho de baiana do acarajé, dança a batedeira, joga capoeira e toca percussão, mas suas habilidades vão muito além dos estereótipos e seu personagem, O Kannalha, representa um estado de cabeça erguida, que se orgulha de sua origem. "É uma forma ousada de se referir, mas de fato a música foi feita para poder chamar a atenção sobre uma forma de falar, dizer que o baiano é arretado. É sobre você ser baiano, nascer baiano, ter axé", explica o cantor. Mas afinal, o que tem nesse molho? Matheus Buente traz um ponto de vista para esta pergunta. "O molho é uma coisa subjetiva, que vai do charme até a coisa do fazer diferente, ter personalidade, a fama, toda coisa da sexualidade. Inclusive, passa por questões da população negra da Bahia." Ele complementa. "É um bairrismo positivo, ainda que reforce certos estereótipos, mas é uma exaltação ao baiano fazer diferente, a ter muita personalidade, da Bahia ser a Bahia, dela ser simpática, legal, ser um lugar diferente, de pessoas animadas. O molho da correria, o molho do trabalho, de não ter a vergonha de não ser quem é." O Kannalha também contribui para desvendar quais são os têmperos. "Cada um fala que tem o seu molho especial, então o ingrediente vai de você. O molho d'O Kannalha é fazer a batedeira, ser um cara família, dançar, jogar capoeira, fazer acarajé. Esse é o meu molho, esses são os meus ingredientes. O que você carrega da cultura baiana? Esses são os ingredientes." Cleidiana Ramos, jornalista, doutora em antropologia, professora e pesquisadora, traz um conceito importante para esse "molho", a "brincadeiragem". "[O antropólogo e historiador] Roberto Albergaria gostava dessa expressão, que é exatamente essa forma lúdica de levar o cotidiano, de traduzir o cotidiano e essas coisas vão para a arte. Fora de uma leitura política, que num primeiro momento pode gerar a reação de 'meu Deus, que horror', da estereotipização, mas a gente entende no contexto do cotidiano essa forma de ser, que não é nova." E traz exemplos de grandes nomes. "Dorival Caymmi, que é nossa primeira grande estrela da indústria fonográfica, que vai cantar, digamos assim, a baianidade, tem trocadilhos em 'Nega do Balaio Grande', em 'Vatapá', uma música que seria cancelada agora", afirma. "Agora, em 2025, O Kannalha pega essa mesma tradição e aí vai lá. O baiano tem o molho. E que molho é esse? O molho da sensualidade nata." Outros molhos O molho que virou hit não é, porém, uma característica de todo baiano e também não só do baiano. O Kannalha comenta que por onde passa já está ouvindo falar de outras receitas. "Nós fomos recebidos em Minas Gerais com o pessoal dizendo que BH tem um tempero. No Rio, a galera já disse que no Rio já tinha outra coisa." Numa análise mais profunda, a antropóloga Jade Alcântara Lôbo afirma que "é um reflexo mais aproximado das vivências do cotidiano soteropolitano", mas também algo que pode ser visto de forma mais ampla. "Para compreender o uso da música d'O Kannalha no caso de Wagner Moura, é importante reconhecer que a forma como um povo se percebe está profundamente vinculada aos processos de construção coletiva do cotidiano, às práticas, aos modos de existir e aos repertórios simbólicos, mas também atravessada pela imagética que produz sobre si e que o outro projeta." Ele explica ainda que há outros molhos. "Esse fenômeno não é exclusivo do contexto baiano. Entre populações negras nos Estados Unidos, por exemplo, circula a ideia de ter o sauce (molho, na tradução para o português), mobilizada por Beyoncé na estética e na narrativa do álbum 'Formation', 'I got hot sauce in my bag, swag' (Eu tenho molho de pimenta na minha bolsa, estilo, na tradução para o português) como forma de afirmar excelência, ancestralidade e presença." Segundo a antropóloga esse fenômeno opera como "expressões identitárias nas diásporas negras das Américas, utilizadas para traduzir um modo de estar no mundo que recusa a monotonia, a rigidez e a repetição normativa associadas ao ideal ocidental dominante, afirmando em seu lugar uma ética da invenção, da beleza cotidiana e da inteligência cultural." A expectativa pelo Oscar O Farol da Barra, popular praia da capital baiana, aguarda por um sábado de sol. Dezenas de guarda-sóis se acotovelam na estreita faixa de areia por 50 reais com duas cadeiras. Um primeiro grupo de altinha se concentra perto da água, seguido por um segundo e um terceiro. Os banhistas que optaram por não pagar a taxa das barracas se concentram no canto direito. Bem perto dali, um homem solitário ostenta uma caixa de som de tamanho modesto, mas som potente. Entre uma bola que escapa dos boleiros e um vendedor de acarajé ele, e todo aquele canto da praia, escuta o profano e o sagrado em frases como: "Meu Deus do céu, que baianinho gostoso." "O baiano tem o molho. O baiano tem o molho. Nós já nasce com a pimenta na cabeça da chibata e o dendê que molha o corpo todo." Nesta quinta-feira, e no dia 15 de março, durante a cerimônia do Oscar, a música d'O Kannalha estará atrelada à Wagner Moura como o Tema da Vitória representou Ayrton Senna. Até lá a canção circula pelas ruas de Salvador e no dia 29 de janeiro, O Kannalha faz seu disputado "Ensaio do Maridão" na Praça das Artes Pelourinho e mantém uma programação intensa de shows pelo Brasil. O que a aparição da lenda da 'Perna Cabeluda' em 'O Agente Secreto' diz sobre a ditadura A atriz de 'O Agente Secreto' que começou no cinema aos 72 e chegou ao radar do Oscar Como se comparam as campanhas de 'O Agente Secreto' e 'Ainda Estou Aqui' nas premiações internacionais
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Framboesa de Ouro: Isis Valverde, Natalie Portman e The Weekend estão entre indicados

G1 - Cinema - 21 Janeiro, 2026 - 08:57

Isis Valverde é indicada ao Framboesa de Ouro por 'Código Alarum' Divulgação O Framboesa de Ouro anunciou os indicados da edição de 2026, que destaca "o pior do cinema" no ano anterior. A brasileira Isis Valverde foi indicada a pior atriz coadjuvante por seu papel no filme "Código Alarum", com Sylvester Stallone. O live-action "Branca de Neve" e "Guerra dos Mundos", estrelado por Ice Cube, foram os principais indicados, com seis categorias (incluindo pior filme). Já o filme "Hurry Up Tomorrow", de The Weeknd, levou cinco indicações, incluindo a de pior ator para o músico. Vencedores do Oscar como Jared Leto e Natalie Portman também levaram indicações. Veja a lista completa de indicados: PIOR FILME “The Electric State” “Hurry Up Tomorrow” “Branca de Neve” (2025) “Star Trek: Section 31” “Guerra dos Mundos” (2025) PIOR ATOR Dave Bautista, “In the Lost Lands” Ice Cube, “Guerra dos Mundos” Scott Eastwood, “Código Alarum” Jared Leto, “Tron: Ares” Abel “The Weeknd” Tesfaye, “Hurry Up Tomorrow” Cena de 'Hurry Up Tomorrow', filme de The Weeknd Divulgação PIOR ATRIZ Ariana DeBose, “Love Hurts” Milla Jovovich, “In the Lost Lands” Natalie Portman, “Fountain of Youth” Rebel Wilson, “Bride Hard” Michelle Yeoh, “Star Trek: Section 31” PIOR REMAKE, CÓPIA OU SEQUÊNCIA “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” “Five Nights at Freddy’s 2” “Smurfs” “Branca de Neve” “Guerra dos Mundos” PIOR ATRIZ COADJUVANTE Anna Chlumsky, “Bride Hard” Ema Horvath, “The Strangers: Chapter 2” Scarlet Rose Stallone, “Gunslingers” Kacey Rohl, “Star Trek: Section 31” Isis Valverde, “Código Alarum” PIOR ATOR COADJUVANTE Todos os sete anões artificiais, “Branca de Neve” Nicolas Cage, “Gunslingers” Stephen Dorff, “Bride Hard” Greg Kinnear, “Off the Grid" Sylvester Stallone, “Código Alarum” PIOR COMBINAÇÃO EM CENA Todos os sete anões, “Branca de Neve” (2025) James Corden e Rihanna, “Smurfs” (2025) Ice Cube e sua câmera do Zoom, “Guerra dos Mundos” (2025) Robert De Niro e Robert De Niro (Frank e Vito), “The Alto Knights” The Weeknd e seu ego colossal, “Hurry Up Tomorrow” PIOR DIREÇÃO Rich Lee, “Guerra dos Mundos” (2025) Olatunde Osunsanmi, “Star Trek: Section 31” Irmãos Russo, “The Electric State” Trey Edward Shults, “Hurry Up Tomorrow” Marc Webb, “Branca de Neve” (2025) PIOR ROTEIRO “The Electric State”, roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely “Hurry Up Tomorrow”, roteiro de Trey Edward Shults, Abel Tesfaye e Reza Fahim “Branca de Neve” (2025), roteiro de Erin Cressida Wilson e outros colaboradores “Star Trek: Section 31”, roteiro de Craig Sweeny “Guerra dos Mundos” (2025), roteiro de Kenny Golde e Marc Hyman
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'Nosso Segredo', primeiro longa dirigido por Grace Passô, terá estreia mundial no Festival de Berlim

G1 - Cinema - 20 Janeiro, 2026 - 12:54

Cena do filme "Nosso Segredo" Divulgação "Nosso Segredo", primeiro longa dirigido pela atriz e dramaturga Grace Passô, terá estreia mundial no 76º Festival de Berlim, que acontece entre os dias 12 e 22 de fevereiro. Produzido pelo cineasta Ricardo Alves Jr. em coprodução com Rachel Daisy Ellis, Julia Alves e Globo Filmes, o filme foi selecionado para a Perspectives, nova seção competitiva do festival. "Tô feliz de estar num grande festival como a Berlinale. Este é um filme muito especial pra mim, e quem conhece o que venho criando há anos, sabe. Acho um momento também especial para a produção cinematográfica de Belo Horizonte, que marca uma presença histórica este ano no festival e também porque nós, brasileiras, estamos empolgadas com as repercussões de grandes cineastas brasileiros lá fora. Como pareceu dizer Kleber no discurso do Globo de Ouro, é um momento de empolgar as criações cinematográficas no Brasil", afirma Grace Passô. "Nosso Segredo" conta a história de uma família negra que tenta reconstruir sua rotina após uma perda recente. Enquanto cada um foge do luto à sua maneira, o filho caçula guarda um segredo capaz de encarar as raízes de suas dores e, juntos, descobrirem um novo caminho. "A história que o filme conta me ajuda a refletir sobre o que está por trás do que não é dito nas convivências afetivas, na dimensão do luto e das ausências. Essa história é uma espécie de fonte para mim — assim como as famílias o são para nós. O roteiro é uma reescritura de 'Amores Surdos', primeira peça de teatro que escrevi", conta Grace. O longa foi filmado em Belo Horizonte e o elenco conta com Robert Frank, Ju Colombo, Efraim Santos, Jéssica Gaspar, Flip, Marisa Revert, Juan Queiroz e participações especiais de Mateus Aleluia, Tássia Reis, Gláucia Vandeveld e Nanego Lira. Leia também: 'Rosebush Pruning', longa de Karim Aïnouz, é selecionado em mostra do Festival de Berlim Grace Passô, atriz e diretora Wilssa Esser/Divulgação
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'Rosebush Pruning', longa de Karim Aïnouz, é selecionado em mostra do Festival de Berlim

G1 - Cinema - 20 Janeiro, 2026 - 10:22

Elenco de "Rosebush Pruning": Elle Fanning, Jamie Bell, Callum Turner, Lukas Gage, Riley Keough e Tracy Letts Felix Dickenson/Divulgação "Rosebush Pruning", longa de Karim Aïnouz, foi selecionado para a competição da 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim. No elenco, "Rosebush Pruning" conta com Callum Turner, Riley Keough, Jamie Bell, Lukas Gage, Elena Anaya, Tracy Letts, Elle Fanning e Pamela Anderson. "Rosebush Pruning" é mais um projeto internacional do diretor, que assina longas como "Madame Satã", "Motel Destino", "O Jogo da Rainha", "A Vida Invisível". “Estou feliz da vida de voltar ao Festival de Berlim, um festival visionário. O último filme meu que esteve em competição aqui foi o 'Praia do Futuro', em 2014. É uma honra poder estrear novamente aqui. Além de ser realizado na cidade onde eu vivo, é um festival que aposta em um cinema de inovação, de invenção. É uma vitrine perfeita para este filme, que investe num afiado senso de humor, que é marcado pela transgressão e ousadia, valores que são sinônimos do próprio Festival e da cidade de Berlim. Estar ao lado dos filmes selecionados me deixa profundamente lisonjeado”, comemora o diretor brasileiro. O Festival de Berlim acontece entre os dias 12 e 22 de fevereiro de 2026. "Rosebush Pruning" é uma ousada sátira contemporânea sobre as contradições da família tradicional. Ambientado em uma mansão na Catalunha, o filme acompanha uma família americana privilegiada e excêntrica, envolta em conflitos absurdos. Os irmãos Jack, Ed, Anna e Robert vivem isolados do mundo, usufruindo da fortuna que herdaram. Enquanto isso ignoram as demandas do pai cego e buscam amor e acolhimento uns nos outros, vivendo às voltas com as mais recentes roupas de grife. Quando Jack, o irmão mais velho e eixo central da família, anuncia que vai abandonar o pai e os irmãos para morar com a namorada Martha, os laços de sangue implodem. Ed começa a descobrir a verdade por trás da misteriosa morte da mãe. Mentiras começam a vir à tona, a família passa a se desintegrar brutalmente e os irmãos entram uma espiral de violência. Com roteiro de Efthimis Filippo, o longa é colaboração de Aïnouz com a MUBI, The Match Factory, Kavac Film, The Apartment (uma empresa da Fremantle), SurFilm, Crybaby e Gold Rush Pictures. A produção é assinada por Viola Fügen e Michael Weber, Simone Gattoni, Annamaria Morelli e Vladimir Zemtsov. A coprodução fica a cargo de Andreas Wentz, Juan Cano “Nono” e Rachel Dargavel.
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'Extermínio: O Templo dos Ossos' surpreende com terror mais psicológico e profundo; g1 já viu

G1 - Cinema - 16 Janeiro, 2026 - 04:01

"Extermínio: O Templo dos Ossos", chega aos cinemas nesta quinta-feira (15), pouco mais de seis meses do filme anterior da franquia, "Extermínio: A Evolução". A produção, apesar do retorno de Danny Boyle ("Quem quer ser um milionário?") e Alex Garland ("Guerra Civil"), diretor e roteirista do primeiro longa, de 2002, dividiu opiniões por não ser tão impactante quanto deveria. Só que, de maneira surpreendente, a quarta parte dessa série se revela superior ao filme de Boyle ao trabalhar melhor os elementos dramáticos e de terror. Mesmo não sendo inovadores quanto foram os que surgiram há 24 anos, eles são bem desenvolvidos, mantêm a tensão em alto nível e ainda levam o público a uma reflexão mais densa do que geralmente se vê em filmes do gênero. A trama começa exatamente onde parou "Evolução", quando o menino Spike (Alfie Williams) conhece o grupo liderado pelo estranho Jimmy Crystal (Jack O'Connell, de "Pecadores") e entra para a equipe só para perceber que seus novos companheiros não são exatamente o que parecem. Assista ao trailer do filme "Extermínio: O Templo dos Ossos" Ao mesmo tempo, o Dr. Kelson (Ralph Fiennes) estabelece uma inusitada relação com um dos zumbis, visando descobrir uma cura para o vírus que transformou boa parte da população em feras raivosas. Não demora muito para que os mundos de Jimmy e Kelson se choquem, o que provoca consequências graves para todos. Teletubbies do Mal O roteiro de "Extermínio: O Templo dos Ossos" (novamente escrito por Alex Garland), volta a trabalhar uma questão que só tinha sido melhor desenvolvida no filme original: a de que, no caso de haver um apocalipse (seja nuclear, zumbi, ou qualquer outro) no mundo, a maior ameaça são os próprios seres humanos. Isso acontece porque, nesse quarto episódio da franquia, não são as pessoas infectadas o principal problema do filme. Embora ainda sejam bastante perigosas para os humanos sobreviventes, com sua selvageria e desejo de sangue, o filme deixa claro que a loucura e o sadismo de Jimmy (que usa uma visão bastante distorcida sobre religião e fé para liderar) e seu grupo são ainda mais terríveis e aterrorizantes nesse ambiente desolador que o filme mostra. Jimmy (Jack O'Connell, no centro) comanda um grupo perigoso em 'Extermínio: O Templo dos Ossos' Divulgação É algo que fica bem claro numa sequência em que Jimmy lidera um ataque a uma fazenda onde moram pessoas que tentam se proteger dos zumbis. Com requintes de brutalidade, os seguidores do vilão não hesitam em maltratar e torturar suas vítimas de maneiras tenebrosas, simplesmente porque, como diz uma das integrantes do grupo a Spike, "É só o que sabem fazer". O que revela que a infecção zumbi também degradou aqueles que não foram contaminados pelo vírus. Também é curioso como o filme usa a forma distorcida que Jimmy usa uma lembrança do passado, no caso o programa infantil Teletubbies (quem viu "A Evolução" vai entender um pouco melhor essa alegoria) para atacar suas vítimas. Numa das cenas, ele faz com que uma de suas seguidoras imite a dança de um dos episódios do show da TV para intimidar seus prisioneiros, de uma maneira que dá um ângulo jamais pensado para uma (até então) inocente produção para crianças. Um bom jeito encontrado pelo roteirista para mostrar o clima de degradação moral que reina neste universo. O médico e os monstros O filme também ganha muitos pontos ao desenvolver melhor o Dr. Ian Kelson, interpretado por Ralph Fiennes, introduzido no longa anterior numa curta participação. Em "Templo dos Ossos", além de ter mais tempo de tela, o personagem tem uma história mais rica, onde o público vê questões sobre seu passado e, principalmente, como ele tenta encontrar alguma luz num mundo coberto pelas trevas. Dr. Kelson (Ralph Fiennes) tenta se comunicar com um zumbi numa cena de 'Extermínio: O Templo dos Ossos' Divulgação Alguns dos melhores momentos do longa estão nas cenas em que o médico inicia uma relação de conhecimento e aprendizagem com um dos chamados zumbis alfa, que ele chama de "Sansão", por lembrar o personagem bíblico. O objetivo é conhecer os segredos da infecção mortal e, se possível, encontrar o humano por baixo do monstro. Com mais uma ótima atuação em sua carreira, Fiennes consegue transmitir bem sua compaixão por seu inusitado novo amigo (interpretado por Chi- Lewis-Parry), assim como sua forma de buscar alguma lógica em meio à devastação que impera naquela região. Porém, a parte mais memorável do filme acontece em seu terço final e faz com que Fiennes, literalmente, incendeie a telona com uma sequência realmente incrível. Um dos pontos mais altos de todos os episódios da franquia, certamente, que vai impactar o público de uma maneira que ninguém esperava ver num filme de terror. Saber mais detalhes desse momento do longa estragaria parte da surpresa e o prazer de assisti-la. Ralph Fiennes protagoniza o terror 'Extermínio: O Templo dos Ossos', de Nia DaCosta Divulgação Quanto ao resto do elenco, Jack O'Connell mostra mais uma vez que se sai muito bem fazendo vilões irônicos e psicóticos e o menino Alfie Williams tem grande potencial para fazer uma ótima carreira como ator no futuro. Além de Fiennes, vale destacar a ótima direção de Nia DaCosta ("A Lenda de Candyman"), que trabalha bem tanto as questões de tensão e suspense quanto as dramáticas. Até porque ela tinha uma difícil missão de seguir a partir do ponto em que Danny Boyle "parou", sem deixar cair a qualidade. Felizmente, ela não só manteve o nível como conseguiu elevá-lo. Mesmo que, para alguns fãs do gênero, a cineasta pareça mais preocupada em fazer drama do que dar sustos, ela mantém o interesse do espectador do início ao fim da trama e renova o interesse pela franquia. O filme mostra que DaCosta está numa boa fase de sua carreira, não só por "Templo dos Ossos", mas também pelo elogiado drama "Hedda". Nada mal para quem passou por maus bocados devido ao fracasso de público e de crítica "As Marvels". Com um ótimo uso de canções de grupos como Duran Duran, Radiohead e Iron Maiden, além da boa trilha sonora de Hildur Guðnadóttir ("Coringa"), "Extermínio: O Templo dos Ossos" mostra que, mesmo sem ter maiores inovações para os filmes de zumbi, ainda tem muita coisa para ser explorada na franquia e alegrar os fãs. Só não pode cair nas armadilhas do gênero e entregar capítulos repletos de clichês. Por enquanto, está no caminho certo. Cartela resenha crítica g1 Arte/g1
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'Hamnet', vencedor do Globo de Ouro, impressiona com drama emocionante e envolvente; g1 já viu

G1 - Cinema - 15 Janeiro, 2026 - 03:00

"Hamnet: A Vida Antes de Hamlet", como o próprio subtítulo em português já diz, imagina quais seriam os motivos que levaram à criação de uma das maiores obras da dramaturgia mundial. Mas o longa, que encerrou o Festival do Rio 2025 em outubro e que estreia oficialmente nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (15), quer discutir mais do que isso. (Esta resenha foi publicada originalmente em 18 de outubro de 2025, após exibição no festival.) Na verdade, o vencedor do Globo de Ouro 2026 de melhor filme de drama quer levar o espectador a entender como a arte tem o poder e a sensibilidade de transformar tragédias em nossas vidas e sentimentos como dor e perda em algo emocionante e arrebatador. Logo na primeira cena, o público é apresentado a Agnes (Jessie Buckley, de "A Filha Perdida" e "Entre Mulheres"), deitada em posição fetal numa floresta, cercada por raízes de uma árvore. A imagem se assemelha à barriga de uma mulher que está gerando uma criança em seu corpo. 'Hamnet: A Vida Depois de Hamlet' impressiona com drama envolvente Só essa sequência já mostra o apuro estético e a segurança que a diretora Chloé Zhao (de "Nomadland" e "Eternos") tem para construir imagens belas e, ao mesmo tempo, tocantes, para não deixar ninguém desviar o olhar da tela. Além disso, Zhao quer deixar claro que o filme será todo conduzido pelo olhar de Agnes. A partir daí, a trama ambientada no século XVI mostra como a protagonista, que vive no interior da Inglaterra, um dia conhece um jovem chamado William Shakespeare (Paul Mescal, de "Aftersun" e "Gladiador II"), um aspirante a dramaturgo. Os dois logo se apaixonam, se casam (mesmo com uma certa resistência de suas famílias) e têm três filhos: as meninas Susanna (Bodhi Rae Breathnach), Judith (Olivia Lynes) e seu irmão gêmeo Hamnet (Jacobi Jupe). Porém, uma tragédia se abate sobre Hamnet, o que desestrutura toda a sua família, em especial, Agnes. Inconformada com a perda do filho, ela culpa o marido por não estar ao lado dele durante ocorrido, já que ele estava em Londres a trabalho. Enquanto Agnes fica mais reclusa e retraída, Shakespeare manifesta a sua dor a partir de um espetáculo teatral, que faz com que os dois encontrem uma maneira de compartilhar seus sentimentos. Paul Mescal interpreta William Shakespeare em 'Hamnet: A Vida Antes de Hamlet' Divulgação Para além do 'Ser ou Não Ser' "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet" é uma das experiências mais intensas e emocionantes que o cinema americano recente foi capaz de criar. O filme lida com temas pesados como o luto e a revolta de perder tão cedo uma pessoa amada de forma honesta e palpável, sem parecer artificial e piegas, algo que poderia facilmente acontecer em tramas como essa. Mas Chloé Zhao consegue escapar habilmente dessas armadilhas e trata tudo relativo à história com respeito e sensibilidade, deixando o filme com um apelo irresistível. Quando o espectador percebe, já está totalmente imerso na trama e em seus personagens. O grande mérito disso, além da ótima direção de Zhao está no roteiro, escrito pela diretora e por Maggie O'Ferrell, que também escreveu o livro "Hamnet" (lançado no Brasil pela Editora Intrínseca), no qual o filme é baseado. O texto primoroso constrói muito bem os personagens, dando a eles profundidade e humanidade. Agnes (Jessie Buckley) sente a dor de perder um filho em 'Hamnet: A Vida Antes de Hamlet' Divulgação Assim, não fica difícil para o público criar empatia com Agnes, Shakespeare e sua família. Por isso, a dor que o casal sente ao perder o filho também pode ser sentida por quem assistir ao longa e se emocionar de verdade com o que acontece na telona. E quando a arte é usada para representar o efeito causado por essa perda, o resultado é não menos do que arrebatador. Outro elemento que merece destaque em "Hamnet" é a belíssima fotografia assinada por Lukasz Zal, de "Zona de Interesse". Além do uso de cores intensas, Zal impressiona na sequência final, de tão bela, que qualquer fotograma ou imagem congelada poderia ser emoldurada para ser colocada numa parede. A direção de artes e figurinos também chamam a atenção. Força da natureza Além da ótima direção e do roteiro muito bem escrito, o que fica na cabeça do espectador é o alto nível das atuações de elenco. Em especial a incrível performance de Jessie Buckley, que entrega aqui um de seus melhores trabalhos como atriz. Graças a uma grande sensibilidade e indiscutível talento, Buckley transmite com veracidade toda a trajetória de Agnes, desde a felicidade do primeiro amor, o sentimento de maternidade despertado após ter seus filhos (e a luta contra um trauma de infância por isso), até culminar com a angústia e dor de lidar com uma perda inesperada e dilacerante. Jessie Buckley (ao centro) interpreta Agnes em 'Hamnet: A Vida Antes de Hamlet', de Chloé Zhao Divulgação Com uma atuação tão autêntica, fica difícil o público não se comover e criar empatia com a protagonista e os conflitos que ela passa a sofrer à medida que a trama avança. Certamente o nome de Jessie Buckley será bastante lembrado na temporada de premiações e ela não só merece esse reconhecimento como os prêmios que pode levar por seu trabalho. Paul Mescal, assim como Buckley, tinha o desafio de tornar convincente um personagem complexo. E não era qualquer personagem, mas simplesmente um dos maiores nomes da dramaturgia do planeta. Felizmente, o ator se sai bem e consegue humanizar Shakespeare, removendo dele todos os elementos icônicos que poderiam jogá-lo num beco sem saída. Mas Mescal não deixa isso acontecer e, assim como sua parceira de cena, comove em vários momentos do filme. Um deles é quando, durante um ensaio de sua peça, ele repreende um ator por não conseguir dizer suas falas de maneira satisfatória. A reação de Shakespeare, que vai se intensificando à medida que o erro se repete, mostra que o incômodo não é só devido ao ensaio, mas também por algo que o faz sofrer, mas que não pôde extravasar até então, por ser uma pessoa mais contida do que sua esposa. Outro momento está no desfecho do longa, onde comove e emociona na dose certa. Shakespeare (Paul Mescal, de costas) lida com uma grande perda através da arte em 'Hamnet: A Vida Antes de Hamlet' Divulgação O resto do elenco também corresponde com performances eficientes. Em especial o jovem Jacobi Jupe, que interpreta o personagem-título com bastante carisma e, mesmo em curta participação, também colabora para que o drama do filme seja ainda mais envolvente. Com produção de Steven Spielberg e Sam Mendes (que quase dirigiu o longa), "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet" é um filme que consegue a proeza de ter todos os seus elementos em seu devido lugar, sem maiores erros e deslizes. O resultado é uma obra que toca o coração de todos por contar tão bem sua história que ela se mostra atemporal e admirável. Assim como as principais obras de Shakespeare. Cartela resenha crítica g1 Arte/g1
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'Amarela', curta brasileiro na pré-lista do Oscar, estreia no Canal Brasil e no Globoplay

G1 - Cinema - 14 Janeiro, 2026 - 14:35

Assista ao trailer de 'Amarela' O curta-metragem brasileiro "Amarela", que entrou para a pré-lista do Oscar 2026, estreia nesta quarta-feira (14) no Canal Brasil — e depois fica disponível, a partir desta quinta (15), no Globoplay. O filme dirigido e escrito por André Hayato Saito é o terceiro de uma trilogia de curtas. Nele, uma jovem nipo-brasileira interpretada por Melissa Uehara enfrenta diferentes violências cotidianas em São Paulo durante a final da Copa do Mundo de 1998. "Amarela" será exibida nesta quarta às 19h45, com reprises iniciais nesta sexta (16), às 07h45, no sábado (17), às 18h45, e no domingo (18), às 14h15. A obra é um dos 15 selecionados na pré-lista de melhor curta-metragem do Oscar. Os indicados finais da premiação serão anunciados dia 22. Já o evento acontece em 15 de março. Melissa Uehara em cena de 'Amarela' Divulgação
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Zoe Saldaña se torna a atriz com maior bilheteria da história em filmes somados

G1 - Cinema - 13 Janeiro, 2026 - 14:13

'Avatar 3' é uma montanha-russa das boas Zoe Saldaña acaba de conquistar um feito histórico: tornou-se a atriz com maior bilheteria de todos os tempos. Aos 47 anos, a vencedora do Oscar ultrapassou Scarlett Johansson depois que “Avatar: Fogo e Cinzas”, terceiro filme da franquia criada por James Cameron, adicionou mais de US$ 1,2 bilhão ao seu total, segundo dados do site The Numbers. Com isso, as produções estreladas por Saldaña já arrecadaram mais de US$ 15,46 bilhões mundialmente. 'Avatar: Fogo e cinzas' é montanha-russa estonteante na qual história é mero adendo; g1 já viu O resultado é fruto de sua participação em algumas das maiores franquias da história do cinema: além dos três filmes de Avatar, ela interpretou Gamora na trilogia “Guardiões da Galáxia” e nos longas dos "Vingadores". A atriz também esteve em sucessos como “Star Trek” e no primeiro “Piratas do Caribe”. Zoe Saldaña ganhou Oscar de melhor atriz coadjuvante Carlos Barria/Reuters Até então, o topo da lista pertencia a Scarlett Johansson, que chegou à liderança no ano passado após o lançamento de “Jurassic World Rebirth”, que fez US$ 869 milhões nas bilheterias. No ano passado, Saldaña também brilhou ao ganhar o Oscar de melhor atriz coadjuvante por “Emilia Pérez” e atualmente trabalha na próxima temporada da série “Lioness”. Segundo o ranking do The Numbers, depois de Saldaña e Johansson aparecem Samuel L. Jackson, Robert Downey Jr. e Chris Pratt. Entre os atores que nunca participaram de filmes da Marvel, os mais lucrativos são Tom Cruise, Vin Diesel, Dwayne Johnson e Tom Hanks. Entre as mulheres, após Saldaña e Johansson, as mais bem colocadas são Emma Watson (16º lugar), Karen Gillan (23º) e Elizabeth Olsen (25º).
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Vitórias no Globo de Ouro colocam 'O Agente Secreto' a um passo do Oscar, diz 'Variety'

G1 - Cinema - 13 Janeiro, 2026 - 08:40

Wagner Moura no Globo de Ouro Etienne Laurent / AFP As vitórias de "O Agente Secreto" no Globo de Ouro 2026 podem indicar boas chances no Oscar, segundo a "Variety". Em uma análise do prêmio deste domingo (11), a revista escreveu que o Globo de Ouro "raramente define como será o Oscar", mas ajuda a entender onde estão as disputas. Ao vencer melhor filme em língua não-inglesa e melhor ator em filme de drama, o longa brasileiro teria crescido na corrida para o prêmio. "Uma combinação que espelha o sucesso recente de "Ainda Estou Aqui", de Walter Salles, no ano passado, com Fernanda Torres", escreveu a revista. Para a Variety, o resultado do Globo de Ouro coloca o filme brasileiro "a um passo da disputa de melhor filme, ultrapassando 'Foi Apenas um Acidente', de Jafar Panahi. A vitória foi especialmente importante para Moura, depois de não ter sido indicado ao prêmio de Melhor Ator e de não ter entrado na lista de indicados ao BAFTA". Com isso, a revista americana atualizou as previsões para o Oscar. Na nova lista, "O Agente Secreto" se tornou favorito na categoria de melhor filme internacional e aparece entre os possíveis indicados a melhor filme. Wagner também está nas previsões de indicados a melhor ator, mas a revista ainda aposta na vitória de Ethan Hawke ("Blue Moon"). "O agente secreto" ganha Globo de Ouro de melhor filme de língua não-inglesa e melhor ator para Wagner Moura
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Tânia Maria, cotada para indicação de atriz coadjuvante, diz que parou de fumar para poder ir ao Oscar

G1 - Cinema - 13 Janeiro, 2026 - 00:01

Quem é Tânia Maria, a costureira que virou atriz e pode ser indicada ao Oscar. Tânia Maria, de 79 anos, nova sensação do cinema brasileiro, decidiu parar de fumar após 65 anos de vício ao cogitar uma possível viagem aos Estados Unidos para o Oscar. A ex-costureira brilha no filme "O Agente Secreto" e tem seu talento reconhecido mundialmente. O reconhecimento internacional já chegou até as páginas do "The New York Times", que elogiou sua performance e destacou justamente o hábito que a atriz quer deixar para trás: o cigarro. "Antes eu fumava três carteiras por dia. Se quiser contratar Tânia Maria agora, é sem cigarro. Posso botar o cigarro no dedo, mas fumar não", disse a atriz. A trajetória da artesã potiguar, que até pouco tempo vivia da confecção de tapetes, transformou-se em uma das histórias mais surpreendentes da dramaturgia atual. Conheça Tânia Maria, a Sebastiana de "O Agente Secreto" Reprodução/Fantástico O início da carreira cinematográfica de Tânia ocorreu por acaso em 2018, movido pela curiosidade. Enquanto trabalhava em casa, ela ouviu vozes diferentes no povoado onde morava e decidiu espiar as gravações do filme "Bacurau". Ao cumprimentar a equipe, chamou a atenção da produtora de elenco Renata Roberta, que afirmou: "É da senhora que eu estava precisando, da sua voz!". Foi no longa, também de Kleber Mendonca Filho, em 2019 que Tânia Maria apareceu pela primeira vez. Desde então, não parou mais. “Para 2026 eu já tenho seis filmes”, contou ao Fantástico dessa semana (11). Antes da fama, a rotina de Tânia era dedicada ao artesanato no Rio Grande do Norte. Durante vinte anos, ela frequentou semanalmente uma fábrica de estofados para recolher retalhos de tecido. Com as sobras, produzia kits de tapetes para banheiro que vendia por R$ 80 — valor que ela faz questão de manter inalterado, mesmo após o sucesso nas telas. Publicações especializadas, como Variety e The Hollywood Reporter, já listam Tânia como uma forte candidata à indicação de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar. A lista oficial da Academia será divulgada no dia 22 de janeiro e a premiação ocorre em março. Caso vença, ela será a primeira brasileira a conquistar a estatueta de atuação na história da premiação. Com seis filmes previstos para 2026, a atriz segue com a agenda lotada e grandes expectativas para o futuro. Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.
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Discurso de Kleber Mendonça no Globo de Ouro foi único 'apressado' por música, mesmo sem ser longo

G1 - Cinema - 12 Janeiro, 2026 - 16:53

‘O Agente Secreto’ vence melhor filme em língua não-inglesa no Globo de Ouro 2026 O discurso de Kleber Mendonça Filho no Globo de Ouro 2026, ao receber o prêmio de Melhor Filme em Língua Não-inglesa, foi o único da cerimônia a ser apressado pela música de encerramento — apesar de não estar entre os mais longos. Na premiação deste domingo (11), os vencedores falaram livremente; a exceção foi o cineasta brasileiro. O discurso de Kleber durou 1 minuto e 46 segundos, mas a música da cerimônia começou a tocar para encerrar o discurso 20 segundos antes, com 1 minuto e 26 segundos de fala. O g1 checou o tempo dos discursos: muitos foram mais longos e não tiveram a música de corte. Veja o tempo dos principais. Em destaque, estão os maiores do que o do diretor. Discursos O discurso de Kleber foi longo mesmo? Wagner Moura, Kleber Mendonça Filho, Gabriel Leone, Alice Carvalho e Emilie Lesclaux recebendo o prêmio de melhor filme em língua não inglesa por "O Agente Secreto" durante a 83ª edição do Globo de Ouro Kevork Djansezian/CBS Broadcasting via AP Não. Por um lado, a equipe e o elenco de "O Agente Secreto" demoraram a subir no palco, já que a mesa deles não estava tão próxima. Mas só o cineasta discursou, falando por cerca de 1 minuto e 46 segundos. Foi metade do tempo usado pelos vencedores de "melhor filme de drama", por exemplo, categoria em que "O Agente Secreto" também concorria. Procurada pelo g1, a assessoria do Globo de Ouro não respondeu até a última atualização deste texto. Existe critério para o tempo de agradecimento? Teoricamente, mais tempo é dedicado aos prêmios para uma obra completa (melhor série, melhor filme, etc), já que mais pessoas tendem a subir ao palco e querer discursar. A música é um recurso comumente usado nesse tipo de cerimônia: quando um discurso passa do tempo planejado, geralmente a organização coloca uma música para apressar o vencedor. Mas vários discursos em várias categorias, incluindo as individuais, passaram da marca de 1:26 e não foram cortados por música. Pode ser que a cerimônia reserve menos tempo para o prêmio de filme em língua não-inglesa. Mas em 2025, o discurso do elenco de "Emilia Perez" durou 1:50, sem interrupções.
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Elenco de 'O Agente Secreto' fala sobre expectativa para o Oscar após conquistas no Globo de Ouro

G1 - Cinema - 12 Janeiro, 2026 - 15:48

'Se for pela energia do brasileiro, a gente já ganhou o Oscar', diz Thomas Aquino no Estúdio I Thomas Aquino e Carlos Francisco, que estão no elenco de "O Agente Secreto" com os personagens Arlindo e Alexandre, respectivamente, falaram sobre a expectativa para o Oscar após conquistas no Globo de Ouro. Neste domingo (11), o longa de Kléber Mendonça Filho venceu a categoria de melhor filme em língua não-inglesa. E Wagner Moura, protagonista do longa, ficou com o troféu de melhor ator de filme de drama. Carlos Francisco fala sobre "O Agente Secreto" Reprodução "Se for pela energia do povo brasileiro, a gente já ganhou o Oscar. Está todo mundo torcendo, é muito bonito ver", afirmou Thomas Aquino em entrevista à GloboNews. "Me sinto muito feliz, lisonjeado de fazer parte de um projeto como esse. Carlos sabe a luta que a gente tem aqui pra fazer a cultura acontecer. E a gente mostra quão bom nós somos, direção, fotografia, atores, atrizes potentes. Tenho certeza que a gente vai conquistar mais alguma coisa nesse Oscar", comemorou o ator recifense. A premiação do Oscar 2026 acontece em 15 de março. Leia também: As chances de 'O agente secreto' e Wagner Moura no Oscar 2026, segundo especialistas de Hollywood Os dois atores também celebraram o atual momento de exaltação ao cinema brasileiro. "Ver o filme tendo essa carreira incrível e caminhando para o Oscar é uma alegria muito grande. Alegria maior ver a população torcendo pelo filme e indo ao cinema. Povo brasileiro prestigiando o cinema brasileiro. É uma das maiores conquistar de 'O Agente Secreto'", afirmou Carlos. O ator, que interpretou um projecionista do cinema recifense, também falou sobre o significado da conquista do Globo de Ouro para as novas gerações. "Significa que vale a pena contar a história do Brasil, mostrar sua visão de mundo. É isso que importa. Você ter seu olhar. Quanto mais for particular, mais será universal. E para gente, é uma coroação." 'Ver o filme caminhando para o Oscar é uma alegria muito grande', diz Carlos Francisco no Estúdio I Thomas Aquino e Carlos Francisco, de 'O Agente Secreto', são entrevistados no Estúdio I
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