Melhor filme em língua estrangeira e melhor ator de drama pro Wagner Moura no Globo de Ouro. Vem muito forte pro Oscar, esse ano nao teremos uma farsa como foi a Emília Pérez como no ano passado.
E o Brasil finalmente engrenou no cinema.
Melhor filme em língua estrangeira e melhor ator de drama pro Wagner Moura no Globo de Ouro. Vem muito forte pro Oscar, esse ano nao teremos uma farsa como foi a Emília Pérez como no ano passado.
E o Brasil finalmente engrenou no cinema.
Indicado a 4 categorias no Oscar:
- Melhor Filme
- Melhor Ator
- Melhor Filme Estrangeiro
- Melhor Elenco (categoria nova)
Parabéns Kleber Mendonça Filho, Wagner e todo elenco.
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Disponível na Netflix.
Abandonei o filme logo no início. Não sei qual a tara desses cineastas de mostrar nossa miséria e nossa feiúra. Você olha os filmes de outros países e eles mostram o que eles tem de melhor. A gente tem que ficar fazendo poesia com pereba de véia.
Me chamem de fascista o que for, mas eu não vou dar audiência pra essa porcaria. Ainda bem que não foi no cinema, se bem que não tem nada que preste na Netflix atualmente também.
Não tô defendendo o filme, até porque ainda não assisti, mas é bem óbvio que a gente enche os olhos com um blockbuster de superheróis cheio de efeitos caros enquanto torce o nariz para obras desprovidas daquilo que aprendemos ser belo.
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Save me from myself.
Assisti semana passada. Não entendi muito bem a crítica do Pringles. Não achei que o filme mostra “nossa miséria e nossa feiúra”.
Achei o filme bom de maneira geral, mas longe de ser algo espetacular que merecesse um Oscar. Acho que o filme, no fundo, fala sobre a perda de memória intra-geracional — um tema que eu acho bastante interessante.
Recentemente comecei um projeto pessoal de recuperar histórias dos meus antepassados, e é incrível como a gente entra em um limbo depois de duas gerações.
Claro que o filme aborda isso dentro de uma perspectiva política específica, mostrando como aquele momento histórico da ditadura brasileira foi praticamente apagado da memória coletiva em apenas uma geração. Mas, de maneira geral, o filme não é exatamente político. É quase um “faroeste brasileiro”.
O problema que eu achei mesmo está no roteiro. Tem muita coisa inútil e algumas cenas que não fazem sentido nenhum. Os personagens, no geral, são mal construídos, e as atuações também não foram das melhores.
O Wagner Moura, em especial, achei bem fraco nesse papel. Não entendi a indicação dele, muito menos o quase favoritismo que ele ganhou depois.
Mas, no fim, achei o filme legal. Bom entretenimento, mas nada fantástico.
E, pra ser sincero, senti o mesmo com Sinners. Também não entendi todo o alvoroço em cima do filme como se fosse uma obra de arte.