Foto de Livia

Valente (Brave)

 

Fui ver ontem o novo filme da Pixar. Saí do cinema com a sensação que tinha ido assistir um filme da Disney.

O filme é visualmente lindo. O curta que tem antes é fantástico, lindo demais, emocionante, um dos melhores curtas da pixar.

O filme é bom. Muito bom. Mas a pixar me acostumou tão mal, que eu sempre espero um filme superior a tudo que eu já tivesse assistido, e esse não consegue isso.

A história é sobre a princesa Merida, na escócia medieval, que é rebelde, não quer ser como sua mãe, uma rainha dedicada ao lar. Ela quer ser livre. Quando sua familia a obriga a se casar com um dos filhos dos lords do reino, ela foge, encontra uma bruxa e a partir daí sua vida muda totalmente.

Vejam bem, não estou falando que é um filme ruim, acredito que é a melhor animação lançada desde toy story 3, mas a gente fica com aquele gostinho que a pixar poderia ter feito um pouquinho mais.

Como eu disse, visualmente é lindo. Chega a ser impressionante o nivel dos detalhes, a qualidade do 3D, a parte técnica é perfeita. É só olhar o cabelo da merida, acho que é a coisa mais bem feita na história das animações.

Outra coisa q eu achei bem legal é que uma parte do filme lembra muito a viagem de chihiro, inclusive com personagens parecidos. Arrepiante.

Enfim, vale muito a pena ir no cinema assistir, só não vá achando q é mais um filme revolucionario da pixar...

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Foto de Ray J

E se arma do portal existisse mesmo?

Genial! Assistam que vale a pena.

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Foto de Livia

E o Lanterna Verde é Gay

Pelo menos é o que a DC resolveu aprontar

LINK

 

Pelo menos não foi o hall Jordan

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Foto de Fabio Negro

O filme dos Vingadores e o tamanho do seu pênis

 

 

vem, neném!

A ANGÚSTIA DA PRESSÃO DE GRUPO

Há um evento da cultura pop com aceitação mundial e aclamado irrestritamente pelo núcleo duro de especialistas. Está acontecendo em 8 sessões diárias a 18 minutos da sua casa.

Victor & Léo

Você deve gostar ou você deve não gostar?

Se você gostar, o seu papel na corrida evolucionista de demonstração de aptidões sociais e sexuais deixará de ser evidente para as fêmeas. Você tão somente concordará com milhares de pessoas ao redor do mundo - dezenas delas circulando no seu território de batalha darwinista. Sua opinião (que equivale à exibição das penas do pavão) se diluirá no "gosto médio" e você perderá as fêmeas férteis de quadris mais largos e glândulas mamarias mais aptas, já que vários outros machos terão exatamente a mesma opinião a apresentar, e os critérios de desempate incluem dirigir Subarus e ter pênis bem maiores que o seu. As fêmeas velhas e doentes da rabeira do grupo vão te mandar SMSs nas noites de quinta-feira.

Se você não gostar, dois cenários são possíveis:

1) imediatamente você se transubstanciará no Garoto-Enxaqueca da turma ("DA TURMA"), o Não-Gosta-de-Nada, o Sr. Mimimi. Será uma campanha liderada por machos medíocres que não podem competir com os machos-alfa, então se comportam não como machos numa guerra, mas como gado: gostam de tudo que a Variety e a revista Alpha manda gostar, se contentam em repartir o cabelo, tomar uma Heineken na Lanchonete da Cidade® na companhia de suas fêmeas cheias de infecção urinária enquanto falam sobre SÓ VOCÊ não ter gostado do filme. Eles vão usar expressões como "desligar o cérebro" e "aquela cena é muito da hora". Você tomou a pílula vermelha e agora não pode mais sentir o sabor das falsas costeletas deles. Sua individualidade ousada (fora o ótimo sarcasmo) o expulsará do bando e colocará a mercê de predadores você e sua prole fraca que não passará nem no pré-vestibular do Objetivo. Se você está nessa posição, já estava acabado antes de estar nessa posição.

2) estando num ambiente tolerante e liberal (esquerdinha marxista ressentido com o poder da mídia global), será imediatamente aclamado como Iconoclasta: um herói anti-stablishment que pega seu carro, paga o estacionamento e 2 ingressos+pipoca - na quarta, que é mais barato - para depois desmontar o discurso de "xerifes do mundo" dos Estados Unidos e os esquematismos da diversão alienante de Hollywood. Ha!, eles não te pegaram com esse filme, certo? Você será destaque de uma facção que o apoiará dentro do bando maior – mas não o líder, que sempre será o Zé Maria, presidente do PSTU -: serão os Fãs de Almodóvar Que Gostaram de Meia-Noite em Paris (mas acham Hanna e Suas Irmãs chatinho). As fêmeas de categoria inferior desse grupo relativamente populoso estão dispostas a copular com qualquer um que tope bancar divorciadas de 29 anos com um filho ou mais, cujos óvulos estão virtualmente podres de ouvir Beatles, comer temaki e ler o Cinema em Cena.
Sabe Darwin que você está acabado.

 

Então: como proceder, amiche?
Você pode permanecer calado, sabendo que "o movimento é a característica dos fracos e a imobilidade é a qualidade dos fortes". Fique quieto e deixe que eles falem e se enrolem e depois se envergonhem e finjam que não falaram, como em Juno, X-Men 2, Batman Begins, Shia Labouf e os filmes do 007 com Daniel Craig. Aqueles fracos.
Também aproveite que ninguém pediu mesmo pra ouvir o seu pênis pequeno.

 

Você pode ainda, como Comte e eu, adotar o Positivismo para falar somente do que viu e experimentou, sem preconceitos passados nem ideologias presentes.
Enlarge your penis!

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Foto de Leão da Barra

[jogo] The Walking Dead - A New Day

Na última semana de abril, depois de muitos atrasos, a Telltale finalmente lançou o primeiro capítulo do jogo de The Walking Dead, baseado na revista homônima.

Primeiro, deixe-me esclarecer que eu sou tarado por jogos adventure, e a escassez atual de títulos do gênero faz com que eu seja um tanto condescendente com qualquer coisa que remeta um pouco aos point and clicks clássicos. Em resumo, eu admito que minha opinião talvez seja um tanto viciada -- por exemplo, eu gostei do jogo de Back to the Future, mesmo tendo consciência que ele começou muito bem e fez um samba do DeLorean doido nos últimos capítulos (faça-me uma garapa com aquele Doc Big Brother Brown).

Pois bem, esse The Walking Dead segue o mesmo modelo do BTTF (também da Telltale), sendo lançado aos poucos, capítulo a capítulo. Eu por acaso tinha 5 dólares de crédito na PSN (troco do inFamous 2) e resolvi experimentar.

Senhores, o jogo é realmente muito bom. Pode ser que venha a se perder mais adiante como ocorreu com o BTTF, mas é improvável. Digo isso porque, baseado nesse primeiro capítulo, já dá para notar que os roteiristas "captaram" muito bem o espírito da HQ -- bizarramente, captaram mais até do que os responsáveis pela série de TV.

Eu digo que captaram o "espírito" porque o jogo se passa no mesmo mundo da HQ, mas não segue os eventos mostrados nela. Você até encontra alguns personagens que estão na revista (dois logo nesse primeiro capítulo), mas o jogo tem uma história própria e independente, a começar pelo protagonista.

Enquanto na revista nós acompanhamos a história de Rick Grimes, um policial do interior bem certinho que aos poucos vai se contaminando com crueldade da nova realidade, no jogo nós temos Lee Everett, que desde o começo podemos ver que não é nenhum santo: a história começa com ele sendo levado para o presídio após ser condenado por um crime que só saberemos qual é mais tarde.

O espírito da HQ também fica evidente nas diversas escolhas impostas ao jogador: seja de que lado ficar em uma discussão, seja escolhendo quem salvar e quem deixar para morrer quando duas pessoas estão em perigo simultaneamente.

Aliás, uma função interessante no final do jogo nos permite ver a porcentagem das pessoas que fizeram as mesmas escolhas que você. A grande maioria, assim como eu, optou por salvar a pessoa útil porém perigosa em vez do gente boa inofensivo -- ou seja, nós já nos tornamos filhos da puta com poucas horas de holocausto zumbi, ao contrário de Rick Grimes, que demorou uns meses para adquirir essa frieza.

Assim como a revista, também, o jogo foca muito mais nas relações e diálogos entre os personagens do que na ação. É verdade que ele tem mais ação do que os adventures em geral -- é possível morrer no jogo --, mas ela se limita a, em momentos bem específicos, apertar o botão X (no PS3) para acertar um zumbi antes que ele te alcance. Nada muito complicado, nem requer muito reflexo.

Os gráficos também mostram que o jogo está mais próximo da HQ do que da série: fugindo da estética "realista" que domina a maioria dos jogos atuais, ele tem um traço bem cartunesco. Eu particularmente gostei, é bonito de se ver, tem personalidade e foge da mesmice.

Enfim, é um jogo bem legal, que certamente vai agradar não só os adeptos do gênero adventure, como os fãs de Walking Dead. Sem sombra de dúvida vale até mais que o troco de pinga cobrado por ele (US$ 4,99 na PSN), arrisco a dizer que é um dos melhores adventures dos últimos tempos (não que tenham muitos competidores).

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Foto de Pringles

O Triste Fim do Jogo Justo

O Jogo Justo era um projeto para unir todos os gamers brasileiros visando conseguir a diminuição de impostos de jogos que são vendidos no país. Conseguiu unir empresas, imprensa, blogs e iniciar um diálogo com o governo. Mas em pouco menos de 3 dias o fundador de seu projeto destruiu completamente sua reputação e o jogo justo se mostrou obsoleto. Ententa o porquê.

Distribuição digital é uma realidade.

Ninguem mais que usa PC pra jogos compram jogos originais em caixinha e disco. Plataformas como Steam e Nuuvem vendem os jogos diretamente do fabricante ao consumidor, pagando somente a conversão em dolar + IOF. Isso tem inumeras vantagens, não ter que esperar a entrega pelos correios, fazer o download e poder jogar no dia do lançamento. Muitos inclusive abandonaram a pirataria para poderem jogar online nos servidores oficiais sossegados sem precisar cracks, remendos e servidores piratas.

Acontece que isso canibaliza as vendas dos lojistas, que associados ao Jogo Justo temem que o mesmo aconteçam com os consoles.

E o pesadelo começa a se tornar realidade. Dia após dia, semana após semana, a PSN e a Xbox LIVE começam a ofertar jogos full lançados em disco em suas redes para compra. Gamers que jogam em console começam a considerar comprar por download. Mass Effect 2 e 3 são lançados na PSN simultaneamente em disco o que fez centenas de gamers desistirem de esperar o jogo chegar da importacao ou pagar mais caro no ML e comprar diretamente na conversão do dólar, usando cartão de crédito que compram redeem codes (códigos que dão a você o valor que pagou diretamente na PSN).

Ao mesmo tempo, o Nuuvem começa a se tornar muito popular, por ser brasileira e o Steam se amplia e começa a fazer promoções insanas, como se o mercado de jogos físicos de PC já não tivesse morto o suficiente, um rumor, saido na semana passada, dizendo que o sucessor do PS3 teria todos os seus jogos lançados em mídia física e digital, simultaneamente, parece cair como uma bomba no colo dessa gente.

Moacyr e seus associados da ACIGAMES entram em desespero. Ninguem vai mais comprar jogos por midia fisica! vão todos comprar redeem codes usando cartao de credito saira mais rapido e barato pro consumidor. Já estão fazendo isso com Mass Effect 3 !!!

Em seguida, em menos de 3 dias, uma sucessão de acontecimentos destroem completamente a reputação e todo movimento jogo justo.

Acompanhe:

1) Revoltado com as vendas no Steam, Nuuvem e PSN, e vendo as vendas dos lojistas cairem, Moacyr dá uma entrevista com declarações polêmicas se dizendo contra o Steam e a distribuição digital. Moacyr que é conselheiro do Min. da Ciencia e Tecnologia parece usar da influencia do cargo para fazer ameaças dizendo que vai acabar "com esta farra". Após ser questionado no Facebook, Moacyr destila sua ira contra usuários, em tom de afronta, e ainda com mais ameaças, dizendo que em breve jogos por download serão taxados e pra eles "esperarem que vão ver".

2) Vendo a repercussão negativa de suas declarações, Moacyr se cala e emite uma nota dúbia da ACIGAMES à imprensa e tenta esclarecer que não tem por objetivo aumentar os impostos de jogos.

3) Em seguida, Moacyr dá uma entrevista ao Techtudo contraditória onde afirma ter sido mal interpretado ao mesmo tempo que sugere ser injusto que jogos no Steam canibalizem a venda de lojas físicas. Ele fala em "regulamentar o mercado" leia-se: taxar downloads para que não acabem com os jogos físicos.

4) Nuuvem se retira da ACIGAMES. O caso ganha os forums na internet e é criado jogosujo e a conta paródia @jogoinjusto_ e todos os foruns e blogs chovem criticas e revoltas contra Moacyr.

5) Moacyr sai do casulo no twitter dizendo novamente que foi mal interpretado, que em breve irá mostrar que todos estão errados e que sempre estará do lado dos gamers.

6) Vendo que pouco mudou de suas declarações, e o rage continua, Moacyr agora, arrependido, escreve uma carta a um blogueiro e diz que foi um erro pensar em interferir no comercio de distribuicao digital, pede desculpas e diz que estava pensando de forma equivocada. Mas ainda de forma contraditoria, afirma que foi mal interpretado no video, onde ele é bem claro e conciso do que pensa sobre o Steam e a distribuição digital.

7) Por ultimo, Moacyr faz sua ultima jogada: diz que seu cargo do governo não lhe dá poderes (o que sugere o contrario tamanha agressividade e iniciativa verbal tomada contra o Steam e seus usuarios no Youtube e Facebook) e que se o governo resolver fazer alguma coisa, ele não teve nada a ver com isso.
 

E daí? pensa você. "Eu importo meus jogos e prefiro mídia física". É mesmo?

Aconteceu tudo muito rápido, muita gente entrou em desespero, quem tem encomendas pra receber do exterior está preocupado. Teme-se que todos serão taxados, uma politica que ja teria sido implantada pela Receita que estaria revirando caixa por caixa para taxar todos os jogos que chegam ao país por importação de pessoa física.

O Jogo Justo se revelou não uma luta dos gamers por preços mais justos, mas uma luta pelos interesses de lojistas em aumentarem suas vendas que ja viam seus jogos sendo canibalizados por importação e pelo MercadoLivre, que age como um atravessador, cobrando mais caro, mas ainda assim mais vantajoso que comprar na loja pagando todos os impostos.

Agora com a distribuição digital se tornando cada vez mais realidade, o Jogo Justo é enterrado de vez, perdendo totalmente seu sentido. Gamers se libertaram de impostos (exceto IOF) e preços abusivos e agora podem curtir seus jogos originais sem se preocupar com preços e tempo de espera.

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Foto de quase nada

God of War Ascension

Dessa vez Kratos vai te abortar, destruir tuas céluas tronco e glóbulos vermelhos! Chuuupa Guybrush!

Lançamento: 31 de Dezembro.

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Foto de Ray J

Project Kara

O time responsável por Heavy Rain lançou um vídeo demonstrando sua nova tecnologia de captura de movimentos faciais. O resultado é simplesmente impressionante.

E Quase Nada, pode se emocionar. A animação é feita em tempo real no PS3.

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Foto de Leão da Barra

Remake de X-Com: Enemy Unkown

Já falamos rapidamente sobre isso aqui, mas com certeza merece um tópico exclusivo: X-Com, um dos melhores jogos de todos os tempos vai ganhar um remake para os consoles modernos.

Como era de se imaginar, o jogo vai sofrer algumas adaptações, suprimindo as partes que a Firaxis considera "chatas" (notadamente alguns aspectos de administração que quebravam o ritmo do jogo original -- embora tivessem lá seu charme).

Outra modificação foi no clássico sistema de Time Units, que a Firaxis alega ter sido "simplificado":

www.youtube.com/watch?v=3uHHmTSDCvA

Esse vídeo mostra também como o jogo, embora ainda seja turn based, parece ter ficado bem mais dinâmico que o original.

Enfim, embora eu tenha receio que eles possam ter modificado um pouco demais, parece que o mais importante -- a ambientação tensa e a boa história -- continua lá, o que mantém minhas esperanças de que vem mais um grande jogo nesse ano de 2012.

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Foto de Ray J

American Pie - O reencontro (American Reunion)

Os dois primeiros são ótimos, e o terceiro foi um grande erro. Agora o trailer desse quarto me agradou. Todo o elenco original, inclusive coadjuvantes, reunido para celebrar os 10 anos de formatura. Como sempre, Stifler rouba a cena.

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Foto de Guybrush Threepwood

Skyrim - cento e cinquenta horas depois

Então, como esse negócio de dormir, comer e ir ao banheiro é para os fracos, e como eu estava de férias para ajudar minha esposa a cuidar do neném recém-nascido e da casa, resolvi ocupar o meu tempo ocioso (o pouco tempo que me resta depois de cuidar do neném, da esposa e da casa) com Skyrim. 

Pouco mais de cento e cinquenta horas depois... eu cheguei a conclusão que ainda tem coisa pra cacete pra fazer. Ainda tenho que denunciar aquele Kahjiit de Solitude que quer afundar um navio. Prometi ajudar as belas adoradoras da deusa Dibella a achar uma nova sybil, fiquei de arrumar nimroot para a alquimista de Riften e joias para um joalheiro na mesma cidade. Ainda tenho que terminar meu curso no Colégio de Winterfell e saber o que o tal do moleque Aventus Arentino está querendo com a Dark Brotherhood. Ah, e por falar na Broterhood tenho que solucionar um caso brutal de assassinato.

Skyrim, como o seu antecessor Oblivion (joguei muito pouco Morrowind e nada das outras prequências) é um jogo MASSIVO. Dá pra se perder completamente dentro do mundo do jogo e esquecer da vida. Eu terminei a quest principal por último, fiz as quests da Thieves Guild, dos Companions, uma ou outra Daedric, várias sidequests e miscellaneous quests. Isso deve dar uns 40% no máximo de todas as quests principais. É coisa pra caralho, e o jogo ainda tem centenas de eventos aleatórios.

Em relação ao Oblivion, o jogo está bem mais bonito (os rostos dos humanos do Oblivion eram grotescos), o áudio está muito bom e o combate mais refinado. Agora você pode usar duas armas simultâneas, uma em cada mão, ou usar uma espada com uma mão e lançar uma magia com a outra (antes só dava pra fazer uma coisa de cada vez). Por outro lado, ele fez algo parecido com o que o Mass Effect 2 fez (e eu não gostei nem aqui nem lá): simplificou o esquema de criação e desenvolvimento de personagens DEMAIS. Antes era mais parecido com um RPG de mesa, você definia atributos como força, carisma, inteligência etc e "upava" esses atributos. Agora tudo que você faz no começo do jogo é escolher a raça e customizar a aparência. As skills upam do mesmo jeito, com a regra do uso/desuso, mas o subir de nível ficou mais simples e rápido - há quem prefrira assim (não é meu caso, gostava da complexidade).

Como um bom exemplar de RPG de mundo aberto da Bethesda, o jogo continua com a bugeira de sempre. Assim que você salta do cavalo ele é arremesado a quilômetros de distância. Mamutes flutuam, NPCs atravessam paredes e objetos em que você esbarra desaparecem da face da terra. Eu acho muito mais bugado que Oblivion ou Fallout, por exemplo, mas a Bethesda parece que esta tentando arrumar aos poucos com os patches.

A história é muito boa, mais interessante que a de Oblivion, e existe duas tramas principais paralelas, uma sobre o reaparecimentos dos dragões em Skyrim e outra sobre uma guerra civil em curso. Essa da guerra é particularmente curiosa, pois permite que você escolha de que lado você quer se juntar (ou se quer permanecer imparcial), e não existe lado certo nem errado - ambos os lados tem o seu lado bom e o seu lado mau, seu lado benevolente e seu lado podre. É muito bem escrito, e como todo bom Elder Scrolls vem com muito background, com centenas de livros com a história daquele universo para se aprofundar.

No geral, é um jogaço, apesar que depois de umas cento e trinta horas de jogo já começa a cansar, embora ainda tenho um caminhão de coisas pra se fazer. Ainda tenho uma afeição maior por Oblivion, talvez por ser o primeiro jogo da Bethesda que joguei, mas temos que adimitir que Skyrim é o ápice dos RPGS em mundos abertos.

Nota: 9,0

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Foto de Livia

I Will Always Love You - RIP Whitney Houston

http://www.youtube.com/watch?v=vuIEKrUREH8&feature=related

 

triste demais, eu era fanzaça dela, assisti o guarda costas pelo menos umas 50 vezes, marcou minha adolescencia

pena que ela se acabou nas drogas, mas ela tinha a voz simplesmente perfeita

descance em paz whitney

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Foto de Livia

A Very Harold & Kumar 3D Christmas

 

Depois que o bennet me contou que isso existia, não sosseguei enquanto não consegui assistir, afinal, sou fã dos dois primeiros.

O filme em si é mais do mesmo, o que não significa que é ruim, mas que ele segue a mesma linha dos dois anteriores.

Ele começa 6 anos depois do fim do segundo, com harold casado, trabalhando em wall street, longe das drogas, preocupado em agradar o sogro que é bem exigente em relação a ele, quanto kumar continua na mesma vida, sem emprego, sem estudar, só fumando maconha e levando a vida.  Uma encomenda para harold que chega na casa de kumar acaba reunindo os dois, e aí a confusão começa, com eles correndo pela cidade atrás de uma arvore de natal.

O filme segue no tirmo dos anteriores, com eles se metendo em várias confusões, que incluem um mafioso russo, uma bebê viciada em drogas, neil patrick harris virando gay, e por aí vai.

Vale pra quem gosta dos filmes, quem não assistiu os anteriores pode não gostar muito.

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Foto de Leão da Barra

Sherlock

Antes de mais nada, esclareço que esse tópico não é sobre a sequência do filme dirigido por Guy Ritchie que está em cartaz, mas sobre a genial série da BBC.

Aliás, é até estranho chamar de série, porque cada episódio é praticamente um filme, com duração de 1h30min.

Em todo caso, a premissa da série é simples: trazer para os dias atuais Sherlock Holmes e todo o elenco de apoio que o cerca: Watson, Lestrade, Mycroft, Moriarty, e por aí vai.

Vale notar que as mudanças não são meramente cosméticas, indo muito além de simplesmente colocar Watson como blogueiro; as histórias têm uma pegada mais moderna, com um ritmo bem intenso, frequentemente se afastando um pouco do material original adaptado.

Além disso, a série é muito bem produzida e os roteiros são excelentes, mas o que brilha MESMO é o elenco: Benedict Cumberbatch (Sherlock Holmes) e Martin Freeman (John Watson) fazem um trabalho fora de série e têm química muito boa (gerando até uma piada recorrente na série, pois muitos personagens os tomam por um casal gay).

Benedict Cumberbatch (que, aliás, está em alta, já que será o vilão tanto d'O Hobbit quanto da sequência de Star Trek) dá um show como Sherlock, ele simplesmente tem o rosto de maluco perfeito para o papel. Ele consegue retratar muito bem todas as manias (e arrogância) do personagem, e, mais que isso, todas as rápidas conexões mentais tão características do famoso detetive (os recursos visuais que a série usa também ficaram muito interessantes).

Martin Freeman também faz um trabalho muito bom como Watson, que inclusive tem um papel bem mais ativo (no pun intended) na série do que nos romances.

No dia 15 desse mês foi ao ar o último episódio da segunda temporada, que infelizmente foi BEM curta -- são apenas três episódios por temporada, lembrando que cada um deles é praticamente um filme --, mas pelo menos já confirmaram que haverá uma terceira.

Recomendo muito, só não é a melhor coisa da TV atualmente porque Breaking Bad é imbatível, mas é uma série simplesmente espetacular.

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Foto de agraciotti

Assassins Creed Revelations e Piorations

 

Assassin’s Creed é hoje, provavelmente, minha série favorita nos games. Toda a rica mitologia, que envolve reencarnação, guerras milenares, teorias conspiratórias religiosas e ficção científica, é extremamente fascinante. Sempre digo que AC faz para o videogame - ao incitar discussões e teorias entre os jogadores - o que Lost fez para a TV, nas devidas proporções, claro (e, se quiser viajar, todo o conceito da série serve como uma grande e bem sacada metalinguagem da experiência de jogar videogame: assumimos um personagem que entra numa máquina para assumir o corpo de outro personagem. E esse Revelations adiciona ainda mais uma camada). Somado à flúida e inovadora jogabilidade, aos gráficos sempre impressionantes e à elaborada narrativa, tudo é de primeira linha.

4º episódio da série, esse ACRevelations, pelo nome e pela expectativa, prometia trazer explicações à toda a complicada e mirabolante mitologia da série, especialmente após os insanos e chocantes eventos no final do ACBrotherhood. Acaba sendo decepcionante, porém, que Revelations traz pouquíssimos esclarecimentos, criando novas perguntas e, pior, ignorando dúvidas importantes (bem, eu comparei com Lost né. hehe), como esclarecer as consequências da aparição da deusa Juno no final de Brotherhood.

Mais decepcionante ainda é notar que este parece ser uma exceção à sequência vitoriosa da Ubisoft, que tem feito um trabalho absurdamente competente em melhorar o novo jogo em relação ao anterior. Assassins Creed II, por exemplo, foi, possivelmente, a melhor continuação já feita, com tantas melhorias e novidades que parecia quase um novo jogo. O Brotherhood, como a falta de um número indicava, apenas dava continuidade à história de Ezio e foi menos ousado, mas as pequenas novidades eram significativas, como a inclusão de mais momentos de ação “scriptizados” e o aprimoramento dos puzzles, da utilização de veículos e da exploração do mundo aberto, tornava-o “o” jogo perfeito da série. Incompreensivelmente, Revelations não só retirou o que já era bom (não há uso de cavalos e nem a sempre instigante busca dos glyphos que davam acesso a interessantes puzzles que, por sua vez, revelavam pedaços de algum mistério, como o surpreendente videozinho “the truth”, do ACII), como também inventou de acrescentar coisas mal acabadas e irritantes, como as chatíssimas missões estratégicas de proteção de uma área, o “trabalhoso-demais-para-pouco” esquema de montar bombas e as tosquíssimas e sonolentas fases em primeira pessoa na mente de Desmond.

Pra piorar, os personagens não são tão interessantes (não há ninguém que seja tão bacana quanto Leonardo da Vinci foi para os dois jogos precedentes e o romance não convence muito), as animações faciais parecem feitas há 10 anos atrás, os diálogos são preguiçosos e a trama não envolve quanto as anteriores, com um vilão fraco (outra exceção da série. O vilão de ACII era o próprio papa!) e pouquíssimas missões realmente memoráveis (O Brotherhood tinha uma missão intensa atrás da outra).

Mas o que mais me incomodou mesmo foi o fato de que os protagonistas aparentam completamente diferentes. Tanto Ezio quanto Desmond são outros modelos. O Ezio até dá pra engolir porque envelheceu, mas o Desmond tem simplesmente outra cara. O que diabos justificaria isso? Não era só usar o mesmo modelo dos jogos anteriores? Será q deu um pau no computador central da Ubisoft e tiveram que remodelar os personagens? Vai entender. O fato é que piora em muito nossa ligação com o personagem que já vimos em tantos outros momentos (é igual quando em alguma sequência de um filme substituem o ator por outro e vc passa o filme inteiro fingindo que aceita que é o mesmo personagem).

Tem lá suas adições legais, como o hookblade, que deixa toda a movimentação de escalada mais rápida e a idéia de cruzar com à história de Altair é bem bacana, mesmo que soe curta. E outra boa novidade é que o Revelations já chegou no Brasil com legendas em português, o que ajuda bastante quando chegamos no fim e entra aquele papo enigmático-mitológico todo (que, como disse, não explica muita coisa e está bem longe do impacto do final de ACII e ACBrotherhood, mas mostra um pouco mais sobre “aqueles que vieram antes”). Mas no geral, é um capítulo menor da série.

A Ubisoft prometeu um AC por ano. Só espero que não caiam na mesma picaretagem da Activision com o Call of Duty e continuem oferecendo um jogo realmente novo a cada lançamento. Felizmente, ao que tudo indica (já que a catástrofe astrológica prevista no jogo é a de 2012 mesmo), o próximo será enfim um Assassins Creed 3, com um novo antepassado de Desmond (curto bastante a idéia de um assassino no japão medieval. Já pensaram que demais?). É esperar pra ver. Se o mundo não acabar antes.

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Foto de Stryder

Nossa, essa banda é MUITO FODA

Mentira, é que eu queria que vocês ouvissem o primeiro single da minha banda, que tá aqui:

E aqui tá nossa página no facebook pra vc baixar o single se quiser, e dar um like etc.

https://www.facebook.com/pages/Cambriana/244494422287046

 

Enfim, sejam bons e trilhem a luz, e comentem o que acharem. Obrigado.

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Foto de Livia

Android

 

Eu sei que AQUI ja foi falado bastante coisa sobre android, mas ali tem de tudo um pouco e eu preferi criar um tópico específico onde só se fale de android.

Todo mundo sabe que sou Nokista convicta, que adoro symbyan, e por aí vai, mas acontece que meu N8 ficou sem bateria no dia 31, e eu acabei deixando ele dentro do carro quando fui pro reveillon na casa da minha vó, e quando voltei algum marginal filho da p*%# tinha arrombado a porta do carro e roubado o som, dinheiro, alguns pertences e meu N8 que estav a no painel. Além doprejuízo com a porta, que não ficou barato, tive que comprar outro celular, e acabei optando por um samsung galaxy, já que não achei nenhum N8 pronta entrega por aqui.

Estranhei bastante o sistema no começo, mas já estou pegando a manha dele, e sinceramente, estou surpreendida pela quantidade de coisas que dá pra fazer, pela qualidade de alguns aplicativos, pela facilidade de instalar as coisas, e vou falar (desculpa quase nada): já me apaixonei pelo android e não quero voltar pro symbian.

Vou colocar os apps que eu instalei aqui, e queria a opnião de vc´s se falta alguma coisa:

App´s bons que vieram no telefone:

gmail

google maps

youtube

thinkfree office

 

App´s que eu instalei

Angry Birds Rio (não entendi o sucesso desse jogo, achei bem chatinho)

APN brasil (pra conectar na net)

Barcode Scanner (pra ler os codigos de sites)

Camera 360 (efeitos legais nas fotos)

tiny Flashlight (útil, mas come a bateria violentamente)

Dropbox (pra sincronizar arquivos com o micro)

Drumkit (me divirto tocando bateria)

Facebook (vou até começar a usar o face)

Foursquare (to tentando ver graça nele, mas está dificil, quase desistalando)]

Fruit Ninja (esse sim, divertidissimo)

GPS Test (conselho do ray)

IMDB (adoro)

Lapse it pro (pra fazer aqueles videos de time lapse, meio inutil)

Route 66 (Navegador GPS com uma função que chama follow me q é de babar)

Messenger with you (msn)

Moon+ Reader (pra ebooks, tem um mais famoso mas dá conflito no meu celular)

my piano (pra tocar piano)

Opera Mobile (melhor navegador que achei)

Orkut (nem sei pra que, nem uso mais)

PhoneMyPC (a cereja do bolo agté agora, consigo acessar meu micro pelo celular de qualquer lugar, e usando junto com o dropbox pra pra pegar qualquer arquivo do micro de onde vc estiver e mandar pro celular)

RadarDroid (bem util, pegou todos os radares que eu passei indo até araçatuba hoje)

Shazan (reconhece qualquer musica)

Solo Lite (pra tocar violão)

Swiftkey X (o teclado é meio paranormal, acerta tudo que vc vai digitar)

Twitter (pro maridão)

Winamp (bem legal)

Zedge (recomendação do ray, eu adorei)

 

bom, tem mais alguma coisa q eu preciso?

PS: deu muito trabalho linkar tudo, então tratem o tópico com carinho

:)

 

 

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Foto de Livia

Warrior

 

Jura que ninguém aqui assistiu esse filme ainda?

Eu li que ele tava sendo elogiado pela crítica e resolvi baixar e assistir, e me surpreendi demais. Pra mim foi o filme do ano  (embora eu ja tenha dito isso em outros filmes antes, esse foi o q mais me surpreendeu), e acredito que ele vai ser um dos fortes concorrentes ao oscar, inclusive acho que o nick nolte entra de sola na briga pelo oscar de melhor ator coadjuvante.

A história e sobre uma familia destruída por um pai acólatra, que batia na mulher, até que ela e o filho mais novo fogem de casa, deixando o filho maos velho pra trás, que prefere ficar por causa da namorada.

14 anos depois, o filho mais novo volta para reencontrar o pai, que está sem beber ja a alguns anos, tentando se reabilitar. O irmão mais velho é professor de física em uma escola local, mas por estar endividado passa as noites em lutas clandestinas, pois ele lutou por alguns anos no UFC. O mais novo é ex fuzileiro, e luta por hobby.

Ambos acabam se inscrevendo num torneio de MMA, onde o vencedor leva 5 milhões, e vão enfrentar os melhores lutadores do mundo em busca de seus objetivos.

É o melhor filme de luta desde rock, provavelmente, mas as lutas são só um background pra um drama tenso, sobre uma familia estilhaçada tentando se recompor.

Chorei rios nesse filme, nem lembro o ultimo filme que me fez chorar tanto. Vale cada segundo, podem assistir sem nem pensar duas vezes.

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Foto de Pringles

Resenha: U2 From the Sky Down

U2: From the Sky Down

Em comemoração aos 20 anos do lançamento de Achtung Baby (que para muitos é o melhor album do U2) a banda volta ao local das gravações em Berlim para relembrar o album que mudou sua história.

Um pouco de background: em 1989 caia o Muro de Berlim e junto dele cairam muitos conceitos velhos, coisas que faziam sentido ja nao faziam mais.. os anos 90 que chegavam despontavam como os anos da extrema liberdade, curtição, do ecstasy.. toda aquela ideologia que aprisionava os jovens nos anos 80 tinha se ido numa unica noite. As primeiras cenas tem os acordes de Zoo Station por tras e jovens quebrando o muro, tomadas aéreas de Berlim no dia da reunificação, o povo atravessando as fronteiras com carrinhos Lada antigos da URSS, etc.. enfim algo de novo estava no ar.

O U2 se sentiu parte desse processo. A turne Rattle and Hum havia sido desgastante, eles haviam conquistado a América, mas após tudo isso, ficou no ar que a banda iria se separar e seguir o mesmo caminho de outras bandas dos anos 80, desgastadas e sem rumo.

Bono percebeu que "algo no mundo estava mudando" e então tiveram idéia de ir pro olho do furacão: a nova e unificada Berlim. Bono quis fazer uma virada radical, mas como? eles sairam as ruas de Berlim, entraram em danceterias, interagiam com o povo. Ele viu como o conceito de R&H estava velho e que um novo mundo, mais dinamico, exótico, veloz estava nascendo ali. Eles entram em estudio e os sintetizadores tambem. 8 meses antes do lançamento do album nada de concreto ainda. Larry Mullen assustado com o fato de ter que gravar batidas para serem sampleadas depois, a separação de The Edge de sua esposa que quase o tirou da banda, etc. Nada havia sido feito até que Bono começasse a criar os primeiros acordes de One.

É incrivel como o documentário trabalha ao mesmo tempo com cenas raras e com detalhes surpreendentes. One era tocada (muito mal) em notas músicais mas ali ja dava pra sentir que algo grande estava nacendo. Depois de finalizada eles ja tinham a "killer song". Mas a banda ainda não havia sido se tranformado.

Em mais andanças por Berlim, (já comentei aqui no Joio do Bono ter se apaixonado por uma puta de Berlim), eles entraram em prostibulos e casas de strip, só que aquelas prostitutas eram diferentes, se vestiam de forma bizarra, feito drags. Quando Bono perguntou a elas o porque daquilo a resposta foi: "novos tempos", "reunificação", "novo sentido". A ficha caiu.

Daí, para a criação de The Fly (aquele óculos sinistro de abelha) e McPhisto foi um pulo. Tudo foi feito com base no conceito daquele colorido, da nova era da informação, da chegada dos anos 90. Era preciso provar o gás do riso, tomar as ruas. O singles que saiam chocavam os antigos fãs. Foi criada a Zoo TV turne inovadora da banda onde eles tinham uma estação da TV somente para o show, num espetaculo multimidia. Essa turnê acabou gerando um novo album, Zooropa.

É a transformação radical, o renascimento de uma banda e principalmente a transição estrondosa de um gigante dos anos 80 para os anos 90. A maioria das outras bandas oitentistas enfrentaram forte ostracismo quando a musica eletronica entrou no mainstream, mas isso não aconteceu com o U2. Eles já estavam preparados para isso.

O documentário ainda conta com comentários de David Bowie (que foi uma das inspirações da nova fase de Bono) e todos envolvidos no processo: Brian Eno, Daniel Lanois.

Há outros detalhes que alguns de vocês conhecem que são mais aprofundados no documentário, vou deixar pra que vocês mesmo vejam. Essa resenha é apenas um aperitivo do que é From the Sky Down. Achtung Baby e Zoo TV são conceituados em forte apelo audiovisual. Portanto vejam o documentário e depois, U2 Zoo TV Live from Sydney para uma experiência mais completa.

OBS.: A versão Deluxe de Achtung Baby já saiu, são 2 CDs com o reencarte do original e outra com demos.

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Foto de Leão da Barra

Gato de Botas

Assisti na sexta. Todo mundo sabe o básico: é um spinoff com um dos coadjuvantes de Shrek -- o que denota grande injustiça, aliás, já que o Burro é bem mais legal e não ganhou franquia própria.

Talvez eles achem que ter "Puss" no título é melhor que "Ass"

O problema desse filme, mais uma vez, é que nós estamos mal acostumados com grandes animações da Pixar e da própria Dreamworks, de modo que o estilo está nivelado por cima. Não me entendam mal: Gato de Botas é um filme legal, mas não chega aos pés dos primeiros Shrek. Aliás, não é nem a melhor animação desse ano: Rango é bem superior.

Sobre a história: seria como que um filme "de origem" -- não a origem do personagem do conto de fadas, mas sim da "versão" do universo Shrek. Ficamos sabendo como ele conseguiu suas botas, conhecemos sua amizade com Humpty Dumpty (personagem de um outro conto de fadas que eu não conheço) e descobrimos por quê ele teve que sair da cidade onde foi criado.

Como eu disse, não é nenhuma obra-prima, mas é um desenho legal que consegue equilibrar bem as doses de humor, drama e ação -- só achei um pouco sacal tantas danças, mas tudo bem, quiseram frisar o aspecto latino do personagem.

É o segundo filme em que Salma Hayek está menos pegável, perdendo apenas para Frida

A boa notícia é que é possível achar versões legendadas; acho meio escroto quando os personagens são feitos com base em Antonio Banderas e Salma Hayek e TODOS os cinemas brasileiros só lhe dão a opção de assistir uma versão bizarra com, sei lá, Selton Melo dublando o gato e Mariana Ximenes como a gata.

Por outro lado, parece que todas as versões legendadas são necessariamente em 3D. Não chega a ser um problema, pelo menos para mim, já que o 3D costuma ficar melhor em animações do que em filmes live action, mas achei o efeito bem dispensável nesse filme, tem pouca coisa que o justifique.

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