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Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1

Por mais que em 2014 já estejamos acostumados com a prática de Hollywood em dividir seus filmes em longas e intermináveis sagas, sabendo que só veremos a conclusão da história daqui a um ou mais anos, você encara a sessão na esperança de que ao menos algo interessante aconteça, nem que seja uma grande cena de ação ou um aperitivo pra algo maior que vai rolar na sequência.
 
Pena que não é o que acontece com este novo capítulo de Jogos Vorazes.
 
São quase duas horas que alternam-se entre Katniss Everdeen chorando e a Presidente Coin ( personagem nova, feita com discrição por Julianne Moore ) fazendo discursos e tentando convencer a heroína a se tornar um símbolo dos rebeldes que lutam contra o governo do Presidente Snow.  E só.
 
Buscando se aprofundar na trama política e, mais ainda, nos traumas de Katniss, desta vez passamos longe, muito longe dos curiosos costumes de Panem e dos próprios Jogos Vorazes dos títulos anteriores, com duas cenas de ação fraquinhas ( a última, aliás, só bem no final do filme ) e muito falatório e cenas introspectivas.
 
Ao menos, o elenco assegura que a tensão e consequências dos atos dos filmes anteriores esteja sempre presente na tela, ainda com óbvio e merecido destaque pra Jennifer Lawrence. Mas Woody Harrelson, Donald Sutherland, Elizabeth Banks e o saudoso Philip Seymour Hoffman tem menos tempo de tela do que seus personagens mereciam.
 
Acho que em nenhuma outra saga a decisão de dividir um livro em dois filmes tenha resultado em algo tão ( literalmente ) infeliz, pois este primeiro fica muito aquém dos anteriores e, termina justamente quando começa ficar interessante - e notem bem: só COMEÇA, mas não chega a engatar algo que realmente faça o espectador imergir na trama.
 
Uma triste derrapada em uma série de potencial.
 
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"Motherfucker": a nova do Faith No More

Faith No More and friend

Já está online a música nova do Faith No More, depois de 17 anos sem gravar nada: ouçam "Motherfucker".

É a primeira inédita do novo disco, ainda sem título, que sai em maio de 2015.

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Gone Girl / Garota Exemplar

O homem acertou de novo. Chupa Terenzi.

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Lucy

 

Luc Besson é um diretor de respeito. Tudo bem que já se enfiou em muita merda ( geralmente como produtor ), como Táxi ou Joana D’Arc, mas a gente ignora e lembra apenas de coisas bacanas e distantes como Nikita e O Quinto Elemento. Este Lucy tem sido chamado pela imprensa estrangeira como um potencial renascimento na carreira dele, que voltou aos holofotes graças a bilheteria do filme - que mais merece destaque pela presença da Scarlett Johansson. O que não deixa de ser um bom recomeço.

Scarlett é uma mula de contrabando, que acaba contaminada por uma droga experimental que carregava no corpo - droga esta que amplia sua capacidade mental, saindo dos supostos 10% que os seres humanos costumam utilizar. E ao passo que seu cérebro se torna mais poderoso, fazendo com que ela se torne mais inteligente e ganhe poderes como velocidade de metabolismo e telecinese, ela tem que correr contra o tempo pra entender o que está acontecendo, se vingar dos traficantes e passar adiante o conhecimento que adquire, já que seu corpo parece estar rejeitando a droga.

Misto de ficção científica e aula de ciência teórica, Lucy é um competente filme de ação, que acaba se perdendo ao ser explicativo demais - tanto no personagem do Morgan Freeman, um estudioso do cérebro que serve basicamente para narrar em paralelo o que está acontecendo com a biologia da personagem, quanto com cenas do reino animal que ilustram cada "poder" da Lucy pro espectador vendo o Instagram na sala de cinema.

Tirando esta parte teórica ( já que isso dos 10% ainda não foi comprovado ) que deixa o roteiro beirar o absurdo, Luc Besson mostra que ainda está afiado na ação, com poucas e boas cenas de combate, além de uma excelente e também muito rápida cena de perseguição pelas ruas de Paris.

Pena que toda a teoria volte com força na parte final, desacelerando o ágil roteiro pra mostrar o ápice cerebral da personagem. A própria Scarlett, que se mostra impecável como estrela de ação, fica um pouco apagada na resolução, que nem chega a ser um final, já que deixa uma potencial continuação em aberto - coisa que o diretor está negando veementemente, mas, tudo indica que veremos Lucy 2 daqui a alguns aninhos.

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Guardiões da Galáxia

A cena mais emblemática de Guardiões da Galáxia quebra a fórmula da Marvel no cinema até agora: quando o herói, Peter Quill, vai entregar a Orbe ( o Tesseract da vez ) para outro personagem, com aquela música de suspense de fundo, e... derruba o troço no chão. Dali em diante, é certeza que nada aqui deve ser levado a sério. E tai o trunfo de um dos filmes mais legais do ano.

Tudo tem gostinho de já vi isso antes, mas é uma aventura tão bem costurada que você entra de cabeça e se diverte com as várias referências em homenagem ( e justiça ) aos grandes momentos da Sessão da Tarde – Alf, Footloose, Star Wars, Indiana Jones, Goonies, O Último Guerreiro das Estrelas, ET, e outras tantas que talvez valha mesmo a pena ver de novo pra captar. Tive até a impressão que a direção perde um pouco o foco de vez em quando pra poder colocar essas referências aqui e ali ( os conhecedores de HQ vão encontrar muito mais, óbvio ) e o filme perde certo ritmo. Ou seja: o aspecto reprise é intencional.

A história gira em torno da tal Orbe mesmo: Peter Quill ( ou Senhor das Estrelas, como ele prefere ser chamado, por favor ), um caçador de artefatos raros, a encontra logo no comecinho do filme. O vilão Ronan, parceiro do deus Thanos, envia seus soldados atrás do item – mas, com a falha destes, Gamorra se oferece para recuperar o negócio. Peter chega a outro planeta para vender a Orbe e lá é caçado por Gamorra e também por Groot e Rocket, ambos atrás de uma recompensa oferecida pela cabeça do tal Senhor das Estrelas. Os quatro são capturados e enviados para uma prisão espacial, onde se encontram com Drax, o Destruidor, e será questão de tempo antes destes cinco se juntarem para uma grande fuga, com direito a perna mecânica roubada, para tentarem vender a tal Orbe – que é infinitamente mais perigosa do que imaginam.

E segue-se aí um belíssimo filme pipoca que, se pede que o espectador não o leve a sério, trata a diversão como fator de primeira linha.

E o cerne de tudo aqui são os personagens sensacionais. Peter é o cara: aventureiro nato, pegador, engraçado, tem bom gosto musical e faz dancinhas. Drax é o fortão que se junta ao grupo com o singelo propósito de matar o deus Thanos, assassino de sua família. Gamorra, a personagem menos desenvolvida, também tem sua agenda contra o mesmo vilão – seu pai adotivo, aliás. Mas o destaque absoluto é a dupla Groot e Rocket: o primeiro é uma árvore ambulante que diz apenas “Eu Sou Groot” e tem muito mais profundidade que isso. Seu parceiro é um diminuto guaxinim inventor, que fala sem parar e geralmente porta uma arma maior que ele mesmo.

E nessa hora você percebe que um dos grandes filmes da Marvel – que tem dezenas de personagens conhecidíssimos do povão nas páginas de suas histórias em quadrinhos, muitos deles já com suas histórias de domínio público – acaba sendo de um bando de figuras que nunca ouvimos falar, mas que conseguem, com um básico de introdução e muita personalidade, conquistar uma simpatia imediata. Duvido que alguém aqui não se apaixone pelo Groot até o final da sessão – que tem direito a última cena antes dos créditos finais ( tem outra cena após os créditos, rapidíssima e inútil pra não iniciados em HQ ).

Vale dividir o mérito aqui com a escalação dos atores e com o figurino: todos muito a vontade e se divertindo tanto quanto o público, seja nas piadas rápidas de Chris Pratt e Zoe Saldana aproveitando-se muito bem de sua presença física – mesmo pintada de verde. E claro, os efeitos que tornam Groot e Rocket ( com excelente dublagem do Bradley Cooper ) críveis e com aquele visual que dá vontade de ter o bonequinho na estante. Efeitos que não se limitam a isso: as sequências de batalha no espaço, principalmente a parte onde um esquadrão de naves se junta para impedir o avanço da nave de Ronan, tornam obrigatória a dica: assista num IMAX.

Sabe tudo que tinha de errado com a segunda trilogia do Star Wars? Trama arrastada, atores aparecendo mais que os personagens chatos, efeitos exagerados, direção capenga e toda aquela megalomania? Guardiões da Galáxia é o total inverso de tudo isso.

Chupa, George Lucas!

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Os Vingadores 2: A Era de Ultron

Saiu a a primeira imagem oficial, com o vilão de fundo:

A matéria da Entertainment Weekly também entrega a trama: com os Vingadores exaustos de salvar a Terra trocentas vezes e a SHIELD fora de serviço após os acontecimentos de Capitão América 2, Tony Stark cria o Ultron: uma inteligência artificial, independente e capaz de auto-programação, para identificar e eliminar ameaças, comandando um exército de andróides e a legião de armaduras do Homem de Ferro.

O problema é que Ultron ( a la Quase Nada ) se liga que o grande problema do planeta é a raça humana e pá: resolve exterminar todo mundo. E lá se vão as férias dos Vingadores. Agora auxiliados pelos novatos e suspeitos Mercúrio, Feiticeira Escarlate e Visão, a equipe vai enfrentar um programa em nuvem, inserido em um andróide que se reconstrói de forma mais poderosa a cada vez que é destruído.

Estréia só em maio do ano que vem.

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Planeta dos Macacos - O Confronto

Continuação direta do prequel/reboot de 2011, este aqui vai mostrar o macacão falante Caesar e sua trupe, ainda escondidos na floresta e em paz.

O confronto do título será com um grupo de sobreviventes aquele vírus do finalzinho do primeiro filme, que parece ter dizimado a raça humana - e os que sobraram agora querem reestabelecer seu lugar na civilização.

Altos elogios da imprensa lá fora, mas não sei se em comparação com o apenas bom filme anterior ou por conta da temporada de verão estar bem fraca.

Estréia aqui em 24 de julho.

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Godzilla 2014

Tava curioso pra assistir esse filme, ainda mais depois de ver que a divulgação dele nos EUA tava bem, mas beeeem maior que a do último Homem Aranha... até ver a resenha do mestre-mór, que chamou o negócio de "abominação" pra baixo. Agora fiquei mais interessado ainda!

Tomara que seja melhor que aquela besteira do Círculo de Fogo, mas se tiver num nível meio Cloverfield tá bom. Pena que já estão entregando que o monstrão vai ser meio bonzinho.

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Capitão América 2 - O Soldado O QUE??

Invernático? Invernoso? Quem foi a besta que deu esse nome? Deve ser do piauí. Vou boicotar só por causa do título.
 

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Rush

Ron Roward não é um diretor excepcional, ou genial. Mas é um daqueles diretores que sabem o que faz. Que consegue fazer filmes redondinhos. Já ganhou um oscar por Uma Mente Brilhante, tem em seu curriculo os excelentes CInderela man, Frost/Nixon, Apolo 13, Splash, dentre outros. Mas com esse filme ele entrega seu melhor trabalho, sua obra prima, por assim dizer.

O filmes conta a história da rivalidade entre James Hunt e Nick Lauda, pilotos de formula 1 na década de 70, rivalidade essa que teve seu ápice na emocionante temporada de 76, onde os dois disputaram o campeonato ponto a ponto até a ultima corrida.

Chris Hemsworth provavelmente em seu melhor papel, mas aqui cabe um parentese, basicamente é o mesmo papel que ele vem interpretando desde que apareceu pro mundo, do sujeito alegre, convencido, arrogante, um thor sem poderes, mas como james hunt era assim, não há do que reclamar. Já para viver nick lauda foi escalado o ator daniel Bruhl, que eu só conhecia por ter feito o zoller em bstardos inglórios. E ele literalmente rouba o filme, tanto que está indicado ao globo de ouro e provavelmente vai ganhar uma indicação para o Oscar.

Como eu disse, o filme é redondinho, extremamente bem filmado, a reconstituição da época é perfeita, a fotografia é sensacional, as corridas são de tirar o fôlego, é um filme onde tudo se encaixa perfeitamente. Foi indicado ao globo de ouro e pode ter certeza que vai estar entre os indicados ao oscar.

Nota 9

 

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Transformers 4 - A Era dos Irados

O trailer sai nos próximos dias, meus contatos me avisaram que de cara vão mostrar os dinobots, agora eu pergunto, quem é macho o suficiente pra dizer que esse filme não será foda?

Digo mais, prepara teu cu ai, Terenzi. Raja é fichinha perto do novo Optimus Prime.

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Interstellar - O próximo talvez melhor filme da humanidade

Quinta-feira, junto da estréia do Hobbit 2, sai o teaser trailer do novo filme do Nolan, estejam preparados, pois a sociedade está prestes a presenciar o próximo melhor filme da década, do próximo ano, talvez, quem sabe, pode ser. 

 

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O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro

Saiu o trailer completo e conseguiram piorar o que já era ruim: filme com TRÊS VILÕES é sinal de bomba.

 

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Você achou boa a volta do Plague?

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Thor 2 – O Mundo Sombrio

Olha, fiquei mais impressionado com a quantidade de elogios que este Thor 2 recebeu do que o filme em si – ou seja, assistir sem a expectativa gerada pelo buchicho na web já ajuda bastante. Não que o filme desaponte em algo ( é bem melhor que o primeiro, por exemplo ), apenas não traz absolutamente nada de novo.

A história dá continuidade tanto ao filme anterior como ao final dos Vingadores: Loki é preso em Asgard após causar na Terra e Thor e os outros guerreiros do reino estão lutando contra outros povos, aparentemente tendo algo a ver com a destruição daquela ponte colorida gay destruida no primeiro filme ( confesso que não entendi direito essa parte ).

Na Terra, a Cisne Negro acaba encontrando mais um artefato milagroso/místico/tecnológico, uma gosma vermelha chamada de Éter, cobiçada pelos os Elfos Negros: antigos inimigos de Asgard liderados por um tal de Malekith, cujo visual parece demais com a Morte daquele Sétimo Selo do Bergman. Como a Cisne fica zoada após o contato com o Éter, Thor a leva para Asgard, fazendo os Elfos irem atrás de ambos para recuperar o troço – obviamente destruindo tudo que estiver no caminho.

Após uma mega batalha e uma bela cena de funeral pra um dos personagens, Thor tem a ideia genial de fugir pra Terra com a Cisne. O problema é chegar lá sem ninguém notar ( eles não podem usar a ponte gay, já que Odin decretou estado de sítio em Asgard após o ataque dos Elfos ) e, pra isso, resolvem pedir a ajuda do Loki, que possui um atalho escondido pra Terra. Agora é saber se Loki vai ajudar o irmão ou se/quando vai traí-lo, além de enfrentar Malekith e sua turma em uma briga final em Londres, onde foi encontrada a gosma vermelha.

Formulaica até o caroço, esta continuação pelo menos diverte bastante sem deixar o espectador pensar, com uma direção ágil que se garante mais encarando tudo como uma grande aventura e deixando totalmente de lado o aspecto de tragédia shakespereana com que o Kenneth Branagh quis lidar no primeiro filme – aqui, por exemplo, Thor e Loki aparecem bem mais trocando farpas do que em diálogos sobre irmandade ou algo do tipo. Nem o Anthony Hopkins solta aqueles seus longos discursos, com o Odin tendo mais espaço na introdução ao contar a história dos Elfos do que no restante do filme. Com isso, Tom Hiddleston fica ainda mais a vontade com o seu Loki, aqui bem mais próximo da sua performance divertida no filme dos Vingadores – fazendo ele roubar o show mais uma vez.

E é legal destacar que o filme traz uma ótima deixa para a inevitável sequência. E claro: tem uma cena no meio dos créditos que faz legação direta com o filme dos Guardiões da Galáxia, a nova franquia da Marvel, com o Benício Del Toro numa ponta bem vergonhosa. Tem outra cena ao final dos créditos, mas não vi.

Se o primeiro Thor tinha algumas aspirações dramáticas, a Marvel viu com Os Vingadores que o caminho é seguir o lado fun e deixar a pretensão de lado, o que talvez desagrade uns e outros, preocupados com a descaracterização do personagem principal ( que já não tem uma personalidade muito forte, um paralelo ideal ao fato de Chris Hemsworth ser bem limitado como ator ) ou com a mutação da franquia num mero blockbuster. Mas, pelos risos na sala de cinema e pelo filme passar tão rápido que embarcamos nos defeitos sem dar importância, vai ver esse é o caminho ideal pro deus do trovão.

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Boas vindas ao Plague

Depois de dois anos sem acessar o Joio, um dos usuários mais antigos do site voltou. Seja bemvindo de volta a velha casa e faça bom uso dela.

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This is the End

Comédia sobre o fim do mundo onde os atores interpretam uma versão caricata deles mesmos.

A história começa com jay baruchel e seth rogen indo a uma festa de inauguração na casa do james franco, onde um terremoto abre um buraco no quintal, matando vários famosos.

os sobreviventes se escondem na casa do james franco e ficam lá enquanto o apocalipse bíblico rola no mundo exterior.

o filme rende algumas piadas legais (as melhores estão no trailer), e pra curtir é recomendado ter assistido os filmes que eles já fizeram (pineaple express é altamente recomendável).

É legal, mas nada que vc vai se lembrar 10 minutos depois.

eu daria um 6

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Bad Grandpa

 

Sou fã do jackass desde os tempos da MTV, mas uma coisa q eu não gostava nos filmes eram as partes que o johnny knoxville e o spike jonze se vestiam de idosos. Sempre achei chato. Por isso não dei atenção quando ouvi falar desse filme. Aí não sei pq hoje resolvi assistir o trailer, e me arrependo de não ter feito isso antes

http://www.youtube.com/watch?v=VMKgkHEpMUI

Eles resolveram fazer como Borat, uma história ficticia misturada com cenas reais, com uma parte totalmente chupinhada de litlle miss sunshine, mas ficou bom demais, acredito que vai ser diversão garantida

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X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

Já passou da hora de começarmos a comentar este filme, que vai juntar as duas franquias anteriores dos mutantes da Marvel.

A história ainda não está detalhada, mas aparentemente vai girar em torno de Kitty Pryde e Wolverine, que serão a ponte entre os X-men da atualidade e os apresentados no prequel Primeira Classe. Kitty e Logan serão convocados por Magneto e Professor Xavier para viajar 50 anos no tempo e evitar uma catástrofe que pode dizimar não apenas os mutantes, mas também a raça humana. Catástrofe esta que, muito provavelmente, envolve a criação dos gigantescos robôs Sentinelas.

A trama se baseia na HQ publicada no Brasil com o nome de Dias de Um Futuro Passado, que mostra um futuro onde os últimos mutantes vivem em campos de concentração, após serem caçados e dizimados pelos Sentinelas. Os robôs foram criados após o assassinato de uma importante figura política do universo Marvel, fato que desencadeou um sentimento anti-mutantes na raça humana. Alguns mutantes vindos deste futuro nazista viajam ao presente para evitar o assasinato, com a ajuda de suas contrapartes atuais dos X-Men. Apesar da premissa confusa, é uma ótima história.

Voltando ao filme, é certo que será muito legal ver os atores das duas franquias atuando juntos: já foi confirmado que a trama mostrará o encontro das versões passado e presente do Magneto e do Xavier.

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Ridick ganha seu primeiro trailer

Em alguns momentos parece um clone do primeiro filme, o que eu achei ótimo.

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