Foto de Ray J

Pacific Rim - Novo do Guilhermo Del Toro tem trailer lançado

Uma mistura de Robotech, Cloverfield e Battle Angel. Promete.

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Foto de quase nada

Breaking Dawn - Parte 2 / O Fim de uma Era.

Vi ontem e assim que acabou eu chorei muito, caiu a ficha e percebi que estava presenciando o fim de uma Era. Ao acabar eu tb percebi que tinha crescido como ser humano. O fim da Saga representa a minha saída da fase infantil para enfrentar de cara a fase adulta, posso me considerar uma pessoa de verdade. Aprendi bastante com os personagens. Aprendi que posso amar e viver, seguir os meus caminhos, mesmo que isso vá contra a sociedade, pois o importante é usufruir do que a vida tem a oferecer. Aprendi muito com a Bella, agora eu sei que o único motivo de cairmos e para poder nos levantar, afinal, a vida é feita de tropeços e acertos, mas o importante é sempre manter o foco, não desistir dos nossos objetivos, acreditar na arte, no amor e seguir em frente.

Chega dessa coisa de ser babaquinha, chega de ser anti poético. Viva a arte! Viva Cazuza! Viva Zumbi de Palmares! viva Dilma! Viva IRÃ!

Nota: 7,5

P.S. Lívia, tem uma cena depois dos créditos.  
 

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Foto de Ray J

Marcados para morrer (End of watch)

Nota 8 no IMDB e colhendo elogios por onde passa. E me chamei a atenção por ser dirigido pelo escritor de Dia de Treinamento.

Alguém aí já assistiu?

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Foto de quase nada

Star Wars 7 - O Despertar da Força

chupa lívia!

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Foto de Livia

Genial

putz, como eu só descobri isso hoje?

http://www.youtube.com/watch?v=9bZkp7q19f0

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Foto de Dré

O Legado Bourne

Desde já, o prêmio HAAA! PEGADINHA DO MALLANDRO 2012 vai pra esse quarto capítulo da série Bourne... justamente porque você fica até a última cena esperando e nada de aparecer o Jason Bourne.

Não que faça muita falta, principalmente porque o Aaron Cross ( Jeremy Renner, o Arqueiro Legolas dos Vingadores ) é um substituto muito próximo do original - até visualmente ambos são bem idênticos. Mas o próprio filme te faz esperar um aparição do Matt Damon, citando o personagem título a cada dez minutos, o que faz parecer que Bourne vai surgir pra tirar o seu susbtituto de alguma enrascada a qualquer momento. Mas nada... ou quase, já ele que surge em uma mera foto, rapidinho.

O mote do filme aqui é mostrar um pouco do que está por trás deses superagentes, como o Bourne e o Cross, que parecem ter uma mentalidade e agilidade sobrehumanas - e realmente têm, pois descobrimos que o governo trata os agentes com uma droga/vírus criada em laboratório ( que também é explicado, mas eu não entendi nada ) para ampliar a capacidade dos seus operativos. Aaron, por exemplo, era um soldado que ficou meio leso após ser ferido em combate e foi escolhido para o tal programa, tomando a tal droga que o transforma, literalmente, num novo Jason Bourne.

Com a fuga do Bourne, e toda a pataquada que isso causou, o governo resolve encerrar o programa de superespiões ( e existia até mais de um programa ) e começa trocar as drogas que amplificavam as habilidades dos agentes para matá-los. Aaron meio que descobre isso com a ajuda de uma das cientistas ( Rachel Weisz ) que desenvolve a droga e agora ambos tem que correr pra não serem vítimas da queima de arquivo do governo.

Fora essa questão, a estrutura é idêntica aos filmes anteriores, com Aaron em fuga e um bando de agentes de escritório falando e falando e falando ( aliás, na primeira meia hora ou mais você não entende porra nenhuma do papo deles ) sobre capturá-lo, até que lembram que o cara é um SUPER espião e mandam outro super espião do mesmo programa atrás dele. Justamente nessa parte o filme fica interessante, com uma daquelas mega sequências de perseguição tipicas da série. Antes disso, é mais papo e um esforço pra tentar entender direito o que está acontecendo. Vale só destacar a sequência tensa de tiroteio dentro no laboratório que desenvolve as drogas.

Enfim, ignore o papo todo ( e o final tosco e repentino ) e espere pelas sequências de ação, que salvam o filme.

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Foto de Livia

RIP Tony Scott

Pois é, o irmão menos talentoso do ridley se jogou de uma ponte hoje a tarde. Os bombeiros encontraram o corpo já, parece que rolou até bilhete de despedida.

mais informações aqui

Fica bem dificil não ficar triste por um cara que fez Top Gun, Um tira da pesada II, O ultimo Boy Scout, maré vermelha, Jogo de espiões, Deja vu e Incontrolavel.

Um péssimo diretor de atores, mas um excelente diretor de cenas de ação

 

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Foto de Livia

Valente (Brave)

 

Fui ver ontem o novo filme da Pixar. Saí do cinema com a sensação que tinha ido assistir um filme da Disney.

O filme é visualmente lindo. O curta que tem antes é fantástico, lindo demais, emocionante, um dos melhores curtas da pixar.

O filme é bom. Muito bom. Mas a pixar me acostumou tão mal, que eu sempre espero um filme superior a tudo que eu já tivesse assistido, e esse não consegue isso.

A história é sobre a princesa Merida, na escócia medieval, que é rebelde, não quer ser como sua mãe, uma rainha dedicada ao lar. Ela quer ser livre. Quando sua familia a obriga a se casar com um dos filhos dos lords do reino, ela foge, encontra uma bruxa e a partir daí sua vida muda totalmente.

Vejam bem, não estou falando que é um filme ruim, acredito que é a melhor animação lançada desde toy story 3, mas a gente fica com aquele gostinho que a pixar poderia ter feito um pouquinho mais.

Como eu disse, visualmente é lindo. Chega a ser impressionante o nivel dos detalhes, a qualidade do 3D, a parte técnica é perfeita. É só olhar o cabelo da merida, acho que é a coisa mais bem feita na história das animações.

Outra coisa q eu achei bem legal é que uma parte do filme lembra muito a viagem de chihiro, inclusive com personagens parecidos. Arrepiante.

Enfim, vale muito a pena ir no cinema assistir, só não vá achando q é mais um filme revolucionario da pixar...

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Foto de Ray J

E se arma do portal existisse mesmo?

Genial! Assistam que vale a pena.

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Foto de Livia

E o Lanterna Verde é Gay

Pelo menos é o que a DC resolveu aprontar

LINK

 

Pelo menos não foi o hall Jordan

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Foto de Fabio Negro

O filme dos Vingadores e o tamanho do seu pênis

 

 

vem, neném!

A ANGÚSTIA DA PRESSÃO DE GRUPO

Há um evento da cultura pop com aceitação mundial e aclamado irrestritamente pelo núcleo duro de especialistas. Está acontecendo em 8 sessões diárias a 18 minutos da sua casa.

Victor & Léo

Você deve gostar ou você deve não gostar?

Se você gostar, o seu papel na corrida evolucionista de demonstração de aptidões sociais e sexuais deixará de ser evidente para as fêmeas. Você tão somente concordará com milhares de pessoas ao redor do mundo - dezenas delas circulando no seu território de batalha darwinista. Sua opinião (que equivale à exibição das penas do pavão) se diluirá no "gosto médio" e você perderá as fêmeas férteis de quadris mais largos e glândulas mamarias mais aptas, já que vários outros machos terão exatamente a mesma opinião a apresentar, e os critérios de desempate incluem dirigir Subarus e ter pênis bem maiores que o seu. As fêmeas velhas e doentes da rabeira do grupo vão te mandar SMSs nas noites de quinta-feira.

Se você não gostar, dois cenários são possíveis:

1) imediatamente você se transubstanciará no Garoto-Enxaqueca da turma ("DA TURMA"), o Não-Gosta-de-Nada, o Sr. Mimimi. Será uma campanha liderada por machos medíocres que não podem competir com os machos-alfa, então se comportam não como machos numa guerra, mas como gado: gostam de tudo que a Variety e a revista Alpha manda gostar, se contentam em repartir o cabelo, tomar uma Heineken na Lanchonete da Cidade® na companhia de suas fêmeas cheias de infecção urinária enquanto falam sobre SÓ VOCÊ não ter gostado do filme. Eles vão usar expressões como "desligar o cérebro" e "aquela cena é muito da hora". Você tomou a pílula vermelha e agora não pode mais sentir o sabor das falsas costeletas deles. Sua individualidade ousada (fora o ótimo sarcasmo) o expulsará do bando e colocará a mercê de predadores você e sua prole fraca que não passará nem no pré-vestibular do Objetivo. Se você está nessa posição, já estava acabado antes de estar nessa posição.

2) estando num ambiente tolerante e liberal (esquerdinha marxista ressentido com o poder da mídia global), será imediatamente aclamado como Iconoclasta: um herói anti-stablishment que pega seu carro, paga o estacionamento e 2 ingressos+pipoca - na quarta, que é mais barato - para depois desmontar o discurso de "xerifes do mundo" dos Estados Unidos e os esquematismos da diversão alienante de Hollywood. Ha!, eles não te pegaram com esse filme, certo? Você será destaque de uma facção que o apoiará dentro do bando maior – mas não o líder, que sempre será o Zé Maria, presidente do PSTU -: serão os Fãs de Almodóvar Que Gostaram de Meia-Noite em Paris (mas acham Hanna e Suas Irmãs chatinho). As fêmeas de categoria inferior desse grupo relativamente populoso estão dispostas a copular com qualquer um que tope bancar divorciadas de 29 anos com um filho ou mais, cujos óvulos estão virtualmente podres de ouvir Beatles, comer temaki e ler o Cinema em Cena.
Sabe Darwin que você está acabado.

 

Então: como proceder, amiche?
Você pode permanecer calado, sabendo que "o movimento é a característica dos fracos e a imobilidade é a qualidade dos fortes". Fique quieto e deixe que eles falem e se enrolem e depois se envergonhem e finjam que não falaram, como em Juno, X-Men 2, Batman Begins, Shia Labouf e os filmes do 007 com Daniel Craig. Aqueles fracos.
Também aproveite que ninguém pediu mesmo pra ouvir o seu pênis pequeno.

 

Você pode ainda, como Comte e eu, adotar o Positivismo para falar somente do que viu e experimentou, sem preconceitos passados nem ideologias presentes.
Enlarge your penis!

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Foto de Leão da Barra

[jogo] The Walking Dead - A New Day

Na última semana de abril, depois de muitos atrasos, a Telltale finalmente lançou o primeiro capítulo do jogo de The Walking Dead, baseado na revista homônima.

Primeiro, deixe-me esclarecer que eu sou tarado por jogos adventure, e a escassez atual de títulos do gênero faz com que eu seja um tanto condescendente com qualquer coisa que remeta um pouco aos point and clicks clássicos. Em resumo, eu admito que minha opinião talvez seja um tanto viciada -- por exemplo, eu gostei do jogo de Back to the Future, mesmo tendo consciência que ele começou muito bem e fez um samba do DeLorean doido nos últimos capítulos (faça-me uma garapa com aquele Doc Big Brother Brown).

Pois bem, esse The Walking Dead segue o mesmo modelo do BTTF (também da Telltale), sendo lançado aos poucos, capítulo a capítulo. Eu por acaso tinha 5 dólares de crédito na PSN (troco do inFamous 2) e resolvi experimentar.

Senhores, o jogo é realmente muito bom. Pode ser que venha a se perder mais adiante como ocorreu com o BTTF, mas é improvável. Digo isso porque, baseado nesse primeiro capítulo, já dá para notar que os roteiristas "captaram" muito bem o espírito da HQ -- bizarramente, captaram mais até do que os responsáveis pela série de TV.

Eu digo que captaram o "espírito" porque o jogo se passa no mesmo mundo da HQ, mas não segue os eventos mostrados nela. Você até encontra alguns personagens que estão na revista (dois logo nesse primeiro capítulo), mas o jogo tem uma história própria e independente, a começar pelo protagonista.

Enquanto na revista nós acompanhamos a história de Rick Grimes, um policial do interior bem certinho que aos poucos vai se contaminando com crueldade da nova realidade, no jogo nós temos Lee Everett, que desde o começo podemos ver que não é nenhum santo: a história começa com ele sendo levado para o presídio após ser condenado por um crime que só saberemos qual é mais tarde.

O espírito da HQ também fica evidente nas diversas escolhas impostas ao jogador: seja de que lado ficar em uma discussão, seja escolhendo quem salvar e quem deixar para morrer quando duas pessoas estão em perigo simultaneamente.

Aliás, uma função interessante no final do jogo nos permite ver a porcentagem das pessoas que fizeram as mesmas escolhas que você. A grande maioria, assim como eu, optou por salvar a pessoa útil porém perigosa em vez do gente boa inofensivo -- ou seja, nós já nos tornamos filhos da puta com poucas horas de holocausto zumbi, ao contrário de Rick Grimes, que demorou uns meses para adquirir essa frieza.

Assim como a revista, também, o jogo foca muito mais nas relações e diálogos entre os personagens do que na ação. É verdade que ele tem mais ação do que os adventures em geral -- é possível morrer no jogo --, mas ela se limita a, em momentos bem específicos, apertar o botão X (no PS3) para acertar um zumbi antes que ele te alcance. Nada muito complicado, nem requer muito reflexo.

Os gráficos também mostram que o jogo está mais próximo da HQ do que da série: fugindo da estética "realista" que domina a maioria dos jogos atuais, ele tem um traço bem cartunesco. Eu particularmente gostei, é bonito de se ver, tem personalidade e foge da mesmice.

Enfim, é um jogo bem legal, que certamente vai agradar não só os adeptos do gênero adventure, como os fãs de Walking Dead. Sem sombra de dúvida vale até mais que o troco de pinga cobrado por ele (US$ 4,99 na PSN), arrisco a dizer que é um dos melhores adventures dos últimos tempos (não que tenham muitos competidores).

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Foto de Pringles

O Triste Fim do Jogo Justo

O Jogo Justo era um projeto para unir todos os gamers brasileiros visando conseguir a diminuição de impostos de jogos que são vendidos no país. Conseguiu unir empresas, imprensa, blogs e iniciar um diálogo com o governo. Mas em pouco menos de 3 dias o fundador de seu projeto destruiu completamente sua reputação e o jogo justo se mostrou obsoleto. Ententa o porquê.

Distribuição digital é uma realidade.

Ninguem mais que usa PC pra jogos compram jogos originais em caixinha e disco. Plataformas como Steam e Nuuvem vendem os jogos diretamente do fabricante ao consumidor, pagando somente a conversão em dolar + IOF. Isso tem inumeras vantagens, não ter que esperar a entrega pelos correios, fazer o download e poder jogar no dia do lançamento. Muitos inclusive abandonaram a pirataria para poderem jogar online nos servidores oficiais sossegados sem precisar cracks, remendos e servidores piratas.

Acontece que isso canibaliza as vendas dos lojistas, que associados ao Jogo Justo temem que o mesmo aconteçam com os consoles.

E o pesadelo começa a se tornar realidade. Dia após dia, semana após semana, a PSN e a Xbox LIVE começam a ofertar jogos full lançados em disco em suas redes para compra. Gamers que jogam em console começam a considerar comprar por download. Mass Effect 2 e 3 são lançados na PSN simultaneamente em disco o que fez centenas de gamers desistirem de esperar o jogo chegar da importacao ou pagar mais caro no ML e comprar diretamente na conversão do dólar, usando cartão de crédito que compram redeem codes (códigos que dão a você o valor que pagou diretamente na PSN).

Ao mesmo tempo, o Nuuvem começa a se tornar muito popular, por ser brasileira e o Steam se amplia e começa a fazer promoções insanas, como se o mercado de jogos físicos de PC já não tivesse morto o suficiente, um rumor, saido na semana passada, dizendo que o sucessor do PS3 teria todos os seus jogos lançados em mídia física e digital, simultaneamente, parece cair como uma bomba no colo dessa gente.

Moacyr e seus associados da ACIGAMES entram em desespero. Ninguem vai mais comprar jogos por midia fisica! vão todos comprar redeem codes usando cartao de credito saira mais rapido e barato pro consumidor. Já estão fazendo isso com Mass Effect 3 !!!

Em seguida, em menos de 3 dias, uma sucessão de acontecimentos destroem completamente a reputação e todo movimento jogo justo.

Acompanhe:

1) Revoltado com as vendas no Steam, Nuuvem e PSN, e vendo as vendas dos lojistas cairem, Moacyr dá uma entrevista com declarações polêmicas se dizendo contra o Steam e a distribuição digital. Moacyr que é conselheiro do Min. da Ciencia e Tecnologia parece usar da influencia do cargo para fazer ameaças dizendo que vai acabar "com esta farra". Após ser questionado no Facebook, Moacyr destila sua ira contra usuários, em tom de afronta, e ainda com mais ameaças, dizendo que em breve jogos por download serão taxados e pra eles "esperarem que vão ver".

2) Vendo a repercussão negativa de suas declarações, Moacyr se cala e emite uma nota dúbia da ACIGAMES à imprensa e tenta esclarecer que não tem por objetivo aumentar os impostos de jogos.

3) Em seguida, Moacyr dá uma entrevista ao Techtudo contraditória onde afirma ter sido mal interpretado ao mesmo tempo que sugere ser injusto que jogos no Steam canibalizem a venda de lojas físicas. Ele fala em "regulamentar o mercado" leia-se: taxar downloads para que não acabem com os jogos físicos.

4) Nuuvem se retira da ACIGAMES. O caso ganha os forums na internet e é criado jogosujo e a conta paródia @jogoinjusto_ e todos os foruns e blogs chovem criticas e revoltas contra Moacyr.

5) Moacyr sai do casulo no twitter dizendo novamente que foi mal interpretado, que em breve irá mostrar que todos estão errados e que sempre estará do lado dos gamers.

6) Vendo que pouco mudou de suas declarações, e o rage continua, Moacyr agora, arrependido, escreve uma carta a um blogueiro e diz que foi um erro pensar em interferir no comercio de distribuicao digital, pede desculpas e diz que estava pensando de forma equivocada. Mas ainda de forma contraditoria, afirma que foi mal interpretado no video, onde ele é bem claro e conciso do que pensa sobre o Steam e a distribuição digital.

7) Por ultimo, Moacyr faz sua ultima jogada: diz que seu cargo do governo não lhe dá poderes (o que sugere o contrario tamanha agressividade e iniciativa verbal tomada contra o Steam e seus usuarios no Youtube e Facebook) e que se o governo resolver fazer alguma coisa, ele não teve nada a ver com isso.
 

E daí? pensa você. "Eu importo meus jogos e prefiro mídia física". É mesmo?

Aconteceu tudo muito rápido, muita gente entrou em desespero, quem tem encomendas pra receber do exterior está preocupado. Teme-se que todos serão taxados, uma politica que ja teria sido implantada pela Receita que estaria revirando caixa por caixa para taxar todos os jogos que chegam ao país por importação de pessoa física.

O Jogo Justo se revelou não uma luta dos gamers por preços mais justos, mas uma luta pelos interesses de lojistas em aumentarem suas vendas que ja viam seus jogos sendo canibalizados por importação e pelo MercadoLivre, que age como um atravessador, cobrando mais caro, mas ainda assim mais vantajoso que comprar na loja pagando todos os impostos.

Agora com a distribuição digital se tornando cada vez mais realidade, o Jogo Justo é enterrado de vez, perdendo totalmente seu sentido. Gamers se libertaram de impostos (exceto IOF) e preços abusivos e agora podem curtir seus jogos originais sem se preocupar com preços e tempo de espera.

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Foto de quase nada

God of War Ascension

Dessa vez Kratos vai te abortar, destruir tuas céluas tronco e glóbulos vermelhos! Chuuupa Guybrush!

Lançamento: 31 de Dezembro.

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Foto de Ray J

Project Kara

O time responsável por Heavy Rain lançou um vídeo demonstrando sua nova tecnologia de captura de movimentos faciais. O resultado é simplesmente impressionante.

E Quase Nada, pode se emocionar. A animação é feita em tempo real no PS3.

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Foto de Leão da Barra

Remake de X-Com: Enemy Unkown

Já falamos rapidamente sobre isso aqui, mas com certeza merece um tópico exclusivo: X-Com, um dos melhores jogos de todos os tempos vai ganhar um remake para os consoles modernos.

Como era de se imaginar, o jogo vai sofrer algumas adaptações, suprimindo as partes que a Firaxis considera "chatas" (notadamente alguns aspectos de administração que quebravam o ritmo do jogo original -- embora tivessem lá seu charme).

Outra modificação foi no clássico sistema de Time Units, que a Firaxis alega ter sido "simplificado":

www.youtube.com/watch?v=3uHHmTSDCvA

Esse vídeo mostra também como o jogo, embora ainda seja turn based, parece ter ficado bem mais dinâmico que o original.

Enfim, embora eu tenha receio que eles possam ter modificado um pouco demais, parece que o mais importante -- a ambientação tensa e a boa história -- continua lá, o que mantém minhas esperanças de que vem mais um grande jogo nesse ano de 2012.

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Foto de Ray J

American Pie - O reencontro (American Reunion)

Os dois primeiros são ótimos, e o terceiro foi um grande erro. Agora o trailer desse quarto me agradou. Todo o elenco original, inclusive coadjuvantes, reunido para celebrar os 10 anos de formatura. Como sempre, Stifler rouba a cena.

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Foto de Guybrush Threepwood

Skyrim - cento e cinquenta horas depois

Então, como esse negócio de dormir, comer e ir ao banheiro é para os fracos, e como eu estava de férias para ajudar minha esposa a cuidar do neném recém-nascido e da casa, resolvi ocupar o meu tempo ocioso (o pouco tempo que me resta depois de cuidar do neném, da esposa e da casa) com Skyrim. 

Pouco mais de cento e cinquenta horas depois... eu cheguei a conclusão que ainda tem coisa pra cacete pra fazer. Ainda tenho que denunciar aquele Kahjiit de Solitude que quer afundar um navio. Prometi ajudar as belas adoradoras da deusa Dibella a achar uma nova sybil, fiquei de arrumar nimroot para a alquimista de Riften e joias para um joalheiro na mesma cidade. Ainda tenho que terminar meu curso no Colégio de Winterfell e saber o que o tal do moleque Aventus Arentino está querendo com a Dark Brotherhood. Ah, e por falar na Broterhood tenho que solucionar um caso brutal de assassinato.

Skyrim, como o seu antecessor Oblivion (joguei muito pouco Morrowind e nada das outras prequências) é um jogo MASSIVO. Dá pra se perder completamente dentro do mundo do jogo e esquecer da vida. Eu terminei a quest principal por último, fiz as quests da Thieves Guild, dos Companions, uma ou outra Daedric, várias sidequests e miscellaneous quests. Isso deve dar uns 40% no máximo de todas as quests principais. É coisa pra caralho, e o jogo ainda tem centenas de eventos aleatórios.

Em relação ao Oblivion, o jogo está bem mais bonito (os rostos dos humanos do Oblivion eram grotescos), o áudio está muito bom e o combate mais refinado. Agora você pode usar duas armas simultâneas, uma em cada mão, ou usar uma espada com uma mão e lançar uma magia com a outra (antes só dava pra fazer uma coisa de cada vez). Por outro lado, ele fez algo parecido com o que o Mass Effect 2 fez (e eu não gostei nem aqui nem lá): simplificou o esquema de criação e desenvolvimento de personagens DEMAIS. Antes era mais parecido com um RPG de mesa, você definia atributos como força, carisma, inteligência etc e "upava" esses atributos. Agora tudo que você faz no começo do jogo é escolher a raça e customizar a aparência. As skills upam do mesmo jeito, com a regra do uso/desuso, mas o subir de nível ficou mais simples e rápido - há quem prefrira assim (não é meu caso, gostava da complexidade).

Como um bom exemplar de RPG de mundo aberto da Bethesda, o jogo continua com a bugeira de sempre. Assim que você salta do cavalo ele é arremesado a quilômetros de distância. Mamutes flutuam, NPCs atravessam paredes e objetos em que você esbarra desaparecem da face da terra. Eu acho muito mais bugado que Oblivion ou Fallout, por exemplo, mas a Bethesda parece que esta tentando arrumar aos poucos com os patches.

A história é muito boa, mais interessante que a de Oblivion, e existe duas tramas principais paralelas, uma sobre o reaparecimentos dos dragões em Skyrim e outra sobre uma guerra civil em curso. Essa da guerra é particularmente curiosa, pois permite que você escolha de que lado você quer se juntar (ou se quer permanecer imparcial), e não existe lado certo nem errado - ambos os lados tem o seu lado bom e o seu lado mau, seu lado benevolente e seu lado podre. É muito bem escrito, e como todo bom Elder Scrolls vem com muito background, com centenas de livros com a história daquele universo para se aprofundar.

No geral, é um jogaço, apesar que depois de umas cento e trinta horas de jogo já começa a cansar, embora ainda tenho um caminhão de coisas pra se fazer. Ainda tenho uma afeição maior por Oblivion, talvez por ser o primeiro jogo da Bethesda que joguei, mas temos que adimitir que Skyrim é o ápice dos RPGS em mundos abertos.

Nota: 9,0

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Foto de Livia

I Will Always Love You - RIP Whitney Houston

http://www.youtube.com/watch?v=vuIEKrUREH8&feature=related

 

triste demais, eu era fanzaça dela, assisti o guarda costas pelo menos umas 50 vezes, marcou minha adolescencia

pena que ela se acabou nas drogas, mas ela tinha a voz simplesmente perfeita

descance em paz whitney

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Foto de Livia

A Very Harold & Kumar 3D Christmas

 

Depois que o bennet me contou que isso existia, não sosseguei enquanto não consegui assistir, afinal, sou fã dos dois primeiros.

O filme em si é mais do mesmo, o que não significa que é ruim, mas que ele segue a mesma linha dos dois anteriores.

Ele começa 6 anos depois do fim do segundo, com harold casado, trabalhando em wall street, longe das drogas, preocupado em agradar o sogro que é bem exigente em relação a ele, quanto kumar continua na mesma vida, sem emprego, sem estudar, só fumando maconha e levando a vida.  Uma encomenda para harold que chega na casa de kumar acaba reunindo os dois, e aí a confusão começa, com eles correndo pela cidade atrás de uma arvore de natal.

O filme segue no tirmo dos anteriores, com eles se metendo em várias confusões, que incluem um mafioso russo, uma bebê viciada em drogas, neil patrick harris virando gay, e por aí vai.

Vale pra quem gosta dos filmes, quem não assistiu os anteriores pode não gostar muito.

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