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Confirmado: PlayStation3 em Novembro!

It's Official: PS3 launching worldwide November 2006



[UPDATE] Sony confirms delay for next-gen console, says it will support an Xbox Live-like online gaming service; console will require a 60GB Linux HDD--but will it be sold separately?



TOKYO--Today at the 2006 PlayStation Business Briefing in Tokyo, Sony Computer Entertainment president Ken Kutagari made it official--the PlayStation 3 has been delayed. The news confirmed widely circulated Japanese newspaper reports, which said that the delay was due to copyright-protection problems with the next-generation console's Blu-ray drive. For his part, Kutaragi would say only that the delay was due to "Blu-ray spec finalization."



Kutaragi told the crowd at the event that the PS3 would now launch in November 2006 worldwide. That dispelled fears that the console would make it to Japan by the fall but would miss the all-important holiday shopping season in the US and Europe. In fact, Kutaragi explicitly told the crowd of game retailers and journalists present that the PS3 would arrive before Thanksgiving in all territories.



Besides announcing the delay, Kutaragi made official another widely reported aspect of the PS3. He said that Sony is indeed preparing an Xbox Live-like online gaming service for the console, which would be called the "PlayStation Network Platform." Though he was short on specifics, the executive did say that currently Sony planned the "basic service"--which will allow online gameplay--will be "free." He also went on to outline the service in a fair amount of detail.



While the simultaneous tri-territory PS3 scheme may sound much like Microsoft's international launch of the Xbox 360, Sony plans to avoid the shortages that befell its competitor. Kutaragi said that the company plans on producing at least 1 million units of the console each month in order to keep the supply channel full. He said the goal was to ship 6 million PS3s worldwide by March 2007.



[UPDATE] The SCE president also told the crowd that the PS3 would use a 60GB 2.5-inch hard disc drive (HDD). A slide show during the presentation said the HDD would be loaded with the Linux operating system instead of Microsoft's Windows OS. The show also said it could be used as a "home server," could be directly connected to the Internet, and would be fully "upgradable."



Kutaragi also made it clear that the hard drive will be necessary to play games--Sony is telling developers to make games assuming every PS3 has a hard drive installed. "We view the hard drive to be mandatory for the PS3," he said. "Rather than have developers create games for the PS3 with or without the HDD, we will be asking them to develop games as though all PS3s have the HDD installed."



However, Kutaragi revealed that Sony had not decided whether or not the PlayStation 3 would come with the hard-drive preinstalled. "We might end up installing it in all PS3s, though that depends on the market," he said. This raises the possibility that the PS3 could be sold without a piece of hardware needed to play PS3 games--in effect forcing consumers to buy a peripheral for basic functionality.



Kutaragi also said that PS3 games would be released only on Blu-ray discs, as DVDs have become too easy for software pirates to duplicate. The high-capacity format is capable of storing around 50GB on a single disc. Sony reps confirmed the PS3 will still play DVDs and CDs, as well as PS2 and PS discs, as previously announced.



By Tor Thorsen, Brendan Sinclair, Henry Niizumi -- GameSpot

Posted Mar 14, 2006 11:07 pm PT



Fonte: Gamespot

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[LOST] Adaptação para cinema

Li na comunidade Lost Brasil



Estúdio confirma adaptação para os cinemas da série 'Lost'





Segundo o Monsters and Critics, o seriado 'Lost', exibido em mais de 70 paí­ses com bastante sucesso, ganhará uma adaptação para os cinemas em breve.



Os produtores aparentemente planejam fechar a última temporada da telessérie com um blockbuster nos cinemas para contentar os pedidos de aumento dos atores. Os atores descobriram que estavam ganhando um quinto do que recebem as atrizes de 'Desperate Housewives', outro seriado de sucesso. Quando Matthew Fox (Jack), Evangeline Lilly (Kate) e Dominic Monaghan (Charlie) ficaram sabendo que seus salários são tão baixos, ficaram muito bravos. Assim, um longa é uma ótima maneira de fazer com que os atores aumentem seus ganhos.




O seriado mostra um grupo de sobreviventes de um acidente de avião. Os 48 sobreviventes (a princí­pio), estão presos numa ilha que acontece fenômenos estranhos que mesmo com o fim da primeira temporada ainda não fora revelados.



Segundo o site, agora que o seriado está no topo, três estúdios disputam para ter o filme de Lost. Como a série é vista em mais de setenta paí­ses, é bilheteria certa. O elenco ficou bastante feliz ao saber das propostas. Já há várias idéias de como a história pode terminar, e imagina-se que seja com o resgate daqueles que sobrarem vivos na ilha.




Algumas pessoas estão dizendo que a terceira temporada seria substituí­da pelo filme. Particulamente eu acho que é mentira e acho que seria uma péssima idéia. Só espero que Lost não siga o mesmo destino patético de Arquivo X.

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Black Hole (Charles Burns)

Imagens, links, e boniteza em geral, no post completo do filme*log



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As mutações da adolescência



Já faz algum tempo que eu não acompanho quadrinhos com a seriedade de antes (eu era fanático quando criança). Leio bastante prosa, vejo muitos filmes, jogo um pouco de videogame, acompanho algumas séries de TV, ouço música até demais...mas por algum motivo parei de ler quadrinhos. Eu nunca tinho ouvido falar do trabalho de Charles Burns, e isso até que é bom: o principal trabalho dele, Black Hole, demorou dez anos para ser concluí­do. A primeira edição foi publicada em 1995, e a décima segunda e última em 2005. Eu teria ficado muito irritado de ter que esperar 10 anos para ver a conclusão dessa HQ, que eu pude ler inteira em um dia. E que é fenomenal.



Fui atrás dos quadrinhos motivado pelo filme recentemente anunciado. Neil Gaiman e Roger Avary vão roteirizar, Alexandre Aja vai dirigir. Aja, diretor de Haute Tension - cuja primeira metade é plagiada, na maior cara dura, da primeira metade de Intensity, do Dean Koontz -, e do remake de The Hills Have Eyes, com certeza é a escolha errada. Competência técnica ele tem, mas a julgar por Haute Tension faltam a sensibilidade e inteligência necessárias para se adaptar Black Hole. De qualquer modo, o futuro filme não tem muita relevância. Pode ser que seja bom, pode ser que seja ruim...o que importa é que os quadrinhos são estupendos. Achei Black Hole impactante desde a primeira página, e quando virei a última, tive a convicção de que foi uma das melhores HQs que eu já li. É uma história grotesca, surreal, e muito, muito triste e deprimente. A arte, de traços carregados, tem um visual ao mesmo tempo caricato e realista que é difí­cil de descrever. Os quadros são elaboradí­ssimos, mas paradoxalmente simples, brincando muito com simetrias bizarras, amplificações de objetos, e ângulos tortos. Só pelo aspecto visual agressivo, um tanto expressionista e carregado em simbologia, já vale a pena ler. O efeito cumulativo das 12 edições faz jus ao tí­tulo da obra...parece que você está sendo mesmo sugado para um buraco negro, de onde nunca mais vai sair. É opressivo e perturbador.



Parece uma versão de Anos Incrí­veis, feita pelo David Cronenberg, depois de se entupir de ácido e maconha. A história acompanha um grupo pequeno de personagens, em uma versão alternativa dos anos 70, na qual existe uma doença que apenas infecta adolescentes, transmissí­vel via contato sexual, causando uma série de mutações diversas. Algumas pessoas ficam inteiramente deformadas, enquanto outras conseguem se passar por gente normal...dependendo da roupa vestida. De um lado, uma menina cresce uma cauda, um rapaz cria uma boca no peito, e outra garota fica com membranas entre os dedos. De outro, deformações faciais e corporais violentas tornam alguns meninos e meninas tão deformados, que, rejeitados pela sociedade, acabam formando uma colônia em uma floresta perto da cidade. Ah, a doença também causa algumas alucinações terrí­veis, eloqí¼entemente desenhadas por Burns.



Black Hole é narrado a partir do ponto de vista de um rapaz, Keith, e uma menina, Chris. Ambos, em momentos diferentes da história, acabam contraindo a doença. Acompanhamos a paixão de Keith por Chris, nunca concretizada, enquanto vemos Chris ter um romance trágico com outro rapaz infectado, Rob, e seguimos esses personagens até seus destinos, que não são conclusivos...Black Hole termina quando Keith e Chris deixam a adolescência para trás, como se os personagens não importassem mais dali em diante. É um fiapo de narrativa, se você for ver bem, apesar de um elenco de personagens coadjuvantes até certo ponto bem desenvolvidos, e pelo menos uma sub-trama. Mas é uma narrativa de peso, que chega quase a ser um pouco traumática, e que certamente é inesquecí­vel.



Não sei se a intenção de Burns era retratar a adolescência como um perí­odo de trevas na vida de todos nós (e uma doença necessária), mas a impressão que ficou foi essa. Talvez o grande mérito de Black Hole seja fazer você lembrar de como foi, e temer como ficou. Talvez por isso seja tão desconcertante.



Essa HQ é a melhor obra de horror que eu tive o prazer de ler, em anos. Horror biológico, que te pega pelo estômago e pela cabeça, e se instala nas suas entranhas. Para sempre.

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Game show financia The Pirate Bay!

...indiretamente, quer dizer!



Um participante do game show The Top Contestant, na Suécia, prometeu doar 20% do dinheiro do prêmio principal de 30.000 dólares (equivalente em kroners) para o Pirate Bay. O programa envolve os competidores defendendo, cada qual, uma causa polí­tica. O prêmio é dedicado í  implementação desta causa, o que permite assumir que o ganhador tenha eleito o compartilhamento de arquivos para defender.



Parece que o Pirate Bay é bastante popular na Suécia, e o cara ganhou. O site vai receber algo em torno de 6.000 dólares, que vão ser destinados ao upgrade de servers. A comunidade internacional agradece í  Suécia, ao Pirate Bay, e ao Top Contestant.



Fonte



E uma matéria interessante da Wired sobre o site.

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MP3 Players

Tô querendo comprar um de 1 ou 2 GB pra mim, mas não tô afim de investir num iPOD (tá meio caro). Esses modelos Xing Ling aí­, que vendem a beça pelo Mercado Livre, são confiáveis? Tem uns que tocam até ví­deo!

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µTorrent 1.5

Saiu o µTorrent 1.5, com protocol encryption e peer exchange, tecnologia desenvolvida em esforço conjunto com a equipe do Azureus, para evitar traffic shaping (aqui no Brasil o Virtua aparentemente tem feito esforços nesse sentido, e lá fora é lugar comum). Vou fazer o upgrade da versão 1.3 (a 1.4 não funciona direito aqui).

O desenvolvedor do µTorrent recentemente se envolveu em um mini-escândalo na comunidade, porque foi contratado pela PeerFactor, uma empresa que polui o acervo das redes p2p com lixo, para fazer não se sabe exatamente o quê. O cara jura que não tem nada a ver com o µTorrent (até colocou um anúncio na página do µTorrent), e eu acredito nele. O que não impediu uma retaliação por parte do Peer Guardian, que colocou o próprio site do µTorrent na lista de bloqueio. Uma atitude até certo ponto infantil, na minha opinião. Não acho que o µTorrent tenha qualquer código malicioso de registro de usuários ou algo parecido (mas não dá pra saber, o programa é proprietário).

De qualquer forma, vamos ver como o µTorrent 1.5 se comporta.

Download

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The Sparrow

Li esse livro, da escritora Mary Doria Russell, na época do lançamento, quase dez anos atrás [crí­tica do John Clute para o livro e a seqí¼ência, aqui, com spoilers]. Gostei muití­ssimo, mas acho que o final é extremamente problemático (conto ele no meio da mensagem, para os aventureiros, entre avisos de spoiler), principalmente se o filme não for feito da maneira certa. É o tipo de final que acaba rendendo piadas, quando não deveria...talvez porque a idéia seja muito, muito ridí­cula. Funciona no livro, porque a narrativa é forte o suficiente para sustentá-lo.



Por muito tempo, The Sparrow esteve em pré-produção, com o Antonio Banderas vinculado ao papel principal, do padre jesuí­ta Emilio Sandoz, que embarca em uma expedição a um planeta distante, depois que a humanidade capta sinais de vida extraterrena vindos de lá. The Sparrow vai e volta entre dois planos temporais: os preparativos para a ida ao planeta, com um Sandoz deslumbrado e maravilhado com a perspectiva de discutir a Bí­blia com os ETs, e um inquérito sofrido por Sandoz, no Vaticano, depois que ele volta da jornada, único sobrevivente, totalmente detonado e sem fé em Deus. O filme não deu certo, e foi empacotado.



Eis que agora o filme ressurge, com Brad Pitt como Sandoz, diz o AICN. O talkback do AICN foi interessante, com o filho da autora se manifestando, seguido pela própria, e pelo primeiro roteirista do filme (que está sendo re-roteirizado). Russell apóia o projeto 100%, e não liga que o personagem principal, portoriquenho, seja interpretado por um cara totalmente WASP como o Brad Pitt (alguém no AICN sugere Bení­cio Del Toro, e a escolha seria perfeita).



Não sei o que esperar do filme...vai depender de como for feito. O que é bacana no livro é que a história tem uma propulsão fenomenal, que chega a ser empolgante. Daí­ chega o final...



SPOILERS

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Ao chegar no planeta, Sandoz vira escravo sexual de uma raça aliení­gena meio sadomasô, e é violentado até o esfí­ncter anal fazer bico. The Sparrow, dependendo de como for feito, vai entrar para a história como "O filme em que Brad Pitt sofre um gang bang alien". Ridí­culo.

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FIM DOS SPOILERS



Bem, desejo o melhor para esse filme. Tomara que dê certo.

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Novo trailer de X-Men 3

Alguêm viu? O que acharam?

Eu respeito muito o trabalho do Brett Ratner. Embora longe de ser genial como Brian Singer, ele é competente e sabe dirigir boas cenas de ação. Acho que no mí­nimo teremos um filme bom.

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Novo James Bond será um fiasco?

Até agora estava dando dando uma chance aos produtores e tentando não me envolver no hype negativo em torno do filme. Mesmo í­cones como James Bond precisam se atualizar, e o momento é agora.

Mas o conjunto de notí­cias postado no blog do Velho me deixou preocupado. Além do cara dirigir um Ford Mondeo, o carro terá cambio automático pois nosso amigo Daniel Craig não sabe dirigir carros com cambio manual. Tenha medo, tenha muito medo.



Fonte da notí­cia: http://www.ovelho.com/modules/news/article.php?storyid=39249

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Masters of Horror

Vou reproduzir dois posts que eu fiz no filme*log, sobre todos os episódios da série. Não vou colocar os links e as imagens, porque são muito numerosos.



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Mestres do horror fazendo papelão...



Estou acompanhando essa série da Showtime, Masters of Horror, e estou absolutamente chocado com o quão horrí­vel ela é. No mau sentido.



A idéia não é nada má: pegar vários diretores que já têm uma carreira consolidada na direção de filmes de horror, e dar a cada um deles um episódio de uma hora de duração, com total e irrestrita liberdade criativa. Segundo Joe Dante, diretor do pior episódio até agora, eles realmente têm sinal verde para fazerem o que bem entenderem. A série já tinha financiamento antes de chegar í  Showtime, e ia sair direto em DVD. Ainda vai, mas agora os episódios serão exibidos primeiro na TV. Como não foi algo planejado para ser exibido em cinema, não teve que passar pelo crivo da MPAA, o que significa que não houve qualquer preocupação em receber NC-17s, o que seria, como bem divulgado, equivalente a uma morte comercial lenta e dolorosa nos EUA.



Mas, a julgar pelos primeiros seis episódios, liberdade não é necessariamente uma coisa boa...ou isso, ou os "mestres" estão senis. Mestres entre aspas mesmo, porque são poucos os que merecem realmente o tí­tulo.



Na seleção de diretores, temos três diretores que de fato não estão fora de lugar numa seleção de mestres do horror: Tobe Hooper, Dario Argento e John Carpenter. Esses três de fato construí­ram uma reputação notável em torno de filmes de horror. Temos também alguns diretores que, apesar de não fazerem jus ao tí­tulo, pelo menos dirigiram um ou outro filme de horror interessante, e merecem até certo ponto estar na lista: John Landis, Joe Dante, Don Coscarelli, Stuart Gordon, Larry Cohen e Takashi Miike. Temos, ainda, um diretor que só dirigiu um filme de relevo, Lucky McKee (May)...filme razoável, mas convenhamos, mestre? E temos um diretor que está totalmente fora de lugar, John McNaughton. Um diretor interessante, mas não exatamente um diretor de filmes de horror (Henry talvez conte, com algum esforço).



Sobraram dois nomes absurdos: Mick Garris e William Malone. Ambos sem dúvida alguma diretores de horror, mas longe de serem mestres. Mick Garris fez várias adaptações medonhas de obras de Stephen King para a TV (ele é amigo pessoal de King), e Malone é o infeliz por trás do remake de House on Haunted Hill e Feardotcom. Ironicamente, o episódio de Garris, também idealizador da série, foi o melhor até agora.



Vou atribuir uma nota de 1 a 10 a cada episódio exibido até agora:



1. Incident On and Off a Mountain Road (Don Coscarelli) - Tinha tudo pra dar certo. Segunda parceria entre Coscarelli e Joe R. Landsdale, que tinha funcionado muito, muito bem em Bubba-Ho-Tep...mas esse episódio é desastroso, do começo ao fim. Slasher tosco e sem nenhuma inspiração, totalmente sem sal. Violentí­ssimo, mas e daí­? Nota 3/10.



2. Dreams in the Witch House (Stuart Gordon) - Episódio divertido, mas tão tosco que me doeu a alma. Gordon tem uma fixação com Lovecraft, e dirigiu o bacana Re-Animator...que funciona bem como comédia de horror, mas é um fracasso como adaptação. Também dirigiu Dagon, que na verdade é uma adaptação de The Shadow over Innsmouth, e esse nem divertido é. E fez From Beyond...que também não funciona nem de longe como uma adaptação de Lovecraft, apesar de ser divertidinho. De resto, tem uns filmes trash notáveis na filmografia, como Fortress, com Christopher Lambert, e Robot Jox.



Esse Dreams in the Witch House é outra adaptação primária de Lovecraft, e é razoavelmente fiel ao conto...comparado a From Beyond ou Re-Animator, por exemplo. Apesar da tosqueira, prende a atenção e é divertido. O que mais prejudica (além das péssimas atuações) é o tal do rato com cara humana, que no conto é tido como aterrorizante, mas aqui é na melhor das hipóteses hilário, e na pior, constrangedor. Nota 5/10.



3. Dance of the Dead (Tobe Hooper) - Massacre da Serra Elétrica é um filme contido, bem dosado e perturbador. Totalmente o contrário desse Dance of the Dead, hiperativo, gratuitamente violento, e chato pra caramba. Esteticamente, parece uma mistura de Assassinos por Natureza com filme do Michael Bay. Cortes rápidos, imagens sobrepostas, câmera lenta e rápida, direção de arte histérica, tudo no intuito de ser desconcertante. Acaba sendo apenas irritante. A história é do Richard Matheson, que é um bom escritor...com exceção do conto em que se baseou esse filme, se ele foi uma adaptação fiel...história de zumbi pós-apocalí­ptico em boate de delinqí¼entes, que só decola nos 10 minutos finais. A trilha sonora é do Billy Corgan. Nota 4/10.



4. Jenifer (Dario Argento) - Parece que foi baseado em uma HQ, e a adaptação fica por conta do ator principal, Steven Weber, o Brian de Wings. Argento desde Sí­ndrome de Stendhal não dirige um filme remotamente bom, e esse aqui continua a tradição. A história é a de uma mulher canibal retardada e desfigurada, que é salva de um assassino por um policial, que fica por ela obcecado. Misógino e chatí­ssimo. Nota 4/10.



5. Chocolate (Mick Garris) - A coisa está tão feia, que o melhor filme até agora foi o de um diretor medí­ocre, Mick Garris. Trata-se de uma versão frouxa de Being John Malkovich, que pelo menos consegue entreter sem cometer as tosqueiras do outro filme divertido da série, o do Stuart Gordon. É com Henry Thomas, o moleque de E.T. (que curiosamente vai estar junto com Steven Weber na adaptação de Desperation, preparada por Garris para a TV, ano que vem). Nota 6/10 (comparativamente).



6. Homecoming (Joe Dante) - JESUS CRISTO! Ninguém merece. Sátira polí­tica anti-Bush, em que soldados zumbis saem das tumbas para votarem contra a reeleição do presidente. Um propagandista e uma clone da Ann Coulter protagonizam a história, tentando fazer com que o presidente ganhe a eleição. É uma coisa tão pateticamente ruim que eu quase chorei de desespero. Nota 2/10 (estou guardando o 1 na manga, porque tenho certeza que algum episódio vai ser pior do que esse).



Parece que o denominador comum dos filmes é um total descaso por roteiros inteligentes, e um excesso injustificável de sexo e violência, totalmente gratuito, como se cinema de horror se limitasse a isso. Ecos fortes da década de 80, no pior dos sentidos.



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Mestres do Horror, parte 2



Começou mal, e terminou mal. A série Masters of Horror teve sua primeira temporada encerrada há algumas semanas, e o ní­vel dos episódios continuou o mesmo. Eu terminei de ver a série faz tempo, mas não me animei de comentar o restante dos episódios até agora. Mas como eu já havia comentado metade, coloquei na cabeça que tinha que fazer o serviço completo.



O último episódio previsto, Imprint, do Takashi Miike, não foi exibido. O motivo dado ao público foi que a Showtime recusou a exibição do filme, porque era chocante demais. Pura balela, se formos considerar que a Showtime já exibiu na í­ntegra os filmes Ichi the Killer e Audition, do próprio Miike. Imprint era de longe o episódio mais esperado de Masters of Horror, e como a série já tinha previsão de sair em DVD até antes da Showtime resolver exibir os episódios semanalmente, a decisão de não transmitir Imprint soa como um grande golpe publicitário. O objetivo é fazer hype em cima do suposto conteúdo horripilante e chocante do episódio, e vendê-lo em DVD depois. O que será feito.



Mas...Imprint vai ser exibido na Inglaterra, no mês que vem. Banido nos EUA! (clique para ver o trailer), diz o canal britânico Bravo. O tom parece meio irônico. Eles devem saber o real motivo da não exibição de Imprint nos EUA: marketing. Não que eu tenha muita fé no episódio, a julgar pelos demais da série, mas ele tem o potencial de ser pelo menos remotamente interessante, em se tratando do Miike.



A linha editorial da série é mais ou menos a seguinte: sangue, ví­sceras e peitos. Essa parece ser a idéia de horror de Mick Garris. Todos os episódios, com exceção do de William Malone, tiveram nudez feminina ostensiva (zero nudez masculina, do que já deduzimos o público-alvo da série). E todos os episódios, sem exceção, foram bastante violentos e carregados no gore. Como eu disse no meu primeiro post sobre Masters of Horror, essa série é um revival do que havia de pior no horror dos anos 80.



A segunda temporada já está sendo preparada, com alguns dos diretores da primeira retornando. Um nome já confirmado, relativamente animador, é o de Brad Anderson. Não tenho esperanças de que haja um salto qualitativo, mas vou assistir aos episódios da mesma maneira.



Eu sei, eu não aprendo...



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7. Deer Woman (John Landis) - Esse é o melhor episódio da série, disparado. Considerando-se que é uma comédia bobinha construí­da em cima de uma lenda indí­gena norte-americana sobre uma mulher-alce assassina, isso diz muito a respeito da qualidade da série como um todo. Mas Landis não faz feio, e dá uma surra em todos os seus colegas. O episódio é divertidí­ssimo, muito engraçado, e tem a participação da linda modelo brasileira Cinthia Moura. Não é nada espetacular, mas é basicamente o único episódio de Masters of Horror que eu recomendaria sem qualquer reserva. Lembra um pouco um daqueles episódios cômicos de Arquivo-X. Muita gente disse que lembra Kolchak, uma série que eu nunca vi mas foi uma das inspirações para Arquivo-X. Talvez seja isso mesmo. Nota 8/10.



8. Cigarette Burns (John Carpenter) - Escrito pelo fanboy do AICN Drew McWeeny (o nome não é fictí­cio...ele está registrado assim mesmo), que posta no site como Moriarty, Cigarette Burns é melhor que os últimos filmes do John Carpenter. Mas veja bem, as últimas obras de Carpenter foram Vampires e Ghosts of Mars. Difí­cil algo ser pior do que esses filmes. Cigarette Burns, entretanto, é um dos episódios mais assistí­veis de Masters of Horror. O duro é que a fanboyzice de McWeeny, péssimo roteirista, atrapalha o que poderia ter sido uma história um pouco mais interessante. O roteiro é tão auto-referencial, "pós-moderno" (pronuncia-se com sotaque carioca, "póish-mudernu") e cheio de clichês que chega a ser patético. McWeeny consegue a façanha plagiar Ringu, 8mm, The Ninth Gate e In the Mouth of Madness (do próprio Carpenter), de uma vez só. Fora os diálogos constrangedores e a total falta de lógica de algumas cenas. Mesmo assim, é assistí­vel. Nota 6/10.



9. Fair-Haired Child (William Malone) - Até que começa bem, e tem seus momentos. William Malone é um dos piores diretores de Masters of Horror (fica estranho chamar Malone de mestre), mas se deu bem melhor que quase todos os diretores mais consolidados da lista. O que torna os episódios de Hooper e Argento ainda mais lastimáveis do que já são. Mas enfim...é um episódio com clima. A primeira metade funciona muito bem, apesar da medonhamente péssima atuação da protagonista. Da metade para a frente, as coisas começam a desandar, com a direção de arte plagiando descaradamente o design do Rubber Johnny (curta do Chris Cunningham, que vale muito a pena assistir). Malone, todavia, merece aplausos por dirigir o melhor filme de sua carreira, e por controlar um pouco o sexo e violência, totalmente gratuitos nos demais episódios.



10. Sick Girl (Lucky McKee) - Lucky McKee é uma escolha quase tão bizarra quanto Malone para figurar entre "mestres" do horror, sendo que o único filme relevante que ele fez foi May. Mas ao contrário dos filmes de Malone, pode-se dizer de May que é um filminho bacana. Depois de uma experiência aparentemente traumática na direção de um filme até o presente momento engavetado, The Woods, Sick Girl é o primeiro filme de McKee que o público pode conferir após May. Infelizmente, o termo técnico para se descrever Sick Girl é "paia". Ou "goiaba", se preferirem. Angela Bettis, protagonista de May, vive aqui uma entomóloga lésbica que se apaixona por uma menina tí­mida, vivida pela atriz de horror pornô softcore Misty Mundae. Por motivos totalmente estapafúrdios, Mundae acaba sendo mordida por um inseto brasileiro e sofre umas mutações bizarras, virando uma mulher-inseto assassina. Sendo (bem) simpático, posso dizer que achei o episódio bonitinho. Nota 6/10.



11. Pick Me Up (Larry Cohen) - Larry Cohen, um dos diretores veteranos da lista, dirigiu um filminho muito vagabundo a respeito de dois serial killers rivais. No meio da briga por território dos assassinos, há a heroí­na vivida pela sempre péssima Fairuza Balk. A história não ajuda, os personagens não ajudam, o filme é uma grande porcaria...mas se acha super engraçadinho. O final, totalmente previsí­vel, também dá uma piscadinha para o espectador, como se dissesse "Uau, como eu sou um filme esperto!". Pick Me Up é tão divertido e inteligente quanto seu tio chato, bêbado, contando piadas do tipo "É pavê ou pracomê?" no reveillon. Um dos piores episódios da série. Nota 4/10.



12. Haeckel's Tale (John McNaughton) - E McNaughton, que não é exatamente um diretor de filmes de horror, fecha a série com chave de sucata, dirigindo esse filme de época baseado em uma história do Clive Barker. Haeckel's Tale tem pedigree, mas é totalmente Masters of Horror. Ou seja, é totalmente uma merda. Basicamente, o filme é uma mistura de Frankenstein com filme de zumbi. Termina com um grande gang bang no cemitério, entre uma moça e diversos zumbis. Coisa fina. McNaughton parece ter se divertido bastante, mas o mesmo não pode ser dito a respeito deste espectador. Nota 3/10.



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A ABC, embalada no sucesso de Masters of Horror (sim, por incrí­vel que pareça houve muita gente que gostou da série), vai fazer um Masters of Science Fiction. Tomara que dê certo. Pelo menos a opção por adaptar histórias de escritores consagrados como Heinlein, Bradbury e Ellison já é um bom começo.

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The Matrix - Path of Neo

Sabe aquelas premiações, tipo "jogo mais surpreendente do ano", que a gente vê nos sites e revistas de games, quando fazem o balanço anual? Pois é, "Path of Neo" merecia ter ganho TODAS. Por que é um jogo que tinha tudo para dar errado, e, pasmem, deu estupendamente certo.



Vejamos: os irmãos Wachowski arruiram todo o interesse na franquia depois daquelas duas bombas do segundo e terceiro filme; o jogo anterior baseado nos filmes, "Enter the Matrix", era ruim que dói; e esse novo agora foi desenvolvido em conjunto pelos irmãos e pela mesma equipe do primeiro jogo. Desanimador, não?



Bom, tem mais. O engine gráfico do jogo é feio (apesar de ter um bom sistema de fí­sica de objetos). O som é baixo e abafado, e os efeitos sonoros não tem nada demais. O sistema de jogo não tem nada realmente inovador.



Então por que funciona? Por que é um jogo INSANAMENTE divertido.



Em primeiro lugar, a mecânica dos controles é muito bem feita e funcional. Você pode reproduzir praticamente TODOS os movimentos feitos pelo Neo nos filmes. É, todos, mesmo. E é movimento pra caralho. E acaba sendo bastante simples aplicar o golpe que você quer, na hora que você precisa, devido a um sistema de combos supimpa. Juntou de clone do Agente Smith em cima? Dê uma rasteira 360o. pra jogá-los no chão, faça um "flic" pra trás, arremesse um conta o outro, acerte uma sequência no terceiro, soque o da frente ao mesmo tempo que chuta o de trás e finalize o último subindo no corpo dele e terminando com chute na cabeça em câmera lenta, igualzinho o Neo faz na cena do lobby do Matrix 1. Você também pode roubar a arma do inimigo e usar contra ele, desviar de balas, correr nas paredes etc. É muito movimento pra fazer, e muito simples de usá-los.



Outra coisa, o jogo tem um design de fases incrí­vel. TODOS os momentos do filme que envolvem ação com o Neo dentro da Matrix estão lá - e em versão expandida. Por exemplo, quando Neo ainda é Thomas Anderson e precisa fugir da empresa que trabalha para não ser capturado pelos agentes, você tem um jogo bacana de stealth que envolve correr entre vários andares, fugir pela escada, saltar andaimes, e se você for esperto, pode até ter um resultado diferente do filme (ao invés de ser preso, fugir na moto com a Trinity). Tem uma pá de missões intermediárias também, que não aparecem no filme mas que são muito bem justificadas. Uma fase em especial, é genial: durante a fuga da mansão do Merovingian, Neo esbarra num labirinto que parece ter saí­do duma gravura do Escher. A fase é tão, tão bacana que imediatamente me lembrei daquele hotel mal-assombrado do Vampire: Bloodlines - ambas são primores de design criativo.



E tem o final - que, inesperadamente é bastante diferente da trilogia. E é também um dos momentos mais surrealistas e bizarros da história dos games - quase tanto quanto o Arsenal Gear dando pau ("FISSION MAILED!") no Metal Gear Solid 2. É tão forte no "non sequitur" o negócio que rendeu uma indicação í  categoria Most Outrageous Game no Gamespot Best & Worst - só por causa desse fim. Na verdade, só ele é melhor que o Reloaded e o Revolutions INTEIROS, e várias vezes melhor.



Em suma, apesar dos gráficos datados, da falta de inovação e dos pequenos glitches, é um jogo bastante bom, incrivelmente divertido e totalmente viciante. Fã de Matrix ou não, esse é o seu jogo. ALTAMENTE recomendável.



Nota: 8,8 / 10

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Classificação 18 anos?

Loucura total! Comprei dois DVDs hoje (bem, mais de 2): a caixa da primeira temporada de Lost, e Being John Malkovich. Os dois têm estampada uma tarja de Classificação 18 Anos na caixa. Não estou brincando. E olha a justificativa:



LOST - INADEQUAí‡í•ES: Violência (agressão fí­sica, exposição de cadáver e assassinato), consumo de drogas.



MALKOVICH - Conflitos psicológicos, desvirtuamento de valores éticos, insinuações de sexo, temática adulta.



Só pode ser piada.

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Oscar 2006

Já estou deixando o tópico aberto, para a discussão ao vivo durante a cerimônio de entrega do Oscar. Qualquer comentário em tempo real sobre a cerimônia deve ser feito aqui, evitando a proliferação de mil tópicos sobre assuntos como "Olha o vestido da Bjí¶rk!", ou "Sandra Bullock está com cara de traveco!!!". Qualquer observação (mesmo nas linhas dos exemplos citados), será feita em um tópico apenas. Assim é mais divertido e conveniente para todo mundo.



Assim que o Oscar começar, promovemos o tópico para a página inicial.

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Spore: o novo Sim Tudo de Will Wright

Vi esse ví­deo com o Will Wright demonstrando o jogo novo dele, Spore, e fiquei maravilhado. O conceito é simples: vários jogos de simulação, um por cima do outro. Você começa como uma ameba, num joguinho meio Pac Man, e vai evoluindo. Vira uma criatura mais avançada, e o jogo fica parecido com Diablo. Depois forma uma vila, e o jogo se transforma em Populous. Depois, Sim City. Depois um RTS. Depois, Civilization. Depois, um jogo de colonização de planetas. Depois, um jogo de exploração intergalática. O conteúdo é gerado de forma procedimental, e há interação assí­ncrona com as criaturas, povos, planetas e sistemas planetares desenvolvidos por outros jogadores. Uma coisa de louco.



Sai para PC ainda esse ano. Provavelmente vai ser um jogo que eu vou comprar.

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Werner Herzog Come o Próprio Sapato

Quem seria Lars von Trier hoje em dia, sem Werner Herzog? Não que os dois sejam cinematograficamente parecidos. É mais uma questão de von Trier se valer das mesmas estratégias de auto-promoção de Herzog. Esse perfil de diretor contestador excêntrico e malucão, do qual não se pode ter certeza se está falando sério ou mentindo, foi totalmente roubado de Herzog por von Trier.



Em 1980, Herzog fez uma aposta com o então principiante documentarista Errol Morris. Se Morris conseguisse terminar seu primeiro filme, Gates of Heaven, Herzog comeria o próprio sapato. Morris conseguiu, e Herzog cumpriu a promessa.



Você pode conferir tudo isso vendo o documentário Werner Herzog Eats His Shoe, que se encontra hospedado no You Tube. Herzog, neste mesmo documentário, afirma ter se jogado em cima de um cacto, também cumprindo uma promessa. Não dá pra saber se ele está falando sério, mas que ele realmente come o próprio sapato, cozido com alho e outras especiarias, não há dúvidas.

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Portinari, Di Cavalcanti e Tomie Ohtake em Sampa

Os moradores da cidade de São Paulo tem mais dois meses para ver uma belí­ssima exposição na galera de arte do SESI (Av. Paulista, prédio da Fiesp).

A exposição Odorico Tavares: A minha casa Bahiana apresenta obras do acervo particular dessa figura nordestina, grande amigo de Assis Chateubriand.

A exposição mostra pinturas de Portinari, Di Cavalcanti, Panceti e Tomie Ohtake, além de esculturas do perí­odo barroco.

Para quem passar na região da Paulista, fica a dica. Bom divertimento!

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Rivette entende Verhoeven

Já é notí­cia velha, mas só li hoje: Jacques Rivette entende o trabalho de Paul Verhoeven, um dos meus diretores favoritos. Não sei bem quanto a Showgirls (preciso ver de novo), mas quanto a Starship Troopers Rivette acerta na mosca. É um filme espetacular.



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“I've seen [Starship Troopers] twice and I like it a lot, but I prefer Showgirls (1995), one of the great American films of the last few years. It's Verhoeven's best American film and his most personal. In Starship Troopers, he uses various effects to help everything go down smoothly, but he's totally exposed in Showgirls. It's the American film that's closest to his Dutch work. It has great sincerity, and the script is very honest, guileless. It's so obvious that it was written by Verhoeven himself rather than Mr. Eszterhas, who is nothing. And that actress is amazing! Like every Verhoeven film, it's very unpleasant: it's about surviving in a world populated by assholes, and that's his philosophy. Of all the recent American films that were set in Las Vegas, Showgirls was the only one that was real — take my word for it. I who have never set foot in the place!”




Fonte

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Capote

Reproduzindo um post do filme*log:



Eu não esperava muita coisa, mas o filme é bem bacana. Foi uma boa escolha, ao invés de fazer um biofilme que tentasse cobrir a vida inteira do Capote em duas ou três horas, fazer um filme mais curto tendo como base alguns eventos apenas. Boa estratégia narrativa, e o roteiro é a coisa mais forte desse filme. O Phillip Seymour Hoffman causa uma certa estranheza no começo, porque a performance parece caricata demais. Mas o próprio Capote construiu uma persona caricata para si, e Hoffman consegue deixar isso claro ao decorrer do filme. Ele interpreta pelo menos dois Capotes. Em muitos aspectos, é um trabalho cheio de nuances, mas um tanto arriscado. Não sei se a indicação ao Oscar e a vitória do Golden Globe se deu porque o público votante percebeu essas nuances, ou ficou deslumbrado pela caricatura mesmo. Fica pouco claro se o que pesou foi uma imitação perfeita da persona pública do Capote, de trejeitos í  voz [1], ou os esforços significativos do Hoffman em realmente construir uma personagem na tela.



Mas voltando ao roteiro, é muito bom, e atí­pico em biofilmes. É praticamente uma meta-adaptação de A Sangue Frio, e funciona bem. É concentrado, conciso, coeso, eficiente, e no final não fica aquela sensação de esboço que é comum em biofilmes. Capote cobre um perí­odo de quatro anos, e se dedica totalmente ao processo de elaboração de A Sangue Frio. Desse jeito, acaba falando mais alto em relação í  pessoa do Capote, do que um filme que fosse da infância í  morte do escritor. Escolher um evento significativo e procurar detalhá-lo parece ser uma estratégia mais eficiente e interessante para biofilmes, a julgar por Capote. Conta-se uma história completa, além de se fazer um estudo de personagem.



Dentre os indicados ao Oscar, coloco Capote em terceiro lugar:



1. Boa Noite, e Boa Sorte

2. Brokeback Mountain

3. Capote

4. Munique

5. Crash



Desses, acho que só Crash é totalmente desmerecedor de estar na lista, apesar de não ser um filme ruim. Se eu tivesse algum poder de indicar filmes arbitrariamente, colocaria Mysterious Skin, Lord of War e King Kong na lista. Daria o prêmio para King Kong. Mas é uma lista até que razoável, em se tratando do Oscar.



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[1] Seguindo esse link, você pode ouvir o próprio Capote narrando A Christmas Memory [Realplayer, streaming]. Hoffman acerta direitinho, mas talvez exagere um pouco. Segundo meu amigo Quase Nada, parece um pouco o Cartman. Ele tem razão.

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Aronofsky não vai mais dirigir um episódio de Lost (essa temporada)

'Lost': Aronofsky will not direct



Fans of both the hit TV show Lost (which features a guy haunted by a sinister sequence of numbers) and indie filmmaker Darren Aronofsky (whose breakthrough film, Pi, was about a dude obsessed with devilish digits) will have to wait a bit longer to see if these two geek tastes can taste great together. The director has respectfully bowed out of helming one of the current season's remaining episodes due to scheduling conflicts. "The timing didn’t work out," Aronofsky tells us. "I’m expecting a child." (The mom-to-be, of course, is Oscar nominee Rachel Weisz.)



(...) http://popwatch.ew.com/popwatch/2006/03/lost_aronofsky_.html

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O que temos de novo

Duas coisas importantes

1 - Quicktags: Essa barrinha no editor de texto, com tags html básicas. Apenas o arroz com feijão, pra enriquecer as postagens sem dar muito trabalho

2 - Quote: Agora cada resposta a um comentário pode vir com o comentário original destacado e com formatação diferente.

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